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CÂMARA DOS DEPUTADOS |
COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL
55ª Legislatura - 1ª Sessão Legislativa Ordinária
ATA DA 17ª REUNIÃO ORDINÁRIA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA COM A PARTICIPAÇÃO
DA COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA
REALIZADA EM 9
DE JUNHO
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Às
quatorze horas e quarenta e seis minutos do dia nove de junho de dois mil
e quinze, reuniu-se a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa
Nacional, com a participação da Comissão de Ciência e Tecnologia,
Comunicação e Informática, no Anexo II, Plenário 05 da Câmara dos
Deputados, sob a presidência do Deputado Eduardo Barbosa. Compareceram os
Deputados Bruna Furlan e Subtenente Gonzaga - Vice-Presidentes; Antônio Jácome,
Arlindo Chinaglia, Eduardo Barbosa, Eduardo Cury, Jarbas Vasconcelos, Jean
Wyllys, Nelson Marquezelli, Rômulo Gouveia e Rosangela Gomes - Titulares; Cabo Daciolo, Caetano,
César Messias, Goulart, Luiz Nishimori e Penna – Suplentes. Compareceram também os
Deputados Afonso Motta, Bilac Pinto, Carlos Henrique Gaguim, Evair de
Melo, Evandro Gussi, Flavinho, Izalci, Miguel Haddad, Milton Monti, Nelson
Meurer, Odorico Monteiro, Pedro Cunha Lima, Renata Abreu, Rogerio Peninha
Mendonca, Sandro Alex, Silas Camara, Tenente Lucio e Weliton Prado, como
não membros. Deixaram de comparecer os Deputados Arthur Oliveira Maia,
Benito Gama, Carlos Zarattini, Cesar Halum, Chico Lopes, Claudio Cajado,
Deley, Ezequiel Fonseca, Henrique Fontana, Heraclito Fortes, Ivan Valente,
Jefferson Campos, Jo Moraes, Luiz Lauro Filho, Marco Maia, Marcus Vicente,
Pastor Eurico, Paulo Abi-Ackel, Rubens Bueno, e Stefano Aguiar.
Apresentaram escusas os Deputados Átila Lins e Takayama. ABERTURA: o Presidente deu início
à Reunião Ordinária de Audiência Pública, com o objetivo de avaliar, no
âmbito do relacionamento econômico-comercial do Brasil, a propriedade
intelectual, a inovação e a competividade nacional. Explicou que a
realização da reunião decorria da aprovação do Requerimento nº 26, de
2015, de sua autoria e do Requerimento nº 22, de 2015, de autoria dos
Deputados Pedro Cunha Lima e Luiz Lauro Filho, aprovados, respectivamente,
por esta Comissão Permanente e pela Comissão de Ciência e Tecnologia,
Comunicação e Informática. Em seguida, convidou a compor a Mesa Vinicius
Borgéa Câmara, Diretor de Marcas do Instituto Nacional de Propriedade
Industrial (INPI); Diana de
Melo Jungmann, do Departamento de Propriedade Intelectual da Confederação
Nacional da Indústria; Elisabeth Kasznar Fekete, Presidente da Associação
Brasileira da Propriedade Intelectual (ABPI); Ricardo Castanheira,
Diretor-Geral da Motion Picture Association América; Christiano Braga,
Gerente de Exportação da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e
Investimentos (APEX-BRASIL). Em seguida o Presidente passou a palavra à
Senhora Diana de Melo Jungmann, que iniciou sua exposição apresentando uma
visão do presente e do futuro. Destacou que o aumento da longevidade, o
aumento populacional, do consumo, da mobilidade urbana, da poluição, do
consumo de energia e a diminuição da água causam diversas demandas.
Mostrou que essas demandas incluem a necessidade de aumentar a água
potável e os alimentos (sem aumentar as áreas agriculturáveis), aumentar a
energia de fontes renováveis, ampliar a saúde para todas as faixas
etárias, o aumento da produtividade com o aumento da competitividade no
mercado local e global, a diminuição da poluição e a diminuição da
degradação dos recursos naturais. Destacou que tudo isso está relacionado
com propriedade intelectual e comércio exterior, pois aumenta o comércio
de alto valor agregado com produtos e serviços inovadores. Enfatizou que a
propriedade intelectual tornou-se muito importante no mundo globalizado,
pois protege investimentos em inovação e dá segurança em contratos com
bens intangíveis. Afirmou que a CNI possui uma agenda sobre propriedade
intelectual e mostrou a importância de entender este sistema de forma
positiva, pois este está presente nas relações comerciais inserindo as
marcas, direito autoral, patentes, design, indicação geográfica,
franquias, e tecnologias brasileiras no mercado exterior. Finalizou
destacando a importância da propriedade intelectual para o Brasil com o
aumento da competitividade das empresas, oferecendo segurança jurídica nos
contratos, possibilitando projetos de inovação aberta, atração de
investimentos e centros de pesquisa e desenvolvimento e combate à
pirataria. Em seguida o Presidente passou a palavra à Senhora Elisabeth
Kasznar Fekete, que iniciou sua exposição destacando o interesse social na
propriedade intelectual com a difusão do conhecimento, avanço tecnológico,
aumento da competitividade da empresa no mercado com novas tecnologias e
soluções de melhor custo-benefício, e a sua importância no planejamento
estratégico da empresa e da sua imagem no mercado. Ressaltou que a
proteção de marcas e patentes gera inovação, novos produtos no mercado e
desenvolvimento da sociedade como um todo. Afirmou que os crimes de
propriedade intelectual, como a pirataria, causam sérios danos ao país
dentre eles redução de empregos formais, aumento da sonegação de impostos,
diminuição do faturamento de empresas que atuam com ética, aumento da
criminalidade (roubo de carga, contrabando) e aumento do risco à saúde do
consumidor. Acrescentou que existem gargalos e descompassos no sistema
brasileiro de patentes. Mostrou que o depósito de patentes no Brasil é
pequeno sendo a maioria feita por não-residentes. Relatou que em 2014
foram concedidas 2746 patentes, com uma demora média de 10 anos e 318 dias
sendo que 1864 casos demoraram mais de 10 anos. Falou que no caso do
depósito de marcas os brasileiros são responsáveis por 80%. Enfatizou que
uma das causas dos gargalos é a pequena quantidade de examinadores que
precisa dar conta de 8 ou 9 vezes mais análises do que os seus colegas
estrangeiros. Ressaltou que o Brasil doa conhecimento (pesquisa pura) e
compra tecnologia (técnica e produtos patenteáveis). Assim, falou que no
ranking mundial de pesquisa o Brasil está em 14º lugar com 46,7 mil
artigos publicados. Disse que apesar da atual crise, o Brasil tem muito
potencial de desenvolvimento e grande espaço para inovação de suas
empresas. Ressaltou que as indústrias que investem em propriedade
intelectual são cinco vezes mais produtivas. Relatou que China e Estados
Unidos são os países com maior crescimento em inovação sendo que na China
em 2014 foram depositadas mais de 700.000 patentes sendo a maioria por
residentes, ao contrário do Brasil. Mostrou que propostas de políticas
públicas devem investir na força de trabalho que está se aproximando do
limite, o que aumenta os custos laborais, e na produção de bens de maior
valor agregado. Finalizou mostrando as oito propostas da ABPI: o INPI deve
ser fortalecido, modernizado e fatores que causam backlog devem ser eliminados; o
gargalo causado pela necessidade de anuência prévia da ANVISA deve ser
eliminado; leis que proíbem patentes de biodiversidade e recursos
genéticos devem ser modificadas; lei de direitos autorais deve ser
atualizada e consolidada; entraves da lei de inovação e LPI devem ser
eliminados; atualização da legislação sobre transferência de tecnologia;
combate à pirataria; e a necessidade de rejeitar limites às marcas nas
embalagens. Nesse momento, o Presidente passou a direção dos trabalhos ao
Deputado Pedro Cunha Lima. Em seguida, passou a palavra ao Senhor Ricardo
Castanheira que iniciou sua exposição destacando as inúmeras funções da
produção audiovisual como: soberania cultural, diversidade cultural,
desenvolvimento econômico e social da nação, direito à educação, direito à
cultura e instrumento para conectar-se com outros países. Ressaltou que de
acordo com o estudo “Contribuição Econômica do Setor Audiovisual
Brasileiro”, encomendado pela MPA, em parceria com o SICAV, e desenvolvida
pela Consultoria Tendências, o segmento audiovisual foi responsável em
2012 por: 0,57% do PIB brasileiro, contribuindo diretamente para a
economia com 19,8 bilhões de reais, e indiretamente com 15 bilhões de
reais; apresentou faturamento bruto de 42,8 bilhões de reais; foi
responsável pela criação de cerca de 110 mil empregos diretos e de 120 mil
indiretos (para cada emprego gerado no setor, outros 1,09 são gerados nos
demais setores da economia); a arrecadação direta de impostos foi de 2,1
bilhões de reais e a arrecadação indireta, de aproximadamente 1,2 bilhão
de reais; a massa salarial do audiovisual gerou aproximadamente 4,2
bilhões de reais (crescimento de 37% nos últimos anos), resultado
equivalente a 2,6 vezes a massa gerada pelo setor de turismo. Explicou que
as
indústrias criativas brasileiras geram mais de R$ 126 bilhões por ano e
progrediram 69,8% na última década sendo considerada uma das mais
criativas do mundo. Alertou, porém, que os países do BRICS estão muito
atrás de sua capacidade de gerar receitas advindas do uso da propriedade
intelectual (bens e serviços criativos).
Acrescentou que as proteções
à propriedade intelectual e direitos autorais representam importante
incentivo à criatividade e atividade econômica, porém os altos índices de
pirataria ameaçam a criatividade e reduzem a contribuição
econômica.
Falou que a economia criativa no Brasil sofre várias ameaças como a
descontinuidade da política pública em vigor, a crise econômica, a
instauração de marcos regulatórios inadequados, o fortalecimento de
mercados criativos concorrentes e a fuga de talentos. Explicou que a
violação dos direitos autorais afeta: a indústria de produção audiovisual
brasileira; tanto os direitos patrimoniais como os direitos morais dos
autores e diretores; e direitos patrimoniais de patrocinadores,
anunciantes,
titulares do direito de uso e exibição das obras audiovisuais. Ressaltou
que o paradigma do desenvolvimento mostra que sem direito de propriedade
não há segurança jurídica e assim não atrai investimento que gera inovação
e produz desenvolvimento. Destacou que o Brasil é a 5ª maior audiência
global na internet e tem a maior taxa de crescimento de banda larga na América Latina
classificando-se dentro dos dez melhores mundialmente, considerando o
tamanho da sua base e o seu crescimento anual de 51% no acesso em banda
larga móvel. Comunicou
que o
mercado ilegal no audiovisual, em 2013, foi de 3,62 bilhões de reais, que
representa 18,3% do mercado legal. Acrescentou que a
pirataria no Brasil
causou um impacto no PIB de 1,92 bilhões de reais e de 721 milhões de
reais em perdas tributárias além de 58 mil postos de trabalho não criados
e 2,14 bilhões em perdas para a indústria (na ausência do consumo formal).
Assim, concluiu relatando que os prejuízos acumulados chegaram a 29
bilhões de reais entre 2013 e 2014. Nesse momento, o Presidente
franqueou a palavra
ao Senhor Christiano Braga
que iniciou sua exposição falando dos eixos de atuação da APEX-Brasil:
promoção de exportações, atração de investimentos e internacionalização de
empresas. Falou que em 2014, as exportações brasileiras foram de 225
bilhões de dólares sendo que 141,9 bilhões foram de produtos de valor
agregado. Destacou que a APEX-Brasil apoia mais de 80 setores produtivos,
atendendo 11 mil empresas e promovendo ações em mais de 200 mercados.
