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        <title>Câmara notícias - Câmara dos Deputados</title>
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        <description>Câmara Notícias </description>
        <lastBuildDate>Thu, 16 Apr 2026 04:34:18 GMT</lastBuildDate>
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        <copyright>Copyright(C) Câmara dos Deputados</copyright>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova incentivos para distribuidoras reduzirem o desperdício de água tratada]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1263065-comissao-aprova-incentivos-para-distribuidoras-reduzirem-o-desperdicio-de-agua-tratada/</link>
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            <pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:02:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[O Senado ainda precisa aprovar a proposta para ela virar lei]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1262626" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1262626">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260408141350856-768x473.jpg" alt="Deputada Laura Carneiro fala ao microfone. Ela é branca, tem o cabelo comprido e escuro, veste uma blusa amarela e colar preto" /></div>
<div class="midia-legenda">Laura Carneiro recomendou a aprovação do projeto, com modificações</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que incentiva a redução de perdas na distribuição de água tratada<span data-path-to-node="1,3">. </span><span data-path-to-node="1,4">O texto aprovado altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2007/lei-11445-5-janeiro-2007-549031-norma-pl.html">Lei do Saneamento Básico</a> e segue agora para análise do Plenário. </span></p>
<p>Pela proposta, a administração pública poderá estabelecer mecanismos tarifários para incentivar as distribuidoras a reduzirem o desperdício de água ao longo do trajeto até o consumidor.</p>
<p>A lei vigente já prevê o uso de mecanismos desse tipo para incentivar a eficiência relacionada à produtividade, à antecipação de metas de expansão e à qualidade dos serviços.</p>
<p><strong>Parecer favorável</strong><br />
Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), a comissão aprovou o texto <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/793352-COMISSAO-APROVA-MEDIDAS-PARA-INCENTIVAR-DISTRIBUIDORAS-A-REDUZIR-O-DESPERDICIO-DE-AGUA-TRATADA"> da Comissão de Minas e Energia</a> ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/558785-projeto-preve-medidas-para-reduzir-o-desperdicio-de-agua-tratada">Projeto de Lei 2427/19</a>, do Senado.</p>
<p>O substitutivo inclui o incentivo à redução de perdas de água como um dos objetivos fundamentais da política nacional do setor.</p>
<p>“Essa mudança alinha a Lei do Saneamento Básico aos princípios e diretrizes da legislação vigente, conferindo coerência lógica ao conjunto de normas que rege a prestação do serviço público de saneamento básico”, argumentou a relatora.</p>
<p>O projeto original, de autoria do senador Lasier Martins (RS), passou por ajustes para se adequar ao Novo Marco Legal do Saneamento, aprovado em 2020.</p>
<p>Como parte das sugestões iniciais já havia sido integrada à legislação vigente, o substitutivo manteve apenas as inovações que ainda não possuíam correspondência na lei atual.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Participantes de audiência apontam falta de apoio a ONGs de animais e superlotação de abrigos]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1262965-participantes-de-audiencia-apontam-falta-de-apoio-a-ongs-de-animais-e-superlotacao-de-abrigos/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1262965-participantes-de-audiencia-apontam-falta-de-apoio-a-ongs-de-animais-e-superlotacao-de-abrigos/</guid>
            <pubDate>Tue, 14 Apr 2026 18:23:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Especialistas apontam que 4,8 milhões de animais estão vulneráveis no País; setor cobra mais recursos públicos e isenções fiscais]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1263026" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1263026">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260414105059777-768x473.jpeg" alt="Audiência Pública - Relatório de Impacto da Causa Animal" /></div>
<div class="midia-legenda">A Comissão de Meio Ambiente da Câmara debateu o assunto</div>
</div>
<p>O Brasil tem 4,8 milhões de animais de estimação em situação de vulnerabilidade. Desses, 172 mil estão em abrigos de organizações não governamentais (ONGs).</p>
<p>Mesmo sendo minoria, esses animais enfrentam superlotação: a ocupação média dos abrigos é de 135%. A situação piora porque, a cada três animais que entram, apenas um é adotado.</p>
<p>Os dados são do Censo Pet, do Instituto Pet Brasil. A pesquisa foi apresentada à Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (14), pelo diretor da Federação Brasileira da Causa Animal (Febraca), Cadu Pinotti. Ele também apresentou um levantamento inédito sobre ONGs formalizadas no país: são 2.613 organizações.</p>
<p>Segundo Pinotti, falta apoio do poder público. “As organizações fazem um trabalho que deveria ser do poder público, como saúde e controle de zoonoses. Mesmo assim, muitas não têm parceria com os municípios”, disse.</p>
<div id="image-container-1263025" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1263025">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260414105056969-768x473.jpeg" alt="Audiência Pública - Relatório de Impacto da Causa Animal. Diretor Executivo da Federação da Causa Animal - FEBRACA, Cadu Pinotti." /></div>
<div class="midia-legenda">Cadu Pinotti: "ONGs fazem um trabalho que deveria ser do poder público, como saúde e controle de zoonoses"</div>
</div>
<p>Das ONGs, 44% não têm nenhuma interação com o poder público, e pouco mais da metade mantém parcerias pontuais. Mais de 70% nunca receberam recursos de emendas parlamentares.</p>
<p>A maior parte do financiamento vem de doações. O restante vem de eventos, rifas e venda de produtos.</p>
<p>O relatório também aponta:</p>
<ul>
<li>superlotação dos abrigos;</li>
<li>falta de políticas públicas estruturadas;</li>
<li>dificuldade de acesso a isenções fiscais e financiamentos.</li>
</ul>
<p>A Febraca defende a criação de orçamento exclusivo para a causa animal.</p>
<div id="image-container-1263033" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1263033">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260414145648720-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Relatório de Impacto da Causa Animal. Dep. Delegado Matheus Laiola (UNIÃO - PR)" /></div>
<div class="midia-legenda">Delegados Matheus Laiola cobrou aplicação de recursos à causa animal pelos municípios</div>
</div>
<p><strong>Recursos<br />
</strong>O deputado Delegado Matheus Laiola (União-PR), autor do pedido para realização da audiência pública, afirmou que há repasses federais para os municípios, mas nem sempre os recursos são aplicados na área. “Os municípios recebem os recursos e devem destiná-los à causa animal. Alguns aplicam, outros não. Depois que o dinheiro entra no caixa, a decisão é local”, afirmou.</p>
<p><strong>Desafios dos municípios<br />
</strong>A gerente de sustentabilidade da Confederação Nacional de Municípios, Cláudia Lins, destacou dificuldades estruturais.</p>
<p>Nove em cada dez municípios brasileiros têm até 50 mil habitantes, e quase metade tem até 10 mil.</p>
<p>“Municípios pequenos têm baixa capacidade de arrecadação. Sem uma política estruturada, não conseguem investir na causa animal.”</p>
<div id="image-container-1263028" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1263028">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260414113724953-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Relatório de Impacto da Causa Animal. Diretora do Dep.de Proteção, Defesa e Direitos Animais - DPDA - MMA - Ministério do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Vanessa Negrini." /></div>
<div class="midia-legenda">Vanessa Negrini anunciou realização de 675 mil castrações com apoio de emendas parlamentares</div>
</div>
<p><strong>Ações do governo federal<br />
</strong>A diretora do Departamento de Proteção, Defesa e Direitos Animais do Ministério do Meio Ambiente, Vanessa Negrini, afirmou que políticas públicas estão em andamento, mas ainda não são percebidas pela população.</p>
<p>Segundo ela, o órgão atua na articulação entre ONGs, governo e Parlamento.</p>
<p>“Monitoramos projetos de lei para evitar propostas prejudiciais e destravar iniciativas importantes.”</p>
<p>A diretora informou que, até o final de 2026, devem ser realizadas 675 mil castrações com apoio de emendas parlamentares.</p>
<p>O Cadastro Nacional de Animais Domésticos (Sinpatinhas) completa um ano com 1,2 milhão de cães e gatos registrados.</p>
<p><strong>Projetos<br />
</strong>Entre os projetos de lei apoiados pela Febraca, em análise no Congresso, estão:</p>
<ul>
<li>PL 6082/25: cria incentivo fiscal para adoção de animais;</li>
<li><a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1099337-projeto-cria-fundo-nacional-de-protecao-e-bem-estar-animal">PL 2925/24</a>: institui o Fundo Nacional de Proteção e Bem-Estar Animal;</li>
<li>PL 1738/25: prevê atendimento veterinário gratuito;</li>
<li>PL 6191/25 (em análise no Senado): cria o Estatuto de Cães e Gatos;</li>
<li>PLP 11/26 (em análise no Senado): prevê que entidades sem fins lucrativos mantenham integralmente a isenção de tributos federais. A <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/leicom/2025/leicomplementar-224-26-dezembro-2025-798608-norma-pl.html">Lei Complementar 224/25</a> passou a exigir a cobrança tributária sobre receitas dessas entidades.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão debate direitos de atingidos por barragens e mineração ilegal]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1262776-comissao-debate-direitos-de-atingidos-por-barragens-e-mineracao-ilegal/</link>
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            <pubDate>Tue, 14 Apr 2026 18:13:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Audiência pública na Câmara também discutirá riscos de explosão de gasoduto e acordo com mineradoras em Minas Gerais]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1228828" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1228828">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20251113155701189-768x473.jpg" alt="Deputado Rogério Correia fala ao microfone " /></div>
<div class="midia-legenda">Rogério Correia foi quem pediu o debate</div>
</div>
<p data-start="94" data-end="473">A comissão externa da Câmara dos Deputados sobre fiscalização dos rompimentos de barragens realiza, nesta quinta-feira (16), audiência pública sobre a Política Nacional de Direitos das Populações Atingidas por Barragens.</p>
<p data-start="94" data-end="473">O debate será realizado às 9 horas, no plenário 4.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/81593">Veja a lista de quem foi convidado </a></li>
</ul>
<p data-start="475" data-end="1081">A reunião foi pedida pelo coordenador do colegiado, deputado Rogério Correia (PT-MG). O objetivo é discutir os riscos e as ações de combate à mineração ilegal em Minas Gerais, diante dos impactos ambientais e de segurança associados à atividade.</p>
<p data-start="475" data-end="1081"><strong>Risco à população</strong><br />
Em 2024, Rogério Correia denunciou a extração ilegal de minério de ferro realizada pela Empresa de Mineração Pau Branco na Serra do Curral, em Belo Horizonte (MG). A denúncia culminou em operação da Polícia Federal nos municípios mineiros de Nova Lima e Itabirito e em diversos mandados de busca e apreensão.</p>
<p>"As investigações tiveram início após o recebimento de denúncia da Companhia de Gás de Minas Gerais sobre ocorrência de atividades criminosas às margens da rodovia BR-040 em Nova Lima e Itabirito, que estariam gerando o risco de explosão de gasoduto da companhia", explica o deputado.</p>
<p>"Além dos danos irreparáveis causados à natureza, a atividade ilegal poderia ter causado uma grande tragédia, com inúmeras vítimas que trafegam na BR-040", acrescenta.</p>
<p data-start="1083" data-end="1612"><strong>Vale e Samarco</strong><br />
O deputado também quer atualizações sobre o andamento do acordo firmado entre o governo federal, estados e as empresas Vale, BHP e Samarco — responsáveis por danos ambientais em Minas Gerais e no Espírito Santo.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão de Meio Ambiente lança relatório sobre impacto da causa animal; participe]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1261543-comissao-de-meio-ambiente-lanca-relatorio-sobre-impacto-da-causa-animal-participe/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1261543-comissao-de-meio-ambiente-lanca-relatorio-sobre-impacto-da-causa-animal-participe/</guid>
            <pubDate>Tue, 14 Apr 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Reunião será interativa; envie suas perguntas]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1261651" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1261651">
<div class="midia-creditos"><em>Breno Esaki/Agência Saúde DF</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20210730101910300-768x512.jpg" alt="Três gatos estão olhando para a câmera" /></div>
<div class="midia-legenda">Bem-estar animal traz implicações para a saúde pública, o meio ambiente e a economia</div>
</div>
<p>A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados realiza, nesta terça-feira (14), audiência pública para discutir o “Relatório de Impacto da Causa Animal”. O debate será realizado às 10 horas, no plenário 2, e vai tratar do apoio às organizações não governamentais (ONGs) de proteção e bem-estar animal.</p>
<p>O evento atende a pedido do deputado Delegado Matheus Laiola (União-PR) e vai ser interativo.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/81430">Veja a pauta completa e envie suas perguntas</a></li>
</ul>
<p><strong>Desafio</strong><br />
Segundo o parlamentar, a proteção e o bem-estar animal representam um desafio complexo no Brasil, com efeitos sobre a saúde pública, o meio ambiente e a economia.</p>
<p>Ele afirma que as ONGs são essenciais para preencher a lacuna deixada pelo Estado no resgate, tratamento e reabilitação de animais em situação de vulnerabilidade.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/midias-fs/audio/2026/04/20260413-painel-eletronico-dep-delegado-matheus-laiola.mp3">Ouça entrevista de Matheus Laiola sobre o assunto na <em>Rádio Câmara</em></a></li>
</ul>
<p>O relatório que será apresentado na terça foi elaborado pela Federação Brasileira da Causa Animal. Delegado Matheus Laiola adianta que a publicação trará dados inéditos e análises sobre:</p>
<ul>
<li>o cenário atual;</li>
<li>os desafios das ONGs;</li>
<li>o impacto econômico do abandono e dos maus-tratos; e</li>
<li>a contribuição social e sanitária dessas entidades.</li>
</ul>
<p>“A audiência pública proposta permitirá um debate técnico qualificado, com a participação de especialistas, representantes governamentais e da sociedade civil", afirma o parlamentar.</p>
<p>O objetivo é, a partir do relatório, identificar as melhores estratégias para aprimorar as políticas públicas.</p>
<p>O deputado ressalta ainda que o investimento em bem-estar animal traz benefícios diretos para a saúde humana e ambiental.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova regras para transplantes de órgãos e tecidos de animais domésticos]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1262126-comissao-aprova-regras-para-transplantes-de-orgaos-e-tecidos-de-animais-domesticos/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1262126-comissao-aprova-regras-para-transplantes-de-orgaos-e-tecidos-de-animais-domesticos/</guid>
            <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 14:55:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Projeto segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1262419" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1262419">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20251105123654471-1-768x473.jpg" alt="Deputado Delegado Matheus Laiola fala ao microfone" /></div>
<div class="midia-legenda">Delegado Matheus Laiola recomendou a aprovação da proposta com mudanças</div>
</div>
<p>A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que define regras para transplantes de órgãos, tecidos e partes do corpo de animais domésticos.</p>
<p>O objetivo é criar um marco legal para esses procedimentos, que já são realizados no país, inclusive para treinamento médico.</p>
<p>Pelo texto, a realização do transplante depende de autorização prévia e expressa do tutor ou responsável legal pelo animal. Também fica proibida a remoção de tecidos ou órgãos de animais que não possuam um guardião identificado.</p>
<p>O procedimento só poderá ser realizado por médico veterinário devidamente habilitado.</p>
<p><strong>Regras para a doação</strong><br />
Transplantes que envolvam a doação por animal vivo só serão permitidos quando:</p>
<ul>
<li>o órgão ou tecido possa se regenerar; ou</li>
<li>seja um órgão duplo.</li>
</ul>
<p>O médico veterinário deve atestar que a doação não prejudica a saúde nem o bem-estar do animal doador.</p>
<p><strong>Registro e proibições</strong><br />
A proposta obriga o registro de todas as etapas do processo, como remoção e transporte, em prontuários individuais, que devem ser guardados por cinco anos.</p>
<p>O projeto também proíbe a venda de qualquer parte do corpo animal para fins de transplante.</p>
<p><strong>Punições</strong><br />
O descumprimento das regras sujeita o infrator a sanções penais. A compra ou venda de órgãos animais pode resultar em <span id="4303" class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> de um a três anos, além de multa.</p>
<p><strong>Pesquisas</strong><br />
Pesquisas científicas envolvendo transplantes de tecidos, órgãos e partes do corpo entre animais podem ocorrer, desde que autorizadas pelo órgão competente e respeitados os princípios éticos aplicáveis.</p>
<p><strong>Mudanças no texto original</strong><br />
A comissão aprovou a versão do relator, deputado Delegado Matheus Laiola (União-PR), para o Projeto de Lei 4933/24, do deputado Marcelo Queiroz (PSDB-RJ).</p>
<p>O novo texto, segundo o relator, adapta o projeto às normas do Conselho Federal de Medicina Veterinária.</p>
