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Às
quatorze horas e vinte e dois minutos do dia nove de outubro de dois
mil e treze, reuniu-se,
ordinariamente, em Audiência Pública a Comissão de Direitos
Humanos e Minorias, no Plenário 9 do Anexo II da Câmara dos
Deputados, sob a presidência do Deputado Pastor Marco Feliciano.
A lista de presença
registrou o comparecimento dos seguintes Deputados: Pastor Marco
Feliciano, Presidente; Dr. Carlos Alberto, Keiko Ota, Otoniel Lima e
Pastor Eurico, titulares; Costa Ferreira, Jair Bolsonaro, Marcos
Rogério e Roberto de Lucena, suplentes. Deixaram de registrar
presença os Deputados: Anderson Ferreira, Antônia Lúcia, Henrique
Afonso, Liliam Sá e Simplício Araújo. A Deputada Antônia Lúcia
apresentou justificativa de falta para o período de sete a onze de
outubro do corrente ano, e o Deputado Dr. Grilo, para os dias nove e
dez de outubro do corrente ano. ABERTURA: O Presidente
declarou a abertura da reunião. ATA:
Foi dispensada a leitura da Ata da Vigésima Sétima Reunião,
realizada no dia dois de outubro de dois mil e treze. Submetida à
votação, a ata foi aprovada. ORDEM
DO DIA:
Audiência Pública destinada debater
a questão de Assédio Moral e Abuso de Autoridades nas Relações de
Trabalho no Serviço Público Federal, objeto
do Requerimento n° 52/2013, do Deputado Pastor Marco Feliciano. O
Presidente convidou para compor a Mesa
Sérgio Ronaldo da Silva, representante da Confederação dos
Trabalhadores no Serviço Público Federal - CONDSEF; Dagoberto da Silva Lemos, Diretor
da Defesa Profissional do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais
da Receita Federal do Brasil - SINDIFISCO; Leilane Ribeiro de
Oliveira, Presidente do Sindicato Nacional dos Servidores do Plano
Especial de Cargos da Polícia Federal – SINPECPF; Alexey van der
Brooke, Presidente do Sindicato Nacional dos Servidores do
Ministério das Relações Exteriores - SINDITAMARATY; Hélio Saraiva
Franca, Corregedor Auxiliar da Corregedoria da Advocacia Geral da
União; e Adriane Reis de Araújo, Procuradora Regional do Trabalho.
Inicialmente, Sérgio da Silva asseverou que o assédio moral no
serviço público federal deve ser combatido com mais rigor. Em seguida, Leilane de Oliveira
disse que as retaliações acontecem em todos os níveis da Polícia
Federal, especialmente com
servidores que atuam na área administrativa. Usou da palavra Dagoberto Lemos, que
explicou que assédio no serviço público ocorre em escala de
hierarquia vertical e horizontal. Ato contínuo, Hélio Franca afirmou ser importante atentar para a
saúde mental e física do servidor público. Alexey Broocke manifestou
preocupação relativa aos assédios que provocam acidentes de
trabalho. Finalmente,
Adriane Reis de Araújo informou que o assédio moral é uma forma de
ofender a dignidade da pessoa humana. Abertos os debates, o Deputado
Pastor Eurico lamentou a ausência da ampla imprensa nesta Audiência
Pública. Em seguida, o Deputado Jair Bolsonaro sugeriu que a
sociedade deve reagir contra o assédio. As dezesseis horas e onze
minutos o Deputado Jair Bolsonaro assumiu a presidência. Foi dada a
palavra ao autor do requerimento, Deputado Pastor Marco Feliciano,
que se propôs a ajudar, no que for possível, por intermédio da CDHM,
aqueles que sofreram casos de assédio moral e abusos nas relações de
trabalho. Para considerações finais, foi dada a palavra novamente
aos expositores. ENCERRAMENTO:
Não
havendo mais quem quisesse fazer uso da palavra, o Presidente
agradeceu a participação de todos e encerrou a reunião às dezesseis
horas e doze minutos. E, para constar, eu, _______________ Marcos
Figueira de Almeida, secretário da Comissão de Direitos Humanos e
Minorias, lavrei a presente ata, que, por ter sido lida e aprovada,
será assinada pelo Presidente, Deputado Pastor Marco Feliciano
_______________, e publicada no Diário da Câmara dos
Deputados.
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