> Pauta - CAPADR - 26/04/2023 09:00

CÂMARA DOS DEPUTADOS

COMISSÃO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA, ABASTECIMENTO E DESENVOLVIMENTO RURAL
57ª Legislatura - 1ª Sessão Legislativa Ordinária

ATA DA REUNIÃO
REALIZADA EM 26 DE ABRIL DE 2023.

Às nove horas e quinze minutos do dia vinte e seis de abril de dois mil e vinte e três, reuniu-se a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural no Anexo II, Plenário 06, da Câmara dos Deputados, com a PRESENÇA dos(as) Senhores(as) Deputados(as): Tião Medeiros - Presidente; Ana Paula Leão, Pastor Diniz e Emidinho Madeira - Vice-Presidentes; Adilson Barroso, Afonso Hamm, Albuquerque, Alceu Moreira, Alexandre Guimarães, Coronel Meira, Daniel Agrobom, Dilceu Sperafico, Domingos Sávio, Evair Vieira de Melo, Gabriel Mota, Giovani Cherini, Henderson Pinto, Josias Gomes, Lázaro Botelho, Lebrão, Luciano Amaral, Magda Mofatto, Márcio Honaiser, Marcon, Marussa Boldrin, Misael Varella, Paulo Azi, Pedro Lupion, Pezenti, Raimundo Costa, Raimundo Santos, Rodolfo Nogueira, Rodrigo Estacho, Romero Rodrigues, Samuel Viana, Tenente Coronel Zucco, Valmir Assunção, Zé Silva e Zezinho Barbary - Titulares; Alberto Fraga, Antônio Doido, Bohn Gass, Carlos Veras, Charles Fernandes, Coronel Assis, Dagoberto Nogueira, Domingos Neto, Eduardo Velloso, Emanuel Pinheiro Neto, General Girão, Geraldo Mendes, Greyce Elias, Icaro de Valmir, João Leão, Julia Zanatta, Lucas Ramos, Marcel van Hattem, Matheus Noronha, Merlong Solano, Messias Donato, Murilo Galdino, Pedro Uczai, Roberto Duarte, Sergio Souza, Thiago Flores, Vermelho, Vicentinho Júnior, Zé Neto, Zé Trovão e Zé Vitor - Suplentes. Compareceram também os Deputados Airton Faleiro, Alexandre Lindenmeyer, Antônia Lúcia, Cabo Gilberto Silva, Carlos Henrique Gaguim, Celso Sabino, Delegado Éder Mauro, Dilvanda Faro, Fred Linhares, Helder Salomão, Hercílio Coelho Diniz, Leonardo Monteiro, Luciano Ducci, Ricardo Salles, Roberto Monteiro, Rogério Correia e Welter, como não-membros. Deixaram de comparecer os Deputados Daniela Reinehr, Giacobo, João Daniel, José Medeiros, Luiz Nishimori, Lula da Fonte, Marcelo Moraes, Murillo Gouvea e Toninho Wandscheer. Justificou a ausência a Deputada Daniela Reinehr. ABERTURA – O Presidente, Tião Medeiros, iniciou os trabalhos com uma homenagem à Embrapa pelos seus 50 anos e convidou para tomar assento à mesa o seu Presidente, Senhor Celso Luiz Moretti, e a Senhora Sílvia Maria Fonseca Silveira Massruhá, pesquisadora. Em seguida, discorreu sobre a importância histórica, econômica e social da Empresa à agricultura brasileira e comprometeu-se a lutar pelos recursos e meios necessários ao seu aperfeiçoamento e fortalecimento. Em seguida, passou a palavra ao Sr. Celso Luiz Moretti, que destacou o apoio decisivo dos legisladores ao trabalho da Embrapa no desenvolvimento da agricultura e da segurança alimentar. Desde o surgimento da empresa e das tecnologias por ela desenvolvidas, o Brasil deixou de ser importador para ser exportador de alimentos. Por fim, discorreu sobre o histórico da Embrapa, os desafios futuros e agradeceu ao apoio continuado dos legisladores. A Sra. Sílvia Maria Fonseca Silveira Massruhá agradeceu pela homenagem e ressaltou a importância dos inúmeros trabalhadores e pesquisadores da Empresa para o desenvolvimento da agricultura no país. A fala dela foi interrompida com a chegada do Ministro Paulo Teixeira, que foi convidado para tomar assento à mesa. Logo após, a Sra. Sílvia Maria retomou a sua fala destacando a importância de pensar no agricultor e não só na tecnologia desenvolvida. Além disso, a agricultura deve estar atenta nos consumidores cada vez mais exigentes. O Presidente da CAPADR fez a entrega de catálogo das obras raras aos convidados para consolidar a homenagem à Embrapa. Logo após, a palavra foi repassada aos parlamentares inscritos: Dep. João Daniel; Dep. Emidinho Madeira; Dep. Pedro Lupion; Dep. Coronel Assis; Dep. Welter; Dep. Pedro Uczai; e Dep. Marcon. Após o encerramento da homenagem e de pequena pausa, às dez horas e onze minutos, teve início a Reunião de Comparecimento do Ministro Paulo Teixeira, a fim de falar sobre as diretrizes e os programas prioritários do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar - MDA para o ano de 2023 e os incentivos à produção de mel no Brasil. Ato contínuo, o presidente informou que a reunião foi proposta pelos Deputados Albuquerque e Evair Vieira de Melo, via requerimentos 04/2023 e 34/2023, respectivamente. Depois de explicar as regras procedimentais, o Presidente passou a palavra ao Ministro. Em síntese explicou a importância de o Incra, a Anater e a Conab terem sido vinculadas ao MDA. Um dos desafios repassados pelo Presidente Lula foi para tirar o Brasil do mapa da fome e equilibrar a produção de alimentos com a de commmodities, modernizando a agricultura brasileira, mas com sustentabilidade e com reforma agrária. Sobre as ações dos 100 primeiros dias de governo, destacou: a prorrogação das declarações de aptidão ao Pronaf por mais um ano; a modificação do sistema do CAF (Certidão de Agricultor Familiar) para que o agricultor possa preenchê-la com mais facilidade; a volta da política de valoração do salário mínimo e correção da tabela