Falou que a APEX possui nove escritórios pelo mundo promovendo serviços
como: inteligência de mercado local; apoio à instalação local (escritório
físico e virtual); promoção local de negócios (missões prospectivas e
agendas de negócios); parceria para armazenagem e distribuição de produtos
brasileiros; e monitoramento de políticas dos organismos legisladores
europeus. Mostrou que as exportações criativas e inovadoras contemplam os
setores de conteúdos voltados para TV, propaganda, música, cinema e games; setores de artes e serviços
com arte contemporânea, arquitetura, licenciamento e instrumentos
musicais; setores de moda com design de moda; e setores de tecnologia e
ciências da vida com biotecnologia, software, incubadoras de tecnologia e
fármacos. Destacou que as principais demandas são: criação e ratificação
de acordos de coprodução internacionais já aprovados e aprovação de novos
acordos para o setor audiovisual; simplificação dos procedimentos para
filmagens no Brasil de coproduções internacionais; estudar possibilidades
de desoneração de tributos incidentes na compra de equipamentos e insumos
nacionais e na prestação de serviços entre as empresas do setor;
fortalecimento do Conselho Nacional de Combate à Pirataria do Ministério
da Justiça, para estruturar ações com outros órgãos federais para o
combate ao comércio ilegal; fortalecimento e adensamento das cadeias de
valor; redução das barreiras técnicas às
empresas brasileiras, através da aplicação disseminada com relação aos
chamados “Padrões Privados”, que não são barreiras oficiais, mas inibem e
até podem invalidar a penetração dos produtos brasileiros nos mercados dos
Estados Unidos e da União Europeia; a Constituição estabelece a imunidade
ao livro em razão de seu valor social e cultural (esta imunidade abrange
tributos relativos à exportação); interação entre as agências reguladoras
para definir estratégias determinadas – no âmbito da regulação sanitária
local e internacional - para estabelecimento de políticas de incentivo e
atração para projetos de produção destinados à exportação; a exportação
temporária de obras de arte para fins culturais prevê prazo de até dois
anos para retorno da obra ao Brasil. Este tipo de Exportação não permite a
transformação automática do regime Temporário para o Definitivo caso haja
interesse da instituição estrangeira em adquirir a obra; desburocratizar e
agilizar os processos de exportação e retorno das obras de arte,
melhorando a comunicação e padronização de procedimentos e o entendimento
do bem cultural por parte dos órgãos que controlam a circulação
internacional de obras - até fiscais e agentes aduaneiros; a repatriação
de obras de artistas brasileiros tem impostos que são aplicados de forma
cumulativa no processo de importação, elevam os custos em aproximadamente
48%, independentemente se a obra foi anteriormente exportada ou produzida
no exterior pelo próprio artista brasileiro. O não reconhecimento do
videogame como obra de cunho audiovisual, como fazem Canadá, Coréia do
Sul, França e Reino Unido impede acesso a co-produções via acordos
bilaterais.
Em seguida, o Presidente passou a palavra ao Senhor Vinicius Borgéa
Câmara,
que iniciou sua exposição afirmando que existem várias formas de definir
Propriedade Intelectual como por exemplo apropriação dos resultados
econômicos da inovação, ou também, como uma ferramenta para o
desenvolvimento. Relatou que o INPI (Instituto Nacional de Propriedade
Intelectual) é o órgão executor das normas que rege a Propriedade
Intelectual (PI) do país. Acrescentou que o INPI tem sido alvo de
reclamações devido ao backlog
(demanda acumulada devido a atraso na análise de pedidos), que gera alto
custo social e econômico. Afirmou que há uma tendência de crescimento de
PI no Brasil com elevado número de pedidos de marcas e patentes porém, que
o Brasil ainda é muito tímido em relação a outros países, principalmente
na área de patentes. Destacou que entre 2007 e 2014 houve um crescimento
de 50% na demanda por marcas e 35% no pedido de patentes, sendo que neste
mesmo período o aumento do backlog de marcas foi de 72% e
patentes 55%. Mostrou que existe uma demanda reprimida muito grande,
principalmente em relação a marcas, que soma com a demanda acumulada
devido ao backlog. Enfatizou
que isto reflete no crescimento econômico do país e, desta forma, os
empresários que querem gerar prosperidade precisam de rapidez e reclamam
semanalmente, pois não sabem quando o seu pedido será analisado. Explicou
que há problemas em marcas e patentes, pois no caso das marcas o atraso é
de três anos quando deveria ser de seis a nove meses, tempo que estaria
compatível com os países desenvolvidos. Acrescentou que em patentes, a
situação é bem pior, pois em 2014 67% das patentes concedidas foram com um
intervalo de mais de 10 anos em relação à data do depósito. Ressaltou que
o processo de inovação é cada vez mais rápido e o Estado precisa
acompanhar esta velocidade. Alertou que o backlog não é apenas um problema
de tempo de espera. Mostrou que dado, a natureza própria do sistema de
patente, que é um monopólio que o Estado concede, o atraso social e
econômico tem um impacto enorme nas compras públicas. Falou que a lei
prevê que a duração do monopólio aumenta devido ao atraso da análise do
pedido da patente e, assim, o Estado está pagando mais caro pelas suas
compras de diversos produtos como medicamentos, pois estes irão demorar
mais para cair no domínio público. Alertou que muitas vezes este custo não
é percebido pelo Estado. Ressaltou que uma boa notícia é que no campo das
marcas o backlog tem diminuído
devido a contratações recentes pelo INPI. Mostrou, no entanto, que houve
uma queda de 17% no número de examinadores de patentes. Falou que a meta
do INPI para os próximos quatro anos é gerenciar o backlog de patentes para que este
não aumente. Afirmou que se alguns condicionantes forem atendidos será
possível alcançar metas como redução de 21% no tempo de concessão de
patentes e redução de 50% no tempo de espera de marcas e 84% no caso de
desenho industrial. Enfatizou que atualmente 50% do quadro do INPI
autorizado por lei está vago devido à baixa atratividade da carreira.
Acrescentou que a causa da evasão do quadro de analisadores de patente é
principalmente salário pois estes precisam ter no mínimo título de
mestrado sendo que carreiras análogas possuem níveis salariais bem mais
elevados com carreiras mais atrativas. Destacou que foi proposto pelo
INPI, com base no diagnóstico apresentado, um plano em que o ponto central
é o capital humano. Mostrou que existe uma correlação direta entre a
contratação de analisadores e a redução no tempo de concessão de marcas e
patentes. Finalizou alertando que é preciso entender que a diminuição do
atraso nas concessões não é um custo mas, um investimento. Usou da palavra na condição de
autor do requerimento o Deputado Eduardo Barbosa. Em seguida, o Deputado
Pedro Cunha Lima passou a direção dos trabalhos ao Deputado Eduardo
Barbosa e falou na condição de um dos autores do requerimento que motivara
a realização daquela audiência pública. Em seguida passou-se à lista dos
Deputados inscritos. Fizeram
uso da palavra para comentários e questionamentos os Deputados Jean Wyllys
e Nelson
Marchezan Junior.
Em sequência, o Presidente franqueou a palavra aos
convidados, que atenderam e responderam as perguntas formuladas.
ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a tratar, o Presidente agradeceu a presença dos convidados e dos senhores
parlamentares e encerrou os trabalhos às dezessete horas e cinquenta e
oito minutos. E, para constar, eu ______________________, Clesione Alves
Gomes, Secretária-Executiva Substituta, lavrei a presente Ata, que por ter
sido lida e aprovada, será assinada pelo Deputado Eduardo Barbosa,
que presidiu a reunião, ______________________,
e publicada no Diário da Câmara dos Deputados.
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