Enquete do PL 152/2020

Resultado

Resultado parcial desde 14/02/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 37 97%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 3%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Considerar as horas de estágio como experiência profissional, afinal, na prática, já se trata de experiência profissional adquirida. Apenas não é reconhecida como tal para certos fins.

Rafaela Fernandes Máximo 05/03/2020
6

A proposta desconsidera os inativos e impõe a todos servidores públicos o ônus da crise. Dever-se-ia atacar os supersalários de desembargadores e políticos, aplicar-se o teto constitucional englobando toda a remuneração (incluindo vantagens pessoais) desses que chegam a ganhar 100 mil por mês, conforme ja decidido pelo STF.

Júlio César Cavalcante Guimarães 26/03/2020
0

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 7 de 7 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Espero ansiosamente pela aprovação do projeto. Só há pontos positivos. Os jovens hoje em dia que fazem estágio são usados como mão de obra barata, não é mais como antes onde a pessoa aprendia com quem tinha mais experiência. Hoje em dia o jovem já é colocado no olho do furacão e tem que aprender na marra. É injusto que o estágio não possa ser considerado válido como experiência profissional.

    Mauricio Trindade Tavares 14/12/2022
    0
  • Ponto positivo: Só vejo pontos POSITIVOS. 1 - Existem muitos estagiários(as), que estagiaram em diversas repartições públicas e privadas e têm o conhecimento adquirido em vários, são "vades mecuns" ambulantes rs. 2- Estagiários apesar de serem mão de obra barata, são a maioria nas instituições públicas e privadas e possuem além do conhecimento técnico. 3- E facilitará o ingresso após o bacharelado, competindo como iguais aos que já têm atividades, pois também os mesmos já o possuem. E mais além...

    Daniel Fernandes 14/12/2022
    0
  • Ponto positivo: Estágio é o primeiro nível de ingresso no mercado de trabalho.

    Renato Caires de Oliveira 05/11/2021
    3
  • Ponto positivo: Só há pontos positivos nessa PL. Conseguir uma oportunidade no mercado de trabalho na própria área formação não é algo simples. Ainda mais se for recém-formado. E vamos supor que a pessoa decida estudar para um concurso específico, mas é barrada porque não possui experiência profissional exigida na área. É sim algo extremamente frustrante. Não poder comprovar, com estágio, experiência profissional em concursos. Essa PL faz um grande favor a milhares de recém-formados.

    Nay L. 13/10/2021
    3
  • Ponto positivo: Os cursos de formação têm no seu cerne um sentido de prática,ou seja,têm uma concepção do que seria o fazer do profissional e de como esse fazer poderia ser aprendido.Tendo em vista que é privilegiadamente neste componente curricular que a aprendizagem do exercício profissional se desenvolve.Mas não é só o sentido de prática que influencia o sentido de estágio pois o movimento contrário também é possível.

    CASSIANE MENEZES 21/05/2021
    0
  • Ponto negativo: A proposta desconsidera os inativos e impõe a todos servidores públicos o ônus da crise. Dever-se-ia atacar os supersalários de desembargadores e políticos, aplicar-se o teto constitucional englobando toda a remuneração (incluindo vantagens pessoais) desses que chegam a ganhar 100 mil por mês, conforme ja decidido pelo STF.

    Júlio César Cavalcante Guimarães 26/03/2020
    0
  • Ponto positivo: Considerar as horas de estágio como experiência profissional, afinal, na prática, já se trata de experiência profissional adquirida. Apenas não é reconhecida como tal para certos fins.

    Rafaela Fernandes Máximo 05/03/2020
    6
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.