Enquete do PL 5829/2019

Resultado

Resultado final desde 05/11/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 6.941 75%
Concordo na maior parte 184 2%
Estou indeciso 16 0%
Discordo na maior parte 136 1%
Discordo totalmente 2.073 22%

O que foi dito

Pontos mais populares

Senhoras e Senhores leiam a lei e parem de votar contra! Nós todos somos a favor do setor de GD, a lei é muito melhor do que a proposta da Aneel. A Aneel está completamente vendida para as grandes distribuidoras. Por favor, prestem atenção.

Felipe Zangari 06/04/2021
132

Abre margem para cobrança dos encargos de uso do sistema de distribuição (TUSD) e uso do sistema de transmissão (TUST) sobre a energia elétrica gerada por clientes que produzem e consomem energia na mesma unidade consumidora. Se não ocorre transferência de energia para outra instalação, não é justo cobrar pelo transporte dessa energia que não circula pelas redes das empresas distribuidoras.

Franclin Róbias 09/12/2020
78

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 651 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Cobrar taxa de transmissão e distribuição (leia-se despesas de FRETE) para receber de volta a energia que foi emprestada de graça é tripudiar do Código Civil: criaram o MÚTUO GRATUITO ONEROSO!!! O lobby das Distribuidoras é muito forte!

    basura uolmail 21/12/2021
    4
  • Ponto negativo: Basta instalar o sistema OFF-GRID (que não está ligado à distribuidora). Você armazena a energia das placas em baterias. Fica livre de taxas e tarifas e bandeiras. A cobrança é sobre o sistema ON-GRID por estar usando o fio da distribuidora. Vou instalar OFF-GRID em minha residência.

    Rômulo Damiano 20/12/2021
    1
  • Ponto negativo: Infelizmente o poder financeiro e lobby das distribuidoras falou mais alto que o interesse social sa produção de energia limpa e renovável.

    MARCOS VALERIO COSTA SILVA 19/12/2021
    2
  • Ponto negativo: Um verdadeiro absurdo! A ABGD e ABSOLAR NÃO REPRESENTA OS INTEGRADORES !!!!!!!!!!! Foi a geração distribuída que gerou mais de 300.000 empregos em 2020, como taxar um setor que gera tanto emprego?

    Nibson Leandro 17/12/2021
    1
  • Ponto negativo: O texto da PL confirma os privilégios das operadoras - Quem distribui e vende energia no Brasil possui um negócio que não corre nenhum risco. A ineficiência, as perdas e oscilações de mercado são "bancadas" pelo consumidor com o aval dos legisladores. Pra saber o quê realmente é verdade sem ser afetado pelas narrativas, avalie "pra onde" vai o dinheiro e "quem" no final vai pagar essa conta.

    Alberto Nairo 17/12/2021
    1
  • Ponto negativo: Taxar o SOL é traição. Vão condenar o povo Brasileiro ao atraso, taxar o sol deveria ser crime, e não virar lei, tenho vergonha de ver isso aprovado por nossos deputados

    Marcio Albuquerque 15/12/2021
    8
  • Ponto negativo: Isso é uma palhaçada, por isso que político não tem respeito da população.

    Rodrigo Pego 10/12/2021
    10
  • Ponto negativo: O governo deveria incentivar a geração de energia limpa e não taxar. Essa PL vem para desestimular esse tipo de investimento para dessa forma darmos mais dinheiro as concessionárias de energia pois estão vendo que esse tipo de energia está aumentando e eles estão perdendo dinheiro. Fazemos nossa própria usina, retiramos energia de onde nunca irá acabar, sem causar danos para a natureza... o governo deveria incentivar cada vez mais .

    Luana Frutuoso 03/12/2021
    9
  • Ponto negativo: O Sistema Elétrico do País está quase entrando em colapso o Governo deveria incentivar a Instalação de Sistemas de Geração Limpa, pois assim contribuiu com a economia e as metas de descarbonização da geração de energia, ao menos uma vez os parlamentares que em teoria representa o povo aprovasse a isenção por no mínimo 40 anos.

    Edjamir ARRUDA ROSA 27/11/2021
    7
  • Ponto negativo: PONTO NEGATIVO. NÃO HÁ PONTO POSITIVO. Esse PL é deveras desvantajoso para os cidadãos brasileiros, sobretudo àqueles que investiram na energia renovável. A PRETEXTO DE ASSEGURAR SEGURANÇA JURÍDICA, na prática esse PL TRIBUTA OS PRODUTORES. É uma falsa essa proposta. O objetivo é arrecadar, somente.

    Diego Cruz Pereira 24/11/2021
    7

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  6. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.