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        <title>Câmara notícias - Câmara dos Deputados</title>
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        <description>Câmara Notícias </description>
        <lastBuildDate>Mon, 01 Jun 2026 22:49:34 GMT</lastBuildDate>
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        <copyright>Copyright(C) Câmara dos Deputados</copyright>
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            <title><![CDATA[Comissão aprova uso de parte da renda da loteria esportiva por fundo de calamidades]]></title>
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            <pubDate>Fri, 29 May 2026 19:08:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1277897" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1277897">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260319110918919-1-768x473.jpeg" alt="Instalação e Eleição de Presidente e Vice-Presidentes. Dep. Paulo Guedes (PT - MG)" /></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Paulo Guedes, relator do projeto de lei</div>
</div>
<p>A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que permite ao Fundo Especial para Calamidades Públicas (Funcap) receber, uma vez por ano, a renda líquida de um concurso da modalidade das loterias de prognósticos numéricos, como Mega-Sena e Quina. A medida terá validade por cinco anos.</p>
<p>O texto aprovado é um <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> ao Projeto de Lei 580/19, do Senado. A proposta original pretendia destinar 1% de toda a arrecadação das loterias para o Funcap. O substitutivo mudou essa regra para garantir que o valor dos prêmios pagos aos apostadores de outros tipos de loteria, como a Mega-Sena e a Quina, não seja reduzido.</p>
<p>O relator, deputado Paulo Guedes (PT-MG), afirmou que reduzir os prêmios poderia tirar o interesse das pessoas pelas loterias federais. Ele optou por usar o modelo de concursos especiais, que já existe na lei para ajudar outras causas sociais. Segundo o relator, a nova fórmula corrige problemas de adequação financeira do projeto original.</p>
<p>A renda líquida para o fundo será o valor total arrecadado no concurso, descontadas as despesas de manutenção da loteria, o pagamento dos prêmios e os impostos.</p>
<p>O Funcap financia ações de defesa civil e socorro à população em situações de desastres.</p>
<p>Atualmente, a cada ano, as seguintes instituições recebem o equivalente a renda de um concurso da loteria esportiva:</p>
<ul>
<li>Federação Nacional das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Fenapaes);</li>
<li>Cruz Vermelha Brasileira; e</li>
<li>Federação Nacional das Associações Pestalozzi (Fenapestalozzi).</li>
</ul>
<p><strong>Próximas etapas<br />
</strong>A proposta será ainda analisada, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova regras para garantir bem-estar de animais em produções audiovisuais]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1277794-comissao-aprova-regras-para-garantir-bem-estar-de-animais-em-producoes-audiovisuais/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1277794-comissao-aprova-regras-para-garantir-bem-estar-de-animais-em-producoes-audiovisuais/</guid>
            <pubDate>Fri, 29 May 2026 18:03:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Projeto continua em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1277839" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1277839">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260430112447939-768x473.jpg" alt="Deputado Delegado Matheus Laiola (União-PR) fala na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados" /></div>
<div class="midia-legenda">Matheus Laiola: ausência de normas claras acaba contribuindo para a ocorrência de abusos</div>
</div>
<p>A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que prevê regras para garantir o bem-estar animal em produções cinematográficas, televisivas e publicitárias.</p>
<p>O colegiado aprovou o <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado Delegado Matheus Laiola (União-PR), ao Projeto de Lei 1917/25, da deputada Dayany Bittencourt (União-CE).</p>
<p>"O uso de animais no audiovisual, embora seja uma prática tradicional, carece de uma regulamentação que assegure condições dignas e eticamente aceitáveis. Hoje, a ausência de normas claras acaba contribuindo para a ocorrência de abusos, negligência e maus-tratos nos sets de filmagem", argumentou.</p>
<p>O relator fez ajustes no texto original, entre eles o que separa as produções que apenas documentam o animal na natureza (não-interferente) daquelas em que há manejo direto da equipe de filmagem (uso interferente).</p>
<p>Nesse caso, se a gravação envolver animais silvestres ou exóticos, o texto exige a presença de um médico-veterinário como responsável técnico em todas as etapas da filmagem.</p>
<p>Já para as gravações comerciais com animais domésticos, será obrigatória a presença do tutor ou de um responsável legal maior de idade.</p>
<p><strong>Descanso e estrutura</strong><br />
As produtoras audiovisuais deverão respeitar uma carga horária máxima diária de trabalho para os animais, bem como garantir pausas para descanso, hidratação, alimentação e atendimento das necessidades fisiológicas.</p>
<p>Durante os períodos de repouso, o projeto determina que os animais sejam mantidos em locais protegidos contra intempéries (como sol forte ou chuva). Os abrigos deverão ter temperatura, ventilação, luminosidade e espaço físico adequados para cada espécie.</p>
<p>Caso o animal precise aguardar confinado (sozinho ou em grupo), o médico-veterinário responsável deverá definir previamente medidas para minimizar qualquer desconforto ou sofrimento, inclusive para as fases de transporte.</p>
<p><strong>Proibições e multas</strong><br />
O texto aprovado proíbe o uso de qualquer método para forçar o comportamento do animal em cena, vetando tanto a aplicação de agentes químicos (como sedativos) quanto o uso de técnicas e equipamentos que causem sofrimento físico ou psicológico.</p>
<p>Quem descumprir as medidas perderá o acesso a financiamentos públicos e pagará multas. A prática também configura crime de maus-tratos, punível com multa e pena de prisão, que varia de três meses a cinco anos, a depender da espécie do animal.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e será agora analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão promove debate sobre a APA Costa dos Corais; participe]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1276943-comissao-promove-debate-sobre-a-apa-costa-dos-corais-participe/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1276943-comissao-promove-debate-sobre-a-apa-costa-dos-corais-participe/</guid>
            <pubDate>Thu, 28 May 2026 11:55:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1277001" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1277001">
<div class="midia-creditos"><em>Marco Ankosqui/MTur</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/maragogi-autor-marco-ankosqui-mtur-768x513.jpg" alt="Praia de Maragogi, na Costa dos Corais, em Alagoas" /></div>
<div class="midia-legenda">Praia de Maragogi, na Costa dos Corais, em Alagoas</div>
</div>
<p data-start="61" data-end="322">A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados debate, nesta quinta-feira (28), a situação da Área de Proteção Ambiental (APA) Costa dos Corais e a regularização do uso público de áreas de visitação turística em Maragogi (AL).</p>
<p data-start="324" data-end="375">O debate será realizado às 10 horas, no plenário 4.</p>
<p data-start="377" data-end="453"><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82194">A audiência será interativa; veja quem foi convidado e envie suas perguntas</a></p>
<p data-start="0" data-end="299">O debate atende a pedido do deputado Daniel Barbosa (PP-AL). Segundo o parlamentar, o objetivo da audiência pública é discutir a regulamentação do uso das piscinas naturais da região e definir critérios para o funcionamento das atividades turísticas na Área de Proteção Ambiental (APA) Costa dos Corais.</p>
<p data-start="301" data-end="505">Daniel Barbosa afirma que a falta de regras claras quanto ao número de visitantes, embarcações e práticas ambientalmente sustentáveis tem provocado insegurança jurídica e dificuldades para conciliar preservação ambiental, turismo sustentável e geração de renda para trabalhadores locais.</p>
<p data-start="507" data-end="671">O deputado acrescenta que a participação do Ministério da Pesca e Aquicultura deverá contribuir para ampliar o debate sobre políticas públicas relacionadas ao tema.</p>
<p data-start="673" data-end="819" data-is-last-node="" data-is-only-node="">“Mostra-se imprescindível promover amplo debate com os órgãos responsáveis, as comunidades locais e os setores produtivos”, afirma Daniel Barbosa.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Cancelado debate na Comissão de Saúde sobre controle de espécies invasoras]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1276551-cancelado-debate-na-comissao-de-saude-sobre-controle-de-especies-invasoras/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1276551-cancelado-debate-na-comissao-de-saude-sobre-controle-de-especies-invasoras/</guid>
            <pubDate>Wed, 27 May 2026 12:45:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1276785" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1276785">
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img201701311611115827152-768x554.jpg" alt="Javali europeu, espécie encontrada no território brasileiro" /></div>
<div class="midia-legenda">O javali é uma espécie exótica invasora presente em grande parte do território nacional</div>
</div>
<p data-start="57" data-end="250">Foi cancelada a audiência pública da Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados sobre controle e manejo de espécies invasoras. O objetivo era discutir medidas para fortalecer o controle e o manejo da fauna exótica invasora, especialmente o javali, diante dos impactos dessas espécies sobre a biodiversidade, a produção agropecuária e a saúde pública.</p>
<p data-start="301" data-end="605">O debate havia sido solicitado pelo deputado Dr. Luiz Ovando (PP-MS), relator na comissão do Projeto de Lei 3895/25, que cria o Fundo Nacional de Incentivo ao Controle de Fauna Exótica Invasora.</p>
<p data-start="301" data-end="605">Luiz Ovando diz que espécies introduzidas, como o javali e outros animais exóticos, comprometem ecossistemas nativos, provocam severos prejuízos à agricultura e à pecuária e representam risco de transmissão de doenças.</p>
<p data-start="301" data-end="605">Segundo o parlamentar, o javali está presente em 15 unidades da federação, causando prejuízos estimados em R$ 500 milhões anuais apenas no setor agrícola, com danos diretos às culturas de milho, soja, sorgo e trigo.</p>
<p data-start="301" data-end="605">Não foi definida nova data para a realização do debate.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Especialistas e vítimas de enchentes defendem apoio psicológico para vítimas de desastres climáticos]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1276603-especialistas-e-vitimas-de-enchentes-defendem-apoio-psicologico-para-vitimas-de-desastres-climaticos/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1276603-especialistas-e-vitimas-de-enchentes-defendem-apoio-psicologico-para-vitimas-de-desastres-climaticos/</guid>
            <pubDate>Tue, 26 May 2026 21:46:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Projeto de lei em análise na Câmara prevê a criação de uma política de saúde mental com essa finalidade]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1276629" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1276629">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260526101425114-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Política Nacional de Saúde Mental Climática (PL 6.151/25)." /></div>
<div class="midia-legenda">Debate ocorreu na Comissão de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional</div>
</div>
<p>Nove em cada dez municípios brasileiros registraram desastres climáticos entre 1991 e 2023. Os dados foram apresentados em audiência pública da Comissão de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados, que debateu nesta terça-feira (26) a criação da Política Nacional de Saúde Mental Climática (<a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1275371-projeto-cria-politica-nacional-de-saude-mental-para-atingidos-por-desastres-climaticos">PL 6151/25</a>).</p>
<p>O projeto cria diretrizes para o Sistema Único de Saúde (SUS) prevenir e tratar traumas, ansiedade e outros impactos psicossociais causados por desastres ambientais e eventos climáticos extremos. A proposta está em análise na comissão.</p>
<p>A audiência pública reuniu especialistas e vítimas das enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul. Eles apoiaram a iniciativa do projeto.</p>
<p>A agricultora Elida Dias relatou os impactos das enchentes na vida da família. Ela morou por três meses em um barraco de lona e precisou deixar Eldorado do Sul para viver por 24 dias em Sertão Santana.</p>
<p>“Perdi as cem galinhas, perdi as vacas, perdi porco. Até hoje ninguém perguntou se eu precisava de alguma coisa. Ficaram cinco galinhas em cima do telhado por mais de um mês. Quando voltamos, elas não conseguiam mais caminhar. Não está sendo fácil. As pessoas caminham de cabeça baixa, todo mundo se isolou. Eu comparo as pessoas a vasos. Tem vaso quebrado, vaso trincado e vaso faltando pedaço. Esses vasos precisam ser reconstruídos.”</p>
<div id="image-container-1276627" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1276627">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260526123956788-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Política Nacional de Saúde Mental Climática (PL 6.151/25). Agricultora, Elida Marisa Arndt Dias." /></div>
<div class="midia-legenda">Elida Dias: "As pessoas caminham de cabeça baixa, todo mundo se isolou"</div>
</div>
<p><strong>Acompanhamento contínuo<br />
</strong>O relator da proposta, deputado Gilson Daniel (Pode-ES), afirmou que o projeto cria uma política pública permanente para atendimento psicossocial em situações de desastres climáticos.</p>
<p>“Reconstrução não significa apenas recuperar pontes, estradas e moradias. Também significa restaurar vínculos humanos, oferecer acolhimento psicológico e fortalecer as comunidades.”</p>
<p>O projeto prevê ações para enfrentar a crise psicossocial, o estresse pós-traumático e o trauma comunitário causados por enchentes, secas severas e queimadas. A proposta inclui acompanhamento contínuo e acolhimento para vítimas, familiares e equipes de resgate.</p>
<p>As ações envolvem saúde, educação e defesa civil. O texto também prevê a criação de centros comunitários voltados à recuperação emocional das comunidades afetadas.</p>
<p>A fundadora da organização não governamental <em>Time To Act</em>, Luciana Brafman, defendeu a proposta. “Ele é fundamental para termos espaços permanentes em regiões vulneráveis a desastres climáticos. Isso dá segurança psicológica às pessoas, porque elas sabem onde buscar apoio se acontecer outra tragédia”, disse.</p>
<div id="image-container-1276626" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1276626">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260526101423039-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Política Nacional de Saúde Mental Climática (PL 6.151/25). Fundadora - Time To Act, Luciana Brafman." /></div>
<div class="midia-legenda">Luciana Brafman defendeu espaços permanentes em regiões vulneráveis a desastres climáticos</div>
</div>
<p><strong>Traumas</strong><br />
O pedagogo de emergência e terapeuta social da Associação de Pedagogia de Emergência no Brasil, Reinaldo Nascimento, relatou consequências emocionais observadas após tragédias climáticas.</p>
<p>Segundo ele, algumas crianças mais velhas voltaram a urinar na cama e chupar dedo.</p>
<p>“Perguntamos aos pais como eles estão, se conseguem dormir e se alimentar. Muitas pessoas não entendem que essas reações são comuns depois de uma tragédia. Entram em pânico e acham que estão perdendo o controle emocional.”</p>
<p>A especialista Débora Noal, da Força Nacional do SUS do Ministério da Saúde, afirmou que muitos agricultores priorizam a recuperação dos meios de subsistência. Segundo ela, retomar a produção ajuda diretamente na saúde mental das famílias atingidas.</p>
<p>Débora Noal também relatou um episódio ocorrido após desastres de 2011. “Uma indústria farmacêutica distribuiu benzodiazepínicos (sedativos para dormir) para moradores atingidos. Depois, ocorreram novos deslizamentos. As crianças conseguiram fugir, mas muitos adultos medicados não acordaram a tempo”, disse.</p>
<p><strong>Reconstrução</strong><br />
O agricultor Hélio Dias, morador de Eldorado do Sul, afirmou que a recuperação financeira é essencial para reconstruir a vida das famílias afetadas.</p>
<p>“Quando eu cheguei, não tinha mais nada. Meu maquinário ficou cerca de 15 dias embaixo d’água. Como produzir desse jeito? Ainda temos dívidas para pagar. Precisamos criar um fundo rotativo para financiar esse trabalho.”</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Lei que cria Rota Turística da Serra da Capivara é sancionada]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1276306-lei-que-cria-rota-turistica-da-serra-da-capivara-e-sancionada/</link>
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            <pubDate>Tue, 26 May 2026 18:13:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Localizada no Piauí, região possui mais de 300 sítios arqueológicos e foi reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1276463" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1276463">
<div class="midia-creditos"><em>Roberto Castro/Ministério do Turismo</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20190724132649996-768x512.jpg" alt="Turismo - Brasil - pinturas rupestres Parque Nacional da Serra da Capivara (Piauí) homem pré-histórico história" /></div>
<div class="midia-legenda">Visitação turística a sítio arqueológico na Serra da Capivara</div>
</div>
<p>Foi publicada no <em>Diário Oficial da União</em> desta terça-feira (26) a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2026/lei-15416-25-maio-2026-799180-norma-pl.html">Lei 15.416/26</a>, sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. A nova lei organiza e estimula a atividade turística na Serra da Capivara, no sudeste do Piauí, região que concentra sítios arqueológicos reconhecidos internacionalmente.</p>
<p>O Projeto de Lei 958/25, que deu origem à lei, é de autoria do deputado Castro Neto (PSD-PI).</p>
<p>A criação da Rota Turística da Serra da Capivara permite a inclusão dos municípios da região em programas federais de apoio ao turismo, voltados à regionalização do setor.</p>
<p>O texto busca fortalecer a infraestrutura, promover os atrativos e preservar o patrimônio histórico e ambiental, beneficiando diretamente cidades piauienses como São Raimundo Nonato, João Costa, Brejo do Piauí, Coronel José Dias e São João.</p>
<p><strong>Centros de pesquisa</strong><br />
A lei estabelece ainda que museus, centros de interpretação e outros equipamentos culturais localizados nesses municípios integrem o roteiro turístico, assim como instituições voltadas à preservação e à difusão do patrimônio arqueológico da região.</p>
<p>A norma também prevê a integração automática de municípios que venham a ser criados, no futuro, por desmembramento ou fusão das cidades já contempladas. A norma entrou em vigor na data de sua publicação.</p>
<p><strong>História</strong><br />
Criado em 1979, o Parque Nacional Serra da Capivara foi reconhecido como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco em 1991. A área possui a maior e mais antiga concentração de sítios pré-históricos das Américas e, segundo pesquisas realizadas no local, foi densamente povoada na era pré-colombiana.</p>
<p>Com mais de 300 sítios arqueológicos identificados, o parque tem áreas com pinturas rupestres e murais datados de 50 mil a 30 mil anos atrás. As pinturas retratam cenas do cotidiano, rituais e animais, e transformaram a Serra da Capivara em referência internacional para estudos sobre a ocupação humana pré-histórica.</p>
<p>A área também reúne importantes equipamentos culturais e científicos, como o Museu do Homem Americano e o Museu da Natureza.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova política nacional de incentivo ao cultivo de cacau em sistema 'cabruca']]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1276273-comissao-aprova-politica-nacional-de-incentivo-ao-cultivo-de-cacau-em-sistema-cabruca/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1276273-comissao-aprova-politica-nacional-de-incentivo-ao-cultivo-de-cacau-em-sistema-cabruca/</guid>
            <pubDate>Tue, 26 May 2026 17:48:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Modelo permite o cultivo de cacau à sombra de árvores nativas; projeto de lei segue em análise na Câmara ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1276456" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1276456">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260416120203628-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Contingenciamento na Defesa Agropecuária. Dep. Domingos Sávio (PL - MG)" /></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Domingos Sávio, relator do projeto de lei</div>
</div>
<p>A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1276271-projeto-cria-politica-nacional-de-incentivo-ao-cultivo-de-cacau-em-sistema-cabruca">Projeto de Lei 4107/25</a>, que institui a Política Nacional de Proteção, Manutenção e Incentivo ao Cultivo de Cacau em Sistemas Agroflorestais Cabruca.</p>
<p>A proposta prevê crédito rural, assistência técnica, subsídios e instrumentos de apoio aos produtores que cultivem cacau nesse sistema agroflorestal. Pelo texto, cabruca é o cultivo de cacau à sombra de árvores nativas, conservadas em número mínimo de espécies por hectare, com respeito à biodiversidade local.</p>
<p>O relator, deputado Domingos Sávio (PL-MG), recomendou a aprovação do texto. “O sistema cabruca demonstra, de forma exemplar, a possibilidade de conciliar produção econômica e conservação ambiental”, afirmou o relator no parecer.</p>
<p><strong>Incentivos</strong><br />
Entre os instrumentos da política, o texto prevê crédito rural, programas de capacitação e extensão rural, subsídios e a criação de um fundo para financiar pesquisa científica e tecnológica voltada à cacauicultura em sistema cabruca.</p>
<p>A proposta fixa pagamento por serviços ambientais no valor anual mínimo de uma arroba (15 kg) de cacau por hectare cultivado, com base no maior preço no ano vigente. Pequenos e médios produtores terão prioridade nos incentivos.</p>
<p><strong>Proteção</strong><br />
Além de garantir a sustentabilidade da produção cacaueira, o projeto aprovado estabelece que a política nacional também terá como objetivo a proteção da biodiversidade, dos recursos naturais e do bioma Mata Atlântica.</p>
<p>“O sistema cabruca, especialmente na Bahia, desempenha papel fundamental na conservação da biodiversidade e no desenvolvimento econômico e social das comunidades”, disse o deputado Neto Carletto (PP-BA), autor da proposta.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto ainda será analisado em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão debate criação de política voltada para a saude mental em contextos de desastres climáticos]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274834-comissao-debate-criacao-de-politica-voltada-para-a-saude-mental-em-contextos-de-desastres-climaticos/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274834-comissao-debate-criacao-de-politica-voltada-para-a-saude-mental-em-contextos-de-desastres-climaticos/</guid>
            <pubDate>Tue, 26 May 2026 11:33:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1138203" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1138203">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Peres/Agência Brasil</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/03/mg-3431-768x512.jpg" /></div>
<div class="midia-legenda">Mudanças climáticas tem impacto na saúde mental</div>
</div>
<p data-start="61" data-end="292">A Comissão de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados realiza, nesta terça-feira (26), audiência pública para discutir a criação da Política Nacional de Saúde Mental Climática prevista no <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1275371-projeto-cria-politica-nacional-de-saude-mental-para-atingidos-por-desastres-climaticos">Projeto de Lei 6151/25</a>.</p>
<p data-start="294" data-end="349">O debate será realizado às 9h30, no plenário 5.</p>
<ul>
<li data-start="351" data-end="427"><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82069">Veja quem foi convidado para o debate</a></li>
</ul>
<p data-start="429" data-end="767">O debate atende a pedido do deputado Gilson Daniel (Pode-ES), que é o relator da proposta no colegiado.</p>
<p data-start="429" data-end="767">No requerimento que pede o debate, o parlamentar explica que a intensificação de eventos climáticos extremos no Brasil, como enchentes, deslizamentos, secas prolongadas e tempestades severas, tem provocado impactos não apenas na infraestrutura e na economia, mas também na saúde mental das populações atingidas.</p>
<p data-start="769" data-end="998">"Nesse contexto, o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1275371-projeto-cria-politica-nacional-de-saude-mental-para-atingidos-por-desastres-climaticos">Projeto de Lei 6151/25</a> propõe a construção<br />
de uma política pública estruturada, voltada à promoção, prevenção e cuidado<br />
em saúde mental em situações de desastres, com enfoque na reconstrução<br />
social e comunitária dos territórios afetados", afirma.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova projeto que proíbe escolas privadas de barrar o reaproveitamento de livros didáticos]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1275869-comissao-aprova-projeto-que-proibe-escolas-privadas-de-barrar-o-reaproveitamento-de-livros-didaticos/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1275869-comissao-aprova-projeto-que-proibe-escolas-privadas-de-barrar-o-reaproveitamento-de-livros-didaticos/</guid>
            <pubDate>Mon, 25 May 2026 19:13:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta também inclui os livros didáticos no sistema de logística reversa]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1276127" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1276127">
<div class="midia-creditos"><em>Thiago Cristino / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/deputado-ismael-pl-sc-768x473.jpg" /></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Ismael, relator do projeto de lei</div>
</div>
<p>A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que proíbe as escolas privadas de exigirem a compra de livros didáticos novos quando o aluno já tiver edições anteriores em bom estado de conservação.</p>
<p>Pela nova regra, qualquer cláusula de contrato ou regra interna da escola que impeça o responsável pelo aluno de reaproveitar materiais antigos será considerada nula. A proteção também serve para livros do tipo "consumível" (aqueles que vêm com espaço para preencher as respostas), desde que as páginas continuem em branco.</p>
<p><strong>Sustentabilidade</strong><br />
Foi aprovado o <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado Ismael (PL-SC), ao Projeto de Lei 504/26, do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ). Em vez de prever uma lei nova, o relator incluiu a proibição da exigência de materiais novos dentro da <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1999/lei-9870-23-novembro-1999-369698-norma-pl.html">Lei das Mensalidades Escolares</a>.</p>
<p>O texto aprovado também altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2010/lei-12305-2-agosto-2010-607598-norma-pl.html">Política Nacional de Resíduos Sólidos</a> para incluir os livros didáticos no sistema de logística reversa. Com isso, as editoras e as empresas que lucram com a fabricação dos materiais escolares passarão a ter responsabilidade legal sobre o destino do lixo gerado por eles no fim do ano letivo.</p>
<p>"Ao passo que a alteração na lei de anuidades escolares resolve o conflito entre as escolas e as famílias, a lei de resíduos sólidos ataca a origem do problema, obrigando a coleta e o reaproveitamento do material na cadeia produtiva do mercado editorial", explicou o relator.</p>
<p><strong>Escolas públicas</strong><br />
No caso da rede pública de ensino, a maioria dos estados e municípios já repassa os materiais gratuitamente por meio do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). Esse programa do governo federal conta com regras próprias de devolução e conservação dos livros para as turmas seguintes.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e segue para a análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Câmara aprova aval do Ministério da Agricultura para normas que afetem o setor]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1275175-camara-aprova-aval-do-ministerio-da-agricultura-para-normas-que-afetem-o-setor/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1275175-camara-aprova-aval-do-ministerio-da-agricultura-para-normas-que-afetem-o-setor/</guid>
            <pubDate>Thu, 21 May 2026 18:56:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta segue para análise do Senado]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1275193" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1275193">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260521154140047-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Pezenti (MDB-SC)" /></div>
<div class="midia-legenda">Pezenti: Atuação do Ministério da Agricultura deve ser coordenada com os outros órgãos</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que torna obrigatória a aprovação do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) ou do Ministério da Pesca antes da edição de qualquer norma federal com impacto sobre espécies vegetais, animais, aquícolas, florestais ou organismos usados em atividades produtivas. O texto, que inclui a regra na  <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1991/lei-8171-17-janeiro-1991-365106-norma-pl.html">Lei da Política Agrícola</a>, segue para o Senado.</p>
<p>De autoria do deputado Pedro Lupion (PP-PR) e outros 10 parlamentares, o Projeto de Lei 5900/25 foi aprovado conforme <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado Pezenti (MDB-SC). O texto original estabelecia caráter vinculante expresso e ressalva às competências ambientais.</p>
<p>Segundo Pezenti, a proposta enfrenta um problema real e recorrente: a edição de atos normativos setoriais que, ainda que motivados por finalidades legítimas de proteção ambiental ou sanitária, repercutem de modo direto e por vezes desproporcional sobre cadeias produtivas inteiras, sem a necessária avaliação de seus impactos econômicos, produtivos e sociais.</p>
<p>"A fragmentação da atuação estatal, com diferentes órgãos editam normas sem articulação prévia, tem produzido efeitos sobre o setor produtivo: renovações de licenças ambientais mais difíceis; financiamentos e operações de crédito rural questionados por órgãos de controle; e empreendimentos sujeitos a restrições operacionais", afirmou.</p>
<p>Como exemplo, Pezenti citou a classificação de espécies como a tilápia, o tambaqui e o camarão cultivado, como de risco biológico ou potencialmente invasoras, sem coordenação interinstitucional e sem apreciação técnico econômica.</p>
<p>O relator reforçou que a manifestação do MAPA não exclui as competências dos órgãos ambientais e que a atuação deve ser de forma coordenada.</p>
<p>A deputada Erika Kokay (PT-DF) afirmou que a proposta quer tirar o poder dos órgãos ambientais de poder avaliar as políticas agrícolas.</p>
<p>"Tira o poder de municípios, estados, da Conabio [Comissão Nacional de Biodiversidade]. O MAPA participa da Conabio. Não se trata de excluir o MAPA, mas de ter uma visão que possa contemplar o conjunto da produção e a preservação ambiental", disse.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
    </channel>
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