Enquete do PL 5383/2019

Resultado

Resultado final desde 03/10/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 21 7%
Concordo na maior parte 5 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 7 3%
Discordo totalmente 239 88%

O que foi dito

Pontos mais populares

Eu gostaria de saber se ele não fosse deputado, ganhasse um salário mínimo depende do SUS , SE ELE IRIA GOSTA.

Fernando José Ferreira de Lima 04/11/2020
24

Aumentar 5 anos para considerar uma pessoa idosa é uma injustiça, porque vai cortar vários benefícios das pessoas idosas e impedir que milhões de pessoas possam usufrui do tão pouco que conquistamos. Deputado, Arquive esse PL.

Reginaldo Borges 16/11/2020
31

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 65 encontrados.

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  • Ponto negativo: A expectativa de vida de uma pessoa com 60 anos não é tudo igual, pois à aqueles que muitos trabalharam em obras, portos, e em trabalhos insalubres e perigosos, pensem bem por favor, obrigado

    Humberto Jesus Neves 01/12/2021
    5
  • Ponto positivo: Uma coisa é ter 65 anos trabalhando em escritório, outra coisa é enfrentar um trabalho pesado com 65 anos. Acho que está faltando coração pro pastor autor desta lei. Creio que o Brasil esteja precisando de coisas urgentes, ao invés de lei que usurpa direitos de idosos.

    Lindberg Teixeira 01/09/2021
    13
  • Ponto negativo: Com 40 anos já não consegue emprego, nesse país em que se troca de empregado mandando embora o de 40 para pagar merreca para um aprendis que topa qualquer exploração, muito pior ainda tirar dos de 60 o pouco de proteção que ainda tem... POLÍTICOS nadando no luxo, esbanjam dinheiro do povo e ainda FERRAM o povo com....??

    Donald Almeida 28/08/2021
    10
  • Ponto positivo: O autor da lei está vendo uma camada da sociedade que, aos 60 anos, ainda está em boas condiçoes de saúde e em atividade. Mas essa nao é a realidade da maior parte do povo brasileiro, carente, sofrido, passando necessidades e até abandono. Portanto é descabida essa modificaçao da lei. Toda lei deve ser feita para atender a maioria da população. E esse retrocesso trará muitos prejuízos àqueles que por anos contribuiram para construçao e engrandecimento do país, apesar de tantos descalabros.

    Maria Adelaide Mazza Correia 24/08/2021
    14
  • Ponto negativo: Um pessoa que trabalha e chega aos seus 60 anos, na maioria carece de um pouco mais de atenção, pois passou anos dedicado à profissão, não é o mesmo para muitas coisas...

    Anderson Inácio 20/08/2021
    9
  • Ponto positivo: Acho que deveria tratar os nossos idosos com mas amor porque quem realmente ajudou o Brasil na pandemia foram os idosos senhores deputados e os ministros e presidente veja a importância de um décimo quarto au aposentados e pensionistas para engrenar a economia no fim do ano já que com fim da pandemia não terar adiantamento do decimo terceiro por favor olhe por nos idosos por que não teve nenhum ajuda na pandemia e ainda usam o décimo terceiro salário para ajudar a economia

    Isabel Cristina De Freitas 16/08/2021
    7
  • Ponto negativo: Senhores parlamentares por favor deixa O Estatuto Idoso em Paz. Parem tirar tudo que se refere ao Idoso. Comissão dos Idosos e Direitos humanos precisam agir ??????

    Tania Regina de Albuquerque Toledo 16/08/2021
    15
  • Ponto positivo: NÓS IDOSOS APOSENTADOS E PENSIONISTAS TAMBÉM SOMOS ELEITORES E NÃO TIVEMOS NENHUMA AJUDA DO GOVERNO ATÉ HOJE E ESTAMOS PRECISANDO DO DÉCIMO QUARTO

    Janete Silva 15/08/2021
    9
  • Ponto negativo: Eu estou indignada com estes políticos! Pra eles, é tudo. Pra nós, é nada. Eles esquecem que, quem paga o salário deles, somos nós. E, nem assim, eles se comparecem das pessoas. Cheguei aos 60 anos, esperando obter algum privilégio, mas, não! Andei muito a pé, porque o vale, era só pra quem tinha 65 anos. Hoje, graças a Deus, cheguei aos 70, e estou desfrutando alguma coisa, mas, não é tudo. Porque: ainda não conseguimos muita coisa. Falta muito, pra um dia dizer: conseguimos.

    Rachel Nobre 14/08/2021
    11
  • Ponto negativo: Hoje chegar aos 60 anos no Brasil já um privilegio, quanto mais aos 65 anos ou mais. O Brasil no decorrer dos anos o brasileiro vem perdendo aos poucos qualidade de vida. Este é o tipo de projeto desnecessário e sem o conhecimento de vida do povo brasileiro. Pena termos ainda na Câmara dos Deputados, pessoa que propõe um projeto desse.

    Moises Carneiro da Silva 06/07/2021
    12

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 302/2026

    O Projeto de Lei 302/26, do deputado Gilvan da Federal (PL-ES), amplia o direito ao porte de arma de fogo para guardas civis municipais e vigilantes. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto reconhece o risco permanente da atividade de guardas civis municipais e vigilantes. Em razão disso, prevê a necessidade de porte de arma como instrumento de defesa pessoal e coletiva. “Não há segurança pública possível quando o Estado dificulta o acesso aos meios legítimos de defesa por parte de seus próprios agentes”, afirma Gilvan. Regras Segundo o projeto, o porte será válido em todo o Brasil, independentemente do número de habitantes do município. Os guardas municipais poderão portar arma de fogo em serviço e fora dele. O porte fora do horário de trabalho decorrerá automaticamente do exercício do cargo e só poderá ser suspenso por decisão administrativa ou judicial. Já o porte de arma para vigilantes fica permitido durante o serviço e no deslocamento entre a residência e o local de trabalho. A proposta dispensa a comprovação individual de efetiva necessidade para a concessão do porte, por considerar que o risco faz parte da atividade. Armas permitidas Pela proposta, as guardas civis municipais e os vigilantes poderão utilizar: armas de fogo de uso permitido e restrito; munições compatíveis; e equipamentos de menor potencial ofensivo. As armas poderão ser da instituição ou de propriedade particular, desde que estejam regularmente registradas. Capacitação O projeto determina que a capacitação dos guardas e vigilantes para usar arma de fogo siga critérios objetivos e periódicos. Essas exigências não poderão ser usadas para restringir o direito ao porte. Sistema de Segurança Pública O texto também prevê que guardas civis municipais e vigilantes passem a integrar o Sistema Único de Segurança Pública (Susp), como auxiliares de prevenção e proteção. Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o projeto precisa ser aprovado por deputados e senadores. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei