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Às dez horas e vinte e seis minutos do dia
vinte e um de novembro de dois mil e doze, reuniu-se a Comissão de Meio
Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, no Anexo II, Plenário 02 da Câmara
dos Deputados, sob a Presidência do Presidente, Deputado Sarney
Filho. Registraram suas presenças os Senhores Deputados Sarney
Filho - Presidente; Arnaldo Jordy, Penna e Rebecca Garcia -
Vice-Presidentes; Augusto Carvalho, Felipe Bornier, Giovani Cherini,
Leonardo Monteiro, Marcio Bittar, Márcio Macêdo e Vilalba - Titulares;
Antonio Bulhões, Arnaldo Jardim, Bernardo Santana de Vasconcellos,
Fernando Ferro, Homero Pereira, Leandro Vilela, Marco Tebaldi, Oziel
Oliveira, Paulo Cesar Quartiero e Zé Geraldo - Suplentes Deixaram de
comparecer os Deputados Antônio Roberto, Givaldo Carimbão, Irajá Abreu,
Marina Santanna, Mário de Oliveira, Paulo Piau e Ricardo Tripoli.
Justificaram suas ausências os Deputados Alfredo Sirkis e
Lauriete. ABERTURA: Havendo número regimental, o Senhor Presidente
declarou abertos os trabalhos e colocou à apreciação as Atas das 36ª
Reunião de Audiência Pública Ordinária, realizada no dia 13/11/2012, e 37ª
Reunião Deliberativa Ordinária, realizada no dia 14/11/2012. Dispensada a
leitura das Atas, a pedido do Deputado Penna. Em votação, as Atas foram
aprovadas, por unanimidade. ORDEM DO DIA: A - Requerimentos
e Relatórios em Geral: 1
- RELATÓRIO
Nº 1/10 - do Sr. Edson Duarte - que
"relatório Final do Grupo de Trabalho da Comissão de Meio Ambiente e
Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados destinado à análise
das implicações do uso do amianto no Brasil". RELATOR do
GT: Deputado Edson Duarte. PARECER DO GT: Favorável, com
ressalvas. O Deputado Luiz
Carreira apresentou voto em separado em 11/06/2010. O
Presidente, Deputado Sarney Filho, esclareceu que o Relatório foi
aprovado pelo Grupo de Trabalho, portanto o produto final do Grupo de
Trabalho foi concluído, cabendo a esta Comissão manifestar-se sobre o seu
acolhimento ou não. Ressaltou que tratava-se de um documento interno,
produzido por um grupo de parlamentares designados especificamente para
esse fim. Desta forma, informou que, caso o Relatório fosse
aprovado, determinaria os encaminhamentos contidos em sua conclusão
e, caso rejeitado, também determinaria o seu arquivamento definitivo. Registrou que a pauta foi enviada
aos gabinetes dos membros da Comissão na semana passada, com a devida antecedência, além de o Relatório encontrar-se
disponível na pauta eletrônica e no próprio site da Câmara dos Deputados.
O Deputado Márcio Macêdo apresentou Questão de Ordem, baseado nos Artigos
22, inciso II, 100, § 1º, e 105, parágrafo único, do Regimento Interno da
Câmara dos Deputados. Argumentou que o Relatório do Grupo de Trabalho foi
incluído na Pauta sem ter sido aprovado na Legislatura anterior e
cujo relator não foi reeleito, desta forma sem elementos regimentais
para ter sido incluído na Pauta para ser debatido, pois o seu prazo foi
expirado na Legislatura passada e o relator, Deputado Edson
Duarte, ilustre e competente parlamentar, infelizmente não está presente
nesta Legislatura como Deputado. Registrou sua compreensão de que é
extemporâneo pautar este Relatório, tendo em vista a expiração
do tempo legal. Do ponto de vista técnico, registrou que tem
algumas divergências em relação do Relatório. Do ponto de vista
político, registrou que o Relatório responsabiliza o
ex-Presidente Lula em algumas questões. Registrou que o Relator tem
todo o direito de explicitá-las e ele e outros, também tem
o direito de discordarem. Neste sentido, sugeriu ao Presidente a
criação de um novo Grupo de Trabalho, possibilitando desta
forma debater o assunto. Registrou, também, a existência de
requerimento, de autoria do Deputado Giovani Cherini, de retirada de pauta
do Relatório, para possibilitar posteriormente debate mais intenso,
com a participação dos novos pares, devido ao fato de o
Relatório do Grupo de Trabalho poder não representar o sentimento da nova
composição desta Comissão. O Deputado Bernardo Santana de Vasconcellos
complementou a Questão de Ordem, ressaltando que o parágrafo único do
Artigo 105 do Regimento Interno desta Casa demanda que o
desarquivamento da proposição, mediante requerimento do autor, ou dos
autores, dentro dos primeiros cento e oitenta dias da primeira Sessão
Legislativa da Legislatura subsequente ou, no caso, por um novo
deputado. Concluiu que desta forma assiste razão a Questão de Ordem
apresentada pelo Deputado Márcio Macêdo. O Deputado Giovani Cherini
ressaltou que o Regimento da Casa é muito claro e afirmou "que quando se
encerra uma Legislatura, nós, automaticamente, deveríamos arquivar esses
relatórios. Quando assumi a Presidência desta Comissão, esse
Relatório estava em aberto e nós automaticamente o arquivamos. Talvez
não havia o aspecto legal disso, mas como a automaticidade deveria ter
acontecido, nós o fizemos durante nosso mandato. Portanto, em função de
que este parlamentar não está mais aqui na Casa, - senão nós teríamos aqui
oitocentos relatórios, oitocentos projetos. É natural e normal que os
relatórios deveriam ser aprovados durante aquela gestão. Portanto
estamos junto com o Deputado Márcio Macêdo nessa questão de ordem de que
esse relatório deve ser arquivado e por isso já fiz um pedido de
arquivamento, para que haja um novo Grupo de Trabalho e possa colocar -
até porque o STF também está discutindo essa questão e seria inoportuno e
prejudicial ao bom debate que nós aprovássemos um projeto dessa natureza,
que nós não participamos dessa discussão e não tivemos nenhuma
contribuição sobre esse Relatório". O Deputado Penna registrou
que entendia que, com a responsabilidade e o carinho que tem por
todos os oradores que o antecederam, deveria dizer ao ilustre
Deputado Márcio Macêdo e ao querido Deputado Giovani Cherini que o Edson
Duarte continua na Casa - não estar mais na Casa é uma expressão que não
traduz a situação, mas que aceitava o posicionamento de que o Edson Duarte
não estava na Casa na qualidade de parlamentar. Ressaltou
que todos deveriam reconhecer que a Coordenadora do Grupo de
Trabalho foi a Deputada Rebecca Garcia, que permance nesta Comissão.
Por último, disse que, embora aceitando a retirada de pauta
momentaneamente, uma vergonha para esta Casa, que mais uma vez o Tribunal
tenha que legislar. Ressaltou que esta Casa não pode perder a
oportunidade de se posicionar para que não se perpetue a
judicialização da política no Brasil. O Deputado Márcio Macêdo contraditou
o Deputado Penna, dizendo que tem uma posição diametralmente oposta à do
Deputado Penna, por tratar-se de uma discussão regimental, porque
esse tema pode ser favorável ao Deputado e assim utilizar desse
expediente, mas pode abrir precedente para um tema que não seja
favorável ao Deputado ou ao Brasil e, desta forma,
podemos criar nesta Casa uma "jurisprudência" de quebra do
Regimento. Exemplificou o seu posicionamento, acrescentando que a
Deputada Rebecca Garcia poderia em cento e oitenta dias, como consta
no Regimento Interno, requerer o desarquivamente e não o requereu. Do
ponto de vista do conteúdo, o Deputado Márcio Macêdo registrou que tinha
poucas divergências, a não ser no que versa na tentativa de fazer um
enfrentamento a um campo político ao presidente que estava no momento.
Frisou que não via poblemas em debater o conteúdo e poder fazer algumas
alterações técnicas, inclusive consensuadas com o Deputado Penna, por ser
um homem de espírito público. Reforçou que o problema era regimental,
por compreender que pode abrir um precedente sério para temas que
não sejam bom para o Brasil, nem para esta Casa e nem para o povo
brasileiro se colocada aqui com este tipo de expediente, por isso que
estava fazendo essa Questão de Ordem. Ressaltou que sabe que o Deputado
Edson Duarte está trabalhando na assessoria do PV (Partido Verde), mas
infelizmente não estava mais aqui como Deputado, porque é um Deputado
atuante e poderia estar contribuindo para o debate nesta Casa. O Deputado
Penna registrou que só não queria entender como depreciativa a
expressão do Deputado Márcio Macêdo "de uso de expediente". Reforçou
que não estava nem um pouco preocupado com o que o Relatório aborda em
relação à administração do governo anterior e que a preocupação era muito
maior de o regimento - que ele tinha dúvida dessa
interpretação - impedir que seja feita, nesse espaço próprio, a
discussão de uma causa tão importante. Neste caso, sugeriu ao
Presidente que fosse criado um novo Grupo de Trabalho e se
empreendesse não só a revisão do trabalho já feito pelos valorosos colegas
para validar e refazer o debate sobre esse tema tão importante que encheu
a nossa sala. O Deputado Arnaldo Jordy ressaltou que a questão regimental
precisava ser mais avaliada, pois tratava-se de um Grupo
de Trabalho e não de um parecer de um relator da Comissão, não
estando invalidadas as suas opiniões por conta de um Deputado
ou um membro não pertencer mais na titularidade deste
poder. Ressaltou que essas posições são questionáveis, pois
as opiniões estavam formuladas e caberia aos parlamentares da
Comissão considerá-las ou não, independente de quem as produziu e em
que espaço de tempo as produziu. Registrou que o seu entendimento é
no sentido de os parlamentares não preterirem, a
priori, a opinião manifestada por um Grupo de Trabalho de Deputados
que elaborou, dando opinião parecerista a esta Comissão, que podem
considerá-la do jeito que quiserem, in totum, rejeitá-la
integralmente, acolher parcialmente, etc., etc. No entanto,
ponderou que considerava que pela complexidade do debate, pelo
fato de o Supremo Tribunal Federal estar apreciando esta matéria em uma
audiência pública que tem posições, seria prudente sustar esta
apreciação agora e transferi-la para um outro momento, por conta da
conveniência, da complexidade e pelo fato da possibilidade de
amadurecimento desse amplo debate que está sendo feito, não só no
âmbito desta Comissão, mas também no Supremo Tribunal Federal, mas não
pelas razões de invalidade das opiniões aqui manifestadas pelo Relatório.
O Presidente, Deputado Sarney Filho, respondendo à Questão de Ordem,
ressaltou: "pelo que se pode observar aqui, esta é uma questão de fundo da
Comissão, não só envolve uma decisão desta Comissão, mas também de
outras Comissões, por isso entendo importante que o fórum adequado decida.
Assim, decido pela legalidade do meu ato, pela prerrogativa de colocar em
Pauta. Se o Deputado Márcio Macêdo quiser recorrer, que é legítimo, é
bom, porque nós vamos ter depois uma decisão, ano que vem ou a qualquer
momento, que essas decisões são demoradas, mais vai se estabelecer
uma regra. Não se trata aqui de um simples projeto de lei que foi
arquivado, foi um Grupo de Trabalho criado por esta Comissão e este
Relatório foi aprovado pelo Grupo de Trabalho e, no ano seguinte, o
Deputado Jorge Khoury que mandou arquivar por ofício alguns requerimentos,
em momento nenhum, determinou que este Relatório fosse arquivado. No ano
seguinte, o Deputado Giovani Cherini foi quem arquivou, na qualidade
de Presidente. Então, entendo que é prerrogativa do Presidente,
neste caso de Grupos de Trabalho, cujo Relatório já tenha sido aprovado
pelo Grupo de Trabalho, que o Relatório é passível de desarquivamento por
determinação do Presidente. Desta forma, não acolho a Questão de Ordem
apresentada pelo ilustre Deputado Márcio Macêdo." A seguir, o
Presidente comunicou a existência de requerimentos sobre a mesa de
retirada do Relatório da Ordem do Dia, de autorida do Deputado
Giovani Cherini. Registrou aos Deputados presentes da
existência de número para deliberar, no sentido de esta questão
ser definitivamente resolvida, ou aprovando ou rejeitando e, pelas
manifestaçãos que foram feitas, acreditava existir número maior
até mesmo pela rejeição. A seguir, o Deputado Penna solicitou vistas
do Relatório. Por ser regimental, o Presidente concedeu vistas do
processo ao Deputado Penna. A seguir, o Presidente esclareceu aos
Deputados que o prazo para a apresentação das emendas ao
orçamento foi definido ontem, dia 20/11/2012, até o
próximo dia 29/11/2012. Tendo em vista que necessariamente esta
Comissão teria que apreciar as emendas até a próxima reunião
deliberativa, dia 28/11/2012, próxima quarta-feira, o Presidente
sugeriu, - objetivando não correr o risco de não se obtendo
quórum no próximo dia 28/11/2012 e perder a
oportunidade de apreciação das emendas - a reapresentação das mesmas
emendas aprovadas no ano passado, com ajustes apenas dos
valores, destinando maior valor para a emenda atinente às unidades de
conservação. O Deputado Márcio Macêdo apoiou a proposta. O Deputado
Bernardo Santana de Vasconcellos ressaltou que participou ativamente da
discussão dos debates promovidos pelo então Presidente Giovani
Cherini para se chegar ao entendimento dessas emendas e aproveitou a
oportunidade para parabenizar o trabalho desempenhado pelo Deputado
Giovani Cherini em sua gestão, na promoção de várias seminários e debates
importantes. O Deputado Giovani Cherini parabenizou e agradeceu o
Presidente, Deputado Sarney Filho, por ter trazido novamente as
emendas à discussão, pois essas emendas foram bastante discutidas
pela Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e
também pelo Instituto Chico Mendes. Ressaltou que além da aprovação
dessas emendas é importante ter o apoio do governo
para a execução desses valores, pois os valores não são empenhados.
Propôs que a Comissão procurasse mecanismos para fazer valer
as emendas da Comissão, de forma que realmente o dinheiro
chegue ao seu destino e seja aplicado. O Presidente ressaltou
que as emendas são dirigidas aos órgãos do governo e neste sentido é
preciso que estes órgãos se mobilizem, tenham força política. Registrou
que a Comissão vai fazer o seu papel. O Deputado Márcio Macêdo propôs
que o Presidente da Comissão agendasse uma audiência com a Ministra
da Secretaria de Relações Institucionais, estando presente, também, a
Ministra de Meio Ambiente, para dialogar sobre as tratativas no sentido de
que as emendas sejam liberadas e que são fundamentais para o
País. O Presidente esclareceu que esteve com o Presidente do Instituto
Chico Mendes há quinze dias e ele comunicou que da emenda proposta por
esta Comissão, somente foram aprovados dez milhões e que esse valor
sequer tinha sido empenhado até o momento. Ressaltou que teve a
oportunidade de conversar com a Ministra da Secretaria de Relações
Institucionais, Ideli Salvatti, sobre essa questão, por duas vezes.
Assim, ficou acordado de se marcar audiências com o Presidente e o Relator
da Comissão Mista de Orçamento, além de audiência com a Ministra Ideli
Salvatti, com a presença da Ministra de Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
A seguir, o Presidente submeteu à apreciação as três propostas de emendas:
1) Consolidação
Territorial das Unidades de Conservação Federais, no valor de R$ 240
milhões - Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. Em
discussão e votação, foi aprovada por unanimidade; 2)
Identificação, Diagnóstico e Combate aos Processos de
Desertificação no Brasil, no valor de R$ 80 milhões - Ministério do Meio
Ambiente. Em discussão de votação, foi aprovada por unanimidade; e
3) Desenvolvimento Institucional para a Gestão Integrada dos Resíduos
Sólidos, no valor de R$ 80 milhões - Ministério do Meio Ambiente. Em
discussão e votação, foi aprovada por
unanimidade.
Após, o Presidente teceu considerações sobre a reunião de audiência
pública realizada ontem, dia 20/11/2012, destinda a discutir sobre as
hidrelétricas e as unidades de conservação na Amazônia - o caso da usina
Tapajós, no Pará. Ressaltou que
foi uma reunião muito relevante, durante a qual foi possível ouvir o
contraditório e, durante as discussões, surgiu a ideia de criação de
um Grupo de Trabalho para acompanhar esse processo de instalação e de
geração de energia na Amazônia. Assim, o Presidente comunicou que incluirá
na pauta da próxima reunião requerimento propondo a criação do
referido Grupo de Trabalho. Após, o Presidente retornou à ordem
normal da Pauta. 2 - REQUERIMENTO
Nº 166/12 -
do Sr. Penna - que "requer a realização de reunião de
audiência pública para discutir os principais temas e resultados do VII
Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (VII CBUC) e III Simpósio
Internacional de Conservação da Natureza". EM DISCUSSÃO E VOTAÇÃO,
FOI PROVADO POR UNANIMIDADE. O Presidente passou a
presidência ao Deputado Arnaldo
Jordy. REQUERIMENTO
Nº 167/12 -
do Sr. Sarney Filho - que "requer a realização de reunião
de audiência pública para discussão sobre a política nacional para a
conservação dos oceanos, com os expositores que especifica".
DISCUTIU A MATÉRIA O DEP. MÁRCIO MACÊDO (PT-SE). EM VOTAÇÃO, FOI
APROVADO POR UNANIMIDADE. O Presidente reassumiu a
presidência. B - Proposições Sujeitas à Apreciação do
Plenário: 4
- PROJETO
DE LEI Nº 317/11 - do Sr. Antonio
Bulhões - que "veda a utilização de carvão vegetal produzido com
matéria-prima oriunda de extrativismo, altera a Lei nº 4.771, de 15 de
setembro de 1965, Código Florestal, e a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro
de 1998, e dá outras providências". RELATOR: Deputado BERNARDO SANTANA DE
VASCONCELLOS. PARECER: pela aprovação, com substitutivo.
O Deputado Penna apresentou voto em
separado em 07/08/2012.
Vista à
Deputada Marina Santanna, em 07/11/2012. RETIRADO DE PAUTA, DE OFÍCIO.
C - Proposições Sujeitas à Apreciação Conclusiva pelas
Comissões: 5 - PROJETO
DE LEI Nº 7.934/10 - da Sra. Fátima
Pelaes - que "torna obrigatória a realização de cursos de reutilização e
reciclagem do papelão descartado por supermercados e distribuidoras
varejistas, a egressos do sistema prisional e jovens em cumprimento de
medidas socieducativas". RELATOR: Deputado VALDIR COLATTO. PARECER: pela
aprovação. Vista ao Deputado Paulo Piau,
em 04/07/2012. O DEPUTADO GIOVANI CHERINI LEU O PARECER.
REJEITADO O PARECER. DESIGNADO
RELATOR DO VENCEDOR, DEP. BERNARDO SANTANA DE VASCONCELLOS (PR-MG). 6
- PROJETO
DE LEI Nº 855/11 - do Sr. Carlos Bezerra
- que "altera a Lei nº 9.985, de 2000, que "regulamenta o art. 225, § 1º,
incisos I, II, III e VII da Constituição Federal, institui o Sistema
Nacional de Unidades de Conservação da Natureza e dá outras providências",
no que diz respeito à proteção dos sítios espeleológicos do território
nacional". RELATOR: Deputado PENNA. PARECER: pela aprovação. Os Deputados Penna e Bernardo Santana de
Vasconcellos apresentaram votos em separado. Vista
ao Deputado Bernardo Santana de Vasconcellos, em 19/09/2012. O RELATOR LEU
O SEU PARECER. REJEITADO O PARECER,
CONTRA OS VOTOS DOS DEPUTADOS SARNEY FILHO E, EM SEPARADO,
DO DEPUTADO PENNA. DESIGNADO RELATOR DO VENCEDOR, DEP. BERNARDO
SANTANA DE VASCONCELLOS (PR-MG). APROVADO O PARECER DEP. BERNARDO SANTANA
DE VASCONCELLOS (PR-MG), CONTRÁRIO, CONTRA OS VOTOS DOS DEPUTADOS
SARNEY FILHO E PENNA. O PARECER DO RELATOR PASSOU A CONSTITUIR VOTO EM
SEPARADO. 7
- PROJETO
DE LEI Nº 1.908/11 - do Sr. Onofre Santo
Agostini - que "estabelece tratamento diferenciado, em relação à
incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI, a
estabelecimentos industriais, ou estabelecimentos equiparados a
industriais, de cujas operações resultem produtos reciclados que contenham
resíduos sólidos". RELATOR: Deputado VALDIR COLATTO. PARECER: pela
aprovação. Vista à Deputada Marina
Santanna, em 22/08/2012.
A
Deputada Marina Santanna apresentou voto em separado em 07/11/2012. DISCUTIU A MATÉRIA O DEP. PENNA
(PV-SP). APROVADO REQUERIMENTO DE RETIRADA DE PAUTA DO DEPUTADO ARNALDO
JORDY, SUBSCRITO PELOS DEPUTADOS ARNALDO JARDIM E LEONARDO MONTEIRO.
Nada mais havendo a tratar, o Presidente convidou os parlamentares e
demais presentes a participarem das seguintes reuniões: 1) Reunião de
Audiência Pública, Conjunta com a Comissão de Desenvolvimento Urbano,
tendo como tema "Discutir incentivos à Indústria de Reciclagem", requerida
pelos Deputados Penna e Rosane Ferreira, a realizar-se hoje, às onze
horas, no Plenário nº 16, Anexo II, desta Casa; e 2) Reunião de Audiência
Pública, tendo como tema: "Questão da Seca no Nordeste Brasileiro",
requerida pelo Deputado Sarney Filho, a realizar-se amanhã, dia
22/11/2012, às dez horas, no Plenário nº 8, Anexo II, desta Casa. Em
seguida, submeteu a presente Ata, em resumo, à apreciação. A leitura da
Ata foi dispensada a pedido do Deputado Penna. Em discussão e votação, a
Ata foi aprovada por unanimidade. Após, o Presidente declarou encerrada a
reunião, às onze horas e vinte e nove minutos. E, para constar, eu
______________________, Aurenilton Araruna de Almeida, lavrei a presente
Ata, que por ter sido lida e aprovada, será assinada pelo Presidente,
Deputado Sarney Filho ______________________, e publicada no Diário da
Câmara dos Deputados.xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx.
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