> Pauta - CAPADR - 21/11/2023 14:00

CÂMARA DOS DEPUTADOS

COMISSÃO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA, ABASTECIMENTO E DESENVOLVIMENTO RURAL
57ª Legislatura - 1ª Sessão Legislativa Ordinária

ATA DA TRIGÉSIMA QUINTA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DE AUDIÊNCIA DE MINISTRO

REALIZADA EM 21 DE NOVEMBRO DE 2023.

 

Às quatorze horas e quinze minutos do dia vinte e um de novembro de dois mil e vinte e três, reuniu-se a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural no Anexo II, Plenário 11, da Câmara dos Deputados, com a PRESENÇA dos(as) Senhores(as) Deputados(as): Tião Medeiros - Presidente; Pastor Diniz - Vice-Presidente; Afonso Hamm, Albuquerque, Alexandre Guimarães, Coronel Meira, Daniel Agrobom, Daniela Reinehr, Gabriel Mota, José Medeiros, Lázaro Botelho, Luciano Amaral, Márcio Honaiser, Marussa Boldrin, Misael Varella, Pedro Lupion, Rodolfo Nogueira, Zé Silva e Zucco - Titulares; Alberto Fraga, Bohn Gass, Carlos Veras, Coronel Assis, Coronel Fernanda, Dr. Francisco, Emanuel Pinheiro Neto, Heitor Schuch, Icaro de Valmir, Julia Zanatta, Marcel van Hattem, Marcos Pollon, Murilo Galdino, Roberta Roma, Roberto Duarte, Sergio Souza, Thiago Flores e Welter - Suplentes. Compareceram também os Deputados Bandeira de Mello, Carlos Henrique Gaguim, Coronel Chrisóstomo, Delegado Caveira, Delegado Éder Mauro, Mauricio do Vôlei, Pedro Campos, Professora Luciene Cavalcante, Tarcísio Motta e Túlio Gadêlha, como não-membros. Deixaram de comparecer os Deputados Adilson Barroso, Alceu Moreira, Ana Paula Leão, Dilceu Sperafico, Domingos Sávio, Emidinho Madeira, Evair Vieira de Melo, Giacobo, Giovani Cherini, Henderson Pinto, João Daniel, Josias Gomes, Luiz Nishimori, Lula da Fonte, Magda Mofatto, Marcelo Moraes, Marcon, Murillo Gouvea, Paulo Azi, Pezenti, Raimundo Costa, Rodrigo Estacho, Romero Rodrigues, Samuel Viana, Toninho Wandscheer, Valmir Assunção e Zezinho Barbary. ABERTURA – O Presidente declarou aberta a audiência de comparecimento da Ministra de Estado, cumprimentou a todos agradeceu a presença dos parlamentares e convidados, esclarecendo que a reunião tinha por finalidade de ouvir a Exma. Sra. Marina Silva, Ministra de Estado do Meio Ambiente e Mudanças do Clima (MMA), a qual foi convocada com base na aprovação do Requerimento nº 149/2023 CAPADR, de autoria dos Deputados Rodolfo Nogueira (PL/MT) e Zé Vitor (PL/MG), a fim de prestar esclarecimentos sobre as “...medidas que estariam prejudicando a agropecuária”. Em seguida, explicou as regras procedimentais e passou a palavra à convidada. A Ministra fez-se acompanhar dos seguintes auxiliares: André Lima, Secretário Extraordinário de Controle do Desmatamento e Ordenamento Ambiental Territorial; Carina Pimenta, Secretária Nacional de Bioeconomia; João Paulo Capobianco, Secretário Executivo; Garo Batmanian, Diretor – Presidente do SFB; Mauro Pires, Presidente do ICMBio; Rodrigo Agostinho, Presidente do Ibama; Daniel Viegas, Chefe de Gabinete da Ministra; Felipe Werneck, Chefe da Assessoria de Comunicação; Ana Rosa, Coordenadora da Assessoria de Comunicação; Fernando Lyrio, Assessor Especial; e Rodrigo Chia, Chefe da Assessoria Parlamentar Substituto. Após agradecer o convite e cumprimentar a todos, a Ministra disse que o mundo enfrenta grandes irregularidades no clima, com as consequentes catástrofes ambientes tais as que ocorrem no Norte, Nordeste e Sul do país. As catástrofes são a soma dos efeitos do “El Niño” e da emissão de CO2 pela humanidade. O novo Presidente da República passou diversas diretrizes ao MMA, visando a participação democrática e o desenvolvimento de um novo ciclo de prosperidade para combater as desigualdades. O Brasil é uma potência hídrica, florestal, ambiental e agrícola. É possível ser tudo isso, sem devastar a natureza. Basta usar as terras disponíveis e usar tecnologia. O Brasil é um país industrializado, apesar de não estar ao nível do que foi. O vice-presidente, porém, está imbuído em promover a reindustrialização, mas com base numa economia verde. Há mais de 33 milhões de pessoas passando fome no país que ajuda a segurança alimentar no mundo, o que é uma incoerência. Logo, precisa-se combater a desigualdade com sustentabilidade. O governo montou um plano para coordenar essas mudanças, cuja base para a mudança já está impressa no plano safra 2024 que é a base dessas mudanças. O Brasil pode, de fato, ter um papel importante na segurança alimentar e ambiental no Mundo, permitindo que o país lidere pelo exemplo. Há diversas entregas que o Ministério está fazendo de acordo com as determinações do Presidente, como a redução do desmatamento em 49,5% já alcançado. É importante fazer a transição energética. Citou os membros que a acompanham e agradeceu pela oportunidade em dialogar com a Comissão. A palavra foi repassada ao primeiro autor do Requerimento, Dep. Rodolfo Nogueira. Em suma, apresentou dados sobre o agronegócio e disse que não são os vilões do campo. Houveram ameaças absurdas vindo do Ministério, como suspender o CAR dos produtores rurais, além de confisco de gado, o que seria crime. Questionou como funciona a política de confisco de animais que o Ibama adota, se a Ministra condena a violência contra animais no Pará, além de questionar sobre os incêndios no Pantanal, que seriam naturais, mas o Ministério acusou o agronegócio como responsável. Perguntou sobre alguns decretos que levanta preocupações ao setor e indagou sobre a suspensão das licenças para caçar javalis que se reproduzem sem controle. O segundo autor do Requerimento, Dep. Zé Vitor, falou das ações de regularização fundiária e de defesa do meio ambiente. Alegou que a rede rural tem o compromisso de respeitar a lei, mas não podem ser reféns de organismos e governos internacionais. Há setores do Brasil trabalhando contra outros, além de que as cores partidárias prejudicam a nação. O Conama, que é legítimo, não está acima do Congresso Nacional e não pode legislar contra o país. É preciso alinhamento e cada ente respeitar o outro. Assim, é o Conama quem está desrespeitando a lei. As reservas ambientas privadas e impostas pela legislação precisam gerar recompensas monetárias aos proprietários de terra. A palavra retornou à Ministra, que agradeceu pelas perguntas. Quanto aos animais apreendidos, disse que foram três mil cabeças de gado que estavam, ilegalmente, na Serra do Cachimbo. Afinal de contas, trata-se de local proibido, uma área pública. Assim, o Ministério só estava cumprindo a lei, até por que haviam decisões judiciais nesse sentido. Quanto às queimadas no Pantanal, a Ministra leu reportagem sobre mais de 80 pessoas presas, com as quais foram apreendidos 120 kits queimadas. As queimadas, portanto, foram criminosas e não naturais. O Ministério está elaborando programas positivos, mas a demanda é muito grande. Vão trabalhar com incentivos para os que já trabalham há anos na preservação e para aqueles que vão recuperar suas terras. Nem todos os incêndios no Pantanal foram criminosos, mas estão trabalhando com medidas de prevenção. Falou dos aumentos dos números de brigadistas, das ações para o uso do fogo controlado e disse que respeita os agricultores, pois veio da agricultura de subsistência. Sobre a portaria do Conama, disse que trabalha com Resoluções e nenhuma é produzida sem passar pelo setor jurídico, com representação do setor privado, público, sociedade civil e governos das três esferas, funcionando de acordo com a legislação brasileira. A Ministra pediu que o Sr. João Paulo Capobianco esclarecesse sobre o Conama, o que fez dizendo que foi cumprido o regimento interno, com a participação da CNA, sem nenhuma decisão que tenha repercussão jurídica. A Ministra disse que o Ministério usa o prestígio que tem para ajudar o agronegócio. Com relação ao javali, a Ministra pediu para passar a palavra ao Presidente do Ibama por ser questão técnica, não só do javali, mas do búfalo, do mexilhão dourado e outros animais exóticas. O presidente pediu que só a Ministra falasse, tendo em vista que se trata de convocação e o regimento precisa ser seguido. Ainda, quando não tiver tempo ou a resposta for muito técnica, que a Ministra pudesse responder depois, por escrito. Foi levantada questão de ordem e o Dep. Tulio Gadêlha pediu que o Presidente do Ibama pudesse responder a questão por ser técnica e de interesse dos Deputados. O Presidente respondeu à questão de ordem informando que o Regimento proíbe, em Convocação de Ministro de Estado, que outra pessoa, além da Ministra, preste esclarecimento ou responda às perguntas dos Deputados. O Dep. Pedro Lupion, o Dep. Delegado Éder Mauro e o Dep. Marcon pediram que se desse mais tempo para a Ministra para falar sobre a questão dos Javalis. A Ministra disse que dois por cento violam as normas, a quem ela chama de “ogronegócio”, e noventa e oito por cento dos agropecuaristas seguem as leis, a quem ela chama de agronegócio. Quanto ao porte de arma, isso é competência para o Ministério da Defesa. Com a desculpa de caça ao javali, estavam usando para outros fins. A palavra foi repassada aos deputados inscritos. O Dep. Marcon falou sobre as enchentes no Sul e as secas na Amazônia. Ainda, disse que havia cartilha para orientar o uso do fogo no governo anterior, elaborado pelo governo anterior. Precisa-se industrializar a produção para agregar valor e precisa-se investir na economia verde, com a defesa do meio-ambiente. O Dep. Maurício do Vôlei questionou sobre as pessoas que foram retiradas à força de terras públicas e defendeu o direito de os índios produzirem em suas terras para gerar prosperidade e desenvolvimento. O Dep. Afonso Hamm disse que o posicionamento que se espera da Ministra é um posicionamento de equilíbrio, de reconhecimento e não gerar confronto. Quem não proteger o clima e o meio ambiente não vai se sustentar. Deve-se falar das coisas boas, da agricultura forte. Um terço do território está sendo protegido nas propriedades rurais. Citou os problemas causados pela estiagem e pelas enchentes, no Sul, além da seca no norte e no nordeste. O produtor é um ambientalista e precisa-se equilibrar o social, o ambiental e o econômico. A discussão ideológica não pode ser feita na Comissão. Deve-se dar condição de produzir alimentos com equilíbrio ambiental. O Dep. Elton Werter parabenizou a Ministra pela sua defesa do Meio Ambiente e perguntou sobre o Fundo Amazônico. Defendeu o agro do bem e disse que se precisa encontrar caminhos. Tem-se que recuperar terras degradas e a Amazônia é estratégica para país. O Dep. Boulos falou dos brigadistas contratados e que a Ministra deveria ter sido parabenizada ao combater os criminosos que colocam fogo nas matas, afinal de contas, o governo deve seguir a lei. A Ministra, em resposta, disse que é importante observar os efeitos da mudança do clima. Não é uma marionete, mas aprendeu a pensar desde cedo. Está indo para a COP e informará sobre a diminuição do desmatamento em mais de 49% e vai mostrar isso aos membros da União Europeia. Ainda, na COP, não admitirá que arquem sobre desmatamento para impedir acordo, vez que o Brasil faz a sua parte. Dep Albuquerque disse que 47% do Estado de Roraima é área indígena, 20% é área federal, 12% é das forças armadas e 12% é alagadiço ou de montanha. Recentemente, houve criação de parque e ampliação de outras áreas, deixando mais de 100 famílias da agricultura familiar sem saber o que fazer. O Estado de Roraima não suporta mais e só pode trabalhar em 12% das terras disponíveis. Essas demarcações devem ser feitas ouvindo a população, o que não aconteceu. O Dep. Emanuel Pinheiro Neto fez uso da palavra como líder. Disse que o governo está fazendo o certo e que defende o agronegócio, mas com defesa do meio-ambiente. Falou das ações do governo para beneficiar o agronegócio, citou destinações orçamentárias aos agricultores e defendeu as ações atuais da administração pública. O Dep. Bohn Gass falou da rastreabilidade dos produtos agropecuários, mas com sustentabilidade. O governo está fazendo abertura de mercado aos produtores rurais com essa atitude. O povo está sofrendo com as mudanças climáticas e não se pode negar a ciência. O Brasil está crescendo e preservar o meio ambiente é trabalhar pela sustentabilidade. O Dep. Pedro Lupion falou da FPA e disse que é preciso chegar em consenso para separar o debate político do debate técnico. Há uma guerra de narrativas e players gigantes no mundo alteram isso. Denunciou a incongruência dos competidores do Brasil nos EUA e na União Europeia, que abrem suas reservas ambientais para agricultura e cobram ações ambientais de outros. O mais rígido controle ambiental do mundo é do Brasil, mas precisa evitar a autofagia entre os membros do governo. O Brasil é o único que pode triplicar a produção sem aumentar a área plantada. Criticou a fixação judicial do conceito de identidade ecológica de “microbacia”, a qual imporá a compensação ambiental só na mesma região e evitando em outras, gerando diversos problemas aos produtores. Preocupa-se em evitar a guerra de discursos e ter as convergências necessárias para fazer o Brasil o maior produtor de alimentos do mundo com as boas práticas que já realizam. É preciso evitar o ataque ao setor agropecuário e pediu convergências entre a FPA e o Ministério, com diálogos abertos, sem dificuldades, para não tratar um e outro como inimigos. O Dep. Marcos Pollon levantou questão de ordem sobre o Art. 171, §2º, do RICD, que trata da possibilidade de permuta dos inscritos na fala, eis que o Dep. Emanuel estava ausente quando chamado, voltou e teve a fala deferida. Assim, pediu que a palavra lhe fosse devolvida em tratamento igualitário. O Presidente informou que o Dep. Emanuel falou como líder, não pela ordem de inscrição, de acordo com o Art. 221, §5º, do RICD, eis que a cada cinco inscritos, fala um líder, sem que se tenha invertido a ordem. O Dep. Roberto Duarte falou que o Estado do Acre é pobre e possuí poucas áreas não protegidas para desenvolver, não tendo mais o que fazer para gerar emprego e renda, perguntando quais as contrapartidas do governo Federal para compensar o desmatamento zero e perguntou sobre qual o pensamento do Ministério sobre o projeto de estrada que ligara Juruá ao Município do Peru, país vizinho. A Ministra respondeu que conversou com políticos e governantes de Roraima e discutiram intensamente para evitar a exclusão das famílias que vivem há muito tempo, nas áreas que foram demarcadas. O Presidente da República está liderando uma iniciativa para criar mecanismos inteligentes de financiamento para quem tem floresta e isso vai beneficiar Roraima. Prestou solidariedade aos Estados afetados pela mudança do clima. A opinião do Ministério é sempre estar baseado em dados técnicos. Falou das barreiras não tarifárias e sabe que não foi o agronegócio de verdade que fez atos antidemocráticos. Ainda, informou ter conversado com o Min. Fávaro para incluir questões ambientais no Plano Safra. Quanto à estrada da saída do Acre ao Peru, não está em processo de licenciamento. Disse que o DNIT só entrou com o pedido no IBAMA, mas é uma estrada de grande complexidade e ainda não foi analisado. O fundo amazônico foi paralisado no governo anterior, mas já foi reativado. O Dep. Sérgio Souza falou das imigrações ao Brasil, quando só algumas regiões do país tinham terras agricultáveis. A situação melhorou quando a Embrapa foi criada e conseguiu fazer a agricultura tropical. Grande parte dos impostos são recolhidos do agronegócio e não retorna ao setor. Questionou o percentual de CAR analisado pelo Ministério. Não há competição entre o agro e o meio-ambiente, eis que é segurança alimentar e sustentabilidade. Dep. Túlio Gadêlha disse que se assustou com os argumentos apresentados no requerimento de convocação da Ministra. Leu alguns trechos de jornal e, fora do ambiente de ofensa nos parlamentos, os parlamentares estão felizes pelo desenvolvimento da agricultura no Brasil. Criticou as bolhas da militância nas redes sociais e perguntou sobre o impacto das mudanças no agronegócio, além de questionar sobre qual a relação dela com o Min. da Agricultura e Pecuária, além de quais ações em conjunto que são tomadas. O Dep. Gabriel Mota falou das dificuldades das áreas demarcadas em Roraima e pediu ajuda, em especial pela imigração venezuelana, além da fome que ocorre na Raposa do Sol. Dep. Gerlem Diniz, pelo Acre, citou alguns produtores da região norte, que trabalham em projetos extrativistas e reservas ambientais, relatando diversas situações, inclusive em aldeias indígenas. Houve o caso de um produtor que pegou a madeira de uma castanheira que caiu naturalmente, usou a madeira e teve tudo destruído pelos fiscais do Ibama. O Dep. Alceu Moreira falou que é importante não fazer esgrima ideológica, mas procurar por soluções. Falou da COP e gostaria de saber o que a Amazônia quer do mundo, não o que o mundo quer da Amazônia. Pediu abertura do Ministério para a criação de fóruns. Falou das terras ocupadas, o perigo dos javalis. Pediu a discussão com clareza e criticou a aplicação de multas por terras já ocupadas por ser humanos há décadas. O Dep. Chico Alencar criticou os objetivos escritos no Requerimento e pediu para a Ministra explicar quais ações tomou para combater incêndios e desmatamentos nos diversos biomas do Brasil. A Dep. Célia Xakriabá falou do papel dos indígenas para defender o meio-ambiente. Não se pode combater a doença com a própria doença. Há necessidade de temperar produção com proteção. A pauta ambiental não pode ser só da ala progressista, mas de todos. A Ministra falou o que se pretende tratar na COP, a fim de lidar com algumas narrativas. Quanto ao caso falado pelo Dep. Gerlem, o produtor que utilizou da madeira de uma castanheira era um invasor de terra protegida, desmatou 53,7 hectares e não era extrativista. Quanto à questão de energia elétrica, disse que a comunidade precisa ter energia, inclusive, estão tentando levar internet de qualidade em mais de 5 mil comunidades. A empresa, no caso, ainda não fez o pedido de autorização e, só fazendo isso, o rito terá o seu curso legal no Ministério. A Ministra agradeceu a condução dos trabalhos, os Deputados que passaram pela reunião e desejou boa tarde a todos. Nada mais havendo a tratar, o Presidente em exercício agradeceu a todos e encerrou os trabalhos às dezessete horas e cinquenta e cinco minutos, antes, porém, convocou os senhores Deputados a participarem da Reunião Extraordinária Deliberativa, quarta-feira, às 10 horas, neste plenário, para discussão e votação das matérias constantes da pauta. E, para constar, eu____________________________________, Fco Alexandre Pierre Barreto Lima, lavrei a presente Ata que, por ter sido aprovada, será assinada pelo Presidente, Deputado Tião Medeiros__________________________________, e publicada no Diário da Câmara dos Deputados. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx