Enquete do PL 468/2019

Resultado

Resultado parcial desde 05/02/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 18 6%
Concordo na maior parte 1 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 1%
Discordo totalmente 293 93%

O que foi dito

Pontos mais populares

Obrigatoriedade de vacinação contraria os ideais de liberdade que todo cidadão brasileiro tem direito.

Clovis Victorio 22/04/2021
4

Há gente que será impedida de ir e vir por não estar com vacinação em dia. O respeito a quem não quer se submeter q qualquer situação de saúde é digno. As pessoas não precisam se submeter ao que elas não querem. Precisamos respeitar essas pessoas. Se eu me vacino, estou protegida. Não preciso obrigar o outro ao que eu acredito. #LIBERDADE

arlene zeferini 20/04/2021
12

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 48 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Isso é controle ...viva a liberdade respeito a constituição...não ao passaporte vacinal com experimentos!

    Elaine Fernandes Penna 14/09/2021
    1
  • Ponto positivo: Promove informatização do sistema de saúde. Os municípios têm redução de custo (não precisa mais manter arquivo físico nem emitir carteirinha em papel) e o cidadão tem acesso à informação de forma mais eficiente.

    Bruno Pedron 30/04/2021
    0
  • Ponto negativo: Liberdade de ir e vir não pode ser mascarada com um cartão! Esse projeto causa segregação social!

    Emerson Reinert 29/04/2021
    5
  • Ponto negativo: O uso que se pretende ao cadastro é abusivo.É segregação. Vimos na história como utilizaram uma estrela costurada na roupa contra os judeus. Absurdo pensar em algo assim.

    Edivar Tramontini 23/04/2021
    6
  • Ponto negativo: Se nem posso mais decidir o que é inserido dentro do meu corpo físico, qual liberdade me sobra? #LIBERDADE

    Anne-Sophie Bertrand 23/04/2021
    6
  • Ponto negativo: Será mais um passo rumo à ditadura, à violação do indivíduo e de seus direitos estabelecendo discriminação entre brasileiros o que é VEDADO pelo art. 19, inciso III, da Constituição da República. Outro absurdo, outra ilegalidade, outra violação ao Estado democrático de direito. O troco, nós o povo, daremos ano que vem, será a maior renovação da Câmara Federal da história do Brasil. Vamos demitir os que agem CONTRA o povo brasileiro.

    Sérgio Wanderley 23/04/2021
    5
  • Ponto negativo: Com isso o cidadão terá direitos fundamentais violados. Toma vacina quem quer.

    Rafael Ferreira 22/04/2021
    4
  • Ponto negativo: Toda pessoa deve ser livre para escolher e para falar e se posicionar no que quiser.

    Antonio Bergue Frota 22/04/2021
    3
  • Ponto negativo: Mais uma forma do Estado intervir no indivíduo

    João Bernardo 22/04/2021
    0
  • Ponto negativo: Obrigar a pessoa a fazer o que não quer através da ameaça dela não poder ir a determinados lugares, viajar de ônibus, avião etc., o que quebra seu direito de ir e vir. É um lixo total.

    Jabesmar 22/04/2021
    3
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. EMP 17 => PLP 68/2024

    Institui o Imposto sobre Bens e Serviços - IBS, a Contribuição Social sobre Bens e Serviços - CBS e o Imposto Seletivo - IS e dá outras providências.

  2. INC 773/2024

    Sugere ao Excelentíssimo Senhor Ministro da Defesa, Sr. JOSÉ MUCIO MONTEIRO FILHO, a elaboração de projeto de lei que cria o Quadro Especial de Graduados da Marinha.

  3. PL 3010/2019

    O Projeto de Lei 3010/19 institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Fibromialgia. A doença, caracterizada por dores constantes em todo o corpo, afeta nervos e músculos, fazendo com que o cérebro não consiga filtrar a dor. A proposta, do deputado Dr. Leonardo (Solidariedade-MT), tramita na Câmara dos Deputados. Entre as diretrizes da política estão o atendimento multidisciplinar e o estímulo à pesquisa científica para dimensionar a magnitude da doença no Brasil. Segundo o deputado, que é médico, o tratamento dos pacientes exige medicação contínua com antidepressivos e neuromoduladores, e exercícios de três a cinco vezes por semana, além de acupuntura, massagens, infiltração de anestésicos e acompanhamento psicológico. “A realização do tratamento requer, portanto, que o paciente disponha de tempo suficiente e recursos, pois o Sistema Único de Saúde (SUS) não dá cobertura a todas essas atividades”, afirma Dr. Leonardo. O projeto considera ainda quem tem fibromialgia como pessoa com deficiência para todos os efeitos legais. A falta dessa classificação, segundo o parlamentar, tem causado inúmeros transtornos a essas pessoas, “especialmente no que tange à concessão de benefícios”. Isenção IR O texto também altera a Lei 7.713/88, que trata do Imposto de Renda, para incluir as pessoas com fibromialgia entre os beneficiários da isenção do tributo. Hoje, a norma concede isenção para pessoas acometidas de doenças graves, como neoplasia maligna (câncer), cegueira, hanseníase e tuberculose. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo nas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. PL 2650/2024

    Altera a Lei nº 10.855, de 1º de abril de 2004, que dispõe sobre a reestruturação da Carreira Previdenciária, de que trata a Lei nº 10.355, de 26 de dezembro de 2001, instituindo a Carreira do Seguro Social, e dá outras providências, para dispor sobre a alteração do requisito de entrada para o cargo de Técnico do Seguro Social e reconhecer as atribuições da carreira do Seguro Social como exclusivas e essenciais ao Estado.

  5. PL 1904/2024

    O Projeto de Lei 1904/24 equipara o aborto realizado após 22 semanas de gestação ao crime de homicídio simples, inclusive no casos de gravidez resultante de estupro. Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta altera o Código Penal, que hoje não pune o aborto em caso de estupro e não prevê restrição de tempo para o procedimento nesse caso. O código também não pune o aborto quando não há outro meio de salvar a vida da gestante.  Com exceção desses casos em que não há punição, o código prevê detenção de um a três anos para a mulher que aborta; reclusão de um a quatro anos para o médico ou outra pessoa que provoque aborto com o consentimento da gestante; e reclusão de três a 10 anos para quem provoque aborto sem o consentimento da gestante.  Caso o projeto seja aprovado pelos parlamentares, o aborto realizado após 22 semanas de gestação será punido com reclusão de seis a 20 anos em todos esses casos e também no caso de gravidez resultante de estupro. A pena é a  mesma prevista para o homicídio simples.  Justificativa O texto foi apresentado pelo deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e outros deputados. Segundo os parlamentares, quando o Código Penal foi promulgado, “se o legislador não colocou limites gestacionais ao aborto, não foi porque teria querido estender a prática até o nono mês da gestação”.  “Em 1940, quando foi promulgado o Código Penal, um aborto de último trimestre era uma realidade impensável e, se fosse possível, ninguém o chamaria de aborto, mas de homicídio ou infanticídio”, apontaram os autores da proposta. O projeto foi apresentado no mesmo dia em que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou a suspensão da resolução aprovada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para proibir a realização da chamada assistolia fetal para interrupção de gravidez após 22 semanas de gestação. A técnica utiliza medicações para interromper os batimentos cardíacos do feto, antes de sua retirada do útero. Circunstâncias individuais De acordo com o projeto de lei, o juiz poderá mitigar a pena, conforme o exigirem as circunstâncias individuais de cada caso, ou poderá até mesmo deixar de aplicá-la, se as consequências da infração atingirem o próprio agente de forma tão grave que a sanção penal se torne desnecessária. Tramitação A proposta ainda não foi distribuída às comissões da Câmara, mas poderá ser votada diretamente pelo Plenário caso requerimento de urgência do deputado Eli Borges (PL-TO) e outros seja aprovado.  Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. INC 1068/2024

    Requer o envio de Indicação ao Excelentíssimo Ministro da Defesa, senhor José Mucio Monteiro Filho, em que propõe análise acerca da situação de militares do Quadro Especial do Exército, em busca de correções normativas para corrigir disparidades.