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Deputados debatem proibição das câmaras de bronzeamento artificial

No Brasil, o câncer mais comum é o de pele. Preocupada com os efeitos das câmaras de bronzeamento artificial, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária proibiu o uso desse procedimento muito procurado por mulheres. Proprietários de clínicas de estética e de salões de beleza reclamam da decisão que ainda é alvo de ações na Justiça. Uma audiência na Comissão de Seguridade Social e saúde debateu o tema.//
Aproveitar um belo dia de praia tem seus benefícios. Só com o sol o nosso corpo absorve a vitamina D. E quem frequenta a praia se diverte, relaxa, e garante um corpo dourado, padrão de beleza do brasileiro. Quem não tinha tempo ou oportunidade de tomar sol, podia buscar a cor do verão nas câmaras de bronzeamento artificial.
Desde novembro do ano passado, as câmaras de bronzeamento estão proibidas pela Anvisa. Segundo a agência de Vigilância Sanitária, elas aumentam em 75% o risco de melanoma, tipo de câncer de pele que mais mata. Esse risco vale pra quem começa a prática antes dos 35 anos. A opção, agora, é o jet bronze.
Uma audiência na Câmara discutiu a proibição das câmaras de bronzeamento. Representantes de empresas de estética reclamam da medida que representou prejuízo para o setor. Mas a Anvisa defende a prevenção.

O deputado Dr. Nechar (PP-SP) acredita que proibir não é a solução. O melhor é estabelecer regras claras para o procedimento.

Créditos:
- Paula Bittar - repórter
- Helena Passos - estudante
- Maria Inês Guimarães - proprietária de clínica de estética
- Dirceu Barbano - diretor da Anvisa
- Miguel Carlos Vietri - diretor da Associação Brasileira de Bronzeamento
- Deputado Dr. Nechar (PP-SP)

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