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Câmara Hoje - 26/10/2017

A sessão do Plenário para votar a autorização ao STF para que a Justiça investigue o presidente Michel Temer e dois de seus ministros durou doze horas e meia. No final, foram 251 votos a favor do relatório que negava o prosseguimento da denúncia, contra 233 favoráveis a continuidade. Na hora da discussão, os oposicionistas não foram ao Plenário. A estratégia era evitar o quórum que permitiria iniciar a votação. O relator e advogados de defesa afirmaram que a denúncia do Ministério Público é um ataque arbitrário a todos os políticos.
Logo após a votação, deputados da base aliada comemoraram o resultado e falaram em retomar o crescimento econômico do País. Já para os deputados da oposição, o governo saiu enfraquecido, pois teve menos votos do que na denúncia anterior.

            Mais destaques desta edição:

- Prioridades: duas reformas devem entrar na pauta de votações do Plenário até o fim do ano: a Tributária e a Previdenciária. A da Previdência, inclusive, foi considerada prioridade pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia;

- Também aguardam votação no Plenário as medidas provisórias que mudam o marco legal da mineração. Elas precisam ser votadas até o dia 28 de novembro; senão perdem a eficácia;

- A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito ouviu mais um ex-presidente da Caixa Econômica Federal. Desta vez, o depoimento foi de Jorge Hereda Fontes. Ele negou a existência de irregularidades na liberação de empréstimos ao grupo J&F e disse aos deputados que nunca recebeu orientações do ex- ministro da Fazenda, Guido Mantega para atuação política na presidência da CEF.

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Apresentação - Vera Morgado
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