 

de renda para que, com mais recursos, a população se alimente melhor, ajudando assim os produtores; e o reforço ao Programa Nacional de Alimentação Escolar, com correção de 37% dos valores, aumentando o consumo de produtos da agricultura familiar. O. PAA foi lançado em Pernambuco e os alimentos serão comprados a preço de mercado para reforçar a renda da agricultura familiar. As ações da Conab vêm sendo decidida em administração compartilhada entre o MDA e o MAPA, com harmonia, para cada um ajudar na sua área. Foi instituído que o sistema de compras públicas deve incluir, nas compras de alimentos, 30% de produtos da agricultura familiar. Em reunião com o governo, pautou-se o aumento do índice da mistura de biodiesel no diesel para fortalecer a agricultura e os pequenos agricultores. O governo ainda quer estimular a agroindústria, citando várias ações. O plano safra da agricultura familiar terá juros menores e valores maiores. Destacou a importância das novas tecnologias para os jovens ficarem no campo bem como a necessidade da energia solar fotovoltaica para a família, para a agroindústria rural e como geradora de renda aos pequenos agricultores. A pasta, ainda, pretende estimular o turismo rural e conectar a agricultura familiar com a Embrapa, a fim de disseminar os conhecimentos sobre bioinsumos e outras tecnologias no campo. Sobre a seca no Rio Grande do Sul, quatro ministros visitaram a região e anunciaram 450 milhões aos afetados na forma de créditos, fomento para as famílias mais pobres, cestas básicas etc., contudo, seria necessário mudar o tipo de agricultura e pecuária praticada na região, vez que parecem ser os efeitos da mudança no clima local. Já são três anos seguintes de seca e aproxima-se um quarto ano. Sobre o mel, uma equipe da Embrapa, da Anater, da Conab e do MDA vão realizar um encontro em Roraima. O MDA criou uma ouvidoria agrária, com uma juíza aposentada, Dra. Cláudia Dadico, a fim de que os conflitos no campo passem a ser resolvidos em paz, sendo que bons resultados já foram alcançados. O Ministro disse que governo voltou com o programa de educação no campo e discorreu sobre os problemas encontrados, especialmente, para fazer a sucessão rural. São necessários programas para fornecer máquinas e ensinar técnicas aos agricultores familiares no intuito de preservar a saúde dos trabalhadores no campo. Criar uma engenharia para agricultura familiar será um desafio às universidades e à indústria metalúrgica no Brasil. Disse que o Presidente Lula faz um chamado ao pequeno e médio agricultor para ajudar o Brasil a produzir mais alimentos e desenvolver a soberania alimentar, mesmo que com exportação de alimentos. Os desafios estão lançados, mas é preciso unir a sociedade brasileira para resolvê-los. A palavra foi passada ao Deputado Albuquerque, autor do Requerimento 04/2003 - CAPADR. Em síntese, destacou que é inconcebível o país poder alimentar o mundo e ainda ter 30 milhões de brasileiros passando fome. Diz estar feliz pela preocupação dada à agricultura familiar e pelas medidas anunciadas. Ressaltou que o mel de Roraima não está sendo certificado e acaba sendo vendido por um preço mais baixo do que em outros locais. O Deputado Evair Vieira de Mello, autor do Requerimento nº 34/2023 – CAPADR, disse que houve 33 imóveis invadidos pelo MST, além da invasão de 12 sedes da Embrapa no Brasil. Criticou as ações do movimento e informou que protocolizou o PL nº 938 para coibir tais condutas. Perguntou quais as providências adotadas pelo MDA para punir essas pessoas e ressaltou que o governo Bolsonaro atuou na titularização de terras. Perguntou qual a política de titularização do atual governo bem como quais seriam as ações do MDA/INCRA sobre as invasões de terra e da indústria dos sem-terra. Em réplica aos autores, o Ministro disse que o Brasil, para dar um salto enquanto nação, precisa pacificar e superar as tensões existentes. É função do ministério ajudar e contribuir para que isso aconteça. Em todas as ocupações ocorridas, desde as que aconteceram na Embrapa, o Ministro conversou com representantes do MST e pediu para que se retirassem das propriedades invadidas. Conversou com a Suzano e com o Governo da Bahia para retornarem e concluírem um acordo anterior entre eles e o MST. Quanto à invasão ocorrida no Espírito Santo, ainda está conversando com os representantes do movimento, com a Suzano e com o Governador. Sobre a ocupação no Estado de Goiás, a terra já foi retomada e não está mais invadida. Por fim, espera que os movimentos sociais ocupem-se em produzir alimentos. A palavra foi repassada aos Deputados inscritos. O Deputado Bohn Gahss disse que se precisa de civilidade a fim de que o grande agricultor respeite o pequeno. Criticou a grilagem de terras e defendeu a democracia ao acesso à terra. Pediu que o Ministro investigasse se os títulos dados, no governo passado, foram feitos de forma irregular. Perguntou sobre o problema dos fertilizantes e pediu paz no campo. O Deputado Daniel Agrobom pediu que o Ministro falasse sobre PGPM, ligado à CONAB. O Dep. João Daniel pediu que se levasse à discussão as demandas de agricultura familiar no Incra, na Conab e na Emater, como os problemas da produção de mel e da bacia leiteira. O Deputado Messias Donato questionou a visão do MDA sobre a invasão de terras produtivas e qual seria a política de regularização fundiária do novo governo. O Deputado Heitor Schuch falou da importância do MDA e que estaria atento aos programas desenvolvidos para os agricultores familiares. O Dep. Pedro Lupion disse preocupar-se com a invasão política das propriedades privadas. O Deputado Márcio

 

Honaiser discorreu sobre as dificuldades no campo, a importância do financiamento, a preocupação sobre as invasões de terra e a importância da sinergia entre os agentes envolvidos. O Ministro agradeceu os elogios recebidos e disse que o Brasil era independente na produção de fertilizantes, mas perdeu essa condição no último governo. A atual gestão está debruçando-se sobre a produção de fertilizantes em território nacional, buscando alternativas e soluções. Sobre a reivindicação de correção do Pronaf, isso já aconteceu para os plantadores de uvas na Região Sul. Há o desejo de investir-se, fortemente, em bioinsumos. O Brasil tem problemas na armazenagem e estoques de alimentos, mas estão discutindo formas de investir neste setor. Quanto à PGPM, da Conab, os ajustes serão feitos junto com o MAPA e deverão ser desenhados para a garantia de preço mínimo com base no custo de produção. A agricultura é uma só, porém, o plano de safra da agricultura familiar parou de existir. Por isso, é importante que o MDA compartilhe ações junto com outros órgãos para resolver o problema. Quanto ao questionamento sobre a desocupação da área da Suzano, no Espírito Santo, respondeu que isso dar-se-ia até o próximo dia. Não há nenhuma nomeação feita ao Incra para dar cargo a membros do MST. São os parlamentares que indicaram os nomes aos Incras regionais. Todos, porém, são investigados, havendo um “funil” para nomeá-los. Assegurou que o Incra vai titular as terras, mas que não se pode titular sem vistoria, como estava acontecendo. Disse que o agro não desmata ou pratica grilagem. Quem faz isso não se pode chamar de integrante do agro. Por fim, falou sobre as conversas que teve com os governadores do Nordeste, do Pará, do Mato Grosso, do Rio Grande do Sul. A palavra foi passada a outros deputados inscritos. O Dep. Merlong Solano disse que o problema é a adesão, por parte dos grandes produtores, ao discurso de radicalização. Deve-se procurar a paz e resolver os problemas econômicos. O MDA pode ajudar nesse processo, com uma política mais pulverizada no país, defendendo a construção de armazéns regulatórios em vários locais. O Dep. Lázaro Botelho disse que todos os vocacionados à terra devem ter direito a ela, mas, nos termos da lei, os que já são proprietários devem ser defendidos. O Dep. Samuel Viana disse que os agricultores concordam com a reforma agrária, mas o governo brasileiro está sendo omisso com as invasões de terra. O Dep. Marcon defendeu, em síntese, a melhora nas condições dos trabalhadores no campo. O Dep. Pedro Uczai disse que seria contraditório se dar título aos assentados para que esses apenas vendam a terra ao invés de nela produzirem. O Dep. Emanuel Pinheiro Neto destacou os programas do governo para o agronegócio e, sobre PAA, perguntou quanto foi investido nos quatro anos passados e o quanto vai ser investido nos quatro anos futuros. Ainda, questionou a situação dos estoques reguladores nos últimos quatro anos e como será a atuação do governo daqui para frente. Por fim, questionou como será o fomento para a indústria na agricultura. A palavra foi repassada ao Ministro, que defendeu a inclusão dos agricultores familiares nos programas de crédito e fomento. Alegou que vai discutir a volta dos estoques reguladores. Disse que o governo trabalha com o pilar da propriedade e do respeito à constituição e da lei. O posicionamento do governo é de que vai fazer reforma agrária, mas sem invasões. Disse que estão revisando a legislação sanitária para facilitar a circulação de produtos rurais entre regiões diferentes do país. Assegurou, ainda, que vão lançar novos projetos para a educação no campo. Sobre a titulação dos imóveis da reforma agrária, o governo apoia a medida, mas não pode ser no rumo da reconcentração de terra e estão articulando para desenvolver a segurança alimentar e a indústria de pequenos equipamentos para o campo. A Dep. Coronel Fernanda perguntou sobre as terras que não estão sendo tituladas e o que pode ser feito para agilizá-las. Relatou, ainda, sobre o sucateamento do Incra no MT e descreveu a situação de assentados na região. O Dep. Carlos Veras perguntou sobre quais são os programas futuros do governo. O Dep. Emidinho Madeira pediu a melhoria dos valores do PRONAF e do PRONANP. O Dep. Henderson Pinto pediu agilidade nos processos de assentamentos paralisados de regularização fundiária. O Deputado Afonso Hamm pediu para atender as solicitações dos assentados e dos agricultores familiares. Ainda, quanto à seca no Rio Grande do Sul, pediu: a prorrogação das ações do PRONAF e do PRONANP vencidas e vincendas, além de outras negociações antigas: rebates de 35% para quem não tem seguro; flexibilização dos novos contratos de financiamento; e linhas de crédito emergenciais. O Dep. Josias parabenizou pela construção de uma agenda em período curto e que a pauta dos agricultores precisa predominar sobre as pautas ideológicas devido a importância da agricultura familiar. O Dep. Walmir Assunção disse que um jeito de resolver a questão de invasões é fazer a reforma agrária com a desapropriação das terras improdutivas. Ainda, pediu informações sobre quais serão as políticas agrícolas do MDA para as mulheres. O Dep. Delegado Eder Mauro criticou o MST e defendeu Bolsonaro. O Dep. Ricardo Salles falou sobre os problemas de regularização de terras, sobre os defensivos agrícolas e sobre as prioridades para o agronegócio. O Dep. Domingos Sávio disse que os parlamentares precisam de moderação, mas que invasão de terra é crime. O governo pode fazer a reforma agrária, mas não se pode  

 

estimular a invasão. Falou sobre a necessidade de defensivos agrícolas na agropecuária e do projeto de autocontrole. A palavra retornou ao Ministro. Em síntese, disse que o pacote de ajuda ao Rio Grande do Sul era para os menores, como fornecimento de água, cesta básica, crédito fundiário, fomento e PRONAF. Medidas ainda serão anunciadas sobre prorrogações, que já estavam previstas no contrato, além de rebates, linhas de crédito, dentre outros. Ressaltou que a agricultura familiar precisa de uma presença maior do governo, o que foi desarticulado na gestão passada. O governo quer acelerar o programa de reforma agrária para atender todas as demandas represadas. Destacou que o Estado precisa proteger as populações indígenas. Além disso, vão continuar a regularizar e titularizar as terras no Brasil. O crédito fundiário vai voltar forte, inclusive, com ênfase nas empreendedoras mulheres. O INCRA vai fazer concurso público e convidou a Cel. Fernanda para visitar com ele e analisar, in loco, o problema em MT citada por ela. Quanto a interdição do Incra em MT, já está em curso a construção de uma nova sede. Por fim, o ministro agradeceu sua equipe, os parlamentares e o presidente pela reunião de altíssimo nível, comprometendo-se a atualizar a Comissão sobre as questões levantadas, de tempo em tempo. O Presidente agradeceu a todos e encerrou os trabalhos às catorze horas e quatro minutos, antes, porém, convocou os senhores Deputados a participarem da Reunião de Comparecimento de Ministro de Estado do Ministério da Agricultura e Pecuária, Min. Carlos Fávaro, que ocorrerá no dia 03 de maio, quarta-feira, às 10 horas, no plenário 06. E, para constar, eu____________________________________, Alexandre Pierre Barreto Lima, lavrei a presente Ata que, por ter sido aprovada, será assinada pelo Presidente, Deputado Tião Medeiros__________________________________, e publicada no Diário da Câmara dos Deputados. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx