COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA 52ª Legislatura - 3ª
Sessão Legislativa Ordinária
ATA DA 43ª REUNIÃO ORDINÁRIA DE AUDIÊNCIA
PÚBLICA REALIZADA EM 20 de setembro de 2005.
Aos vinte dias do mês de agosto
do ano de dois mil e cinco, às quinze horas e um minuto, no Plenário 07, do
anexo II, da Câmara dos Deputados, reuniu-se ordinariamente a Comissão de
Seguridade Social e Família. A lista de presença registrou o comparecimento dos
Senhores Deputados Dr. Benedito Dias - Presidente; Arnaldo Faria de Sá,
Guilherme Menezes e Almerinda de Carvalho - Vice-Presidentes; Angela Guadagnin,
Dr. Francisco Gonçalves, Dr. Rosinha, Eduardo Barbosa, Geraldo Thadeu, José
Linhares, Rafael Guerra, Suely Campos e Teté Bezerra - Titulares; Elimar Máximo
Damasceno, Geraldo Resende, Jorge Gomes e Selma Schons – Suplentes. Compareceu
também o Deputado Walter Pinheiro, como não-membro. Deixaram de registrar suas
presenças os Deputados Amauri Gasques, Antonio Joaquim, Benjamin Maranhão,
Darcísio Perondi, Dr. Ribamar Alves, Henrique Fontana, Jandira Feghali, Jorge
Alberto, Laura Carneiro, Manato, Milton Barbosa, Nilton Baiano, Remi Trinta,
Roberto Gouveia, Saraiva Felipe, Thelma de Oliveira e Zelinda Novaes.
ABERTURA: O Senhor Presidente declarou abertos os trabalhos e informou ao
Plenário que a reunião fora convocada nos termos do Requerimento de autoria dos
Deputados Angela Guadagnin, Henrique Fontana, Dr. Rosinha e Walter Pinheiro
aprovado por esta Comissão para "discussão da atual situação do fundo de pensão
SISTEL". Em seguimento, o Senhor Presidente, Deputado Dr. Benedito Dias,
convidou para tomarem assento à Mesa os Senhores Max Hamers de Aragão Lisboa,
Conselheiro da Associação dos participantes do SISTEL no Estado de São Paulo;
Sebastião Tavares, Presidente da Federação dos Aposentados das Empresas de
Telecomunicações – FENAPAS; Gildo Abelardo Nascimento, Representante do Conselho
dos Aposentados do SISTEL no Estado da Bahia; Wilson Carlos Duarte Delfino,
Diretor Presidente da Fundação SISTEL de Seguridade Social. Em seguida, o Senhor
Presidente esclareceu ao Plenário que, em conformidade com as normas
estabelecidas no Regimento Interno da Casa, o tempo concedido a cada um dos
convidados seria de até vinte minutos, não cabendo aparte e que os Deputados
interessados em fazer interpelações deveriam inscrever-se previamente junto à
Secretaria, dispondo os parlamentares de até três minutos para suas indagações,
cabendo aos expositores o mesmo tempo para responder, facultadas a réplica e a
tréplica, pelo mesmo prazo, nos termos do artigo 256, § 5º do Regimento Interno.
Nesse momento, o Senhor Presidente, Dr. Benedito Dias, solicitou ao Deputado
Guilherme Menezes, Segundo Vice-Presidente, que assumisse a Presidência dos
trabalhos uma vez que teria que se ausentar. Dando prosseguimento aos trabalhos,
o Senhor Presidente, Deputado Guilherme Menezes, passou a palavra ao Senhor Max
Hamers de Aragão Lisboa que informou que iria se ater à questão dos planos de
saúde uma vez que os problemas eram ligados a tal área e, em seguida fez breve
explanação acerca de quem participaria dos planos de saúde, quais eram as
obrigações das patrocinadoras e que na lei anterior a previdência complementar
também incluía os planos de saúde, abordando ainda as mudanças havidas nos
planos por decisão do SISTEL – Sistema Telebrás. Em seguida, fez uso da
palavera o Senhor Sebastião Tavares, que apresentou breve histórico dos fundos
de pensão do SISTEL diante da privatização, falando dos parâmetros para
aposentadoria e pensões, planos de saúde, abordando ainda as alterações no
regulamento do SISTEL, promovidas pelas empresas, referindo-se ainda à criação
de planos de seguridade independentes para várias empresas, o que teria
diminuído o poder de realizar acordos. Em seguida, foi concedida a palavra ao
Senhor Gildo Abelardo Nascimento que manifestou-se no sentido de que as questões
trazidas já haviam sido debatidas com o SISTEL e gerado alguns processos
judiciais e não tinham sido obtidos resultados. O Expositor fez ainda resumo dos
problemas surgidos a partir da privatização, sendo que eram atos que vinham de
encontro aos interesses dos participantes dos fundos de pensão, informando que
deixaria documento à disposição dos parlamentares e que desde o ano de 2001
vinham sendo feitas alterações sem que os aposentados pudessem obter
informações, abordando ainda os problemas de caixa, de insuficiência de recursos
e as dúvidas sobre a maneira dos cálculos serem elaborados e manifestou-se sobre
a ausência de informações, falando ainda da cisão do SISTEL que então se
restringia a administrar o pagamento dos aposentados, tendo solicitado ajuda dos
parlamentares para recuperar os direitos que os aposentados perderam, listando
algumas providências que poderiam ser tomadas pelos parlamentares. Encerrando
sua exposição, o Senhor Gildo Abelardo informou que o que se buscava era que o
SISTEL e as patrocinadoras respeitassem os direitos adquiridos dos assistidos
pois não houvera apenas a passagem do patrimônio mas também das obrigações.
Dando prosseguimento aos trabalhos, o Senhor Presidente, Deputado Guilherme
Menezes, passou a palavra ao Senhor Wilson Carlos Duarte Delfino que apresentou
diversos slides acerca do SISTEL, abordando, dentre outros pontos, a evolução e
a situação atual do sistema, tendo antes apresentado outros membros da diretoria
executiva que estavam presentes e deixando claro que só poderia responder pelos
atos do SISTEL. Em sua exposição, o Senhor Wilson Carlos Duarte Delfino procurou
deixar claro que houvera respeito a todos os direitos dos assistidos e reiterou
que a direitoria estava à disposição para quaisquer esclarecimentos. O Senhor
Presidente, Deputado Guilherme Menezes, agradeceu aos expositores e passou a
palavra aos autores do Requerimento, tendo se pronunciado em primeiro lugar a
Deputada Angela Guadagnin que indagou como os recursos do SISTEL haviam sido
repassados ao PAMA – Plano de Assistência Médica ao Aposentado, e como
era o plano de assistência aos trabalhadores da ativa, perguntando ainda se o
SISTEL estava cobrindo apenas os compromissos que existiam antes, questionando
sobre os novos, fazendo perguntas ainda sobre se existira o repasse de recursos
por parte da TELESP ao SISTEL para garantir o PAMA e se houvera ou não déficit
do fundo, querendo saber ainda se pemanecia a quantia de um e meio por cento das
patrocinadoras para custeio do PAMA como fora deliberado em sua criação e, por
último, se essa mudança fora antes ou depois da Lei Complementar, ou seja, sobre
a divisão dos planos, mudanças de um plano para cada empresa. Para responder,
foi concedida a palavra ao Senhor Wilson Carlos que informou que a Lei
Complamentar 109/2001 que regia os fundos de previdência privados, não
relacionados a empresas estatais, estatuía que o Conselho Deliberativo deveria
ter no mínimo um terço de participantes dos planos administrados pela fundação,
sendo que a representação fora de 100 % dos participantes dos fundos e que a
participação deveria ser por processo eletivo, o que não estava na Lei, e fora
sempre obedecido. Quanto aos recursos para o PAMA, o Senhor Wilson Carlos
continuou sua falação explicando que o um bilhão de superávit fora no PBSA –
Plano de Benefícios SISTEL Assistido que era um plano previdencial pois era
proibido misturar previdenciário com o assistencial e o PBSA era o melhor plano
pois se faltasse dinheiro ele seria financiado só pela patrocinadora quando a
lei determinava 50 %, sendo que o PAMA sempre tivera custeio e que era de um e
meio da folha salarial dos empregados ativos e vinculados ao PBS – Plano de
Benefícios SISTEL e a co-participação de participantes só era feita quando
usavam o plano, efeito moderador para coibir excessos de utilização, sempre que
o que se pava era no máximo de 30 % dos custos. Continuando a responder, o
Senhor Wilson disse que quanto a transferência da TELESP para o PAMA, não tinha
conhecimento de transferência de recursos para o PAMA que era plano assistencial
bem definido, havendo alto índice de inadimplência quando por exemplo o
assistido entrava em internação e havia aposentados que não podiam participar
nem com 10 % e por isso fora criado o PAMA-PCE (Plano de Cobertura
Especial) e estava sendo financiado exclusivamente pelos que aderiram ao
plano PCE e o valor máximo era de 169 reais para todo grupo familiar, e que
ninguém do PAMA fora obrigado a migrar e qie a divisão de planos ocorrera em
2000, ou seja a segregação fora anterior à lei que era de setembro de 2001. Foi
concedida a palavra ao Senhor Gildo, que informou que no que se referia à
representação, a totalidade dos membros do conselho eram participantes do plano
e o que dizia a lei era que o estatuto deveria prever representação dos
participantes, assegurando no mínimo um terço de vagas. Continuando, o Senhor
Gildo indagou se membro escolhido pelas patrocinadoras, o fato de serem do plano
os credenciava, ou seja, se eram representantes autênticos dos assistidos, não
se podendo comparar uma contribuição de pessoas que antes não pagavam nada e
agora comparar com uma pessoa que ia ao mercado, ou seja, pessoas que não tinham
direito nenhum eram obrigadas a contratar e outra questão era que os
aposentados, em março de 2003, para acabarem com um problema estrutural, da
incapacidade de as pessoas pagarem a sua participação, aceitaram a possibilidade
de suprir essa deficiência, solicitando por escrito qual seria a contribuição
necessária para todos pagarem quando houvesse procedimentos de alto custo, com o
fito de acabar a inadimplência e que o SISTEL informara que era incapaz de
apontar tal possibilidade. Pediu a palavra a Deputada Angela Guadanin para dizer
que não entendera o problema uma vez que, se os aposentados haviam aceitado e
até haviam feito proposta sobre quanto iriam pagar, a idéia era de que não se
oporiam, ou seja, porque havia o questionamento do valor de R$ 169,00. O Senhor
Gildo Abelardo explicou que a contribuição que havia sido aceita era a
participação nas internações, pois que se concordara em pagar o custo de até 30%
de maneira rateada e se fizera cálculos para se chegar a cerca de 30 reais por
participante por mês e se poderia até escalonar o valor de maneira a quem
pudesse, pagaria mais e então o SISTEL apresentava os R$ 169,00 e não explicava
o que o valor estava pagando. Em seguimento, o Senhor Presidente, Deputado
Guilherme Menezes passou a palavra ao Deputado Dr. Rosinha que optou por não se
manifestar e a seguir ao Deputado Walter Pinherio que fez uso da palavra para
dizer que, ao ouvir a falação da Deputada Angela Guadagnin, esperava se
aclarasse melhor a questão do PAMA, pois quando se falava de custo
compartilhado, a relação do que seria coberto pelos assistidos e pelas
patrocinadoras tinha que ser avaliada e se os aposentados disseram que fizeram
avaliação, um levantamento do que se tinha para chegar a um valor médio o SISTEL
não apresentara a base de cálculo que levava aos R$ 169,00 e os aposentados
chegaram a R$ 27,00, ou seja, os aposentados admitiam o compartilhamento mas
ficava uma diferença relativa muito grande. Continuando, o Deputado Walter
Pinheiro indagou se quando os aposentados chegaram à média de R$ 27,00 se a
referência era por regiões ou fora por amostragem, perguntando se ao se pegar,
por exemplo, apegando por exemplo a TELEMAR, que tinha disparidades com a Brasil
Telecom, até porque no período quase próximo a uma situação de privatização o
Sistema Telebrás dera um nivelamento salarial e se haveria distorções salariais
por regiões que o debate era para ver se era possível chegar a um consenso para
resolver o gargalo, na prática os assistidos queriam resolver um problema,
optavam por pagar o que antes não era pago, saliente-se, para garantir uma
assistência. O Senhor Gildo respondeu que se fizera estimativa com base em
informações a que se tinha acesso, pois o SISTEL nunca permitira acesso aos
dados, tendo sido feito por dados aproximados e sido considerado o que era da
responsabilidade dos aposentados, sendo assumida a continuidade do pagamento da
parcela do custeio, de 30 % no máximo. Continuando, o Senhor Gildo Abelardo
informou que havia 25 mil aposentados e deu o exemplo de que se cem pessoas
tivessem num mês custo elevado, redundaria em 100 mil reais, sendo então
rateados 30 mil reais pois os 70% restantes eram de competência do PAMA sendo
que dados definitivos só eram possíveis com a abertura dos dados do SISTEL e que
os aposentados pagariam, mas não individualmente, pois todo mundo pagava por
aqueles que utilizavam, mas que os 70 % restantes eram da obrigação da
patrocinadora e que quando se passava de 35 ou de 27 reais ou de quanto fosse o
valor, para cento e tantos reais ficava claro que as patrocinadoras estavam
deixando de contribuir e que o 1,5% eram referência e que as patrocinadoras
continuavam tendo que pagar os 70% pois os participantes do plano estariam
suprindo os valores das patrocinadoras. Em seguida, foi concedida a palavra ao
Senhor Wilson Carlos que informou que ninguém fora obrigado a sair do PAMA para
o PAMA-PCE e que a pessoa tinha o direito de permanecer não pagando nada, só
pagava de acordo com o regulamento do PAMA estabelecido em março de 2001 e que o
valor de R$ 169,00 que estava sendo mencionado e comparado com R$ 27,00, valor
de que desconhecia os cálculos, era para participantes de maior renda e que a
contribuição dos outros assistidos de menor renda era de R$ 50,00 e para grupo
familiar e que, ainda, um ponto importante a ser lembrado era que o PAMA-PCE
fora projetado com a participação dos representantes dos aposentados através das
associações de classe, FINAPAS, FITTEL E FENATEL, tendo ficado claro qual era
toda a lógica do encargo financeiro do PAMA-PCE, e que todo ano, pelo
regulamento do PAMA-PCE, era feita reavaliação e todas as premissas de cálculos
eram disponibilizadas por correspondência e, ainda, quanto ao aspecto de
representação no Conselho, não cabia a si entrar em detalhes pois era da decisão
de patrocinadoras e que até então estava-se de acordo com a Lei Complementar nº
109 e que se iria continuar cumprindo os compromissos firmados. Continuando,
disse o expositor que o problema do PAMA sempre fora o da inadimplência e em
função disso é que fora oferecido o PAMA-PCE para resolver o problema. Em
seguida, o Deputado Walter Pinheiro fez uso da palavra para informar que houvera
acordo na tentativa de resolver o problema da participação na medida em que a
própria SISTEL e patrocinadoras queriam criar plano por empresa, o que fora
aprovado, sendo que o queria saber era como ficaria o assento de um terço, como
se materializaria tal decisão. Continuando, o Deputado Walter Pinheiro indagou
ainda sobre a diferença, que fora de método, de forma que fora patrocinada a
partir da relação entre as empresas, do ponto de vista da transferência de
recursos, se essas empresas adotaram ou tiveram um tratamento diferente das
demais, Brasil Telecom e Telemar, porque fora assim, qual fora o objeto, o que
respaldara, se fora uma posição individual de cada empresa ou se foram as outras
empresas que tomaram atitudes diferentes ou o SISTEL que tivera que adotar as
diferenças e, ainda, quais informações acerca da redução do patrimônio da ordem
de 400 milhões de reais que existira, como isso se produzira, a transferência
dos recursos do PBSA para os demais planos do SISTEL que terminara gerando um
valor que não era pequeno, que resultara num prejuízo de quase 400 milhões e se
foram obedecidas as regras da legislação e se fora decorrência da ação técnica
ou seja, se não existiram erros, se não havia outra saída. Enfim, o parlamentar
se manifestou no sentido de que entendia que o receio dos aposentados estava
ligado ao equilíbrio das contas, não sendo cobrança feita se colocando em dúvida
ou questionando sobre prática de corrupção, o que se estava levantando era uma
preocupação com a capacidade do fundo para honrar seus compromissos com os
aposentados. Fez uso da palavra o Senhor Wilson Carlos para informar que a atual
administração da SISTEL estava consciente da condução de seus trabalhos e
respondeu que o acordo sobre a representatividade através de representantes
eleitos estava sendo conduzido pelo Conselho e pelo Presidente da FENAPAS e pelo
Zunga, Presidente da FITTEL, sendo um processo eletivo e que se ficara de
apresentar a proposta que seria implantada para a eleição dos representantes e
participantes e que, quanto ao assunto da contingência fiscal e da transferência
de recursos para TELEMAR e Brasil Telecom, porque outras não o fizeram, explicou
que, primeiro, que estivesse bem claro que no momento da segregação em 2000 os
planos passsaram a ter administração independente, foi criada a figura
estatutária do Diretor de Plano, responsável direto pela administração do plano
e que a decisão de reverter recursos, a forma, que resultara da extinção da
provisão de imposto de renda, dependendo da situação, do regulamento de cada
plano, algumas patrocinadoras acharam que era algo factível e outras não, a
factibilidade disso nos casos implementados foram feitos de acordo com
procedimentos técnicos mais adequados, havendo respaldo de atuário para que o
excedente de recursos fosse para cada patrocinadora e o SPC aprovara e, ainda,
que quanto à redução de patrimônio do foram formados mais de 60 planos, um deles
o PBSA, era um plano fechado, só de assistidos, não havia mais contribuição, nem
patrocinadora nem participante, e o custeio administrativo de um plano provinha
de parcela de contribuição dos atores do plano, parcela que era separada para
bancar custeio administrativo, sendo que como haveria parcela se não havia mais
contribuição ? Continuou o expositor explicando que o que fora feito é que o
superávit do PBS único, naquele momento, uma parcela desse superávit que era de
todos os planos, fora feita uma estimativa, foi tirado e colocado
especificamente no PBSA e, passados quatro anos, esses recursos administrativos
passaram de 120 para 400 e poucos milhões, sendo implementado novo plano de
custeio que permitia distribuir os gastos administrativos pelos diversos planos,
sendo o sistema, em linguajar técnico, sistema ABC, e que o SISTEL fora a
primeira fundação a implementar um plano profissional de distribuição de custos
e que os demais planos instituídos na segregação, que tinham participantes
ativos, partiram de fundo administrativo zero e o PBSA partiu de 120 milhões e,
em quatro anos, passou a 400 milhões, sendo que haviam sendo contratados
cálculos atuariais para saber o custo até o ano de 2099, sendo identificada qual
a necessidade de custo administrativo e após experiência de 4 anos não foi T49 e
sim a T2000, que dava uma longevidade maior para o participante, sendo que o
estudo atuarial fora conservador e revelara que a preços de setembro de 2004
eram necessários 169 milhões para atender a todo gasto administrativo e havia
então excesso de recursos e que o excesso, se viera do superávit que pertencia a
todo mundo e o único privilegiado fora o PBSA, então se voltara à lógica da
segregação e o mesmo princípio usado para distribuir os recursos pelos planos
fora usado para distribuir o excesso administrativo pelos diferentes planos e
que não fora mexida na parte previdencial que garantia os benefícios dos
assistidos, havendo superávit de um bilhão hodiernamente e o que fora
distribuído fora o excesso com base em cálculos atuariais. O Senhor Presidente,
Deputado Guilherme Menezes, agradeceu a todos os participantes pelas presenças
e, nada mais havendo a tratar encerrou a reunião às dezessete horas e cinco
minutos antes convocando reunião ordinária para amanhã, às nove horas e trinta
minutos. E, para constar, eu ______________________, Gardene Aguiar, lavrei a
presente Ata, que por ter sido lida e aprovada, será assinada pelo Senhor
Presidente, Deputado Dr. Benedito Dias ______________________, e publicada no
Diário da Câmara dos Deputados.