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        <title>Câmara notícias - Câmara dos Deputados</title>
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        <description>Câmara Notícias </description>
        <lastBuildDate>Mon, 01 Jun 2026 22:49:39 GMT</lastBuildDate>
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        <copyright>Copyright(C) Câmara dos Deputados</copyright>
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            <title><![CDATA[Ministro defende atuação da Polícia Federal e cooperação com a Interpol; assista]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1277393-ministro-defende-atuacao-da-policia-federal-e-cooperacao-com-a-interpol-assista/</link>
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            <pubDate>Thu, 28 May 2026 15:20:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Wellington Lima e Silva esteve presente na Câmara dos Deputados na quarta-feira (27)]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="video-container-1277354" class="video-container youtube youtube-100" style="width: 100%; float: none; margin: 0px;" data-youtube-id="E3RE4S75qzU">
<div class="midia-creditos"></div>
<p class=""><iframe src="https://www.youtube.com/embed/E3RE4S75qzU" width="100%" frameborder="0" data-youtube-id="E3RE4S75qzU" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<div id="midia-legenda" class="midia-legenda"></div>
</div>
<p>O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Lima e Silva, defendeu a autonomia e o trabalho da Polícia Federal (PF). Ele compareceu, na quarta-feira (27), na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados.</p>
<p>“É natural que haja uma expectativa em relação a certos fatos, mas o tempo da legislação, o tempo do processo é diferente do tempo da política”, disse. “O devido processo legal deve ser observado com absoluto rigor”, afirmou o ministro.</p>
<p>O debate foi marcado por críticas de deputados da oposição à atuação da PF. Marcel Van Hattem (Novo-RS) citou o caso do ex-diretor da corporação e ex-deputado federal Delegado Ramagem (RJ).</p>
<p>“Ele está nos Estados Unidos em busca de asilo político. É um descumprimento de acordos internacionais a Polícia Federal fazer uma cooperação ilegal e informal com autoridades locais para extraditar uma pessoa com base na sua situação migratória”, disse Van Hattem.</p>
<p>Por sua vez, o deputado Jorge Sola (PT-BA) demonstrou apoio à PF e lembrou que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes pediu a extradição de Ramagem.</p>
<p>“É bom lembrar que o senhor Ramagem é um condenado que fugiu do país para não ser preso”, afirmou.</p>
<p>Em 2025, Alexandre Ramagem foi condenado, pelo STF, a 16 anos de prisão por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro de 2023. Nesta época, ele ocupava o cargo de diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Após a condenação, Ramagem fugiu do país de forma clandestina.</p>
<p><strong>Cooperação internacional<br />
</strong>Ex-diretor da Polícia Federal, Wellington Lima e Silva disse que o caso Ramagem é apenas um entre milhares decorrentes do trabalho da PF em cooperação com a Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal).</p>
<p>“Obviamente que um episódio ou outro chama atenção pela particularidade dos envolvidos, mas o ministério está pautado pelo rigor da observância dos tratados e dos acordos”, declarou.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão ouve diretor da Polícia Federal sobre cooperação internacional e caso Ramagem]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1272914-comissao-ouve-diretor-da-policia-federal-sobre-cooperacao-internacional-e-caso-ramagem/</link>
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            <pubDate>Wed, 20 May 2026 10:51:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1218559" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1218559">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/11/img20251103160851564-768x473.jpg" alt="Audiência Pública – Integração interagências no sistema nacional de segurança pública. Diretor-Geral da Polícia Federal - Polícia Federal, Andrei Augusto Passos Rodrigues" /></div>
<div class="midia-legenda">Diretor-Geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues</div>
</div>
<p data-start="2760" data-end="3152">A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados ouve nesta quarta-feira (20) o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, sobre a atuação internacional da instituição em ações de cooperação entre autoridades. O debate abordará a prisão do ex-deputado federal Alexandre Ramagem nos Estados Unidos e seus desdobramentos institucionais.</p>
<p data-start="3154" data-end="3323">Também deve ser discutida a manifestação de uma representação diplomática estrangeira acerca da suposta atuação de um agente público brasileiro em seu território.</p>
<p data-start="3325" data-end="3435">O debate será realizado às 9h30, no plenário 3. A audiência foi solicitada por diversos parlamentares.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82032">Veja quem foi convidado para o debate</a></li>
</ul>
<p data-start="3480" data-end="3522">Os deputados querem esclarecimentos sobre a legalidade dos procedimentos adotados; os mecanismos de compartilhamento de informações; a cooperação jurídica internacional; e os impactos diplomáticos, jurídicos e institucionais dessas ações nas relações bilaterais e na credibilidade dos órgãos brasileiros no exterior.</p>
<p data-start="3808" data-end="4109" data-is-last-node="" data-is-only-node="">“É necessário promover o adequado esclarecimento dos fatos e discutir os mecanismos de cooperação internacional envolvendo autoridades brasileiras e estrangeiras, diante das repercussões jurídicas, diplomáticas e institucionais do caso”, afirmam os parlamentares no requerimento em que pedem o debate.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova proposta que proíbe entrada no país de veículos ligados a criminosos]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1273305-comissao-aprova-proposta-que-proibe-entrada-no-pais-de-veiculos-ligados-a-criminosos/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1273305-comissao-aprova-proposta-que-proibe-entrada-no-pais-de-veiculos-ligados-a-criminosos/</guid>
            <pubDate>Mon, 18 May 2026 21:06:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1273634" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1273634">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260428183121207-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP)" /></div>
<div class="midia-legenda">Luiz Philippe: texto atua na prevenção</div>
</div>
<p>A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3996/25, que proíbe o ingresso em território nacional de meios de transporte vinculados a pessoas físicas ou jurídicas sancionadas por crimes de alta gravidade.</p>
<p>O objetivo da proposta, do deputado Gustavo Gayer (PL-GO), é evitar que o Brasil seja utilizado como rota, abrigo ou ponto de apoio para o crime organizado transnacional.</p>
<p>A proibição de ingresso aplica-se a aeronaves, embarcações e veículos terrestres. O público-alvo são indivíduos ou empresas, nacionais ou estrangeiros, punidos por envolvimento em crimes como tráfico internacional, lavagem de dinheiro, terrorismo e contrabando.</p>
<p>O relator, deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), recomendou a aprovação do projeto, com o argumento de que o texto atua preventivamente ao ingresso de atividades ilegais no território nacional.</p>
<p>“A medida também se coaduna com a atuação do Brasil no sistema internacional, reforçando a credibilidade do país no cumprimento de compromissos internacionais e na cooperação com outros Estados no enfrentamento de ameaças globais”, disse o relator.</p>
<p><strong>Modificação</strong><br />
Luiz Philippe de Orleans e Bragança alterou o projeto para delimitar de forma técnica e precisa o que se deve entender como fronteira marítima, que é a definição prevista na <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1993/lei-8617-4-janeiro-1993-362973-norma-pl.html">Lei 8.617/93</a>.</p>
<p>Segundo essa lei, “o mar territorial brasileiro compreende uma faixa de 12 milhas marítima de largura, medidas a partir da linha de baixa-mar do litoral continental e insular, tal como indicada nas cartas náuticas de grande escala, reconhecidas oficialmente no Brasil”.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto, que também já havia sido aprovado pela Comissão de Segurança Pública, segue agora para análise conclusiva da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e, depois, ser sancionado pela presidência da República.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Câmara aprova adesão do Brasil a acordo da OMC sobre comércio de aeronaves civis]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1268568-camara-aprova-adesao-do-brasil-a-acordo-da-omc-sobre-comercio-de-aeronaves-civis/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1268568-camara-aprova-adesao-do-brasil-a-acordo-da-omc-sobre-comercio-de-aeronaves-civis/</guid>
            <pubDate>Mon, 04 May 2026 22:14:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Texto será enviado ao Senado]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1268761" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1268761">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260429165807043-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (REPUBLICANOS - PB)" /></div>
<div class="midia-legenda">Deputados votaram o projeto na sessão do Plenário desta segunda-feira</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de decreto legislativo (PDL 1020/25) que contém o Acordo sobre Comércio de Aeronaves Civis (TCA, na sigla em inglês) da Organização Mundial do Comércio (OMC). A proposta será enviada ao Senado.</p>
<p>Segundo o Ministério das Relações Exteriores, um dos principais pontos do acordo, lançado em 1979, é a eliminação de tarifas de importação para todas as aeronaves civis e determinados produtos destinados à aviação civil (como turbinas, partes e componentes de aeronaves, simuladores de voo, pontes de embarque de passageiros e produtos utilizados a bordo), além de serviços de manutenção e reparos.</p>
<p>Atualmente, o acordo conta com 33 países signatários. No entanto, quando um país referenda o acordo, as concessões tarifárias se estendem aos não participantes.</p>
<p>O texto também prevê a eliminação de barreiras não tarifárias, a liberdade das decisões de compras de aeronaves civis e a proibição de subsídios à exportação no setor de aviação civil.</p>
<p>O ministério esclarece que as tarifas aplicadas pelo Brasil já são nulas para os produtos abrangidos pelo TCA e que a adesão ao acordo pretende consolidar essa prática, “com impactos positivos em termos de previsibilidade dos preços de insumos a fim de constituir sinal positivo para a atração de investimentos ao país.”</p>
<p><strong>Participação plena</strong><br />
A partir de sua adesão, o Brasil passará a participar plenamente, e em igualdade de condições, junto a outros grandes produtores mundiais, como Canadá, Estados Unidos e União Europeia, das deliberações do comitê do TCA, que trata de temas relevantes para a aviação civil em âmbito global, inclusive quanto à aplicação do acordo a novos produtos do setor.</p>
<p>Na média de 2018 a 2022, o comércio mundial anual dos produtos cobertos pelo tratado alcança cerca de 3,73 trilhões de dólares (cerca de R$ 18,65 trilhões) em exportações e importações.</p>
<p>Já na balança comercial brasileira, o valor anual é de 41,4 bilhões de dólares (R$ 207 bilhões), sendo os Estados Unidos, a China, a Alemanha e a Argentina os maiores parceiros comerciais do Brasil.</p>
<p><strong>Sem cotas</strong><br />
O tratado lista algumas proibições, como a de os signatários não aplicarem restrições quantitativas (cotas de importação) ou requisitos de licenciamento de importação para restringir importações de aeronaves civis de maneira inconsistente com as disposições aplicáveis da OMC.</p>
<p>Outra cláusula determina que os signatários não deverão aplicar cotas ou licenciamento de exportações ou outros requisitos semelhantes para restringir, por razões comerciais ou competitivas, exportações de aeronaves civis para outros signatários de maneira inconsistente com o previsto pela OMC.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/606437-conheca-a-tramitacao-de-projetos-de-decreto-legislativo/">Conheça a tramitação de projetos de decreto legislativo</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Medida provisória destina crédito extraordinário de R$ 5 bilhões para apoiar exportações]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1268490-medida-provisoria-destina-credito-extraordinario-de-r-5-bilhoes-para-apoiar-exportacoes/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1268490-medida-provisoria-destina-credito-extraordinario-de-r-5-bilhoes-para-apoiar-exportacoes/</guid>
            <pubDate>Mon, 04 May 2026 19:18:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Governo afirma que novos recursos foram alocados em razão da guerra no Oriente Médio]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1268569" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1268569">
<div class="midia-creditos"><em>José Fernando Ogura/Agência de Notícias do Paraná</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20200302145402489-768x512.jpg" alt="Transporte - barcos e portos - navios exportação comércio exterior cargas commodities infraestutura portuária (porto de Paranaguá-PR)" /></div>
<div class="midia-legenda">MP deve beneficiar em especial as pequenas e médias empresas</div>
</div>
<p>O Congresso Nacional analisa a Medida Provisória 1352/26, que abre <span id="4532" class="termoGlossario" title="Crédito orçamentário destinado a atender despesas urgentes e imprevisíveis, como as decorrentes de calamidade pública. É encaminhado ao Congresso Nacional pelo presidente da República por meio de medida provisória" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">crédito extraordinário</span> de R$ 5 bilhões no Orçamento de 2026 para o crédito às exportações. O objetivo é tornar o sistema mais atrativo e adaptável ao atual cenário de instabilidade no comércio internacional.</p>
<p>Na mensagem que encaminhou a medida, o governo informa que já existiam recursos de R$ 10 bilhões previstos no Orçamento. Mas as consequências econômicas da elevação do preço do barril do petróleo a partir da guerra no Oriente Médio tornaram a situação mais crítica.</p>
<p>As ações, segundo o governo, “buscam reforçar a capacidade do país de apoiar suas empresas em um ambiente global adverso, viabilizando, inclusive, a diversificação de mercados, por meio da oferta de capital de giro e de instrumentos de proteção contra riscos comerciais, políticos e extraordinários; particularmente para as micro, pequenas e médias empresas, mais suscetíveis aos efeitos de choques adversos”.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
A medida provisória será analisada pela <span id="4053" class="termoGlossario" title="Comissão de deputados e senadores responsável pela análise das propostas orçamentárias elaboradas pelo Executivo: Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), Lei Orçamentária Anual (LOA) e Plano Plurianual (PPA)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Comissão Mista de Orçamento</span> e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573452-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-mps/">Conheça a tramitação de medidas provisórias</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova regra para barrar entrada de estrangeiro sem documento válido]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1268263-comissao-aprova-regra-para-barrar-entrada-de-estrangeiro-sem-documento-valido/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1268263-comissao-aprova-regra-para-barrar-entrada-de-estrangeiro-sem-documento-valido/</guid>
            <pubDate>Mon, 04 May 2026 18:10:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Texto resguarda pedidos de refúgio e segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça

]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1268415" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1268415">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260422180907075-768x473.jpg" alt="Deputado Albuquerque (Republicanos-RR) fala no Plenário da Câmara dos Deputados" /></div>
<div class="midia-legenda">Albuquerque, relator da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1253649-projeto-proibe-entrada-e-residencia-de-estrangeiros-sem-documentacao-no-brasil">Projeto de Lei 622/26</a>, que veda a entrada no Brasil, bem como a concessão de visto ou residência, a estrangeiros que não apresentem documento de viagem ou de identidade válido de seu país de origem.</p>
<p>A proposta, do deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2017/lei-13445-24-maio-2017-784925-norma-pl.html">Lei de Migração</a> para tornar a regra de identificação mais objetiva. A ideia é fortalecer o controle migratório e a segurança nas fronteiras brasileiras.</p>
<p>O relator da matéria, deputado Albuquerque (Republicanos-RR), alterou o texto original para garantir que a nova regra não impeça pedidos de refúgio. Ele explicou que refugiados muitas vezes precisam sair de seus países sem condições de obter documentos válidos e que o Brasil deve respeitar compromissos internacionais e o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1997/lei-9474-22-julho-1997-365390-norma-pl.html">Estatuto dos Refugiados</a>.</p>
<p>Com a modificação, a vedação de entrada continua sendo a regra geral, mas fica resguardado o direito de o indivíduo solicitar reconhecimento como refugiado à autoridade migratória na fronteira. Segundo o parecer, isso preserva o controle rígido sem gerar conflitos jurídicos ou diplomáticos.</p>
<p>“O princípio da não devolução, do qual o Brasil é signatário, impede a rejeição sumária de quem busca asilo ou refúgio”, explicou o relator.</p>
<p>Por outro lado, Albuquerque considerou o projeto fundamental para a segurança nacional, por atacar o “anonimato transfronteiriço”. “A exigência de documentação válida do país de origem é o requisito mínimo para que o Estado brasileiro possa realizar o cruzamento de dados em bases internacionais e verificar antecedentes criminais”, afirmou.</p>
<p>“Sem a identificação segura, a autoridade migratória fica impossibilitada de exercer sua função de filtro contra a criminalidade organizada transnacional e o terrorismo”, disse ainda Albuquerque.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
A proposta tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e segue agora para a apreciação da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
    </channel>
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