<p>“Constatamos a necessidade de aprimoramento para assegurar que o projeto englobe todas as etapas do procedimento — desde a autorização para a remoção de tecidos, órgãos ou partes do corpo de animais doadores até o desfecho posterior ao transplante nos animais receptores — e não colida com as normas vigentes”, observou o relator.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3110524&amp;filename=SBT-A+1+CMADS+%3D%3E+PL+4933/2024">Veja a íntegra do texto aprovado</a></li>
</ul>
<p><strong>Próximas etapas<br />
</strong>A proposta será ainda analisada, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Especialistas defendem integração dos órgãos de meteorologia para enfrentar mudanças climáticas]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1262187-especialistas-defendem-integracao-dos-orgaos-de-meteorologia-para-enfrentar-mudancas-climaticas/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1262187-especialistas-defendem-integracao-dos-orgaos-de-meteorologia-para-enfrentar-mudancas-climaticas/</guid>
            <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 19:09:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Debate na Câmara dos Deputados aponta necessidade de coordenação nacional e cooperação com setor privado]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1262233" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1262233">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260409160502306-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Perspectivas e desafios do INMET frente as mudanças climáticas. Coordenador-Geral - Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres | CENAD-MIDR, Leno Queiroz. Dep. Erika Kokay (PT - DF). Representante - Entidades representativas dos(as) servidores (as) do INMET, Edmundo Wallace Monteiro Lucas. Coordenador-Geral - Instituto Nacional de Meteorologia - INMET | MAPA, Luiz André Rodrigues dos Santos." /></div>
<div class="midia-legenda">Érika Kokay quer propor a criação de uma política nacional de meteorologia</div>
</div>
<p>Em audiência pública na Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, especialistas defenderam a integração dos órgãos de meteorologia para enfrentar os desafios das mudanças climáticas.</p>
<p>O professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo, Pedro Leite da Silva Dias, propôs a criação de um órgão específico para coordenar as atividades meteorológicas no país.</p>
<p>Hoje, além de órgãos federais, instituições municipais e privadas também atuam na previsão do tempo e do clima.</p>
<p>O coordenador-geral do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Luiz André Rodrigues dos Santos, afirmou que o instituto intensifica a parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).</p>
<p>“Buscamos atuação conjunta com as diversas entidades que fazem meteorologia no país. No ano passado, firmamos um acordo de cooperação técnica com o Inpe. Com isso, podemos compartilhar informações sobre modelagem, satélites e dados meteorológicos e oferecer dados mais consistentes no país”, disse.</p>
<p>Segundo ele, o Inmet também trabalha para firmar acordo de cooperação com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).</p>
<div id="image-container-1262234" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1262234">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260409160505097-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Perspectivas e desafios do INMET frente as mudanças climáticas. Coordenador-Geral - Instituto Nacional de Meteorologia - INMET | MAPA, Luiz André Rodrigues dos Santos." /></div>
<div class="midia-legenda">Luiz André Rodrigues (Inmet): "Buscamos atuação conjunta com entidades que fazem meteorologia no país"</div>
</div>
<p><strong>Política nacional</strong><br />
Autora do pedido do debate, a deputada Erika Kokay (PT-DF) afirmou que vai discutir a criação de uma política nacional de meteorologia. Um dos objetivos é integrar os órgãos do setor.</p>
<p>“Estamos à disposição para receber sugestões dos órgãos, do Ministério do Meio Ambiente, do Ministério da Agricultura, do Inpe, do Inmet e da academia. Queremos elaborar uma proposta inicial e realizar nova audiência pública para finalizar o texto e protocolar na Câmara dos Deputados”, afirmou.</p>
<p><strong>Cooperação com o setor privado</strong><br />
O professor Pedro Leite também defendeu ampliar a cooperação com o setor privado, desde que o Estado mantenha o protagonismo.</p>
<p>Segundo ele, entre 60% e 70% dos formados em meteorologia vão trabalhar em empresas privadas. No início dos anos 2000, o cenário era o oposto, com maior presença no setor público e acadêmico.</p>
<p>Nas empresas privadas, os profissionais aplicam as informações meteorológicas a atividades econômicas, como agricultura e mercado financeiro.</p>
<p>Apesar do aumento da participação da iniciativa privada, o professor destacou que o Inmet continua essencial para garantir a qualidade dos dados.</p>
<p>“Hoje há mais dados coletados pela iniciativa privada, mas há problemas de controle de qualidade. O Inmet tem papel importante nisso. A integração com o setor privado deve ocorrer sem perda da liderança do Estado”, afirmou.</p>
<p>O coordenador do Inmet disse ainda que o órgão também busca cooperação com empresas privadas. Ele destacou que o instituto estuda, com o Ministério da Agricultura, formas de integrar dados das empresas, aos quais o instituto ainda não tem acesso e que já podem superar a rede governamental.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova proibição de reuso de embalagens de tintas imobiliárias]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1261936-comissao-aprova-proibicao-de-reuso-de-embalagens-de-tintas-imobiliarias/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1261936-comissao-aprova-proibicao-de-reuso-de-embalagens-de-tintas-imobiliarias/</guid>
            <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 18:55:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1262215" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1262215">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260407174359339-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativa. Dep. Daniel Almeida (PCDOB-BA)" /></div>
<div class="midia-legenda">Daniel Almeida alertou para riscos da reutilização indevida desses recipientes</div>
</div>
<p>A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou proposta que proíbe o reuso de embalagens plásticas ou metálicas de tintas imobiliárias e similares e determina seu encaminhamento para a logística reversa.</p>
<p>Pelo projeto, os rótulos de tintas acrílicas, esmaltes sintéticos, vernizes e massas niveladoras, entre outros, deverão apresentar informações padronizadas sobre a proibição do reuso e o correto descarte das embalagens. Elas também deverão possuir característica de cor que as diferencie das embalagens de alimentos.</p>
<p>O descarte das embalagens deverá ser realizado nos sistemas de logística reversa credenciados pelo Ministério do Meio Ambiente. Caberá à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a regulamentação e a fiscalização do processo.</p>
<p><strong>Sanções<br />
</strong>O texto aprovado é um <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA) ao Projeto de Lei 5124/23, do deputado Fred Costa (PRD-MG).</p>
<p>Almeida detalhou no texto aprovado que quem descumprir as determinações sofrerá as sanções previstas no <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1990/lei-8078-11-setembro-1990-365086-norma-pl.html">Código de Defesa do Consumidor</a>, que vão desde multa até interdição do estabelecimento fornecedor das tintas, entre outras.</p>
<p>O projeto original, segundo Almeida, não era claro sobre o alcance de sua aplicação. As penalidades não afastarão a obrigação de reparação dos danos causados ao meio ambiente, nem outras sanções civis, penais e administrativas.</p>
<p>Para Almeida, a proposta fortalece a proteção do consumidor ao assegurar o direito à segurança, à prevenção de riscos e à informação adequada e clara sobre produtos potencialmente nocivos.</p>
<p>"A obrigatoriedade de advertências padronizadas nos rótulos, bem como a exigência de correta destinação das embalagens por meio de sistemas de logística reversa, reduzem a assimetria informacional e previnem acidentes de consumo, especialmente diante da prática recorrente de reutilização indevida desses recipientes", declarou</p>
<p><strong>Cor marrom</strong><br />
Outra mudança feita pelo relator foi retirar a obrigatoriedade de essas embalagens terem cor marrom específica.</p>
<p>"Pequenas e médias empresas poderiam não dispor de recursos suficientes para rápida adaptação às exigências propostas, com reflexos negativos sobre sua competitividade e sustentabilidade econômica", disse Almeida.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto ainda será analisado em caráter <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">conclusivo</span> pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado por Câmara e Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Câmara rejeita mudança feita pelo Senado na medida provisória do seguro-defeso]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1261604-camara-rejeita-mudanca-feita-pelo-senado-na-medida-provisoria-do-seguro-defeso/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1261604-camara-rejeita-mudanca-feita-pelo-senado-na-medida-provisoria-do-seguro-defeso/</guid>
            <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 13:35:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[O texto que vai à sanção é o parecer apresentado na comissão mista que analisou a MP]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1261580" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1261580">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260408171306309-768x474.jpg" alt="Deputados reunidos no plenário" /></div>
<div class="midia-legenda">Deputados reunidos ontem à noite</div>
</div>
<p>O Plenário da Câmara dos Deputados rejeitou, na sessão desta quinta-feira (9), as mudanças feitas ontem pelo Senado na <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1219454-mp-1323-25-mp-vincula-pagamento-de-seguro-defeso-a-dados-biometricos-de-pescadores">Medida Provisória 1323/25</a>. Assim, ficou mantida a <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1260844-CAMARA-APROVA-MP-QUE-ALTERA-REGRAS-DO-SEGURO-DEFESO">versão aprovada pelos deputados na terça-feira (7)</a>. O texto, que altera as regras para pagamento do seguro-defeso, segue para sanção presidencial.</p>
<p>O seguro-defeso é um benefício social decorrente da proibição da pesca no período de reprodução dos peixes.</p>
<p>O texto que vai à sanção é o parecer do senador Beto Faro (PT-PA), apresentado na comissão mista que analisou a MP.</p>
<p><strong>Principais pontos</strong><br />
A medida provisória estabelece novas condições de cadastro e identificação para evitar fraudes no pagamento do seguro-defeso e autoriza a quitação das parcelas pendentes em 2026 se o beneficiário atender aos requisitos exigidos em lei.</p>
<p>Segundo o texto aprovado, para ter direito ao benefício de anos anteriores, o interessado deve ter solicitado dentro dos prazos legais. O pagamento ocorrerá em até 60 dias depois da regularidade plena do pescador no programa.</p>
<p>As despesas ficarão de fora do limite previsto na <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2003/lei-10779-25-novembro-2003-470909-norma-pl.html">Lei 10.779/03</a>, que é a dotação orçamentária do ano anterior mais a correção permitida pelo arcabouço fiscal (<span id="4413" class="termoGlossario" title="Calculado pelo IBGE, mede o custo de vida de famílias com rendimento mensal de um a 40 salários mínimos em onze regiões metropolitanas. Desde 1999, é usado pelo governo com o índice oficial de inflação do País." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">IPCA</span> mais até 2,5% da variação real da receita primária).</p>
<p>Para 2026, o total do seguro-defeso previsto, exceto esses atrasados, é de R$ 7,9 bilhões.</p>
<p>“Essa aprovação representa um avanço importante para os pescadores", afirmou o deputado Fausto Jr. (União-AM), que fez parte da comissão mista. "Conseguimos garantir mais agilidade, menos burocracia e mais segurança jurídica no acesso ao seguro-defeso. Essas medidas vão facilitar a vida de quem mais precisa, especialmente nas regiões mais remotas."</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="infografico-container-1242512" style="width: 100%;"><iframe style="width: 100px; height: px;" src="https://www.camara.leg.br/internet/agencia/infograficos-html5/seguro-defeso-versao-atualizada/index.html" frameborder="0" data-mce-fragment="1"></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão discute desafios do Instituto Nacional de Meteorologia frente a mudanças climáticas]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1261117-comissao-discute-desafios-do-instituto-nacional-de-meteorologia-frente-a-mudancas-climaticas/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1261117-comissao-discute-desafios-do-instituto-nacional-de-meteorologia-frente-a-mudancas-climaticas/</guid>
            <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 10:53:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1261167" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1261167">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260407182610917-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Comemoração ao dia do jornalista. Dep. Erika Kokay (PT - DF)" /></div>
<div class="midia-legenda">Erika Kokay propôs a realização do debate</div>
</div>
<p>A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados promove audiência pública nesta quinta-feira (9) para discutir as perspectivas e os desafios do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) diante das mudanças climáticas.</p>
<p>A reunião será realizada no plenário 8, às 15 horas.</p>
<ul>
<li> <a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/81474">Veja quem foi convidado</a></li>
</ul>
<p>O debate foi solicitado pela deputada Erika Kokay (PT-DF). Ela destaca a importância de fortalecer o Inmet devido ao aumento de eventos extremos, como secas prolongadas, chuvas intensas, ondas de calor e tempestades severas.</p>
<p>A parlamentar acrescenta que o órgão desempenha papel essencial na produção de dados, no monitoramento do tempo e do clima e na emissão de alertas que subsidiam políticas públicas e decisões governamentais.</p>
<p>"O Inmet enfrenta dificuldades relacionadas à modernização tecnológica, à recomposição de pessoal, à manutenção da infraestrutura e à ampliação da capacidade de resposta", listou Erika Kokay.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto define regras para monitorar e controlar a poluição sonora no país]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1259886-projeto-define-regras-para-monitorar-e-controlar-a-poluicao-sonora-no-pais/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1259886-projeto-define-regras-para-monitorar-e-controlar-a-poluicao-sonora-no-pais/</guid>
            <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 21:09:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1200155" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1200155">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/09/img20250708150723726-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Avaliação, Fiscalização, Monitoramento de Metas e Responsabilização. Dep. Tabata Amaral (PSB - SP)" /></div>
<div class="midia-legenda">Tabata Amaral, autora do projeto de lei</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 225/26 cria a Política Nacional de Despoluição Sonora, com regras para monitorar, mapear e reduzir ruídos em áreas urbanas e rurais. O projeto reconhece como direito a qualidade sonora do ambiente e estabelece padrões nacionais de controle de ruído.</p>
<p>A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Pelo texto, o governo federal, como gestor do Programa Nacional de Controle da Qualidade Acústica (ProSon), deverá definir limites máximos de exposição sonora conforme o tipo de área, como residencial, hospitalar, escolar, comercial e industrial.</p>
<p><strong>Plano de gestão</strong><br />
O projeto prevê, em nível federal, a criação de um sistema e de um plano nacional de gestão da qualidade acústica para estabelecer cenários, metas e prazos de referência para as ações locais de fiscalização e controle. O plano terá validade por dez anos e será elaborado com a participação de órgãos ambientais, de saúde e de transporte.</p>
<p>Distrito Federal e municípios, segundo a proposta, deverão elaborar mapas acústicos e planos locais de despoluição sonora, com atualização a cada quatro anos. Esses instrumentos deverão identificar fontes de ruído, áreas críticas, zonas sensíveis e fixar metas de redução.</p>
<p>O monitoramento da qualidade acústica ficará sob a responsabilidade da Rede Nacional de Monitoramento da Qualidade Acústica, constituída por órgãos e instituições do Sistema Nacional do Meio Ambiente.</p>
<p><strong>Impactos na saúde</strong><br />
A autora do projeto, deputada Tabata Amaral (PSB-SP), destaca que "a poluição sonora é um sério problema de saúde pública, piorado pelo crescimento urbano desordenado, tráfego intenso, atividades comerciais, obras e eventos públicos".</p>
<p>De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o ruído ambiental prejudica o sono e pode causar hipertensão, doenças cardíacas, problemas cognitivos em crianças e transtornos mentais.</p>
<p>“Espera-se, com o projeto, criar cidades mais habitáveis, reduzir progressivamente os níveis de ruído e assegurar a proteção ao direito constitucional ao meio ambiente equilibrado, com benefícios como redução de doenças relacionadas ao som excessivo”, diz a deputada.</p>
<p>Empreendimentos ou atividades potencialmente ruidosos ficarão obrigados a apresentar um Estudo de Impacto Acústico (EIAc) no processo de licenciamento urbanístico e ambiental. Eventos temporários só poderão funcionar com licença específica, com definição de horários e níveis máximos de emissão.</p>
<p><strong>Próximas etapas</strong><br />
A proposta será analisada, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Saúde; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
    </channel>
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