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        <title>Câmara notícias - Câmara dos Deputados</title>
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        <description>Câmara Notícias </description>
        <lastBuildDate>Sat, 18 Jul 2026 00:21:35 GMT</lastBuildDate>
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        <copyright>Copyright(C) Câmara dos Deputados</copyright>
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            <title><![CDATA[Motta critica novas tarifas dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros e defende setor produtivo]]></title>
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            <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 13:18:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Presidente da Câmara dos Deputados lembra que a Lei da Reciprocidade Econômica pode ser usada para defender os interesses nacionais]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1292363" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1292363">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/diretoria-geral-6-673x448.jpg" alt="Cerimônia de Posse dos novos Servidores. Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (REPUBLICANOS - PB)." /></div>
<div class="midia-legenda">Motta: "Medidas unilaterais e protecionistas como essas prejudicam a economia"</div>
</div>
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="4439" data-end="4624">O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), repudiou a decisão do governo dos Estados Unidos de impor novas tarifas sobre produtos brasileiros.</p>
<p data-start="4626" data-end="4960">Segundo Motta, o Parlamento brasileiro apoia o diálogo entre nações soberanas, mas discorda do uso de barreiras comerciais como instrumento de pressão política.</p>
<p data-start="4626" data-end="4960">Ele lembrou que a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2025/lei-15122-11-abril-2025-797315-norma-pl.html">Lei da Reciprocidade Econômica</a>, <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1150115-entra-em-vigor-a-lei-que-preve-medidas-do-governo-brasileiro-contra-tarifas-de-outros-paises/">aprovada pelo Congresso Nacional</a>, é um instrumento legítimo para defender os interesses nacionais.</p>
<p data-start="4626" data-end="4960"><strong>Agressão à soberania</strong><br />
"Medidas unilaterais e protecionistas como essas prejudicam a economia, ameaçam empregos e penalizam setores produtivos estratégicos que geram renda e desenvolvimento no país", disse Motta em nota oficial publicada na quinta-feira (16).</p>
<p data-start="4626" data-end="4960">"Não há justificativa técnica ou comercial que legitime essa agressão ao livre-comércio e à soberania brasileira", acrescentou.</p>
<p data-start="5266" data-end="5490"><strong>Proteção do setor produtivo</strong><br />
Motta afirmou ainda que a Câmara dos Deputados acompanhará os desdobramentos da decisão norte-americana e atuará na defesa dos interesses do país.</p>
<p data-start="5266" data-end="5490">"O Brasil permanece unido na proteção de seu setor produtivo, de seus exportadores e, sobretudo, dos empregos dos brasileiros", reforçou.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Deputados criticam ausência do ministro das Relações Exteriores em audiência pública]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1291663-deputados-criticam-ausencia-do-ministro-das-relacoes-exteriores-em-audiencia-publica/</link>
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            <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 18:06:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Mauro Vieira foi convocado, mas pediu para o debate ser adiado para a semana de esforço concentrado na Câmara]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1291704" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1291704">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260715113548818-768x473.jpg" alt="Reunião de Comparecimento de Ministro. Dep. General Girão (PL - RN)" /></div>
<div class="midia-legenda">Girão quer abrir processo por crime de responsabilidade contra o ministro</div>
</div>
<p>Após ausência do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, em debate na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara nesta quarta-feira (15), integrantes do colegiado estudam pedir abertura de processo por crime de responsabilidade contra o ministro. Ele havia sido convocado para a audiência pública.</p>
<p>O deputado General Girão (PL-RN), 1º vice-presidente da comissão, que presidiu a audiência, pediu apoio aos parlamentares presentes para tratar do assunto com o presidente do colegiado, deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP).</p>
<p>O governo informou que o ministro tinha uma agenda com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e pediu a remarcação da audiência para o período entre 11 e 14 de agosto, já que o Congresso vai entrar em recesso na semana que vem.</p>
<p>Mas o deputado General Girão disse que, no momento da convocação, não havia compromissos na agenda do ministro.</p>
<p><strong>Ausência "ilegal"</strong><br />
O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), que também presidiu a audiência, decidiu enviar imediatamente para a Procuradoria-Geral da República uma notícia-crime contra o ministro.</p>
<p>“Por respeito ao regime democrático, ao Parlamento e à sociedade brasileira, esta Presidência decidiu manter a reunião, mesmo diante da injustificada e ilegal ausência do ministro Mauro Vieira, para que fiquem registrados, de forma clara e definitiva, os protestos deste colegiado e a gravidade institucional do que acaba de ocorrer”, disse Van Hattem.</p>
<p><strong>Sem má-vontade</strong><br />
Para o deputado Alencar Santana (PT-SP), não existe nenhuma má vontade do ministro em comparecer à comissão, pois já teria comparecido outras vezes.</p>
<p>“O ministro se colocou à disposição da comissão, desde o primeiro momento, dialogando que não poderia essa semana, sugerindo na semana de agosto, quando haverá esforço concentrado aqui nessa Casa", disse Santana.</p>
<p>"Na minha opinião, uma data importante. Vai ser um trabalho presencial, com certeza o quórum dessa comissão seria bem maior – inclusive, provavelmente, com a presença do presidente eleito”, argumentou.</p>
<p><strong>Organizações criminosas</strong><br />
Um dos assuntos a ser discutido com o ministro é uma resposta dele a um pedido de informações do deputado Evair Vieira de Melo (Republicanos-ES). O deputado quis saber sobre os impactos da decisão do governo dos Estados Unidos de classificar duas organizações criminosas brasileiras como organizações terroristas.</p>
<p>Na resposta, o ministro teria dito, entre outras coisas, que haveria a possibilidade de ações militares dos Estados Unidos em território brasileiro. Os deputados da oposição criticaram a afirmação, dizendo que ela seria exagerada e não contribuiria para as boas relações internacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<div class="midia-creditos"><em>YouTube</em></div>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ZKeMyj2SU7k" width="100%" frameborder="0" data-youtube-id="ZKeMyj2SU7k" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<div id="midia-legenda" class="midia-legenda"></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão realiza nesta quarta-feira audiência para debater classificação de facções como terroristas]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1289674-comissao-realiza-nesta-quarta-feira-audiencia-para-debater-classificacao-de-faccoes-como-terroristas/</link>
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            <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 11:38:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Ministro Mauro Vieira poderá comparecer para falar sobre o assunto]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1255184" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1255184">
<div class="midia-creditos"><em>Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260318120612559-768x473.jpeg" alt="Ministro das Relações Exteriores fala sobre temas da política externa. Ministro de Estado das Relações Exteriores, Embaixador Mauro Luiz Iecker Vieira." /></div>
<div class="midia-legenda">O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira</div>
</div>
<p>A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados realiza nesta quarta-feira (15) audiência para discutir a atuação do governo brasileiro diante da classificação, pelos Estados Unidos, de organizações criminosas brasileiras como terroristas. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, foi convocado para o debate, mas sua participação ainda não foi confirmada.</p>
<p>Se comparecer à reunião, Mauro Vieira também deverá esclarecer declarações sobre uma possível intervenção militar dos Estados Unidos no Brasil.</p>
<p>Mauro Vieira foi convocado a pedido do deputado Evair Vieira de Melo (Republicanos-ES), 3º vice-presidente do colegiado.</p>
<p>O debate será realizado às 10 horas, no plenário 3.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82763">Veja a pauta completa</a></li>
</ul>
<p><strong>Informações insuficientes</strong><br />
O deputado havia pedido informações, por escrito, ao Ministério das Relações Exteriores sobre a classificação de facções criminosas brasileiras como organizações terroristas estrangeiras e sobre o posicionamento diplomático adotado pelo Brasil.</p>
<p>Segundo o parlamentar, a resposta do ministério apresentou informações gerais e não esclareceu pontos considerados essenciais.</p>
<p>"Em vez de fornecer informações objetivas, limitou-se, em diversos trechos, a apresentar considerações genéricas sobre a posição institucional do governo brasileiro, sem esclarecer aspectos essenciais para o exercício da função fiscalizatória desta Casa", reclamou o deputado.</p>
<p>Em documento enviado à Câmara, o Itamaraty informou que manifestou sua posição às autoridades norte-americanas. No entanto, não detalhou quando ocorreram as comunicações, quais autoridades participaram das tratativas, quais canais diplomáticos foram utilizados, qual foi o conteúdo das manifestações brasileiras, nem quais providências decorreram dessas conversas.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Ativistas criticam deportações em massa dos EUA e pedem medidas de acolhimento de migrantes no Brasil]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1289458-ativistas-criticam-deportacoes-em-massa-dos-eua-e-pedem-medidas-de-acolhimento-de-migrantes-no-brasil/</link>
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            <pubDate>Thu, 09 Jul 2026 02:19:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Tema foi debatido em audiência na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1289500" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1289500">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260708165349009-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Direito de Migrar." /></div>
<div class="midia-legenda">Audiência pública na Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial</div>
</div>
<p>As deportações em massa dos Estados Unidos e as falhas no acolhimento de migrantes no Brasil dominaram o debate entre ativistas de causas humanitárias em audiência pública na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.</p>
<p>A audiência realizada nesta quarta-feira (8) resultou da mobilização internacional de parlamentares e sociedade civil que participaram, em março, da Jornada Continental pelo Direito à Migração e Defesa da Soberania.</p>
<p>Integrante do comitê da jornada em São Paulo, Bárbara Corrales lembrou que o movimento se intensificou a partir da truculência do ICE, o Serviço de Imigração e Controle Alfandegário dos Estados Unidos. “Na semana passada, os agentes do ICE prenderam 10 mil pessoas em cinco dias. Isso não deixa dúvida do que o imperialismo quer: a guerra pode ser com bombas, mas a guerra também pode ser com opressão social.”</p>
<p>Bárbara Corrales afirmou que, mesmo diante de intensa manifestação popular nos Estados Unidos (com o lema “<em>No kings, no ICE, no war</em>”), o governo Donald Trump manteve as deportações em massa e reforçou o orçamento do ICE com 70 bilhões de dólares.</p>
<p>De janeiro de 2025 até junho deste ano, foram cerca de 600 mil deportados, dos quais 4,6 mil brasileiros. Também houve 60 mil detidos de várias nacionalidades, a maioria (70%) sem antecedentes criminais.</p>
<div id="image-container-1289502" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1289502">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260708165328302-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Direito de Migrar. Brasileira Vivendo nos EUA, Heloisa Galvão." /></div>
<div class="midia-legenda">Por videoconferência, Heloísa Galvão relatou situação de "catástrofe" de brasileiros nos EUA</div>
</div>
<p><strong>Brasileiros nos EUA</strong><br />
Falando diretamente de Boston, em Massachusetts, a organizadora do Grupo Mulher Brasileira, Heloísa Galvão, deu detalhes do cotidiano de tentativa de ajuda aos migrantes brasileiros. “A situação aqui é uma catástrofe. É um governo que coloca em risco a vida das pessoas, coloca uns contra os outros e alimenta o ódio. O que a gente vê na nossa comunidade é um medo, é um pavor. Todos os dias a gente recebe ligação de brasileiros presos.”</p>
<p>Os ativistas calculam que há 17 mil brasileiros enfrentando detenções prolongadas e dificuldades de defesa nos Estados Unidos.</p>
<p>A diplomata Carlota Ramos, que trabalha na Divisão de Assuntos Humanitários do Ministério de Relações Exteriores, afirmou que o Brasil enfrenta a situação com base nos princípios de não criminalização da migração, proteção dos direitos de migrantes e refugiados e integração socioeconômica.</p>
<p>“Vivemos [no mundo] um momento de recrudescimento de discursos anti-imigração, endurecimento de políticas migratórias e crescente erosão de mecanismos internacionais de proteção. Nesse contexto, o Brasil tem atuado para ser uma voz dissonante, que defende soluções baseadas em direitos humanos, cooperação internacional e não discriminação”, afirmou.</p>
<p>Carlota Ramos citou ações em curso, como a Operação Acolhida, voltada aos venezuelanos, e o primeiro Plano Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia (I PlaNaMigra), assinado em junho deste ano.</p>
<div id="image-container-1289501" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1289501">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260708165330492-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Direito de Migrar. Dep. Rui Falcão (PT-SP)" /></div>
<div class="midia-legenda">Rui Falcão pediu mais recursos para reintegração de brasileiros repatriados à força</div>
</div>
<p><strong>Ações em andamento</strong><br />
Um dos organizadores da audiência, o deputado Rui Falcão (PT-SP) pediu o fortalecimento do Programa Aqui é Brasil, lançado no ano passado para a reintegração de brasileiros repatriados à força.</p>
<p>“Apesar de toda a boa vontade, tem baixo orçamento. Mais de 5 mil famílias foram deportadas com violência e precisam de acolhimento, direito à moradia, quem sabe acesso a benefícios sociais e também possibilidade de reinserção no mercado de trabalho. Nós não queremos muros, queremos horizontes”, disse o deputado.</p>
<p>Rui Falcão ainda defendeu a formalização de uma delegação multipartidária de parlamentares para verificar a situação dos brasileiros presos nos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Migrantes no Brasil</strong><br />
Durante a audiência, migrantes radicados no Brasil também relataram os desafios por aqui, como racismo, xenofobia, trabalho precário, separação da família e medo de deportação e de violência institucional.</p>
<p>Integrante do Conselho Municipal do Migrante de São Paulo, a nigeriana Constance Salawe afirmou que a legislação migratória brasileira é uma das mais avançadas do mundo, mas precisa ser plenamente implementada.</p>
<p>“Nós, imigrantes, não somos um problema a ser resolvido. Somos parte da solução: trabalhamos, empreendemos, produzimos conhecimento, cuidamos das pessoas, enriquecemos a cultura brasileira e ajudamos a construir um Brasil mais diverso, mais forte e mais humano”, declarou.</p>
<p>Segundo Constance Salawe, “migrar não é apenas mudar de território, é reconstruir uma vida”.</p>
<div id="image-container-1289503" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1289503">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260708181908808-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Direito de Migrar. Representante Do Conselho Municipal De Imigrantes (Cmi), Constance Salawe" /></div>
<div class="midia-legenda">Constance Salawe: a legislação migratória brasileira precisa ser plenamente implementada</div>
</div>
<p>Outro organizador do debate, o deputado Reimont (PT-RJ) afirmou que “fronteiras administrativas não podem impedir o livre deslocamento das pessoas”.</p>
<p>Já a deputada Erika Kokay (PT-DF) sugeriu a criação de um observatório para monitorar a situação dos migrantes e uma moção de repúdio da comissão à política anti-imigratória de Trump.</p>
<p>Também na audiência, a palestina Muna Muhammad Obdeh citou a Declaração Universal dos Direitos Humanos como fundamento para a reconstrução da sua vida no Brasil. “Eu, como palestina, resido aqui no Brasil desde 1992, faço pesquisa, estudo e oriento estudantes nessa temática, que transcorre a partir de direitos humanos e de dignidade humana”, disse.</p>
<p>Muna Muhammad Obdeh é professora de saúde coletiva na Universidade de Brasília (UnB) e representou o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) no debate.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova proposta que transforma em lei atendimento a brasileiras no exterior]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1289048-comissao-aprova-proposta-que-transforma-em-lei-atendimento-a-brasileiras-no-exterior/</link>
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            <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 20:57:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Projeto segue para análise do Senado]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1289358" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1289358">
<div class="midia-creditos"><em>Marina Ramos / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260616170601870-768x473.jpeg" alt="Reunião de Líderes. Dep. Maria do Rosário (PT - RS)" /></div>
<div class="midia-legenda">Maria do Rosário, relatora na CCJ</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que transforma em lei a política de atendimento a brasileiras que vivem no exterior por meio dos Espaços da Mulher Brasileira (EMuB). A iniciativa, desenvolvida pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) em consulados brasileiros, oferece orientação e apoio especializado, com prioridade a mulheres em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>A CCJ aprovou o parecer da relatora, deputada Maria do Rosário (PT-RS), favorável ao <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional para o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1066494-projeto-cria-politica-de-atendimento-a-brasileiras-emigrantes-em-repartircoes-consulares">Projeto de Lei 1607/24</a>, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), com alteração. <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3089195&amp;filename=Parecer-CCJC-2026-02-25">O novo texto consolida ajustes feitos nas comissões anteriores sem modificar o objetivo da proposta.</a></p>
<p>Segundo a relatora, o projeto "confere respaldo jurídico e escopo nacional a uma prática que o próprio Itamaraty já desenvolve com sucesso em diversas repartições consulares ao redor do mundo".</p>
<p>Conforme dados do Ministério das Relações Exteriores citados no Mapa Nacional da Violência de Gênero, a rede consular brasileira realizou 1.556 atendimentos a brasileiras vítimas de violência doméstica e de gênero no exterior em 2023.</p>
<p>O texto tramitou em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e poderá seguir diretamente para o Senado, a menos que haja recurso para votação, antes, pelo Plenário da Câmara.</p>
<p><strong>Objetivos</strong><br />
Entre os objetivos da política estão o combate à violência doméstica; a orientação sobre direitos; e o apoio à capacitação profissional, ao empreendedorismo feminino e ao aprimoramento educacional.</p>
<p>O texto também prevê que o atendimento poderá contar com profissionais especializados e instituições parceiras nas áreas de imigração; direito de família; legislação trabalhista e previdenciária; apoio psicológico; capacitação linguística, educacional e financeira, entre outras.</p>
<p><strong>Implementação gradual</strong><br />
A proposta estabelece que a implantação dos Espaços da Mulher Brasileira ocorrerá de forma gradual, conforme avaliação do MRE.</p>
<p>A prioridade será dada às localidades onde houver maior necessidade de reforço do atendimento às mulheres, conforme a disponibilidade de orçamento, funcionários e de espaço físico nas repartições consulares.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão debate direito de migrar e proteção a brasileiros no exterior; participe]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1287579-comissao-debate-direito-de-migrar-e-protecao-a-brasileiros-no-exterior-participe/</link>
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            <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:03:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Audiência será interativa; envie suas perguntas]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1288142" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1288142">
<div class="midia-creditos"><em>Pedro França/Agência Senado</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20180226134055146-768x511.jpg" alt="Relações Exteriores - geral - passaporte emigração imigração fronteiras controle migratório" /></div>
<div class="midia-legenda">Audiência abordará dificuldades enfrentadas por brasileiros em outros países</div>
</div>
<p>A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados promove audiência pública nesta quarta-feira (8) para debater o direito de migrar e a proteção de brasileiros no exterior.</p>
<p>A reunião será realizada no plenário 9, às 16 horas.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82648">Veja quem foi convidado e envie suas perguntas</a></li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd">O debate foi solicitado pelos deputados Reimont (PT-RJ) e Rui Falcão (PT-SP). Eles afirmam que a expansão dos fluxos migratórios e das situações de vulnerabilidade social, econômica e de trabalho exige atenção permanente do Estado e o fortalecimento das políticas públicas de acolhimento, proteção e garantia de direitos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os parlamentares também destacam o aumento de relatos de violações de direitos humanos envolvendo trabalhadores migrantes, famílias deportadas e brasileiros submetidos a situações de precarização, discriminação e insegurança no exterior.</p>
<p>"Organizações da sociedade civil, movimentos populares, entidades sindicais e coletivos de apoio a migrantes têm desenvolvido iniciativas de acolhimento, solidariedade e defesa de direitos, o que reforça a necessidade de ampliar o debate sobre o tema no Parlamento", afirmam.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova projeto que amplia mecanismo de ajuste de carbono nas fronteiras]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1287872-comissao-aprova-projeto-que-amplia-mecanismo-de-ajuste-de-carbono-nas-fronteiras/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1287872-comissao-aprova-projeto-que-amplia-mecanismo-de-ajuste-de-carbono-nas-fronteiras/</guid>
            <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 22:16:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Trata-se de uma medida de restrição comercial sobre produtos importados; texto continua em análise na Câmara dos Deputados ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1287994" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1287994">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260701110220712-768x473.jpg" alt="Audiência Pública – Marco regulatório das stablecoins (PL 4308/24). Dep. Jadyel Alencar (REPUBLICANOS-PI)." /></div>
<div class="midia-legenda">Jadyel Alencar, relator do projeto</div>
</div>
<p>A Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados aprovou projeto que autoriza o governo a aplicar o mecanismo de ajuste de carbono nas fronteiras – uma medida de restrição comercial sobre produtos importados – em resposta à adoção de medidas que prejudiquem a competitividade de empresas brasileiras.</p>
<p>Atualmente, esse mecanismo é usado por alguns países para impor custos adicionais a produtos importados com maior pegada de carbono. A medida busca equiparar as exigências ambientais aplicadas às empresas nacionais e estrangeiras, evitando que produtores submetidos a regras climáticas mais rígidas sejam prejudicados pela concorrência de produtos fabricados com padrões menos exigentes.</p>
<p>O colegiado aprovou o <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado Jadyel Alencar (Republicanos-PI), ao Projeto de Lei (PL 3838/24), da deputada Coronel Fernanda (PL-MT). O substitutivo amplia o alcance do texto original que tratava especificamente de contramedidas comerciais diante de exigências ambientais impostas pela União Europeia.</p>
<p>Pelo texto, a adoção do mecanismo deixa de estar vinculada a barreiras ambientais específicas, sendo permitida diante de todas as medidas unilaterais que afetem a competitividade dos setores brasileiros regulados pelo sistema de comércio de emissões.</p>
<p>Conforme o relator, a mudança evita a criação de normas paralelas e aumenta a segurança jurídica. "Optou-se por um texto que fortalece a vinculação da proposta à legislação já existente, conferindo maior segurança jurídica, coerência normativa e efetividade à futura aplicação da norma", afirmou.</p>
<p>O mecanismo está previsto na legislação que criou o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões - SBCE (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2024/lei-15042-11-dezembro-2024-796690-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei 15.042/24</a>). O substitutivo estabelece que o mecanismo só poderá ser aplicado depois da implementação completa desse sistema.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
A proposta ainda será analisada pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto está sujeito à apreciação do Plenário.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Câmara aprova MP que libera R$ 15 bilhões para exportadores e agroindústria afetados por tarifaço]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1287056-camara-aprova-mp-que-libera-r-15-bilhoes-para-exportadores-e-agroindustria-afetados-por-tarifaco/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1287056-camara-aprova-mp-que-libera-r-15-bilhoes-para-exportadores-e-agroindustria-afetados-por-tarifaco/</guid>
            <pubDate>Wed, 01 Jul 2026 22:13:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[A medida também beneficia empresas brasileiras atingidas por instabilidade internacional; texto vai ao Senado]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1287007" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1287007">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260701173210979-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas." /></div>
<div class="midia-legenda">Deputados na sessão do Plenário desta quarta-feira</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou a <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1257767-mp-libera-ate-r-15-bilhoes-em-credito-a-exportadores-afetados-por-conflitos">Medida Provisória 1345/26</a>, que libera R$ 15 bilhões em linhas de crédito para empresas exportadoras atingidas por instabilidade internacional e geopolítica e pelo aumento unilateral de tarifas comerciais. A MP segue para votação no Senado.</p>
<p>Foi aprovado o texto da comissão mista que analisou a MP, de autoria do senador Alan Rick (Republicanos-AC), que incluiu a agroindústria e a mineração entre os beneficiários.</p>
<p><strong>Brasil Soberano</strong><br />
As linhas de crédito funcionam no âmbito do Plano Brasil Soberano nas modalidades de capital de giro, compra de máquinas, ampliação da produção e investimento em inovação tecnológica.</p>
<p>A Medida Provisória 1345/26 retoma e reformula dispositivos da outra MP (1309/25) para incluir entre as finalidades do Fundo de Garantia à Exportação (FGE) a oferta de linhas de financiamento aos exportadores.</p>
<p>Com vigência de meados de agosto a meados de dezembro do ano passado, a MP 1309/25 foi editada para fazer frente às consequências da imposição de tarifas pelo governo Trump às exportações brasileiras para os Estados Unidos.</p>
<p>Agora, com novos desafios geopolíticos para o comércio mundial, como o conflito entre Estados Unidos e Irã, a MP 1345/26 amplia o objetivo da mudança para alcançar também os impactos provocados por essa instabilidade internacional.</p>
<p><strong>Total de recursos</strong><br />
Inicialmente, a MP do ano passado previa uso de até R$ 30 bilhões do superávit financeiro do FGE em 2024, incluindo o principal. Neste ano, o valor baixou para até R$ 15 bilhões e poderá vir de outras fontes além do principal e do superávit do FGE apurado em 31 de dezembro de 2025.</p>
<p>Assim, o dinheiro poderá vir ainda de fontes orçamentárias e do superávit financeiro, em 31 de dezembro de 2025, de fontes supervisionadas por unidades do Ministério da Fazenda.</p>
<p><strong>Beneficiários</strong><br />
Poderão se beneficiar das linhas de financiamento as pessoas jurídicas exportadoras de bens industriais e seus fornecedores e outras atuantes em setores industriais relevantes ao comércio exterior brasileiro.</p>
<p>Com a mudança no texto feita pelo relator, também poderão contar com o empréstimo as exportadoras de produtos da agricultura, da pecuária, das florestas plantadas, da pesca e da aquicultura, mesmo se for de derivados, subprodutos e resíduos de valor econômico, inclusive quando submetidos a beneficiamento ou à primeira industrialização.</p>
<p>A regra sobre subprodutos e derivados se aplica ainda aos minérios.</p>
<p>O texto de Alan Rick também permite que as linhas de financiamento sejam concedidas às cooperativas, às associações e às demais formas associativas ou coletivas legalmente constituídas que exerçam as atividades listadas.</p>
<p>O empréstimo poderá ser utilizado para financiar:</p>
<ul>
<li>capital de giro;</li>
<li>compra de bens de capital ou investimentos para adaptação de atividade produtiva;</li>
<li>investimentos para ampliar a capacidade produtiva ou adensar a cadeia de produção;</li>
<li>investimento em inovação tecnológica ou adaptação de produtos, serviços e processos; e</li>
<li>outras hipóteses definidas em ato conjunto dos ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; e da Fazenda.</li>
</ul>
<p><strong>Requisitos sanitários<br />
</strong>No caso da finalidade de investimento em inovação tecnológica ou adaptação de produtos, serviços e processos, poderão ser contempladas as adaptações destinadas ao atendimento de requisitos sanitários, fitossanitários, ambientais, de rastreabilidade e de conformidade exigidos no comércio internacional.</p>
<p>Isso contempla, por exemplo, a participação dos empresários no cumprimento do protocolo de certificação criado pelo Ministério da Agricultura a fim de garantir que a carne exportada para a União Europeia seja livre de medicamentos antimicrobianos (antibióticos).</p>
<p>A exigência do bloco europeu foi tomada no início de junho e afeta exportações facilitadas inicialmente no âmbito do acordo entre <span id="4265" class="termoGlossario" title="Bloco econômico formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, com o objetivo de criar um mercado comum com livre circulação de bens e serviços, adotar uma política externa comum e harmonizar legislações nacionais, tendo em vista uma maior integração. A Bolívia está em processo de adesão ao bloco. Já a Venezuela era membro pleno e está suspensa desde dezembro de 2016. Chile, Peru, Colômbia e Equador são países associados, que podem participar como convidados de reuniões do bloco, mas sem direito a voto." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Mercosul</span> e União Europeia, inclusive dos outros países do bloco sul-americano (Argentina, Paraguai e Uruguai).</p>
<p><strong>Repasse ao BNDES</strong><br />
O dinheiro previsto será repassado ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (<span id="4309" class="termoGlossario" title="Banco federal que disponibiliza linhas de financiamento de longo prazo para empresas, com taxas de juros especiais. É o principal agente financiador, entre os bancos, de projetos de infraestrutura." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">BNDES</span>) ou a instituições financeiras por ele habilitadas, que assumirão o risco das operações, inclusive o risco de crédito (não pagamento das parcelas).</p>
<p>Embora o texto remeta ao Conselho Monetário Nacional (CMN) a definição de encargos financeiros, prazos e demais normas, as linhas de financiamento são consideradas continuidade daquelas da MP 1309/25, valendo atos infralegais, procedimentos, instrumentos contratuais e referenciais operacionais já normatizados anteriormente.</p>
<p>O BNDES poderá contratar, de forma direta e sem licitação, empresa pública federal para operacionalizar o processo de identificação dos beneficiários dessas medidas de apoio, conforme critérios de elegibilidade estabelecidos pelos ministérios citados.</p>
<p>Segundo o governo, outros países têm adotado medidas semelhantes, como Reino Unido, Índia, China e França por meio de agências de crédito à exportação.</p>
<p><strong>Manutenção de empregos</strong><br />
Ao contrário da MP 1309/25, a nova medida não exige compromisso de manutenção do número de empregos por parte de quem acessar as linhas de financiamento ou compromisso em relação a outros fatores se isso não fosse possível.</p>
<p><strong>Seguro exportação</strong><br />
A medida provisória muda também o funcionamento do Fundo Garantidor de Crédito à Exportação (FGCE) para agilizar a concessão de garantias ao exportador contra riscos como inadimplência ou cancelamento de contratos.</p>
<p>Embora tenha surgido no contexto do tarifaço de Trump, a reforma estrutural pretende aumentar a competitividade das empresas brasileiras no comércio exterior para incentivar a busca por novos mercados.</p>
<p>Algumas das mudanças foram incorporadas pela <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2022/lei-14359-1-junho-2022-792750-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei 14.359/26</a> e outras são reeditadas pela MP 1345/26. Uma delas é que o FGCE fará a cobertura inicial das indenizações no âmbito do Seguro de Crédito à Exportação (SCE) utilizando os prêmios recebidos. Somente quando seu patrimônio for insuficiente é que o FGE entrará para cobrir sinistros maiores.</p>
<p>A divisão de riscos levará em conta a posição assumida por cada um deles, observadas a modalidade e a forma de subscrição.</p>
<p>Outra mudança no FGCE é que seu estatuto deverá prever os modelos operacionais e os regimes aplicáveis ao compartilhamento, à incorporação ou à transferência de riscos. Terá ainda de prever as formas operacionais de subscrição de risco.</p>
<p><strong>Microempresas</strong><br />
A favor das <span id="4287" class="termoGlossario" title="Considera-se microempresa, para efeito do Supersimples, aquela que fatura anualmente até R$ 360 mil. No caso da empresa de pequeno porte, o valor da receita bruta anual deve ser superior a R$ 360 mil e igual ou inferior a R$ 3,6 milhões. A legislação assegura a essas empresas tratamento jurídico diferenciado e simplificado nos campos administrativo, tributário, previdenciário, trabalhista, creditício e de desenvolvimento empresarial." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">microempresas</span>, pequenas e médias empresas exportadoras, a MP 1345/26 considera compreendidas no seguro de crédito à exportação com recursos do FGE as operações de crédito direto tomadas por elas caso se enquadrem nas diretrizes da Câmara de Comércio Exterior (Camex).</p>
<p>Igual regra valerá para a cobertura do FGCE quanto ao risco comercial e ao risco político e extraordinário, nos termos do estatuto.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573452-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-mps/">Saiba mais sobre a tramitação de medidas provisórias</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Câmara aprova MP que reduz prazo de benefício fiscal para importadores de cacau]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1286453-camara-aprova-mp-que-reduz-prazo-de-beneficio-fiscal-para-importadores-de-cacau/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1286453-camara-aprova-mp-que-reduz-prazo-de-beneficio-fiscal-para-importadores-de-cacau/</guid>
            <pubDate>Tue, 30 Jun 2026 22:06:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Medida provisória seguirá para votação no Senado]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1286549" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1286549">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260630201309985-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas Legislativas. Dep. Jandira Feghali (PCdoB - RJ)" /></div>
<div class="midia-legenda">Jandira Feghali: a medida protege o produtor nacional e evita crise no setor</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória 1341/26, que reduz de um ano para seis meses a suspensão de tributos na importação (drawback) de cacau estrangeiro se o utilizarem para exportar produto final industrializado. A MP será enviada ao Senado.</p>
<p>O texto aprovado é um <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da comissão mista, de autoria do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), segundo o qual a empresa poderá pedir uma única prorrogação por igual período. O prazo normal do drawback é de um ano, prorrogável por mais um ano a critério da autoridade fiscal.</p>
<p>Segundo o governo, a medida pretende evitar o descompasso entre a colheita do cacau plantado no Brasil e a formação de estoque pelos beneficiados com o sistema de suspensão de tributos.</p>
<p>A safra brasileira é colhida duas vezes no ano, com maturação dos frutos entre 140 e 205 dias. O Executivo argumenta que, em 2025, a quase totalidade das importações brasileiras de amêndoas de cacau ocorreu entre janeiro e maio, com interrupção a partir de junho.</p>
<p>Com esse prazo dilatado do drawback, que pode chegar a 24 meses, os estoques importados podem permanecer ativos sem uso durante a comercialização da safra nacional subsequente, pressionando para baixo os preços pagos ao produtor doméstico devido à diminuição da demanda.</p>
<p>A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), vice-líder da federação PT-PCdoB-PV, afirmou que a aprovação da medida protege o produtor nacional. "Cacau é uma produção importante no Brasil, que não pode ser penalizada por prazos e questões tributárias. É importante que a gente proteja essa produção para não gerar crise no setor", declarou.</p>
<p><strong>Análise do estoque</strong><br />
O texto aprovado prevê que a prorrogação por mais seis meses pedida pela empresa exportadora será autorizada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) após análise dos volumes importados e processados, da formação de estoque industrial e da redução dos preços pagos aos produtores no mercado nacional.</p>
<p>A suspensão de tributos vale para o cacau inteiro ou partido, em bruto ou torrado, e o Executivo deverá dar publicidade, a cada três meses, sobre o volume e o valor dos produtos exportados para os quais o cacau importado foi utilizado como matéria-prima.</p>
<p>Deverá ser feita uma correspondência da transformação industrial, física e técnica entre volume de insumos importados e volume de produtos transformados exportados.</p>
<p><strong>Punições</strong><br />
A MP prevê ainda que o descumprimento das obrigações e dos prazos sujeitará o beneficiário às sanções de suspensão do direito de uso do regime de drawback; ao pagamento de tributos devidos, suspensos ou isentos no regime de drawback; e a multa.</p>
<p>A forma de recolhimento dos tributos e a dosimetria da multa serão estabelecidas em regulamento posterior.</p>
<p><strong>Mercado volátil</strong><br />
Fatores climáticos ocasionados pelo aquecimento global, desafios fitossanitários e especulação nas bolsas de mercadorias têm levado o preço do cacau a subir nos últimos anos.</p>
<p>Embora o Brasil figure entre os dez principais produtores mundiais, o país permanece como importador líquido de amêndoas de cacau (o valor das importações passou de 160 milhões de dólares em 2021 para 421 milhões em 2025).</p>
<p>Ainda que a importação no ano passado tenha sido equivalente a 14% da produção nacional, o reflexo na economia cacaueira é significativo, segundo o governo. “A cacauicultura é atividade intensiva em mão de obra (200 mil empregos diretos, segundo a associação de processadoras de cacau), com produção predominante de pequenos agricultores, dos quais 80% são estabelecimentos familiares”, diz o texto da MP.</p>
<p><strong>Debate em Plenário</strong><br />
O líder do PL, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que a medida vai fortalecer os produtores de cacau no Brasil. "E a gente faz questão de sempre estar ao lado daqueles que produzem no Brasil", disse.</p>
<p>Porém, o líder da oposição, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), considerou que a medida é populista e também um erro do governo. Segundo ele, o ideal seria a Câmara deixar a medida perder a validade. "Não existe produtor forte sem demanda forte, não existe demanda forte sem indústria competitiva", defendeu.</p>
<p>Já o líder do PT, deputado Pedro Uczai (SC), rejeitou as críticas e disse que a oposição está contra os produtores de cacau do Brasil. "Emprego, renda, desenvolvimento. A oposição torce: quanto pior, melhor."</p>
<p>Para a deputada Adriana Ventura (Novo-SP), a medida gera uma preocupação para a indústria, porque reduz a flexibilidade das indústrias processadoras e exportadoras e introduz tratamento diferenciado para o cacau. "Estamos tornando essa normatização do comércio exterior mais complexa. Isso tem como consequência elevar os custos de produção, reduzindo eficiência das cadeias exportadoras", disse.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573452-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-mps/">Saiba mais sobre a tramitação de medidas provisórias</a></li>
</ul>
<div id="video-container-1286812" class="video-container youtube youtube-100" style="width: 100%; float: none; margin: 0px;" data-youtube-id="oeX87jd0Mgk">
<div class="midia-creditos"><em>YouTube</em></div>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/oeX87jd0Mgk" width="100%" frameborder="0" data-youtube-id="oeX87jd0Mgk" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<div id="midia-legenda" class="midia-legenda"></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova política de apoio a brasileiros repatriados e deportados]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1284312-comissao-aprova-politica-de-apoio-a-brasileiros-repatriados-e-deportados/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1284312-comissao-aprova-politica-de-apoio-a-brasileiros-repatriados-e-deportados/</guid>
            <pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:23:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[O projeto continua em análise na Câmara dos Deputados

]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1283928" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1283928">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260519192625279-2-768x473.jpg" alt="Deputada Rogéria Santos fala ao microfone" /></div>
<div class="midia-legenda">Rogéria Santos recomendou a aprovação da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria a Política Reintegra Brasil. O objetivo é apoiar a reinserção social e profissional de brasileiros que retornam ao país após repatriação ou deportação.</p>
<p>Entre as medidas previstas estão:</p>
<ul>
<li>a instalação de postos de acolhimento em áreas de fronteira;</li>
<li>a prioridade no acesso a programas sociais; e</li>
<li>a oferta de linhas de crédito.</li>
</ul>
<p><strong>Mudanças no texto original</strong><br />
Por recomendação da relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), o colegiado aprovou a versão aprovada anteriormente (<span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span>) pela Comissão de Saúde para o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1136161-projeto-cria-programa-para-acolher-brasileiros-retornados-ao-pais">Projeto de Lei 96/25</a>, da deputada Renata Abreu (Pode-SP), e <span id="4069" class="termoGlossario" title="Projeto que tramita em conjunto com outro que trate de matéria semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, que deverão constar do seu parecer." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">apensados</span>, com alteração.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3150070&amp;filename=SBT-A+1+CPASF+%3D%3E+PL+96/2025">Veja a íntegra do texto aprovado</a></li>
</ul>
<p>A versão original previa a criação de um programa de governo. No entanto, a relatora argumentou que o termo "programa" sugere ações temporárias, enquanto uma política pública garante continuidade às medidas.</p>
<p>"O retorno sob força possui impactos na sociedade. Isso gera a necessidade de amparo do Estado, não na forma de ações com limite de prazo, mas de uma política de longa duração", afirmou a deputada.</p>
<p>Rogéria Santos também retirou trecho que alterava a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2017/lei-13445-24-maio-2017-784925-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei de Migração</a>. Segundo ela, as garantias previstas já estão contempladas pela Política Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/midias-fs/audio/2026/06/20260626-painel-eletronico-dep-rogria-santos.mp3">Ouça entrevista de Rogéria Santos à <em>Rádio Câmara</em> sobre o projeto</a></p>
<p><strong>Medidas previstas</strong></p>
<ul>
<li>Postos de fronteira
<ul>
<li>criação de unidades de recepção nos pontos de entrada no país para cadastro de quem voltou;</li>
<li>encaminhamento para abrigos temporários ou auxílio para transporte até o município de origem.</li>
</ul>
</li>
<li>Planos de emergência
<ul>
<li>elaboração de ações para atendimento de repatriações em massa;</li>
<li>atuação conjunta de estados e municípios para garantir apoio humanitário.</li>
</ul>
</li>
<li>Saúde e família
<ul>
<li>oferta de atendimento psicológico e assistência social;</li>
<li>criação de espaços de convivência para mães e filhos;</li>
<li>apoio na localização de parentes no Brasil.</li>
</ul>
</li>
<li>Atenção às mulheres
<ul>
<li>prioridade no acesso a serviços para mulheres responsáveis pelo sustento da família ou em situação de vulnerabilidade;</li>
<li>garantia de suporte de justiça para vítimas de violência.</li>
</ul>
</li>
<li>Educação
<ul>
<li>facilitação de matrículas na rede pública para crianças e adolescentes.</li>
</ul>
</li>
<li>Assistência social e transferência de renda
<ul>
<li>atendimento prioritário no Cadastro Único (<span id="4330" class="termoGlossario" title="Instrumento de coleta de dados que identifica e caracteriza famílias com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa. Os dados obtidos por meio do CadÚnico são consolidados e utilizados, obrigatoriamente, na seleção de beneficiários dos programas sociais do Governo Federal. Governos estaduais e municipais também podem usar os dados do cadastro para analisar o perfil socioeconômico da população e, desse modo, implantar políticas direcionadas às necessidades locais." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">CadÚnico</span>);</li>
<li>prioridade no acesso ao <span id="4344" class="termoGlossario" title="Programa de transferência de renda que se destina a famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza. Em 2023, o valor do benefício é R$ 600 mensais, mais um pagamento adicional de R$ 150 mensais por criança de até 6 anos." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Bolsa Família</span> e ao Benefício de Prestação Continuada (<span id="4328" class="termoGlossario" title="Benefício no valor de um salário mínimo pago mensalmente a idosos com 65 anos ou mais e a pessoas com deficiência incapacitadas para a vida independente e para o trabalho. Em ambos os casos, o beneficiado deve pertencer a família com renda inferior a 1/4 do salário mínimo por pessoa." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">BPC</span>).</li>
</ul>
</li>
<li>Emprego e empreendedorismo
<ul>
<li>oferta de cursos de qualificação profissional em parceria com empresas;</li>
<li>criação da linha de crédito "Retorno Produtivo";</li>
<li>incentivo à criação de cooperativas.</li>
</ul>
</li>
<li>Proteção patrimonial
<ul>
<li>orientação para proteção de bens e recursos adquiridos no exterior.</li>
</ul>
</li>
<li>Monitoramento da política
<ul>
<li>criação de bancos de dados para avaliar a política;</li>
<li>integração de trabalho entre órgãos de governo, conselhos de tutela e entidades da sociedade.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><strong>Próximos passos<br />
</strong>A proposta tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
    </channel>
</rss>