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Regras para terceirização da mão de obra são o destaque da semana

A oposição foi à tribuna para comentar a prisão do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, pela Operação Lava Jato da Polícia Federal, acusado de desviar dinheiro público, e para ligar as acusações contra o tesoureiro do partido ao pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

O projeto que regulamenta a terceirização voltou à discussão na semana. Os deputados precisavam concluir a votação da proposta que permite a terceirização até na atividade fim das empresas. Líderes partidários defenderam posições.

Iniciada a votação na terça-feira (14), a primeira polêmica foi o destaque do PSDB para retirar as empresas públicas, as sociedades de economia mista e suas subsidiárias da terceirização.

O pedido foi aprovado, mas a votação de outros temas ficou para o dia seguinte. Na quarta, novo pedido para retirar a proposta da pauta foi apresentado, desta vez pelo PSD.

A proposta ganhou apoios. Mas houve reações.

Com a divisão dos partidos sobre o adiamento das votações, o presidente da Câmara reuniu os líderes e a maioria deles decidiu transferir a votação para quarta-feira, dia 22, sem obstrução e sem novo adiamento.
 

Edição — Antonio Carlos Silva

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Um programa perfeito para saber em meia hora sobre o debates mais importantes feitos no Plenário da Câmara durante a semana. Este programa dispõe de legenda oculta, na versão exibida na TV Câmara

Estreia: Sexta, às 21h. Reprises: sábado, às 0h, 6h30, às 10h e às 18h30. Domingo, às 11h, às 16h e às 23h30. Segunda, às 1h30 e às 6h30.