Enquete da PEC 147/2019

Resultado

Resultado parcial desde 17/09/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 52 91%
Concordo na maior parte 3 5%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 2 4%

O que foi dito

Pontos mais populares

Se o Governo não tem dinheiro e chega interferir na aposentadora e pensões de milhões de brasileiros , então não tem dinheiro p 'ressarcir' o gasto de agentes públicos q recebem mega salários com despesas q aqueles milhões afetados pela PEC/06 têm arcar com seus ínfimos salários!

André Oliveira 07/10/2019
9

O ponto negativo é não reduzir mais benefícios(poderia ser quase, senão todos), já que os citados são apenas alguns deles.

Fábio 07/10/2019
11

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 19 encontrados.

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  • Ponto negativo: falta as autoridades competentes usar expressão que observe a vedação á "qualquer hipótese, exceto em decorrência de direito previdenciário e subsídios temporários" que são o caso do 13º salário e da verba de representação por exemplo.

    Paulo Roberto 16/03/2024
    0
  • Ponto positivo: A proposição é conveniente e corresponde ás intenções do caput em vedar em qualquer hipótese o acumulo de subsídios acima do teto por ele estabelecido

    Paulo Roberto 16/03/2024
    0
  • Ponto positivo: É um escarnio para o brasileiro essa PEC parada. Claro, nunca tiveram real interesse em acabar com a farra e os privilégios. Esses auxílios são imorais. E tem procurador reclamando por que receberam celulares funcionais de "apenas" 3000 reais. Um escarnio em pleno século 21. Um retrocesso sem tamanho para a politica brasileira.

    Robson Gomes 02/03/2021
    1
  • Ponto positivo: Os auxílios existentes são totalmente abusivos e desconexos com a realidade de qualquer setor profissional no país.

    Leonardo Flock 16/02/2021
    1
  • Ponto positivo: Infelizmente não estaria retirando todos os benefícios, que realmente se fazem desnecessários perante ao salário recebido. Mas é um começo e espero que seja aprovado, espero que mostrem que governam pelo Brasil o mesmo tanto que dizem fazer.

    Marcio Jose Get 12/01/2021
    3
  • Ponto positivo: O salário deve ser suficiente! Se não quer, que vá trabalhar na indústria privada. O parlamento mais caro do mundo. O povo brasileiro não aguenta mais!!!

    Alexandre Santos 12/01/2021
    1
  • Ponto positivo: É um escárnio o cidadão se aposentar pelo tempo de contribuição/idade, sendo que o dinheiro que dele é arrecadado serve para pagar não só salários, mas também a Previdência Privada dos agentes públicos.

    Heitor Paulo de Almeida 08/01/2021
    1
  • Ponto positivo: Faz cumprir o teto constitucional de perceção salarial. Embora se alegue que essas verbas não têm natureza salarial, é uma verba a menos que sairá do salário dessas pessoas, diferentemente de nós, cidadãos comuns que precisamos nos "virar nos 30" para pagarmos nossas contas, e ainda, manter um mínimo de dignidade!

    Talita Lopes Raminelli 19/09/2020
    2
  • Ponto positivo: O servidor público deve ser um funcionário comum que tenha seu salário merecido e que viva com esse como pode. Não deve ter privilégios com o dinheiro do povo. O Brasil tem dificuldades em investir na educação, saúde e infra estrutura por ter uma folha de pagamento muito acima do que deveria ser. A máquina pública precisa ser enxugada pelos servidores que só querem privilégios e pelos corruptos.

    Elizabeth Cristina Videira Costa 01/09/2020
    3
  • Ponto positivo: Excelente proposta que corrige uma injustiça gigantesca. Enquanto um trabalhador recebe salário mínimo de 1.045 reais, muitos servidores e políticos tem auxílio de várias vezes esse valor. Que a PEC 147/2019 seja aprovada rapidamente.

    Douglas Carvalho Lima 26/08/2020
    2
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei