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Dep. Arlindo Chinaglia: pequisas não caracterizam fosfoetanolamina como medicamento

28/10/2020 - 09h40

Presidente do grupo de trabalho que discutiu a liberação da fosfoetanolamina no Brasil para tratamento de câncer, o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) esclarece que o colegiado nunca tratou a substância como medicamento, pelo fato de não ter havido pesquisas científicas suficientes para essa caracterização. Foram apresentados três projetos por parlamentares que, na opinião do colegiado, deveriam ser analisados com cautela, e após reunião com a participação dos três autores iniciais, chegou-se a um único projeto, novo, de comum acordo.

A nova proposta considerou o resultado de três pesquisas financiadas pelo governo, feitas por cientistas ligados à Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade de Campinas, Centro de Inovação e Ensaios Pré-Clínicos de Florianópolis e a Universidade Federal do Ceará, e este último estudo atestou que a substância não provoca nenhuma toxicidade em seres humanos. O deputado cita inclusive que pesquisas internacionais anteriores, desde o início do século passado, haviam detectado que a fosfoetanolamina é produzida pelo próprio organismo, com o objetivo de recomposição das membranas celulares.

Por outro lado, Arlindo Chinaglia acredita que o paciente terminal de câncer tenha o direito de tentar qualquer alternativa clínica para sua recuperação, após esgotados todos os outros meios já pesquisados e autorizados para tratamento.

 

Apresentação – Marcio Achilles Sardi

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