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        <title>Câmara notícias - Câmara dos Deputados</title>
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        <description>Câmara Notícias </description>
        <lastBuildDate>Thu, 21 May 2026 01:14:56 GMT</lastBuildDate>
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        <copyright>Copyright(C) Câmara dos Deputados</copyright>
        <item>
            <title><![CDATA[Debatedores divergem sobre medidas do governo para conter preços dos combustíveis]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274730-debatedores-divergem-sobre-medidas-do-governo-para-conter-precos-dos-combustiveis/</link>
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            <pubDate>Thu, 21 May 2026 00:24:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Representantes das distribuidoras criticaram o imposto sobre a exportação de petróleo criado pelo Executivo]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274748" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274748">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520172128709-768x473.jpeg" alt="Audiência Pública - Eficiência econômica e fiscal, impactos sociais das subvenções e incentivos ao setor de combustíveis previstos nas Medidas Provisórias nº 1340, 1343 e 1349/2026 e decretos correlatos. Dep. Coronel Fernanda (PL - MT)" /></div>
<div class="midia-legenda">A Comissão de Minas e Energia debateu o assunto</div>
</div>
<p>Participantes de audiência pública da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados divergiram sobre as medidas adotadas pelo governo para reduzir o impacto da alta dos combustíveis no Brasil.</p>
<p>Durante o debate realizado nesta quarta-feira (20), representantes do setor criticaram o imposto sobre a exportação de petróleo criado pelo Executivo.</p>
<p>Segundo eles, a alta do petróleo no mercado internacional já elevaria a arrecadação federal a um patamar superior aos R$ 40 bilhões previstos para custear subsídios ao diesel e à gasolina.</p>
<p>Segundo cálculos do representante do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Claudio Fontes Nunes, caso o barril de petróleo permaneça em US$ 90 até o fim do ano, o governo arrecadará R$ 45 bilhões acima do previsto.</p>
<p>A estimativa considera receitas obtidas com royalties e participações especiais.</p>
<p>“O aumento da carga tributária para o setor é altamente injusto e desnecessário. Ele afasta novos investimentos”, afirmou Claudio Fontes Nunes.</p>
<p>Segundo ele, a medida reduz a previsibilidade do mercado brasileiro e prejudica a competitividade do país na disputa internacional por investimentos no setor petrolífero.</p>
<p>“Precisamos disputar esses investimentos com outras províncias petrolíferas mundiais e, para isso, precisamos ser um mercado previsível e confiável”, declarou.</p>
<p>O representante do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), André Pereira Tokarski, discordou das críticas feitas pelo setor.</p>
<p>Na avaliação dele, o imposto é necessário para regular a oferta de combustíveis no mercado interno.</p>
<p>“São medidas regulatórias, e não arrecadatórias. A Constituição prevê esse tipo de imposto diante de um cenário internacional adverso e imprevisível”, afirmou.</p>
<div id="image-container-1274739" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274739">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520172119881-768x473.jpeg" alt="Audiência Pública - Eficiência econômica e fiscal, impactos sociais das subvenções e incentivos ao setor de combustíveis previstos nas Medidas Provisórias nº 1340, 1343 e 1349/2026 e decretos correlatos. Diretor do Departamento de Combustíveis Derivados de Petróleo - Ministério de Minas e Energia (MME), Edie Andreeto Junior." /></div>
<div class="midia-legenda">Andreeto: reajustes dos combustíveis no Brasil ficaram abaixo dos registrados em outros países afetados pela guerra</div>
</div>
<p><strong>Medidas</strong><br />
Com a alta do petróleo provocada pela guerra no Oriente Médio, o governo federal adotou medidas para reduzir o impacto dos reajustes ao consumidor.</p>
<p>Segundo o diretor do Ministério de Minas e Energia, Edie Andreeto Junior, entre as principais ações estão o subsídio de R$ 1,20 por litro de diesel e a redução a zero das alíquotas de [[g PIS]]/[[g Cofins]] sobre combustíveis.</p>
<p>Além disso, o governo subsidia o gás de cozinha e criou uma linha de crédito de R$ 1 bilhão para empresas aéreas.</p>
<p>Segundo Edie Andreeto Junior, os reajustes dos combustíveis no Brasil ficaram abaixo dos registrados em outros países afetados pela guerra.</p>
<p>De acordo com ele, o diesel acumulou alta de 17,7% desde o início do conflito, enquanto a gasolina subiu 5,9%.</p>
<p>Em outros países, segundo o representante do ministério, o diesel teria registrado alta de 48%, e a gasolina, de 44%.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Ministro dos Portos diz que obra do túnel Santos-Guarujá deve começar em janeiro de 2027]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274690-ministro-dos-portos-diz-que-obra-do-tunel-santos-guaruja-deve-comecar-em-janeiro-de-2027/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274690-ministro-dos-portos-diz-que-obra-do-tunel-santos-guaruja-deve-comecar-em-janeiro-de-2027/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 23:43:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Tomé Franca também falou sobre megaterminal de contêiner do Porto de Santos]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274720" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274720">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520172754976-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Suspensão do financiamento do túnel Santos-Guarujá. Ministro - Ministério de Portos e Aeroportos, Tomé França." /></div>
<div class="midia-legenda">Franca falou com os deputados na Comissão de Viação e Transportes</div>
</div>
<p>O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, atualizou o andamento de vários projetos de infraestrutura na Baixada Santista durante audiência na Comissão de Viação e Transporte da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (20). Maior obra do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Túnel Santos-Guarujá tem investimentos federais de R$ 6 bilhões e será construído em parceria com o governo do estado de São Paulo.</p>
<p>O leilão de concessão foi realizado em setembro do ano passado, e o ministro garantiu que não resta mais entrave jurídico ou financeiro para o início das obras em 2027 e para a operação a partir de 2030.</p>
<p>“O aporte financeiro já foi realizado tanto pela autoridade portuária de Santos quanto pelo governo do estado. O leilão já aconteceu, o contrato já foi assinado e nós devemos ter o início dessa obra – que a gente está trabalhando para ser – no primeiro mês de 2027”, disse.</p>
<p>A ligação entre Santos e Guarujá, atualmente feita por balsas ou por um trajeto de 40 quilômetros de estrada, será substituída por um túnel com apenas 900 metros de extensão e 18 metros de profundidade no estuário de Santos.</p>
<p>A obra é considerada fundamental para a infraestrutura do Porto de Santos e para a mobilidade urbana na Baixada Santista, e beneficiará cerca de 720 mil moradores da região. Está previsto um pedágio de R$ 6,15, que será cobrado a partir do sexto ano de operação comercial. Haverá gratuidade total para a travessia de pedestres e ciclistas na galeria central do túnel, que terá três faixas para veículos em cada sentido, com adaptação garantida para a futura passagem de veículos leves sobre trilhos (VLTs).</p>
<p>A deputada Rosana Valle (PL-SP) justificou a realização da audiência na Câmara sobre o tema.</p>
<p>“A população está cética. Será que vai sair dessa vez? Porque nós vemos muitas festas políticas de inauguração de obra que ainda nem começou. Então, é uma preocupação bastante válida, porque é uma reivindicação de mais de 100 anos da população”, pontuou.</p>
<p><strong>Terminal de contêiner</strong><br />
A deputada também questionou o ministro sobre as pendências em torno do leilão de concessão para o futuro Tecon 10, o megaterminal de contêineres do Porto de Santos, com previsão de investimentos de R$ 6 bilhões. Tomé Franca ressaltou a magnitude da obra, que vai aumentar em 50% a capacidade de movimentação de contêineres no porto, e garantiu que a modelagem da concessão está sendo discutida de forma técnica.</p>
<p>“Esse processo de possibilidades de modelagem é natural diante da importância que esse investimento traz para o setor portuário. O meu maior desejo é que a gente possa publicar o edital ainda neste ano e realizar o leilão ainda neste ano”, afirmou.</p>
<p>O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), que regula o setor, Frederico Dias, admitiu que eventuais mudanças no modelo de licitação poderão levar o processo a uma nova análise do Tribunal de Contas da União (TCU). A deputada Rosana Valle afirmou que um grupo de parlamentares da Comissão de Viação e Transportes vai acompanhar o andamento desses projetos, inclusive a viabilização do aeroporto civil do Guarujá.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Câmara aprova projeto que reconhece Jaguariúna como a Capital Country do Brasil]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274712-camara-aprova-projeto-que-reconhece-jaguariuna-como-a-capital-country-do-brasil/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274712-camara-aprova-projeto-que-reconhece-jaguariuna-como-a-capital-country-do-brasil/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 23:25:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274755" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274755">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260310171811255-1-768x474.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Simone Marquetto (MDB - SP)" /></div>
<div class="midia-legenda">Simone Marquetto é a relatora do projeto</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4689/25, do deputado Mauricio Neves (PP-SP), que reconhece Jaguariúna (SP) como a Capital Country do Brasil. A proposta segue para o Senado.</p>
<p>Segundo Neves, a história de Jaguariúna é marcada por sua conexão com o campo, com mais de 35 anos de rodeios no Jaguariúna Rodeo Festival, realizado em setembro.</p>
<p>"Com o Jaguariúna Rodeo Festival, a mistura dos grandes clássicos com os novos hits do sertanejo transformou o evento em um dos maiores do segmento. O festival foi um dos primeiros a combinar a emoção das competições de rodeio com shows de grandes artistas nacionais e até internacionais", disse.</p>
<p>Os rodeios movimentam a economia regional em mais de R$ 50 milhões só no período da festa, segundo Neves, o que torna Jaguariúna o epicentro country da região metropolitana de Campinas. "Ser reconhecida nacionalmente como a 'Capital Country do Brasil' é, portanto, o registro legal de uma condição natural da comunidade", afirmou o autor.</p>
<p>A relatora, deputada Simone Marquetto (MDB-SP), afirmou que Jaguariúna é historicamente ligada à cultura do interior, com forte tradição agrícola e pecuária, e que o rodeio é parte intrínseca dessa cultura. "O estilo country está presente no cotidiano dos moradores, na moda, na culinária e nos empreendimentos locais, e a cidade amplia seu potencial turístico com roteiros que valorizam a tradição rural e o estilo sertanejo moderno", declarou.</p>
<p>Marquetto lembrou que a primeira edição do festival em Jaguariúna foi em 1989 e evoluiu para contemplar programação musical diversificada. "O evento promove a cultura e as tradições do interior do Brasil, preservando e celebrando o legado da cultura rural, e muitas gerações locais cresceram participando e apreciando o festival, tornando-o parte integrante da identidade da cidade."</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82214">Assista à sessão ao vivo</a></p>
<p><strong>Mais informações a seguir</strong></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Deputados aprovam projeto que impede a fiscalização ambiental de adotar medidas cautelares]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274577-deputados-aprovam-projeto-que-impede-a-fiscalizacao-ambiental-de-adotar-medidas-cautelares/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274577-deputados-aprovam-projeto-que-impede-a-fiscalizacao-ambiental-de-adotar-medidas-cautelares/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 23:20:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[O texto impede, por exemplo, a destruição ou inutilização de equipamentos ou produtos de crime ambiental]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274758" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274758">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520195001890-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Marussa Boldrin (MDB-GO)" /></div>
<div class="midia-legenda">Marussa Boldrin é a relatora da proposta</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que impede a fiscalização ambiental de adotar medidas cautelares, como a antecipação de sanções, listadas na <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1998/lei-9605-12-fevereiro-1998-365397-norma-pl.html">Lei dos Crimes Ambientais</a>. A matéria será enviada ao Senado.</p>
<p>De autoria dos deputados Lucio Mosquini (MDB-RO) e Zé Adriano (PP-AC), o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1256760-projeto-limita-embargo-ambiental-com-base-so-em-deteccao-remota">Projeto de Lei 2564/25</a> foi aprovado conforme <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da relatora, a deputada Marussa Boldrin (MDB-GO).</p>
<p>Inicialmente, o projeto proibia o uso de imagens de satélite como base para impor embargos a obras ou desmatamentos por meio de medidas cautelares, mas a relatora manteve essa possibilidade, desde que assegurada a notificação prévia ao envolvido para que apresente esclarecimentos e documentos.</p>
<p>Com isso, embora certas intervenções sejam proibidas, como desmatar dentro de unidades de conservação integral, uma atuação da fiscalização para impedir o avanço da ação dependeria dessa defesa.</p>
<p>Da mesma forma, o texto impede, por exemplo, a destruição ou inutilização de equipamentos ou produtos de crime ambiental por considerá-las antecipação da sanção prevista na lei de crimes ambientais.</p>
<p>Esse tipo de ação é adotada pelo Ibama em situações mais graves com base no Decreto 6.154/08 e em razão da impossibilidade de deslocamento de máquinas e outros veículos utilizados para desmatamento de dentro da mata para a unidade do órgão como forma de apreensão. Assim, essa medida cautelar interrompe danos maiores em casos de crime ambiental.</p>
<p><strong>Sem defesa<br />
</strong>O deputado Lucio Mosquini, um dos autores da proposta, afirmou que atualmente há punição por crimes ambientais sem direito de defesa.</p>
<p>"Não podemos, a custo do uso dos satélites, afrontar o direito de defesa do cidadão. Esse é um princípio elementar da democracia. Quando um equipamento eletrônico usurpa esse direito, temos de nos insurgir contra isso", disse.</p>
<p>Segundo ele, o ônus da prova atualmente é todo do produtor. "O satélite não sabe se aquilo é desmatamento, se colocou fogo na propriedade, se houve tempestade e caiu árvore. O que ele faz, através de IA [inteligência artificial], é embargar", afirmou.</p>
<p>Para a relatora, deputada Marussa Boldrin, a proposta é bastante pertinente e oportuna. "Garantimos o amplo direito de defesa dos nossos produtores, da nossa agricultura, pecuária e do meio ambiente", disse.</p>
<p>O líder da oposição, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), disse que a proposta garante o direito de defesa a produtores rurais. "Fim do embargo ambiental automático", defendeu.</p>
<p><strong>Preservação<br />
</strong>Porém, o líder da federação Psol-Rede, deputado Tarcísio Motta (Psol-RJ), afirmou que o projeto vai proteger criminosos. "Temos um crime cometido e há um flagrante. Estamos falando de áreas remotas que precisam ser preservadas. E falando de um tipo de crime em que a urgência das medidas é absolutamente necessária", defendeu.</p>
<p>Segundo ele, o princípio da preservação ambiental deve garantir que os mecanismos de fiscalização e de responsabilização daqueles que cometem crimes ambientais não se fragilizem.</p>
<p>Para a deputada Marina Silva (Rede-SP), a proposta não quer corrigir injustiças, mas voltar a um tempo de menos fiscalização. "Injustiça é expor o fiscal do Ibama, do ICMBio a ir para operação corpo a corpo e ser recebido com bala por pessoas que invadem e fazem grilagem de terra pública, terra indígena", disse.</p>
<p>O deputado Bohn Gass (PT-RS), disse que os desmatamentos reduziram nos últimos anos em grande medida pela fiscalização remota. "Precisamos pensar no desenvolvimento do país, nos afirmarmos mundialmente. É fundamental que a gente produza e preserve."</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82214">Assista à sessão ao vivo</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Câmara aprova projeto que inclui economia criativa como beneficiária de fundos regionais]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274646-camara-aprova-projeto-que-inclui-economia-criativa-como-beneficiaria-de-fundos-regionais/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274646-camara-aprova-projeto-que-inclui-economia-criativa-como-beneficiaria-de-fundos-regionais/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 22:19:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[São envolvidos os fundos constitucionais de financiamento do Norte (FCO); do Nordeste (FCE) e do Centro-Oeste (FCO)]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274760" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274760">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520190352298-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Lídice da Mata (PSB - BA)" /></div>
<div class="midia-legenda">Lídice da Mata é a relatora da proposta</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que inclui, como beneficiários de recursos de fundos constitucionais de incentivo regional, os empreendimentos de economia criativa. A matéria será enviada ao Senado.</p>
<p>De autoria do deputado Airton Faleiro (PT-PA), o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/719535-projeto-permite-uso-de-fundo-constitucional-do-norte-nordeste-e-centro-oeste-em-economia-criativa">Projeto de Lei 4733/20</a> foi aprovado com parecer favorável da deputada Lídice da Mata (PSB-BA).</p>
<p>Os fundos envolvidos são o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FCO), o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FCE) e o Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO).</p>
<p>A  economia criativa é definida, pelo projeto, como a criação, produção e distribuição de bens e serviços que usem criatividade, cultura, capital intelectual e artístico como insumos primários.</p>
<p><strong>Importância para o crescimento</strong><br />
A deputada Lídice da Mata afirmou que o Brasil não pode permanecer em silêncio quanto à importância da economia criativa para o seu crescimento. "Os fundos nacionais do Centro-Oeste, do Norte e do Nordeste, regiões extremamente criativas, devem e podem participar desse processo de financiamento e promoção", disse.</p>
<p>Para a deputada Marina Silva (Rede-SP), a economia criativa ajuda a perceber processos produtivos intangíveis como a arte. "Além disso, tem efeitos secundários na formação social, econômica e cultural das pessoas. Em um momento de grave crise de valores, a economia criativa entra como forma de ajudar a que a gente possa usar todo nosso patrimônio cultural como algo a favor do desenvolvimento social e cultural do país", disse.</p>
<p>Porém, o deputado Luiz Lima (PL-RJ) disse que a proposta é mais uma oportunidade de se fazer militância política com recursos públicos.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82214">Assista à sessão ao vivo</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Câmara aprova projeto que retoma a redução dos limites da Floresta Nacional do Jamanxim, no Pará]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274521-camara-aprova-projeto-que-retoma-a-reducao-dos-limites-da-floresta-nacional-do-jamanxim-no-para/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274521-camara-aprova-projeto-que-retoma-a-reducao-dos-limites-da-floresta-nacional-do-jamanxim-no-para/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 22:04:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Teto aprovado desmembra dos atuais 1,3 milhão de hectares (ha) da floresta um total de 486 mil ha para conversão em Área de Proteção Ambiental (APA).]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274530" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274530">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520170049607med-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (REPUBLICANOS - PB)" /></div>
<div class="midia-legenda">Plenário da Câmara dos Deputados durante discussão e votação de propostas legislativas</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que retoma a redução dos limites da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim, no Pará. A matéria será enviada ao Senado.</p>
<p>De autoria do deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL), o Projeto de Lei 2486/26 foi aprovado na forma do <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado José Priante, que também foi relator da <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/505613-mps-alteram-limites-de-parques-floresta-e-areas-de-protecao-no-para">Medida Provisória 756/16</a> sobre o mesmo tema.</p>
<p>Em 2017, a MP foi vetada integralmente pelo então presidente da República Michel Temer após mudanças no Congresso. Ele enviou projeto no mesmo ano sobre o assunto, que não avançou na tramitação desde então.</p>
<p>O substitutivo desmembra dos atuais 1,3 milhão de hectares (ha) da floresta um total de 486 mil ha para conversão em Área de Proteção Ambiental (APA).</p>
<p>A Flona do Jamanxim passará a ficar com cerca de 815 mil hectares. A região também enfrenta dificuldades para conter a exploração ilegal da unidade de conservação por meio de desmatamento e garimpo.</p>
<p>O texto permite explicitamente a mineração dentro da floresta e da APA criada, segundo planos de manejo.</p>
<p>Segundo José Priante, há uma "necessidade incontornável" de resolver conflitos fundiários na região, cuja ocupação é anterior à área protegida, tanto em área de garimpo quanto em área de zoneamento de atividade produtiva.</p>
<p>"O projeto não extingue áreas protegidas, apenas recategoriza parcela da Floresta Nacional do Jamanxim", afirmou.</p>
<p><strong>Rodovia<br />
</strong>Criadas em 2006, a floresta e o Parque Nacional do Jamanxim fizeram parte de uma estratégia para evitar a degradação ambiental na região devido à rodovia BR-163, que corta a área desde 1976, ligando inicialmente o Mato Grosso ao Pará (hoje a rodovia segue o planejamento inicial e vai até o Rio Grande do Sul). No entanto, ao longo do tempo a degradação ambiental continuou.</p>
<p>Um parque nacional é uma unidade de proteção integral, na qual podem ocorrer poucas atividades, como turismo. Já floresta nacional e APA integram o grupo das unidades de uso sustentável, que permitem outras atividades, desde manejo sustentável de extração de madeira até certas atividades de produção agrícola e extrativista.</p>
<p>O relator, deputado José Priante, afirmou que o decreto de criação da Flona do Jamanxim, de 2006, incluiu áreas já ocupadas por agricultores que participavam de políticas públicas de ocupação do território e de desenvolvimento regional.</p>
<p>"Desde a criação da Floresta Nacional do Jamanxim revela-se uma tensão permanente entre a pressão pela regularização fundiária e pela expansão das atividades agropecuárias na região, de um lado, e os compromissos constitucionais e legais de proteção da Amazônia, de outro", disse.</p>
<p><strong>Desapropriações<br />
</strong>O texto aprovado permite ao governo realocar, em terras disponíveis da União ou do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), na Amazônia Legal, os ocupantes de áreas rurais dentro dos novos limites da Floresta Nacional do Jamanxim. Até assumir a posse das novas áreas, os ocupantes poderão continuar a exercer suas atividades econômicas.</p>
<p>Quanto à regularização fundiária, no âmbito da <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2009/lei-11952-25-junho-2009-589064-norma-pl.html">Lei 11.952/09</a>, o texto aprovado especifica que as exigências de praticar cultura efetiva e de comprovar a ocupação pacífica, por si ou por seus antecessores anteriormente a 1º de dezembro de 2004, serão relativas às áreas originalmente ocupadas.</p>
<p>O texto condiciona, entretanto, a titulação à inexistência de desmatamento ilegal na área regularizada.</p>
<p><strong>Parque nacional<br />
</strong>Na época de votação da MP 756/17 também foi aprovada a <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/505613-mps-alteram-limites-de-parques-floresta-e-areas-de-protecao-no-para">MP 758/17</a>, que reduzia os limites do parque do Jamanxim. Esse texto foi transformado na Lei 13.452/17, mas sua eficácia foi suspensa por liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, no âmbito de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) do Psol que questiona a redução da proteção ambiental.</p>
<p>O partido questiona ainda o fato de a alteração dos limites do parque ter sido feita por medida provisória em vez de projeto de lei. A lei questionada exclui 852 hectares do parque nacional para ampliar a faixa de domínio do traçado da ferrovia.</p>
<p>O placar do julgamento está em 2 a 0 a favor da validade da lei, com votos do relator e do então ministro Luís Roberto Barroso, já aposentado.</p>
<p>O julgamento tinha sido suspenso por um pedido de vista do ministro Flávio Dino, mas a retomada do julgamento está prevista para esta quarta-feira (20).</p>
<p>A negociação com o governo envolveu a passagem da ferrovia EF-170 (Ferrogrão) em área fora do parque. O projeto da ferrovia foi incluído no novo PAC do governo federal.</p>
<p><strong>Conflitos fundiários<br />
</strong>O deputado Henderson Pinto (MDB-PA) disse que há, dentro da Flona, famílias incentivadas pelo poder público a ocupar a região. "Essas pessoas acordaram de um dia para o outro dentro de uma unidade de conservação de proteção integral. Essas famílias ficaram 20 anos sem conseguir acessar crédito rural, sem usar suas áreas como garantia, sem poder investir, crescer ou planejar a sucessão familiar", disse o parlamentar.</p>
<p>Porém, o líder da federação Psol-Rede, Tarcísio Motta (Psol-RJ), classificou a proposta como "premiação da grilagem", abertura de precedente para fragilizar o sistema nacional de unidades de conservação. "Todos os órgãos reconhecem que há conflitos fundiários complexos dentro da Flona do Jamanxim. Mas nenhum dos órgãos de controle ambiental diz que é para fazer o que está sendo feito aqui, fragilizar toda a possibilidade de proteção", afirmou.</p>
<p>O deputado Joaquim Passarinho (PA), vice-líder do PL, reforçou que a criação da APA vai garantir respeito às pessoas que já estavam na região antes da criação da Flona. "Quando se decidiu fazer uma floresta e demarcar, essas pessoas já estavam lá. Chegaram lá desbravando, pegando doença, morrendo, por falta de Estado. E agora chega o governo, que nunca foi lá, roubando o gado do produtor. Isso é um desrespeito", declarou.</p>
<p>A deputada Marina Silva (Rede-SP) afirmou que a proposta representa o risco de reduzir a proteção ambiental de uma área muito importante e estratégica.</p>
<p>"Os conflitos fundiários que temos ali não serão resolvidos com flexibilização, mas com gestão adequada e alternativas para que as comunidades que, de boa-fé, lá estão possam ser remanejadas", disse. Marina Silva deixou o comando do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima em abril de 2026, prazo limite de desincompatibilização eleitoral disputar vaga nas eleições de 2026.</p>
<p><strong>Autoridades paraenses<br />
</strong>O ex-governador do Pará Helder Barbalho acompanhou a votação do texto na tribuna da Mesa Diretora.</p>
<p>"Quero cumprimentar o ex-governador do Pará Helder Barbalho que está aqui no plenário juntamente com toda a bancada e nos solicitou a votação desse item, pleito antigo do povo paraense, trazendo a possibilidade de poder aumentar a produtividade a geração de emprego de renda naquela região do Pará", afirmou o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82214">Assista à sessão ao vivo</a></p>
<p><strong>Mais informações a seguir</strong></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Especialistas defendem na Câmara controle da violência contra mulheres nas plataformas digitais]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274604-especialistas-defendem-na-camara-controle-da-violencia-contra-mulheres-nas-plataformas-digitais/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274604-especialistas-defendem-na-camara-controle-da-violencia-contra-mulheres-nas-plataformas-digitais/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 21:46:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Debate foi promovido pelo grupo de trabalho que analisa proposta de criminalização da misoginia]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274622" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274622">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520152145244-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Misoginia em rede: radicalização digital, disseminação do ódio contra mulheres. Dep. Tabata Amaral (PSB-SP)" /></div>
<div class="midia-legenda">Tabata Amaral (C), coordenadora do grupo de trabalho</div>
</div>
<p>A criminalização da misoginia é vista como um passo essencial, mas insuficiente, para combater a escalada de ódio contra as mulheres no ambiente digital. Durante audiência promovida pelo grupo de trabalho que trata do assunto na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (20), palestrantes defenderam que a punição legal deve caminhar ao lado de medidas educativas e de regulação das plataformas de redes sociais para conter a violência que migra do virtual para o real.</p>
<p>Segundo a fundadora da organização de pesquisa InternetLab, Mariana Valente, a tipificação penal é necessária por uma questão de consistência jurídica.</p>
<p>“O Brasil já criminaliza discursos de ódio por raça, origem nacional e religião, mas os discursos equivalentes direcionados às mulheres não têm punição criminal. Isso é uma distinção indefensável perante o direito brasileiro”, afirmou.</p>
<p>Ela sugeriu regras de remoção de conteúdo equilibradas, transparência nos algoritmos e a especificação do “dever de cuidado” das redes sociais.</p>
<p>A chefe da Assessoria Especial de Comunicação do Ministério das Mulheres, Janara Sousa, confirmou que há uma relação entre misoginia on-line e aumento da violência contra a mulher.</p>
<p>“O discurso de ódio desumaniza as vítimas, tornando-as descartáveis e passíveis de serem violentadas”, apontou.</p>
<p>Outro ponto do debate foi a monetização da misoginia. Janara Sousa trouxe dados de um estudo que analisou 137 canais machistas, constatando que 80% deles são monetizados por meio de anúncios, clubes de membros e doações diretas.</p>
<p>A interrupção desse fluxo financeiro também foi citada no debate como caminho para combater a misoginia.</p>
<div id="image-container-1274617" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274617">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520162544417-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Misoginia em rede: radicalização digital, disseminação do ódio contra mulheres. Chefe da Assessoria Especial de Comunicação do Ministério das Mulheres - Assessoria Especial de Comunicação do Ministério das Mulheres, Janara Kalline." /></div>
<div class="midia-legenda">Janara Sousa: “O discurso de ódio desumaniza as vítimas, tornando-as descartáveis e passíveis de serem violentadas”</div>
</div>
<p><strong>Aperfeiçoamento legislativo<br />
</strong>O grupo de trabalho analisa o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1266776-projeto-equipara-misoginia-ao-racismo-e-preve-pena-maior-em-casos-de-violencia-domestica">Projeto de Lei 896/23</a>, sob coordenação da deputada Tabata Amaral (PSB-SP).</p>
<p>O objetivo do encontro foi reunir subsídios para o aperfeiçoamento da proposta, que equipara a misoginia ao crime de racismo, tornando-a inafiançável e imprescritível, com penas de reclusão de dois a cinco anos.</p>
<p>Tabata pautou o debate com três questões: a existência de uma relação de causalidade entre o discurso de ódio on-line e o aumento de feminicídios; as estratégias práticas para enfrentar esses grupos; e como garantir proteção efetiva para mulheres e meninas vítimas de crimes como conteúdos falsificados e perseguição on-line.</p>
<p><strong>Além da criminalização<br />
</strong>Para as especialistas, o enfrentamento do problema exige ações estruturais. A consultora e educadora Sheylli Caleffi, por exemplo, defendeu a necessidade de diretrizes curriculares que promovam o respeito desde a infância.</p>
<p>“Uma educação para a equidade, para o respeito nas escolas, desde sempre se faz necessária. Mesmo que a família tenha valores muito sólidos de respeito, o adolescente passa de quatro a seis horas por dia na internet. Quem é que vai influenciá-lo mais? A família ou esses influenciadores que estão cometendo o que eu vou chamar de crime?”, questionou Sheylli.</p>
<p>Já a pesquisadora Sara Clem, do Instituto Sivis, enfatizou a importância de delegacias preparadas, Ministério Público capacitado e um Judiciário sensível ao tema.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Plataformas relatam desafio técnico para cumprir regras eleitorais sobre IA e fake news]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274548-plataformas-relatam-desafio-tecnico-para-cumprir-regras-eleitorais-sobre-ia-e-fake-news/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274548-plataformas-relatam-desafio-tecnico-para-cumprir-regras-eleitorais-sobre-ia-e-fake-news/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 21:17:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Representante da Meta, TikTok, Kwai, Amazon e Discord participou de debate na Câmara]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274590" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274590">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520153724402-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Impacto das resoluções do TSE nas eleições de 2026." /></div>
<div class="midia-legenda">A Comissão de Comunicação da Câmara debateu o assunto</div>
</div>
<p>A diretora de Relações Institucionais do Conselho Digital, Roberta Jacarandá, relatou a deputados nesta quarta-feira (20) os desafios técnicos das plataformas de internet para cumprir as resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o uso de inteligência artificial (IA) e desinformação nas eleições deste ano (fake news).</p>
<p>Segundo ela, termos subjetivos nas normas podem levar as plataformas digitais a apagar conteúdos legítimos, como sátiras, por medo de punições judiciais. A preocupação central é que a exigência de retirada imediata force os algoritmos a agirem com rigor excessivo.</p>
<p>Roberta Jacarandá destacou que conceitos como "conteúdos notoriamente inverídicos" são vagos e dificultam a análise tecnológica. Ela acrescentou que, ao impor responsabilidade conjunta às empresas pela permanência das postagens, a resolução cria um cenário de insegurança jurídica.</p>
<p>“Ao mesmo tempo que não se quer que haja uma intervenção no processo democrático, no debate público, você abre uma porta para que as plataformas atuem de forma proativa, sem depender de decisão judicial, e aplica a responsabilidade solidária. Ou seja, você coloca as plataformas entre dois riscos: se elas derrubam demais, elas são acusadas de censura. Se não derrubam, são responsabilizadas solidariamente”, afirmou a diretora, que representou empresas como Meta, TikTok, Kwai, Amazon e Discord no debate promovido pela Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados.</p>
<div id="image-container-1274591" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274591">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520165010535-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Impacto das resoluções do TSE nas eleições de 2026. Procurador Nacional da União de Defesa da Democracia - Advocacia-Geral da União, Raphael Ramos Monteiro" /></div>
<div class="midia-legenda">Raphael Monteiro: avanço tecnológico impõe riscos graves à democracia</div>
</div>
<p><strong>Regras</strong><br />
Editada em março deste ano, a Resolução 23.755/26 do TSE adota medidas rigorosas para combater desinformação e abuso de tecnologia nas eleições.</p>
<p>A norma exige, por exemplo, que os candidatos indiquem claramente quando usarem conteúdo fabricado ou manipulado por inteligência artificial. Fica proibido também criar ou disseminar material gerado por IA no período entre 72 horas antes e 24 horas após a votação.</p>
<p>O descumprimento das medidas pode levar a investigações por uso indevido dos meios de comunicação e abuso de poder político, além de multas e outras sanções administrativas.</p>
<p><strong>Riscos</strong><br />
O superintendente de Regulação da Agência Nacional de Proteção de Dados, Lucas Carvalho, explicou que o uso de IA nas eleições não está proibido, mas precisa seguir regras claras para proteger a democracia e garantir a transparência do voto. Para ele, as normas do TSE apenas adaptam para a internet limites que já existiam nas campanhas tradicionais.</p>
<p>"O que se está fazendo é estabelecer regras que já valem, eu diria, para os pleitos analógicos, que eram regras de convivência básicas: você não pode manipular, não pode mentir", destacou.</p>
<p>Raphael Monteiro, da Advocacia-Geral da União, também defendeu a necessidade e a legitimidade das resoluções editadas pelo TSE. Para ele, o avanço tecnológico impõe riscos graves à democracia, como a propagação veloz de desinformação e o uso de vídeos ultrarrealistas (<em data-path-to-node="10" data-index-in-node="169">deepfakes</em>) que destroem a noção de realidade do eleitor. “A premissa básica da justiça eleitoral é garantir a paridade de armas”, disse.</p>
<p><strong>Fiscalização</strong><br />
A presidente da comissão, deputada Maria Rosas (Republicanos-SP), que propôs o debate, questionou se as redes sociais possuem equipes capazes de monitorar e retirar do ar conteúdos irregulares em tempo real.</p>
<p data-path-to-node="2">Em resposta, Jacarandá disse que o volume de postagens torna impossível uma fiscalização totalmente humana e reforçou o risco de remoção exagerada de publicações legítimas por causa de regras eleitorais subjetivas.</p>
<p>"As intenções [da resolução] são legítimas, são válidas, são necessárias, mas a forma de aplicar às vezes oferece efeitos colaterais não desejados, e isso precisa ser levado em consideração", afirmou Jacarandá.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Receita Federal informa que arrecadação com apostas esportivas foi de R$ 9 bilhões em 2025]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274502-receita-federal-informa-que-arrecadacao-com-apostas-esportivas-foi-de-r-9-bilhoes-em-2025/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274502-receita-federal-informa-que-arrecadacao-com-apostas-esportivas-foi-de-r-9-bilhoes-em-2025/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 21:01:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Deputados cobraram transparência nos gastos com a arrecadação e alertaram para impactos sociais dos jogos]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274558" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274558">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520102559255-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Efetividade da arrecadação tributária sobre as casas de apostas (Bets)." /></div>
<div class="midia-legenda">A Comissão de Finanças e Tributação debateu o assunto</div>
</div>
<p>O subsecretário de Arrecadação, Cadastro e Atendimento da Receita Federal, Gustavo Andrade Manrique, informou na Câmara que o governo arrecadou R$ 9 bilhões em impostos sobre apostas esportivas no ano passado. Quinze por cento do faturamento líquido das empresas do setor vão para os cofres públicos.</p>
<p>A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados debateu nesta quarta-feira (20) a transparência na arrecadação de impostos sobre apostas esportivas e os impactos econômicos e sociais do setor.</p>
<p>Segundo o subsecretário, apenas entre janeiro e abril deste ano a arrecadação chegou a R$ 3,1 bilhões, recursos que são destinados a políticas públicas.</p>
<p>“Há toda uma destinação em relação ao produto dessa arrecadação, seja para saúde, seja para turismo, seja para segurança”, afirmou.</p>
<p>Ele disse ainda que a Receita identificou 22 empresas que não recolhiam impostos no ano passado. Juntas, elas deviam R$ 111 milhões, mas a situação foi regularizada ainda no segundo semestre de 2025.</p>
<div id="image-container-1274561" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274561">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520102428534-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Efetividade da arrecadação tributária sobre as casas de apostas (Bets). Economista-chefe - Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, Fábio Bentes." /></div>
<div class="midia-legenda">Fábio Bentes vê relação entre crescimento do mercado de apostas e endividamento da população</div>
</div>
<p><strong>Endividamento</strong><br />
O economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Fábio Bentes, alertou para o endividamento de mais de 80% das famílias brasileiras.</p>
<p>Para ele, o crescimento do mercado de apostas coincide com o aumento do endividamento e da inadimplência, especialmente entre consumidores mais vulneráveis. “Para cada 10% de aumento nos gastos com apostas on-line, a gente tem meio dia de atraso nas dívidas das pessoas”, afirmou.</p>
<p>O presidente da Associação Brasileira de Jogos (Abrajogo), Witoldo Hendrich, contestou a relação direta entre apostas e endividamento. Segundo ele, parte do dinheiro apostado retorna aos vencedores.</p>
<p>“Quem aposta em jogos esportivos recebe, além do entretenimento, parte do dinheiro investido”, disse.</p>
<p>Hendrich também citou dados do Serasa para afirmar que o perfil dos inadimplentes não corresponde ao principal público das plataformas de apostas esportivas.</p>
<div id="image-container-1274565" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274565">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520105757374-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Efetividade da arrecadação tributária sobre as casas de apostas (Bets). Dep. Merlong Solano (PT-PI)" /></div>
<div class="midia-legenda">Merlong Solano alertou para impactos dos jogos na saúde mental, como ansiedade e depressão</div>
</div>
<p><strong>Impactos na saúde</strong><br />
O presidente da Comissão de Finanças e Tributação, deputado Merlong Solano (PT-PI), afirmou que o avanço das apostas online levanta novos questionamentos sobre os impactos sociais e econômicos da atividade.</p>
<p>Segundo o parlamentar, há preocupação com possíveis efeitos das apostas sobre a saúde pública, como aumento do vício em jogos, ansiedade e depressão.</p>
<p>“Tem gente que está falando em proibir, tem gente que está falando em aumentar as alíquotas, para que pelo menos elas gerem um resultado fiscal melhor para o nosso país”, declarou.</p>
<p>O deputado Paulo Guedes (PT-MG) afirmou ser necessária uma nova audiência para discutir outros pontos relacionados à tributação das apostas online.</p>
<p>As apostas esportivas online foram legalizadas pela <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2018/lei-13756-12-dezembro-2018-787435-norma-pl.html">Lei 13.756/18</a>, e as regras para o funcionamento do setor e para a tributação foram estabelecidas pela <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2023/lei-14790-29-dezembro-2023-795206-norma-pl.html">Lei 14.790/23</a>.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Câmara aprova novo método de reajuste do piso salarial do magistério público da educação básica]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274520-camara-aprova-novo-metodo-de-reajuste-do-piso-salarial-do-magisterio-publico-da-educacao-basica/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274520-camara-aprova-novo-metodo-de-reajuste-do-piso-salarial-do-magisterio-publico-da-educacao-basica/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 20:52:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[A matéria será enviada ao Senado]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274530" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274530">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520170049607med-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (REPUBLICANOS - PB)" /></div>
<div class="midia-legenda">Plenário da Câmara dos Deputados durante discussão e votação de propostas legislativas</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou a <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1269633-comissao-mista-e-instalada-para-analisar-mp-que-reajusta-piso-da-educacao-basica">Medida Provisória 1334/26</a>, que cria uma nova regra de reajuste do piso salarial dos profissionais do magistério público da educação básica. A regra também valerá para profissionais contratados por tempo determinado. A matéria será enviada ao Senado.</p>
<p>Segundo o governo, a regulamentação é necessária por causa das mudanças feitas pela <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/emecon/2020/emendaconstitucional-108-26-agosto-2020-790577-norma-pl.htmlhttps://www2.camara.leg.br/legin/fed/emecon/2020/emendaconstitucional-108-26-agosto-2020-790577-norma-pl.html">Emenda Constitucional 108/20</a>, porque a fundamentação constitucional da lei do piso salarial da categoria (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2008/lei-11738-16-julho-2008-578202-norma-pl.html">Lei 11.738/08</a>) ficou desatualizada, “gerando questionamentos tanto pela via legislativa quanto pela judicial e a norma tem sido questionada por parte de alguns entes da federação”.</p>
<p>Com a nova regra de reajuste, a partir de janeiro deste ano, o índice será a soma da variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior (no caso, 2025) mais 50% da média da variação percentual da receita real de cinco anos anteriores (de 2021 a 2025, no caso de 2026) vinda de estados, Distrito Federal e municípios para compor o Fundeb. A variação real corresponde ao que ficou acima do INPC no período.</p>
<p data-start="5807" data-end="5991">O Fundeb é o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação. Ele recebe recursos de estados, Distrito Federal e municípios.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Educação (MEC), o reajuste do piso em 2026 foi de 5,40%. Esse percentual reúne o INPC de 2025, de 3,90%, e um ganho real de 1,50%. O piso nacional passou de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63 em janeiro de 2026.</p>
<p>Esse valor foi atualizado na lei que criou o piso na forma do <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> aprovado, da relatora na comissão mista, senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO). Se a MP não tivesse sido editada em janeiro deste ano, o reajuste, pelas regras anteriores, seria de 0,37%.</p>
<p><strong>Limite<br />
</strong>A medida provisória também limita o aumento real do piso. Caso não haja variação positiva no aumento real dos aportes dos entes federados ao Fundeb, o reajuste mínimo será igual ao INPC.</p>
<p>Esse aumento real não poderá ser maior que o percentual encontrado de variação da receita nominal do Fundeb entre os dois anos anteriores ao do reajuste. Nesse montante de receita nominal entram, inclusive, as complementações da União.</p>
<p>A variação nominal não considera a inflação, mas como a arrecadação dos tributos que abastecem o Fundeb (IPVA, ICMS, ISS) aumenta com a elevação corriqueira dos preços dos produtos e serviços ao longo do tempo, seu valor nominal já reflete parcialmente a inflação incorporada nos preços.</p>
<p><strong>Impacto orçamentário<br />
</strong>A estimativa de impacto da nova regra em 2026 é de R$ 6,4 bilhões se aplicada por todos os entes federativos. As receitas do Fundeb, responsáveis por 70% dos salários dos professores, também têm crescido em termos reais de 2020 a 2026 (120%), assim como a complementação da União.</p>
<p>Segundo dados do governo, como os percentuais de aumento de participação variaram nesse período, os 70% para os salários variaram, no mesmo período, 114,4%.</p>
<p><strong>Dados divulgados</strong><br />
Outra novidade no texto aprovado é a publicação, pelo MEC, em janeiro de cada ano, da memória de cálculo completa utilizada para a atualização do piso salarial do magistério da educação básica.</p>
<p>Essa memória deverá estar em plataforma digital de dados abertos, de forma acessível e auditável, e conterá:</p>
<p>- os dados de receita do Fundeb utilizados no cálculo;<br />
- a metodologia de atualização monetária aplicada;<br />
- a série histórica considerada; e<br />
- parecer técnico detalhado sobre a atualização</p>
<p><b>Reconhecimento<br />
</b>O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a proposta reconhece a importância da educação e valoriza todos os professores e professoras com o novo piso.<strong><br />
</strong></p>
<p>O líder da federação Psol-Rede, deputado Tarcísio Motta (Psol-RJ), afirmou que o piso salarial do magistério foi um direito conquistado com muita luta. "Havia um problema no cálculo elaborado antes que, em situações econômicas como a que a gente vive, significaria não a valorização dos profissionais do magistério, mas poderia significar reajustes abaixo da inflação", disse.</p>
<p>Tarcísio Motta lembrou que o Supremo Tribunal Federal (STF) discute dois processos sobre o alcance do piso salarial nacional do magistério público da educação básica. Eles tratam da aplicação, por Estados e municípios, dos reajustes do piso definidos em atos do MEC; e a possibilidade de o piso repercutir nos demais níveis, faixas e classes das carreiras do magistério.</p>
<p>"Esse é o subterfúgio daqueles que não querem, de fato, efetuar a valorização dos profissionais de educação, com penduricalhos e abonos, desrespeitando os planos de carreira", afirmou.</p>
<p>A deputada Maria do Rosário (PT-RS), vice-líder da maioria, lembrou que a medida assegura que os professores contratados emergencialmente também deverão receber pelo piso nacional. "Não há professores de primeira e de segunda categoria na escola. Queremos concursos públicos, mas reconhecemos que, ao longo dos últimos anos, praticamente 50% dos professores de escolas públicas são de contrato emergencial", afirmou.</p>
<p>Segundo a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS), o incremento salarial do magistério seria "minúsculo" se não fosse a medida provisória.</p>
<p><strong>Terrenos de marinha<br />
</strong>O substitutivo incorpora a <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1236319-medida-provisoria-prorroga-prazo-para-uniao-identificar-terras-as-margens-de-rios-e-no-litoral">Medida Provisória 1332/26</a>, que prorroga até 31 de dezembro de 2028 o prazo para a Secretaria do Patrimônio da União concluir a identificação dos terrenos marginais dos rios federais navegáveis, dos terrenos de marinha e seus acrescidos.</p>
<p>Segundo o governo, a necessidade de mais prazo para concluir o trabalho decorre da grande extensão da demarcação, que demanda articulação com atores locais nas regiões onde o processo é feito, com destaque para a colaboração dos municípios, a realização de audiências públicas com a sociedade civil e coleta de dados.</p>
<p>O Executivo argumenta que já foram posicionadas as linhas de demarcação de 55% dos 369 mil quilômetros de linhas previstas nos terrenos marginais de rios federais. Quanto aos terrenos de marinha e acrescidos, foram posicionadas 80% dos 48 mil quilômetros de linhas previstas para toda a costa brasileira.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82214">Assista à sessão ao vivo</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Especialistas apontam falta de transparência das emendas ao Orçamento]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274488-especialistas-apontam-falta-de-transparencia-das-emendas-ao-orcamento/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274488-especialistas-apontam-falta-de-transparencia-das-emendas-ao-orcamento/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 20:52:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Em audiência pública na Câmara nesta quarta-feira, órgãos de fiscalização apontaram avanços no rastreio dos recursos ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>A diretora-executiva da organização Transparência Brasil, Juliana Sakai, criticou o volume e as características das emendas parlamentares em audiência pública da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados. Segundo ela, as emendas não estão associadas a programas estruturantes e acabam sendo pulverizadas. Segundo ela, a alocação dos recursos é genérica e nem o Poder Executivo sabe para onde o dinheiro deve ir logo após a aprovação do Orçamento.</p>
<div id="image-container-1274549" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274549">
<div class="midia-creditos"><em>Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520133059252-1-768x473.jpg" alt="Juliana Sakai fala em audiência" /></div>
<div class="midia-legenda">Juliana Sakai, da Transparência Brasil, apontou uma "rede de favores"</div>
</div>
<p>“Na prática, acabam atuando como ordenadores de despesa, apenas com o bônus da indicação, criando essa rede de favores. Porque os municípios precisam desse recurso e quem recebe vai ficar feliz – eles precisam e é um volume cada vez maior. Mas não têm o ônus da responsabilização”, apontou.</p>
<p>As emendas Pix são repasses diretos para as prefeituras, sem a necessidade de convênios. São emendas individuais que podem ser apresentadas por todos os parlamentares. Em 2025, uma auditoria coordenada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em 125 transferências mostrou problemas de falta de transparência e planejamento, recursos não utilizados, fraudes e desvios de finalidade.</p>
<p>O secretário de Controle Externo de Informações Estratégicas e Inovação do TCU, Marcelo da Eira, anunciou que o órgão divulgará em junho o resultado de uma auditoria feita em 74 municípios que receberam emendas Pix.</p>
<p>Em 2024, a partir de questionamentos de partidos, o ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino determinou que fossem entregues planos de trabalho sobre as emendas Pix apresentadas nos anos anteriores para aumentar a transparência dos repasses.</p>
<p><strong>Avanços na fiscalização</strong><br />
Amanda Travincas, juíza do gabinete de Flávio Dino, lembrou que foram adotadas várias medidas para melhorar o rastreio dos recursos, como contas específicas para emendas Pix. Em seguida, a Lei Complementar 210, de 2024, descreveu hipóteses em que as emendas, mesmo de execução impositiva, não poderiam ser liberadas.</p>
<p>“Não há impositividade possível descumprindo regras constitucionais de transparência e rastreabilidade. De modo que, se não houver plano de trabalho prévio aprovado, se não houver a destinação de recursos para uma entidade beneficiária com lastro de atuação – isso é especialmente relevante em relação a organizações do terceiro setor – não há possibilidade de destinação de recursos por obstáculos de ordem técnica.”</p>
<p>Marcelo Vidal, da Controladoria-Geral da União (CGU), mostrou que o Portal da Transparência consegue hoje dizer para onde foram os recursos de cada emenda. Segundo ele, o sistema, por exemplo, remete o usuário para a ata da reunião que decidiu sobre uma emenda de comissão e para a planilha de quem indicou os repasses.</p>
<div id="image-container-1274543" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274543">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520133055134-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Plano Anual de Fiscalização e Controle 2026: transparência e eficiência na aplicação de recursos de emendas orçamentárias e seus desafios institucionais." /></div>
<div class="midia-legenda">Marcelo Vidal: avanços na fiscalização</div>
</div>
<p><strong>Dependência de emendas</strong><br />
Juliana Sakai também criticou o uso do dinheiro para o custeio de prefeituras. O deputado Paulo Marinho Jr (PL-MA) respondeu que isso acontece porque o Orçamento da União não tem recursos suficientes para a Saúde, por exemplo.</p>
<p>“A tabela da saúde é uma fantasia. Não tem uma prefeitura, não tem um governo de estado que consiga, com o dinheiro da saúde, manter o serviço. Se todo mundo sabe que não dá para fazer, vão ter que complementar de alguma forma. E, hoje, o município não consegue sobreviver sem emenda. Ponto. São os fatos. Todo mundo sabe disso”, afirmou o deputado.</p>
<p>O deputado Alexandre Lindenmeyer (PT-RS), presidente da comissão, disse que as emendas distorcem o jogo eleitoral no relacionamento com os beneficiários.</p>
<p>“Cria uma relação de ‘muito obrigado, deputado’. E é desigual com quem está lá fora e vai disputar a vaga com quem está aqui dentro, que já tem toda uma estrutura e ainda tem todo esse recurso.”</p>
<p>Marcelo da Eira, do TCU, afirmou que o foco atual do órgão são as emendas coletivas, de bancadas estaduais e de comissões, diante do fato de que as prefeituras têm dependido de emendas para o seu custeio básico.</p>
<p>A audiência sobre as emendas parlamentares foi solicitada pelo deputado Jorge Solla (PT-BA), relator do Plano Anual de Fiscalização e Controle de 2026.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Câmara dos Deputados aprova regime de urgência para quatro propostas]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274501-camara-dos-deputados-aprova-regime-de-urgencia-para-quatro-propostas/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274501-camara-dos-deputados-aprova-regime-de-urgencia-para-quatro-propostas/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 20:05:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1271275" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1271275">
<div class="midia-creditos"><em>Acervo / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260506180057685-768x473.jpg" alt="Plenário da Câmara dos Deputados" /></div>
<div class="midia-legenda">Sessão do Plenário da Câmara</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (20) o <span id="4227" class="termoGlossario" title="Regime de tramitação que dispensa exigências, interstícios e formalidades regimentais (salvo a publicação, o quórum e os pareceres) para que uma proposição seja apreciada pela Câmara de forma mais célere. Pode-se dizer que as proposições são urgentes em razão da natureza da matéria; em razão de serem de iniciativa do Poder Executivo, com solicitação de urgência do presidente da República; ou em virtude de terem sido reconhecidas, por deliberação do Plenário, com esse caráter. Alguns projetos já tramitam automaticamente em regime de urgência, como os que tratam de acordos internacionais." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">regime de urgência</span> para quatro propostas. Os projetos com urgência podem ser votados diretamente no Plenário, sem passar antes pelas comissões da Câmara.</p>
<p>Confira:</p>
<ul>
<li><a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/851263-projeto-cria-politica-nacional-para-educacao-do-campo">Projeto de Lei 4215/21</a>, do deputado [[Padre João]] e outros 33 parlamentares do PT, que institui a Política Nacional de Educação das Populações do Campo, das Águas e das Florestas. O objetivo é ampliar e qualificar a oferta de educação básica, profissionalizante e superior para quem vive e trabalha no meio rural;</li>
<li>Projeto de Lei 2486/26, do deputado [[Isnaldo Bulhões]], que altera os limites da Floresta Nacional do Jamanxim e cria a Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim, ambas localizadas no município de Novo Progresso, no sudoeste do Pará. O objetivo é adequar os limites da unidade de conservação à realidade fundiária da região e disciplinar o processo de ocupação do território;</li>
<li>Projeto de Lei Complementar 139/26, do deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL), que reduz a alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (<span id="4154" class="termoGlossario" title="Tributo a ser pago à Receita Federal por pessoas jurídicas domiciliadas no País e por empresas que lhes são equiparadas pela legislação do Imposto de Renda. A CSLL será determinada mediante aplicação da alíquota de 9% sobre o resultado ajustado, presumido ou arbitrado. Essa contribuição também incide sobre os lucros obtidos no exterior." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">CSLL</span>) das resseguradoras locais de 15% para 9% e elimina um limite de compensação de prejuízos fiscais aplicado ao setor. O objetivo é corrigir uma assimetria tributária que, segundo o autor, coloca as empresas brasileiras em desvantagem frente às concorrentes estrangeiras;</li>
<li>Projeto de Lei 1448/26, do deputado [[João Daniel]], que institui o Programa Nacional de Assentamentos Produtivos Periurbanos e Semirrurais (PNPAS). A proposta cria um marco legal para a implantação de assentamentos voltados à produção familiar de alimentos em imóveis rurais localizados nas franjas das cidades e em áreas de transição entre o campo e o meio urbano.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82214">Assista à sessão ao vivo</a></p>
<p><strong>Mais informações a seguir</strong></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Plenário analisa medida provisória sobre reajuste do piso salarial de professores da educação básica; acompanhe]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274524-plenario-analisa-medida-provisoria-sobre-reajuste-do-piso-salarial-de-professores-da-educacao-basica-acompanhe/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274524-plenario-analisa-medida-provisoria-sobre-reajuste-do-piso-salarial-de-professores-da-educacao-basica-acompanhe/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 20:04:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274530" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274530">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520170049607med-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (REPUBLICANOS - PB)" /></div>
<div class="midia-legenda">Plenário da Câmara dos Deputados durante discussão e votação de propostas legislativas</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados analisa agora a <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1269633-comissao-mista-e-instalada-para-analisar-mp-que-reajusta-piso-da-educacao-basica">Medida Provisória 1334/26</a>, que regulamenta novo método de reajuste do piso salarial dos profissionais do magistério público da educação básica, aplicando-o inclusive aos profissionais contratados por tempo determinado.</p>
<p>Segundo o governo, a necessidade de regulamentação deriva das mudanças feitas pela <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/emecon/2020/emendaconstitucional-108-26-agosto-2020-790577-norma-pl.html">Emenda Constitucional 108/20</a>, porque a fundamentação constitucional da lei do piso salarial da categoria (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2008/lei-11738-16-julho-2008-578202-norma-pl.html">Lei 11.738/08</a> ) ficou desatualizada, “gerando questionamentos tanto pela via legislativa quanto pela judicial e a norma tem sido questionada por parte de alguns entes da federação”.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82214">Assista à sessão ao vivo</a></p>
<p><strong>Mais informações a seguir</strong></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Plenário analisa requerimento de urgência para proposta sobre Floresta Nacional do Jamanxim, no Pará; acompanhe]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274036-plenario-analisa-requerimento-de-urgencia-para-proposta-sobre-floresta-nacional-do-jamanxim-no-para-acompanhe/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274036-plenario-analisa-requerimento-de-urgencia-para-proposta-sobre-floresta-nacional-do-jamanxim-no-para-acompanhe/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 19:44:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1271275" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1271275">
<div class="midia-creditos"><em>Acervo / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260506180057685-768x473.jpg" alt="Plenário da Câmara dos Deputados" /></div>
<div class="midia-legenda">Sessão do Plenário da Câmara</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados iniciou a Ordem do Dia e analisa agora requerimentos de urgência, como para o Projeto de Lei 2486/26, do deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL) , que retoma a redução dos limites da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim (PA) para passagem da ferrovia EF-170 (Ferrogrão) na área.</p>
<p>A matéria conta com <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado José Priante (MDB-PA), que também foi relator da Medida Provisória 756/16 sobre o mesmo tema.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82214">Assista à sessão ao vivo</a></p>
<p><strong>Mais informações a seguir</strong></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova projeto que amplia iniciativas de apoio psicológico aos profissionais da segurança pública]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1273787-comissao-aprova-projeto-que-amplia-iniciativas-de-apoio-psicologico-aos-profissionais-da-seguranca-publica/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1273787-comissao-aprova-projeto-que-amplia-iniciativas-de-apoio-psicologico-aos-profissionais-da-seguranca-publica/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 19:05:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Para virar lei, a proposta terá de ser aprovada pela Câmara e pelo Senado]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274461" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274461">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260428134226989-1-768x473.jpeg" alt="Audiência Pública - Critérios de avaliação biopsicossocial, exclusões de candidatos em concurso público para carreira de segurança pública e reserva de vagas para pessoas com deficiência. Dep. Dr. Francisco (PT - PI)" /></div>
<div class="midia-legenda">Dr. Francisco é o relator da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que amplia e aprimora as ações de saúde mental para profissionais da segurança pública e agentes do sistema socioeducativo.</p>
<p>A proposta prevê atendimento psicológico para profissionais em atividade ou aposentados. Também incentiva a criação de ouvidorias internas e independentes para acolher demandas de saúde mental, emocionais e comportamentais, com sigilo garantido.</p>
<p>O texto ainda determina a capacitação permanente dos profissionais de saúde e de assistência social que atuam nesse atendimento. Para agentes do sistema socioeducativo, a proposta assegura acesso a programas de promoção da saúde mental e de prevenção da automutilação e do suicídio.</p>
<p><b>Versão do relator<br />
</b>O texto aprovado é a versão do relator, deputado Dr. Francisco (PT-PI) , para o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1184676-projeto-cria-programa-nacional-de-apoio-psicologico-aos-profissionais-da-seguranca-publica">Projeto de Lei 1966/25</a>, do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ). O relator apresentou nova redação, incorporando as ideias do autor às normas vigentes.</p>
<p>“O projeto original criaria uma duplicidade de programas, com ineficiência administrativa e insegurança jurídica, assim, a melhor solução é, portanto, aprimorar as leis já existentes”, disse o relator no parecer aprovado.</p>
<p>O <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2018/lei-13675-11-junho-2018-786843-norma-pl.html">Lei 13.675/18</a>, que institui o Sistema Único de Segurança Pública (Susp), e a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2019/lei-13819-26-abril-2019-788025-norma-pl.html">Lei 13.819/19</a>, que criou estratégias para promover a saúde mental da população, garantir assistência psicológica e monitorar casos.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
A proposta ainda será analisada, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei </a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Medida Provisória simplifica regras para atividade de mototaxistas]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274260-medida-provisoria-simplifica-regras-para-atividade-de-mototaxistas/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274260-medida-provisoria-simplifica-regras-para-atividade-de-mototaxistas/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 18:51:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Embora entre em vigor imediatamente, a medida provisória precisa ser convertida em lei pelo Congresso Nacional]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1189574" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1189574">
<div class="midia-creditos"><em>Getty Images</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/08/entregador-de-plataforma-digital-aplicativo.jpg" alt="Trabalho - entregador de aplicativo - trabalhador de entrega por aplicativo - entrega e moto" /></div>
<div class="midia-legenda">MP revoga exigências de idade e de tempo de habilitação</div>
</div>
<p>A <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/medpro/2026/medidaprovisoria-1360-19-maio-2026-799129-norma-pe.html">Medida Provisória (MP) 1360/26</a> reduz as exigências para o exercício da atividade de mototaxistas, motoboys e profissionais de motofrete.</p>
<p>O texto retira a obrigatoriedade de autorização emitida pelos órgãos executivos de trânsito dos estados e do Distrito Federal para a circulação de motocicletas e motonetas usadas no transporte remunerado de mercadorias. Também dispensa o registro do veículo na categoria aluguel e a inspeção semestral dos equipamentos obrigatórios e de segurança.</p>
<p>A MP altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1997/lei-9503-23-setembro-1997-372348-norma-pl.html">Código de Trânsito Brasileiro</a> e a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2009/lei-12009-29-julho-2009-589965-norma-pl.html">Lei do Mototáxi e Motoboy</a>.</p>
<p>Permanecem obrigatórios, no entanto, equipamentos de proteção, como o aparador de linha, conhecido como antena corta-pipas, e o protetor de motor e pernas, chamado de “mata-cachorro”, fixado ao chassi da motocicleta para reduzir riscos em caso de queda,</p>
<p data-start="686" data-end="1114">A medida também revoga as exigências de idade mínima de 21 anos, de pelo menos dois anos de habilitação e de aprovação em curso especializado para o exercício da atividade. Continua sendo exigida a Carteira Nacional de Habilitação na categoria A ou a Autorização para Conduzir Ciclomotores, além do uso de colete de segurança com dispositivos retrorrefletivos.</p>
<p>Embora entre em vigor imediatamente, a medida provisória precisa ser convertida em lei pelo Congresso Nacional em até 120 dias para continuar tendo eficácia.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573452-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-mps/">Saiba mais sobre a tramitação de medidas provisórias</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova cotas para ex-militares temporários em editais de obras públicas]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1273864-comissao-aprova-cotas-para-ex-militares-temporarios-em-editais-de-obras-publicas/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1273864-comissao-aprova-cotas-para-ex-militares-temporarios-em-editais-de-obras-publicas/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 18:44:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274436" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274436">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260428162250727-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Terrorismo e organizações criminosas. Dep. General Pazuello (PL - RJ)" /></div>
<div class="midia-legenda">Deputado General Pazuello, relator do projeto de lei</div>
</div>
<p>A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei (PL) 1396/25, que prevê a criação de cotas para ex-militares temporários desligados do serviço ativo e integrantes da reserva não remunerada das Forças Armadas, em editais de licitação de obras e serviços públicos.</p>
<p>A proposta altera a Nova Lei de Licitações e Contratos (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2021/lei-14133-1-abril-2021-791222-norma-pl.html">Lei 14.133/21</a>). Hoje, a legislação já autoriza essa reserva de vagas para mulheres vítimas de violência doméstica e para pessoas que saíram do sistema prisional.</p>
<p><strong>Má conduta</strong><br />
O relator, deputado General Pazuello (PL-RJ), defendeu a aprovação do texto original do deputado Nicoletti (União-RR), com emenda. A modificação deixa claro que a reserva de vagas não vale para ex-militares que foram desligados do serviço por condutas impróprias.</p>
<p>"Os militares trazem valores de disciplina, organização e liderança, atributos ideais para obras públicas. No entanto, é preciso separar o joio do trigo e afastar do amparo do projeto de lei aqueles militares que foram desligados por má conduta", explicou Pazuello no parecer aprovado.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
A proposta tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e segue agora para a análise das comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Revisão da lista de espécies invasoras ameaça agronegócio, alertam debatedores]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274329-revisao-da-lista-de-especies-invasoras-ameaca-agronegocio-alertam-debatedores/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274329-revisao-da-lista-de-especies-invasoras-ameaca-agronegocio-alertam-debatedores/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 18:29:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Deputados e especialistas criticam lista de espécies invasoras, que inclui tilápia e eucalipto]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274433" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274433">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520120135435-768x473.jpeg" alt="Audiência Pública - Lista Nacional Oficial de Espécies Exóticas Invasoras Prioritárias" /></div>
<div class="midia-legenda">Duas comissões da Câmara debateram o assunto</div>
</div>
<p>Parlamentares e pesquisadores alertaram, nesta quarta-feira (20), para os impactos da revisão da lista nacional de espécies exóticas invasoras, elaborada pelo Ministério do Meio Ambiente. Eles participaram de reunião conjunta das comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados.</p>
<p>Segundo eles, o documento ameaça a produção de alimentos e o agronegócio porque classifica como invasoras espécies que são a base da economia nacional — como tilápia, eucalipto e braquiária —, sujeitando essas cadeias à perda de licenciamento e até à proibição de cultivo.</p>
<p>Durante a reunião, parlamentares defenderam a aprovação do Projeto de Lei 5900/25, que está pronto para a pauta do plenário. A proposta retira a exclusividade do Meio Ambiente sobre o tema e obriga uma manifestação prévia e vinculante de pastas como Agricultura e Pesca na elaboração dessas normas.</p>
<div id="image-container-1274438" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274438">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260225153209806-768x473.jpg" alt="Seminário: Mapa do Caminho – Biocombustíveis a rota mais curta. Dep. Pedro Lupion (REPUBLICANOS-PR)" /></div>
<div class="midia-legenda">Pedro Lupion criticou decisões que ignoram cadeias produtivas importantes no país</div>
</div>
<p>O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e autor do texto, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), criticou o fato de as decisões ambientais ignorarem a sobrevivência das cadeias produtivas.</p>
<p>“Se está na lista de exótica invasora e não se pode proliferar, quer dizer que não pode produzir tilápia. É brincar com a realidade do país, com a nossa balança comercial e com a geração de empregos”, disse.</p>
<p>Na mesma linha, o deputado Cobalchini (MDB-SC), autor do requerimento para o debate, argumentou que a revisão da lista ignora os prejuízos financeiros ao país. Segundo ele, a Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio), órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente que elabora a lista, tem baixa representatividade do setor privado. Para o parlamentar, as proibições não podem analisar apenas o viés ecológico.</p>
<p>"A avaliação integrada dos impactos socioeconômicos, regulatórios e jurídicos é essencial para decisões regulatórias proporcionais e tecnicamente fundamentadas, sobretudo para espécies que são a base de cadeias produtivas que abastecem a sociedade e têm relevância socioeconômica para o Brasil", pontuou Cobalchini.</p>
<p>A assessora técnica da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Jaine Ariele Cubas, também reclamou do desequilíbrio na Conabio.</p>
<p>"O setor privado só tem duas cadeiras, que são a CNI e a CNA, enquanto ONGs e movimentos sociais têm 38% de assento. Então, a gente acha que tem um descompasso, a gente precisa trazer mais pessoas para esse debate, porque são espécies que têm impacto socioeconômico e precisam de mais estudos", disse.</p>
<div id="image-container-1274435" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274435">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520120128408-768x473.jpeg" alt="Audiência Pública - Lista Nacional Oficial de Espécies Exóticas Invasoras Prioritárias. Chefe Geral - Embrapa, Roberto Flores." /></div>
<div class="midia-legenda">Roberto Flores alertou para os riscos de incluir peixes comerciais</div>
</div>
<p><strong>Controle e barreiras naturais</strong><br />
O possível impacto da medida nas cadeias produtivas foi detalhado pelo chefe da Embrapa Pesca e Aquicultura, Roberto Flores. Ele alertou para os riscos de rotular peixes comerciais como invasores, de forma generalizada.</p>
<p>“O enquadramento amplo de espécies aquícolas de importância econômica sem a devida delimitação territorial, gradação de risco, diferenciação entre sistemas de cultivo e comprovação específica de impactos, pode produzir efeitos regulatórios relevantes sobre cadeias produtivas já submetidas a instrumentos próprios de controle”, explicou o pesquisador.</p>
<p>O pesquisador do Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (Ipef), Paulo Henrique Miller, relatou experimentos que comprovam que pragas nativas — como as formigas saúvas e quem-quens — funcionam como uma barreira ecológica natural contra o avanço indesejado do eucalipto, uma das espécies na lista.</p>
<p>"Quando eu exponho o solo e coloco a semente, ela germina. Só que, após alguns dias, esse material desaparece. Por algum motivo, não só o eucalipto, mas outras espécies atraem a preferência da formiga. Então, esses materiais acabam sendo os preferidos e simplesmente somem ao longo do tempo", detalhou o engenheiro florestal.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Congresso analisa vetos à Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026 nesta quinta-feira]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274277-congresso-analisa-vetos-a-lei-de-diretrizes-orcamentarias-de-2026-nesta-quinta-feira/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274277-congresso-analisa-vetos-a-lei-de-diretrizes-orcamentarias-de-2026-nesta-quinta-feira/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 18:07:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Sessão conjunta avaliará dispositivos sobre repasses a municípios inadimplentes e outras regras da LDO]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274403" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274403">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20230213094749844-768x512.jpg" alt="Congresso Nacional - Brasília - Câmara dos Deputados - Plenário" /></div>
<div class="midia-legenda">Congresso se reunirá nesta quinta no Plenário da Câmara</div>
</div>
<p>O Congresso Nacional realiza, nesta quinta-feira (21), às 10 horas, sessão destinada à deliberação dos dispositivos 4, 5, 23 e 25 do Veto 51/25, referente ao Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026 (PLDO 2026).</p>
<p>O texto contém vetos parciais <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/vetos/-/veto/detalhe/17909">(VET 51/2025</a>) da Presidência da República à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 — que havia sido aprovada pelo Congresso no final do ano passado.</p>
<p>O Poder Executivo rejeitou os dispositivos que autorizavam os municípios inadimplentes de até 65 mil habitantes a celebrar convênios para receber recursos federais. Mesmo com os vetos, ainda há exceções que permitem que essas cidades recebam determinadas verbas da União.</p>
<p>Ao todo, 44 dispositivos da LDO foram vetados sob as justificativas de inconstitucionalidade, contrariedade ao interesse público, contrariedade à Lei de Responsabilidade Fiscal e invasão de matéria reservada a lei complementar.</p>
<p>A sessão será realizada no Plenário da Câmara dos Deputados.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova projeto que inclui em lei a oferta de óculos e próteses oculares pelo SUS]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1273762-comissao-aprova-projeto-que-inclui-em-lei-a-oferta-de-oculos-e-proteses-oculares-pelo-sus/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1273762-comissao-aprova-projeto-que-inclui-em-lei-a-oferta-de-oculos-e-proteses-oculares-pelo-sus/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 17:57:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Para virar lei, a proposta terá de ser aprovada pela Câmara e pelo Senado]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274398" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274398">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260429192352252-1-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Silvia Cristina (PP-RO)" /></div>
<div class="midia-legenda"> Silvia Cristina é a relatora da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que inclui óculos e próteses oculares entre os itens fornecidos aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Pela proposta, o beneficiário deverá apresentar a prescrição de profissional habilitado.</p>
<p>O texto aprovado é a versão da relatora, deputada Silvia Cristina (PP-RO), para o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1273760-projeto-inclui-em-lei-a-oferta-de-oculos-e-proteses-oculares-pelo-sus">Projeto de Lei 2425/24</a>, do deputado Julio Lopes (PP-RJ). A versão original condicionava a oferta de óculos apenas a receitas fornecidas apenas por médicos.</p>
<p>“O Supremo Tribunal Federal já reconheceu a legalidade da atuação do optometrista no âmbito da saúde visual, notadamente na atenção primária, sendo profissional legalmente habilitado para a realização de exames refrativos e prescrição de correções ópticas”, afirmou a relatora no parecer aprovado.</p>
<p>O <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> aprovado altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1990/lei-8080-19-setembro-1990-365093-norma-pl.html">Lei Orgânica da Saúde</a>, que trata das ações e dos serviços do SUS. A proposta estende aos óculos e às próteses oculares regras já previstas para outros procedimentos.</p>
<p>“A inclusão de óculos e próteses oculares nos serviços do SUS é essencial para atender às necessidades da população, especialmente daqueles que não têm condições financeiras”, disse Julio Lopes, autor da versão original.</p>
<p>Atualmente, o governo federal e alguns estados e municípios mantêm iniciativas para oferta de óculos à população. Além da receita do médico, parte dos programas também leva em conta a condição socioeconômica do paciente.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto ainda será analisado em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei </a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
    </channel>
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