Enquete do PL 4177/2019

Resultado

Resultado parcial desde 02/08/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 333 100%
Concordo na maior parte 1 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 1 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

O trabalho das Guardas Municipais tem sido de suma importância para a sociedade, porém, por ciumes, o lobe das PMs tem atrapalhado o reconhecimento desse árduo trabalho.

José Paulo Santos 18/09/2019
15

As Guardas deveriam ter porte de arma de fogo de uso permitido em todo Brasil.

DAVI JORGE 31/10/2019
17

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 43 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: O PL 4177/19 é a favor da justiça com quem está na linha de frente. Se a função exige enfrentar perigos reais e insalubridade, é justo que a lei garanta proteção previdenciária e benefícios condizentes, assim como já ocorre com outras forças de segurança. Segurança pública se faz com profissionais valorizados.

    FABIANO DONATO DE OLIVEIRA 14/05/2026
    0
  • Ponto positivo: É justo a esses PROFISSIONAIS QUE AS PEC''S 4177/2019 e a PEC 275/2016 sejam SANCIONADAS LOGO e apensadas uma a outra por tratarem do mesmo assunto e a muito tempo paralisadas. E se existe justiça deveriam de diminuírem os tempos nelas "sugeridos", pois chega a ser insano e diabólico imaginar nesses profissionais terem que correr atrás de 1 jovem infrator no alge da sua saúde, ter que correr atrás na sua velhice pra fazer seu trabalho, pois é isso que os "prejudicados" QUEREMDESSESPROFISSIONAIS

    Geraldo Magela Pinto 27/04/2024
    1
  • Ponto positivo: A Constituiçao de 88 está ultrapassada para a Gcm. Pois não previam o crescimento dessa Categoria. Os Ministros ainda se baseiam nela pra julgar tudo que se relaciona a Guarda Civil. Não tem como esses Profissionais trabalharem iguais a PM, designados pelos Prefeitos e a População desempenhando as mesmas funções e serem julgados como "Guadas de Próprios" Meu pai já trabalha a 32 anos na profissão e não consegue aposentar, coisa que o irmão dele mais novo que ele, já conseguiu na PM.

    Geraldo Magela Pinto 24/10/2023
    1
  • Ponto positivo: Em nenhuma instituição de segurança pública um agente exerce 40 anos de serviço no combate a criminalidade. Trinta anos neste trabalho insalubre, perigoso,estressante já é muito.. Como um profissional de segurança pública vai deter um jovem criminoso ,estando com sessenta e cinco anos de idade? Isso é um absurdo existente só no Brasil... Alguém tem que ver isso.

    andré Chaves 16/02/2022
    1
  • Ponto positivo: Gcm é uma ferramenta importante nas políticas públicas, onde a segurança começa no seu município valorize sua Guarda civil.

    Alexandre guarnieri 19/12/2020
    1
  • Ponto positivo: A Segurança Pública no Mundo começa no Município, isso e fato e só digitar Polícia Local na Europa, em todos os países sem excessão existe a Polícia Local, seja na França na Itália, na Espanha, em Portugal, em Israel, no Azerbaijão somente no Brasil temos esse modelo Arcaico de Segurança Pública que favorece apenas os Coronéis, quem não teve um parceiro assassinado por ser Guarda Civil ser reconhecido e assassinado pelo simples fato de ser Guarda, você pode ir em qualquer local como um cidadão?

    Perdi a paciência Sem blablabla 18/12/2020
    5
  • Ponto positivo: Hoje as Guardas atuam no policiamento preventivo, combatendo o crime, tanto que estudos mostram que as cidades que dispões de Guardas Municipais tem seus índices de criminalidades reduzidos em média 62%, não reconhecer o risco que esses profissionais correm, é um equivoco gigantesco do Estado! Tanto que é a 3 força de Segurança Pública que mais morre no país devido o combate a criminalidade.

    Anderson Kowales 18/12/2020
    5
  • Ponto positivo: A implantação da Guarda Municipal deveria ser obrigatório em todos os municípios brasileiros. E já definido uma porcentagem na arrecadação do município destinado a corporação, para aparelhamento e treinamentos.

    Damião Santos 18/12/2020
    4
  • Ponto positivo: É questão de justiça o reconhecimento do trabalho das Guardas municipais do Brasil, sobretudo em relação à questão do risco que correm dioturnamente para servir o Brasil em seus municípios.

    Gilson Barbosa de Oliveira 18/12/2020
    2
  • Ponto negativo: Se o guarda municipal arrisca a própria vida por um cidadão que ele nem conhece, deve ser reconhecido como profissão de risco e ser amparado na legalidade da lei.

    Jose Claudio Lopes Dos Reis 18/12/2020
    5
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 4256/2019

    Altera a Lei n.º 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento), para autorizar o porte de arma aos agentes de segurança socioeducativos e aos oficiais de justiça.

  6. PL 1893/2026

    O Projeto de Lei 1893/26, do Poder Executivo, regulamenta a negociação das relações de trabalho no setor público e garante o direito à representação sindical de servidores e empregados públicos. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. A proposta se aplica à administração direta, autárquica e fundacional da União, dos estados e dos municípios, além de órgãos constitucionalmente autônomos, como o Ministério Público da União. O texto cria um marco legal para que sindicatos e governo negociem, de forma permanente e estruturada, temas relacionados às condições de trabalho no serviço público. A iniciativa regulamenta compromissos assumidos pelo Brasil ao ratificar a Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Como será a negociação Pelo projeto, a negociação entre o poder público e as entidades representativas dos servidores deverá ocorrer pelo menos uma vez por ano, em período a ser definido em regulamento. A exigência poderá ser dispensada quando houver acordo com vigência superior a um ano. O processo de negociação terá cinco etapas: definição do calendário e do cronograma; recebimento da pauta; instalação da negociação; assinatura do acordo; e divulgação do resultado. Cada Poder e órgão autônomo deverá instituir seu próprio processo de negociação. Estados e municípios regulamentarão o tema em ato próprio. Se não houver acordo, as partes poderão escolher, de comum acordo, um mediador. Ele atuará sem remuneração e não interromperá as negociações, salvo decisão contrária das próprias partes. Quando houver consenso, será firmado um termo de acordo com a identificação das partes, o objeto negociado, os resultados alcançados, as condições de implementação e o prazo de vigência. Os acordos dependerão de análise jurídica e da aprovação do chefe do respectivo Poder ou órgão autônomo. Licença remunerada A proposta altera o Estatuto dos Servidores da União para garantir licença remunerada ao servidor que exercer mandato em confederação, federação ou sindicato. Atualmente, a lei prevê licença sem remuneração. Já para quem desempenhar mandato em entidade fiscalizadora da profissão ou participar em cooperativa de servidores, a licença será sem remuneração. Durante o afastamento, o servidor manterá as garantias e vantagens pessoais e previdenciárias do cargo que ocupava. Representação sindical O projeto assegura a livre associação sindical a todos os servidores e empregados públicos. A representação poderá ser exercida por sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais. Onde não houver sindicato legalmente constituído, associações de classe poderão representar os trabalhadores nas negociações. Na justificativa do texto, a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou que a negociação "democratiza as condições e as relações de trabalho, estabelecendo mecanismos para minimizar conflitos". Próximos passos O projeto de lei teve a urgência aprovada em junho e poderá ser votado diretamente pelo Plenário da Câmara dos Deputados, sem precisar passar antes pelas comissões temáticas. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei