Enquete do PL 5725/2016

Resultado

Resultado final desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 402 42%
Concordo na maior parte 20 2%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 27 3%
Discordo totalmente 508 53%

O que foi dito

Pontos mais populares

Estão focado somente na arrecadação$ e não se importando com a segurança

Flávio Prado 04/08/2019
15

Dar poderes a uma entidade privada!!! Tornar obrigatória a filiação a uma entidade privada?? Dar poderes a quem não respeitam a constituição e a lei Pelé? Discordo plenamente. Fora cbvl.

Pilotos De Cristo Brasil 04/08/2019
26

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 177 encontrados.

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  • Ponto positivo: Acho importante regulamentar todas as formas de trabalho.

    quinha pop 16/08/2019
    0
  • Ponto negativo: Voo duplo ser prerrogativa de instrutor e pessoa jurídica. Portanto casal ou (amigos) que querem voa juntos em voo duplo, uma pessoa tem que ser certificada como instrutor.

    Joao Mello 07/08/2019
    0
  • Ponto negativo: Não deveria ser um monopólio da CBVL.

    Jader Coelho 07/08/2019
    0
  • Ponto positivo: Obrigatoriedade do Seguro!

    Jader Coelho 07/08/2019
    0
  • Ponto negativo: Privilegia determinada Entidade apenas, ignorando as Leis Vigentes sobre Esportes de Aventuras/Radicais (Lei Pelé)

    Reginaldo Nicolau 07/08/2019
    1
  • Ponto negativo: A inconstitucionalidade do projeto é tamanha pois, dentre outros, cria numa canetada uma entidade com status de Conselho Federal, ignora totalmente o direito de liberdade associativa, além de ir contra os efeitos da Lei Pelé quanto a interferência do Estado na prática esportiva

    Luciano Martins 07/08/2019
    0
  • Ponto negativo: O Voo livre nao é representado pela CBVL

    Renato Goulart 07/08/2019
    3
  • Ponto negativo: A CBVL nao represnta o Voo Livre no Brasil.

    Brink Expedition 07/08/2019
    0
  • Ponto negativo: Atribui à CBVL uma aspecto sindical da atividade, misturando atividade esportiva com atividade profissional. A própria ANAC reconhece mais de uma entidade esportiva no vôo livre, não há motivos claros para privilegiar uma delas na atividade profissional.

    Rafael Carvalho Machado 07/08/2019
    2
  • Ponto positivo: Regulamentação de uma atividade que já acontece há muito tempo.

    Rafael Carvalho Machado 07/08/2019
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei