ATA
DA TERCEIRA REUNIÃO ORDINÁRIA
DELIBERATIVA,
REALIZADA EM
21 DE MARÇO DE 2012
Às dez horas e
trinta e três minutos do dia vinte e um de março de dois mil e doze, reuniu-se
ordinariamente a Comissão de Minas e Energia, no Plenário 14 do Anexo II da
Câmara dos Deputados, com a presença dos Senhores Deputados Simão Sessim, Presidente; Dimas Fabiano,
João Carlos Bacelar e Sandes Júnior, Vice-Presidentes e dos seguintes Membros:
Ângelo Agnolin, Arnaldo Jardim, Bernardo Santana de Vasconcelos, Carlos Zarattini, César
Halum, Davi Alcolumbre, Dr. Aluizio, Eduardo Sciarra, Fernando Ferro, Gabriel
Guimarães, Gladson Cameli, Guilherme Mussi, João Carlos Bacelar, José Otávio
Germano, Luiz Alberto, Luiz Fernando Machado, Marcos Montes, Padre João, Paulo
Abi-ackel, Ronaldo Benedet, Vander Loubet, Walter Feldman e Wladimir
Costa, Titulares; Adrian, Dr. Paulo César, Edson Santos, Fátima
Pelaes, João Pizzolatti, Leonardo Quintão, Luiz Argôlo, Nelson Meurer,
Osmar Júnior, Paulo Feijó, Paulo Magalhães, Paulo Wagner, Professor Setimo,
Ronaldo Nogueira, Rubens Otoni, Salvador Zimbaldi, Vanderlei Siraque, Vitor
Penido, Weliton Prado e Zoinho, Suplentes.
Deixaram de comparecer os Senhores
Deputados Carlos Souza, Davi Alves
Silva Júnior, Fernando Torres,
Guilherme Mussi, Luiz Fernando Faria e Marcos Rogério. O Deputado Fernando Jordão encaminhou ofício à Comissão
solicitando escusas pela sua ausência à reunião, em razão de encontrar-se de
licença médica, no período de vinte a vinte e dois de março do corrente.
ABERTURA: Alcançado o número regimental, o Senhor Presidente declarou
aberta a reunião e submeteu à apreciação a Ata da Reunião Ordinária
Deliberativa realizada em sete de março do corrente. O Deputado Luiz Fernando Machado requereu a dispensa da
leitura da Ata. Em votação, o requerimento foi aprovado por unanimidade. Não
houve discussão da Ata. Em votação, esta foi aprovada unanimemente.
expediente:
O
Senhor Presidente comunicou que havia efetuado as seguintes designações de
relatorias: em quatorze de março de dois mil e doze - Deputado
Davi
Alves Silva Júnior
– Projeto de Lei nº 6.097/09;
Deputado João Carlos Bacelar – Projeto de Lei nº 1.214/11; Deputado Ronaldo
Nogueira – Projeto de Lei nº 3.173/12; e Deputado Vander Loubet – Projeto de
Lei nº 3.077/11; em vinte de março de dois mil e doze - Deputado Paulo
Abi-ackel
– Projeto de Lei nº 2.027/2007. Em seguida, o Senhor Presidente comunicou que
o Tribunal de Contas da União havia encaminhado a esta Comissão cópia do
Acórdão nº 482/2012, que trata de monitoramento decorrente do Acórdão
1.817/2010, em que o Tribunal havia apreciado o relatório de levantamento de
auditoria com enfoque na gestão da arrecadação de multas administrativas
aplicadas por órgãos e entidades federais. O Senhor Presidente lembrou aos
deputados que o material estaria disponível na Secretaria da Comissão para os
que desejassem consultá-lo. Logo após, o Senhor Presidente noticiou que a
Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais havia encaminhado a esta
Comissão cópia das notas taquigráficas da Oitava Reunião Extraordinária da
Comissão de Minas e Energia daquela Assembleia, realizada em dois de dezembro
de dois mil e onze, que teve por objetivo discutir as perspectivas de
desenvolvimento socioeconômico e os possíveis impactos decorrentes da
implantação de grandes empreendimentos ligados à mineração de ferro e ouro em
municípios da região norte do Estado de Minas Gerais e que os Deputados que
desejassem consultar o material poderiam fazê-lo na Secretaria da Comissão. Em
seguida, o Senhor Presidente indagou se algum deputado do Estado de Minas
Gerais teria interesse em analisar as referidas notas taquigráficas e preparar
um relatório para esta Comissão, momento em que os Deputados Paulo Abi-ackel e
Padre João se apresentaram interessados em realizar o trabalho. Dando
sequência, o Senhor Presidente informou que, a convite da Associação
Brasileira de Energia Eólica (ABEEOLICA), Associação Brasileira dos
Investidores em Autoprodução de Energia (ABIAPE), Associação Brasileira de
Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (ABRACE),
Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (ABRACEEL), Associação
Brasileira de Geração Flexível (ABRAGEF), Associação Brasileira de Geração de
Energia Limpa (ABRAGEL), Associação Brasileira de Geradoras Termelétricas
(ABRAGET), Associação Nacional dos Consumidores de Energia (ANACE), Associação
Brasileira dos Produtores Independentes de Energia Elétrica (APINE), e do
Grupo Canalenergia, com o apoio da Frente Parlamentar Mista em Defesa da
Infraestrutura Nacional, estaria participando do lançamento da Campanha “2012:
Ano do Mercado Livre de Energia”, nesta data, às quatorze horas e trinta
minutos, no auditório da TV Câmara, para o que solicitou a anuência dos nobre
pares. Em votação, a anuência foi concedida por unanimidade. Logo após, o
Senhor Presidente avisou que a Diretoria da Agência Nacional de Energia
Elétrica (ANEEL), com o objetivo de estreitar os laços entre os parlamentares
e os dirigentes daquela instituição, havia convidado todos os membros desta
Comissão para participar de um café da manhã, no dia vinte e oito de março do
corrente, às oito horas e trinta minutos, na sede da ANEEL, no SGAN 603,
Módulo I, 1º Piso, Sala Plenária, acesso VIA L3 Norte. Em seguida, o Senhor
Presidente determinou a distribuição de material do Tribunal de Contas da
União entregue pelo Presidente daquela corte de contas, por ocasião da reunião
na sala da Presidência da Comissão, no dia anterior. A seguir, o Senhor
Presidente apresentou, no intuito de dar aprofundamento aos
debates que serão realizados nesta Comissão na presente Sessão Legislativa,
medidas por ele consideradas necessárias e urgentes, e, com a anuência deste
Órgão Técnico, a consequente aprovação de iniciativas legislativas relativas
aos temas que, em sua opinião, contribuiriam para o crescimento do Produto
Interno Bruto (PIB) do País, na medida em que acarretariam um efeito positivo
direto na competitividade nacional, quais foram: Encargos setoriais e seus
efeitos perversos no custo da energia que, apesar de segundo o Senhor
Presidente, já terem sido alvo de incansáveis debates nesta Comissão, como o
atendimento de demandas do Governo Federal e a aprovação de iniciativas, a
exemplo da prorrogação da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC) e da Reserva
Global de Reversão (RGR), tais debates havia ocorrido em linha contrária à
competitividade nacional. Neste sentido, em que pesasse ser oportuno submeter
à reflexão deste Colegiado, a propositura de alterações imediatas nos dois
citados encargos prorrogados, o Senhor Presidente afirmou que submeteria à
avaliação do colegiado tão-somente a possibilidade real e concreta da retirada
de alguns encargos setoriais da conta de luz e de programas que, em sua
opinião, devem ser financiados por toda a sociedade e não apenas pelos
consumidores de energia. Segundo o Senhor Presidente, tais medidas se
traduziriam em mudanças, que embora pequenas, produziriam significativa
representação, caso aprovadas, dentro do contexto da redução do custo da
energia elétrica e da contribuição para ampliar as possibilidades de
crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), especialmente nessa perspectiva de
crescimento modesto. Em seguida, o Senhor Presidente informou que, em dois mil
e onze, os encargos setoriais arrecadados na conta de luz de todos os usuários
haviam somado dezessete bilhões e oitocentos milhões de reais e que a
estimativa para este ano supera dezenove bilhões e duzentos milhões de reais,
o que mostraria uma trajetória perigosa, que poderia comprometer o crescimento
do País, sobretudo quando se verifica que esses mesmos encargos setoriais
somaram quatro bilhões e novecentos milhões de reais no ano de dois mil e
dois. O Senhor Presidente esclareceu que existem encargos setoriais que não
têm relação direta com o custo de geração, transmissão e distribuição de
energia e que continuariam pressionando o custo da energia, fossem os
subsídios cruzados explícitos – fontes incentivadas, Aquicultura, Luz para
todos e Baixa Renda – que deveriam se dar por meio dos recursos do Tesouro
Nacional (impostos gerais arrecadados pelo país), ou, ainda, os subsídios
cruzados implícitos, como descontos compulsórios a consumidores rurais e
empresas concessionárias de água, esgoto e saneamento. Posteriormente à sua
manifestação, o Senhor Presidente asseverou que tais encargos não deveriam ser
subtraídos, mas que seu financiamento deveria passar a ser feito pelo Tesouro
Nacional, e, dessa forma, toda a sociedade contribuiria com esses programas,
meritórios em si e que possibilitariam amplo acesso à energia. Segundo o
Senhor Presidente, no modelo atual, sua percepção é que quem paga a conta são
os consumidores de energia, que pressionam, assim, o custo industrial
brasileiro. Logo após, o Senhor Presidente lembrou que ao retirar da conta de
luz o peso dos encargos e programas por ele mencionados, o custo da tarifa de
energia elétrica, segundo estudos técnicos, seria reduzido em aproximadamente
treze por cento, o que significaria transferência desse peso para o Tesouro
Nacional em aproximadamente um vírgula vinte e sete por cento da receita
administrada pela Receita Federal do Brasil e em um vírgula sete por cento da
receita tributária federal. Assim, o Senhor Presidente concluiu que o efeito
positivo na competitividade nacional e no PIB recomendaria a mencionada
mudança do modelo. Conforme o pronunciamento do Senhor Presidente, estudo da
Fundação Getúlio Vargas comprovaria que cada um real a mais no custo da
energia significa oito reais e sessenta centavos a menos no PIB, e, também,
que a energia elétrica brasileira seria a mais cara em relação aos países com
os quais competimos internacionalmente. Em relação à Política de preço do gás
natural, o Senhor Presidente afirmou que, segundo dados disponíveis no
mercado, a indústria brasileira paga cerca de dezesseis dólares americanos o
milhão de British Termal Unit
(BTU), unidade de medida do gás, ao passo que a indústria americana paga menos
de quatro dólares. Tal valor não refletiria a realidade de oferta brasileira,
já que a Petrobras, considerada “orgulho de todos os brasileiros” vem batendo
sucessivos recordes de produção, com a perspectiva de exceder a duplicação da
oferta no curto prazo. O Senhor Presidente acrescentou, ainda, que, até mesmo
as indústrias de países europeus, que importam combustível, pagam menos que as
brasileiras e que o preço do gás é estabelecido pela Petrobras, que utiliza
uma fórmula reflexiva da realidade de quatro anos atrás, em que havia escassez
do combustível, tendo a Petrobras, no ano de dois mil e onze, percebido essa
realidade e aplicado reajustes. O Senhor Presidente asseverou que, entretanto,
tal medida, ainda seria insuficiente, o que reforçaria a urgência e a
necessidade de, segundo especialistas, alterar-se a fórmula e abater-se o
preço desse importante insumo industrial, o que produziria efeitos imediatos
na competitividade e no PIB. Por fim, o Senhor Presidente informou que contava
com a participação efetiva e corresponsável do Colegiado para a consecução das
metas expostas, com o claro objetivo de ter-se um ano profícuo para o Setor
Elétrico Brasileiro. ORDEM DO DIA: A –
MATÉRIA SOBRE A MESA: 1- REQUERIMENTO Nº 103/12 – do Sr. Arnaldo Jardim e
outros – que “requer a inclusão na Ordem do dia do Requerimento nº 101 de
2012, para apreciação imediata, nos termos do art. 52, § 5º, do RICD”. Não
houve discussão. Não houve discussão. Verificado o quórum regimental, em votação nominal,
a Proposição foi aprovada, por dezoito votos emitidos pelos seguintes
parlamentares: Carlos Zarattini, Fernando Ferro, Luiz Alberto, Padre João,
Ronaldo Benedet, Wladimir Costa, Paulo Abi-ackel, Walter Fedman, Simão Sessim,
Eduardo Sciarra, Ângelo Agnolin, Arnaldo Jardim, Dr. Aluizio, César Halum,
Titulares; Adrian, Leonardo Quintão, Professor Setimo e Zoinho. 2 –
REQUERIMENTO Nº 101/12 – do Sr. Arnaldo Jardim e outros – que “requer o envio
de Requerimento de Informação, em anexo, ao Ministério de Minas e Energia, a
respeito do cumprimento das premissas do Plano de Desenvolvimento do Campo de
Frade, aprovado pela Agência Nacional do Petróleo Gás Natural e Combustíveis
(ANP)”. Concedida a palavra ao Autor, este expôs os motivos do Requerimento.
Não houve discussão. Em votação, o Requerimento foi aprovado por unanimidade.
B - REQUERIMENTOS: 3 - REQUERIMENTO Nº
95/2012 - do Dr. Aluizio - que "requer a realização de Audiência Pública, com
a presença do Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de
Janeiro (FIRJAN), do Deputado Luiz Alberto (PT/BA) e do Secretário de Fazenda
de Macaé-RJ, para discutir os efeitos do PLP nº 437/2008, de autoria do
Deputado Luiz Alberto (PT/BA)". Concedida a palavra ao Autor, este expôs os
motivos da sua proposição. Não houve discussão. Em votação, o Requerimento foi
aprovado por unanimidade. 4 - REQUERIMENTO Nº 98/2012 - do Sr. Arnaldo Jordy -
que "requer a realização de Mesa
Redonda, no Estado do Pará, com a presença de representantes da Centrais
Elétricas do Estado do Pará (CELPA), da Agência Nacional de Energia Elétrica
(ANEEL) da Eletrobrás, do
Ministério Público Federal no Pará, do Ministério Público do Estado do Pará,
da Ordem dos Advogados do Brasil e do PROCON/PA, para discutir a respeito do
pedido de recuperação judicial da CELPA e da possibilidade de prejuízos na
prestação do serviço de energia elétrica oferecido pela concessionária".
Ausente o Autor, o Deputado Leonardo Quintão pediu a palavra para subscrever o
Requerimento, ao tempo que pediu o apoio dos membros presentes para aprovar a
Proposição. Em discussão, manifestaram-se os Deputados Ângelo Agnolin e César
Halum, tendo ambos subscrito o Requerimento. Em votação, o Requerimento foi
aprovado por unanimidade. 5 - REQUERIMENTO Nº 99/2012 - do Sr. Fernando Torres - que
"requer a realização de Audiência Pública para tratar do novo
acidente ambiental ocorrido no Campo de Frade, no litoral do Estado do Rio de
Janeiro". Ausente o autor, o Deputado Fernando Ferro subscreveu o requerimento
e pediu apoio ao Colegiado para aprovar a matéria. Em discussão, os Deputados
Dr. Aluizio, Arnaldo Jardim e Ronaldo Benedet manifestaram-se favoravelmente à
aprovação da Proposição, subscrevendo-a. Em votação, o Requerimento foi
aprovado por unanimidade. C -
PROPOSIÇÕES SUJEITAS À APRECIAÇÃO CONCLUSIVA PELAS COMISSÕES:
PRIORIDADE: 6 - PROJETO DE LEI Nº 5.230/09 - do Poder Executivo - que
"acrescenta dispositivos à Lei nº 9.984, de 17 de julho de 2000, que "dispõe
sobre a criação da Agência Nacional de Águas (ANA), entidade federal de
implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos e de coordenação do
Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, e dá outras
providências, cria cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento
Superiores (DAS), funções comissionadas no Banco Central do Brasil e altera o
anexo IV da Lei nº 9.650, de 27 de maio 1998, que dispõe sobre o Plano de
Carreira dos Servidores do Banco Central do Brasil e dá outras providências".
Relator: Deputado Paulo Abi-ackel. Parecer: pela incompetência da Comissão de
Minas e Energia para apreciar o Projeto e as Emendas de nºs 1, 15, 16, 17, 18,
25 e 35, apresentadas originalmente ao Projeto de Lei nº 3.960/2008, e pela
prejudicialidade da primeira parte do art. 3º, que pretende acrescentar
dispositivos ao art. 4º da Lei nº 9.984/2000. Concedida a palavra ao
Relator, este proferiu o seu parecer. Não houve discussão. Em votação, o
Parecer foi aprovado por unanimidade. Em seguida, o Senhor Presidente declarou
prejudicada, conforme o art. 164 do Regimento Interno da Casa, a primeira
parte do artigo 3º do Projeto de Lei nº 5.230/2009, que pretende acrescentar o
inciso XIX e o parágrafo 8º ao art. 4º da Lei nº 9.984/2000, tendo em vista
que esses dispositivos já haviam sido incluídos na referida Lei por meio do
art. 45 da Lei nº 12.058/2009. TRAMITAÇÃO ORDINÁRIA: 7 - PROJETO DE LEI Nº
7.525/10
-
da Sra. Elcione Barbalho - que "dispõe sobre a constituição de reserva para
fazer frente a eventuais danos ambientais e sócio-econômico causados por
vazamento de petróleo ou de gás natural decorrente de acidente ou falha de
operação em equipamentos para exploração e produção de hidrocarbonetos".
Relator:
Deputado Adrian. Parecer: pela
aprovação com Substitutivo. O Deputado Luiz Alberto requereu a
retirada da Proposição de pauta, para uma melhor apreciação da matéria.
Manifestaram-se sobre a Proposição o Deputado Adrian, Relator; o Deputado
Carlos Zarattini e a Autora do Projeto, que declarou-se inconformada com o
adiamento da votação do Parecer. Em votação, o Requerimento de retirada da
Proposição da pauta foi aprovado. ENCERRAMENTO: Nada mais tendo havido a tratar, o
Senhor Presidente encerrou os trabalhos às onze horas e quarenta e seis
minutos, antes tendo convocado a Comissão para a Reunião Ordinária
Deliberativa a ser realizada na próxima quarta-feira, dia vinte e oito de
março. E, para constar, eu, ________________________ Damaci Pires de Miranda,
Secretária, lavrei a presente ata, que, depois de aprovada, será assinada pelo
Senhor Presidente e encaminhada à publicação no Diário da Câmara dos
Deputados. ____________________ Deputado Simão Sessim, Presidente.