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        <title>Câmara notícias - Câmara dos Deputados</title>
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        <description>Câmara Notícias </description>
        <lastBuildDate>Thu, 12 Mar 2026 17:46:25 GMT</lastBuildDate>
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        <copyright>Copyright(C) Câmara dos Deputados</copyright>
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            <title><![CDATA[Comissão de Trabalho aprova projeto que inclui sindicatos no regime do Simples Nacional]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1252400-comissao-de-trabalho-aprova-projeto-que-inclui-sindicatos-no-regime-do-simples-nacional/</link>
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            <pubDate>Wed, 11 Mar 2026 16:32:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Texto continua em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1252431" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1252431">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20251015195316779-768x473.jpg" alt="Deputada Daiana Santos fala ao microfone" /></div>
<div class="midia-legenda">Daiana Santos: redução da carga tributária pode ampliar recursos para defender trabalhadores</div>
</div>
<p>A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1140981-projeto-permite-inclusao-de-sindicatos-no-regime-do-simples-nacional">Projeto de Lei Complementar (PLP) 7/25</a>, que permite que as entidades sem fins lucrativos que exercem alguma atividade empresarial, inclusive os sindicatos, sejam incluídas no regime do Simples Nacional, dependendo da receita bruta anual.</p>
<p>Pelo texto do deputado Heitor Schuch (PSB-RS), apenas os rendimentos gerados pelas atividades empresariais estarão sujeitos à tributação pelo Simples.</p>
<p>O Simples Nacional simplifica o pagamento de tributos, reduzindo a carga tributária e promovendo a formalização de negócios.</p>
<p><strong>Parecer favorável</strong><br />
A relatora, deputada Daiana Santos (PCdoB-RS), recomendou a aprovação da proposta, sem alterações.</p>
<p>Ela argumentou que a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2017/lei-13467-13-julho-2017-785204-norma-pl.html">reforma trabalhista</a> fragilizou a saúde financeira dos sindicatos ao tornar a contribuição sindical facultativa. "A escassez de recursos, decorrente do comprometimento de sua principal fonte de custeio, colocou muitos sindicatos em situação de extrema dificuldade financeira, ameaçando sua própria existência."</p>
<p>Diante desse cenário, os sindicatos precisaram buscar novas fontes de receita para assegurar sua sustentabilidade. "Uma das alternativas mais viáveis é o desenvolvimento de atividades econômicas acessórias, cujos resultados financeiros podem ser revertidos em prol de suas finalidades institucionais", explicou Daiana.</p>
<p>Segundo a deputada, a inclusão dos sindicatos no Simples Nacional vai garantir o sustento dos sindicatos e fortalecer sua capacidade de atuar em defesa dos direitos dos trabalhadores.</p>
<p>Para aderir ao regime, as entidades deverão cumprir certos requisitos anuais, como comprovar a natureza sem fins lucrativos e destinar os lucros da atividade empresarial aos objetivos institucionais.</p>
<p><strong>Próximos passos<br />
</strong>O projeto ainda será analisado pelas comissões de Indústria, Comércio e Serviços; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois seguirá para o Plenário da Câmara.</p>
<p>Para virar lei, a proposta também precisa ser aprovada pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/606442-conheca-a-tramitacao-de-projetos-de-lei-complementar/">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei complementar</a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<div id="infografico-container-948101" style="width: 100%;"><iframe style="width: 100%px; height: px;" src="https://www.camara.leg.br/internet/agencia/infograficos-html5/simples-nacional/index.html" frameborder="0" data-mce-fragment="1"></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova reembolso a estados por gastos com presos condenados pela Justiça Federal]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1252283-comissao-aprova-reembolso-a-estados-por-gastos-com-presos-condenados-pela-justica-federal/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1252283-comissao-aprova-reembolso-a-estados-por-gastos-com-presos-condenados-pela-justica-federal/</guid>
            <pubDate>Wed, 11 Mar 2026 13:51:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1252311" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1252311">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20251014145018691-768x473.jpg" alt="Oitivas de Testemunhas e de Representados. Dep. Albuquerque (REPUBLICANOS - RR)" /></div>
<div class="midia-legenda">Albuquerque: proposta corrige distorção e fortalece combate ao crime organizado</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1136194-PROJETO-PREVE-REEMBOLSO-AOS-ESTADOS-E-AO-DF-POR-PRESTACAO-DE-SERVICOS-PENITENCIARIOS-A-UNIAO">Projeto de Lei 43/25</a>, do deputado Alberto Fraga (PL-DF), que obriga a União a reembolsar os estados e o Distrito Federal pelos custos com presos condenados ou detidos por decisão da Justiça Federal.</p>
<p>A proposta altera a <a href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1980-1987/lei-7210-11-julho-1984-356938-norma-pl.html">Lei de Execução Penal</a>. A regra valerá também para os casos de prisão em flagrante, preventiva e temporária. O dinheiro repassado pelo governo federal deverá ser destinado à melhoria dos sistemas prisionais locais.</p>
<p>Os parlamentares acolheram o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3093089&amp;filename=Parecer-CSPCCO-2026-03-05">parecer do relator</a>, deputado Albuquerque (Republicanos-RR), pela aprovação do texto. Segundo o relator, a proposta corrige uma distorção e evita prejuízos aos estados e ao Distrito Federal.</p>
<p>“A medida também fortalecerá a cooperação no combate ao crime organizado e na gestão da execução penal”, afirmou Albuquerque.</p>
<p><strong>Motivação</strong><br />
Alberto Fraga, autor da proposta aprovada, disse que o ideal seria que a União tivesse presídios suficientes para o cumprimento de penas decorrentes de crimes de sua competência, especialmente o tráfico internacional de drogas.</p>
<p>“As unidades federais destinam-se principalmente ao isolamento de lideranças criminosas e são de segurança máxima, inadequadas para cumprimento de sentenças condenatórias comuns”, declarou.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto ainda será analisado, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão debate viabilidade de implementação do 'Open Asset']]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1250624-comissao-debate-viabilidade-de-implementacao-do-open-asset/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1250624-comissao-debate-viabilidade-de-implementacao-do-open-asset/</guid>
            <pubDate>Wed, 11 Mar 2026 11:05:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[O Open Asset é uma infraestrutura digital padronizada para negociar ativos financeiros entre diferentes instituições]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1250660" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1250660">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260204115952173-768x473.jpg" alt="Reunião de Instalação e Eleição. Dep. Jadyel Alencar (REPUBLICANOS-PI)" /></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Jadyel Alencar, que pediu a audiência pública</div>
</div>
<p data-start="64" data-end="292">A Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados debate, nesta quarta-feira (11), a viabilidade de implementação do <em>Open Asset</em> no sistema financeiro brasileiro. O debate será realizado às 9 horas, no plenário 5.</p>
<p data-start="165" data-end="314">O <em>Open Asset</em> é uma infraestrutura digital padronizada para registrar, negociar e transferir ativos financeiros entre diferentes instituições.</p>
<p data-start="316" data-end="354">Esses ativos podem ser, por exemplo:</p>
<ul data-start="355" data-end="491">
<li data-section-id="1c6emno" data-start="355" data-end="410">
<p data-start="357" data-end="410">recebíveis (como parcelas de cartão ou duplicatas),</p>
</li>
<li data-section-id="pogygu" data-start="411" data-end="433">
<p data-start="413" data-end="433">títulos de dívida,</p>
</li>
<li data-section-id="gzz008" data-start="434" data-end="460">
<p data-start="436" data-end="460">cotas de investimento,</p>
</li>
<li data-section-id="xyc2du" data-start="461" data-end="491">
<p data-start="463" data-end="491">outros direitos financeiros.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="493" data-end="697">A ideia é que esses ativos possam circular entre bancos, fintechs, corretoras e plataformas, usando padrões tecnológicos e regulatórios comuns definidos pelo <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Banco Central do Brasil</span></span>.</p>
<p data-start="294" data-end="382"><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/81134">Veja quem foi convidado para o debate</a></p>
<p><strong>Avanços insuficientes</strong><br />
O debate atende a pedido do deputado Jadyel Alencar (Republicanos-PI). De acordo com o parlamentar, o sistema financeiro brasileiro teve avanços recentes, como o uso de infraestruturas abertas e sistemas que podem se conectar entre si.</p>
<p>Mesmo assim, a negociação e a circulação de ativos financeiros ainda acontecem em sistemas separados, com regras e formatos diferentes.</p>
<p>Isso aumenta os custos para conectar esses sistemas e dificulta o acesso ao crédito, principalmente para micro, pequenas e médias empresas.</p>
<p data-start="840" data-end="1192"><strong><em>Open Finance</em></strong><br />
Jadyel Alencar argumenta que experiências como o <em>Open Finance</em> e a regulação do mercado de recebíveis de cartão de crédito demonstraram que arquiteturas abertas e padronizadas, aliadas à coordenação do poder público e à supervisão regulatória, podem ampliar a concorrência, reduzir assimetrias de informação e estimular a inovação no sistema financeiro.</p>
<p data-start="1194" data-end="1450" data-is-last-node="" data-is-only-node="">“O sistema financeiro brasileiro avançou de forma significativa nos últimos anos ao adotar modelos regulatórios baseados em infraestruturas abertas, interoperáveis e coordenadas pelo Estado, capazes de promover concorrência, eficiência e inclusão”, afirma.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Deputado quer mobilizar estados e instituições contra o combate à pirataria; ouça a entrevista]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1251818-deputado-quer-mobilizar-estados-e-instituicoes-contra-o-combate-a-pirataria-ouca-a-entrevista/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1251818-deputado-quer-mobilizar-estados-e-instituicoes-contra-o-combate-a-pirataria-ouca-a-entrevista/</guid>
            <pubDate>Tue, 10 Mar 2026 15:21:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Primeira reunião de comissão externa prevê apresentação de plano de trabalho e votação de pedidos de informação sobre o comércio ilegal no país]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1251838" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1251838">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260310114902049-768x473.jpg" alt="Deputado Julio Lopes fala ao microfone" /></div>
<div class="midia-legenda">Julio Lopes é o coordenador da comissão de combate à pirataria</div>
</div>
<p>A <span id="16524" class="termoGlossario" title="Comissão temporária formada por deputados para representar a Câmara fora de sua sede. Pode ser criada por iniciativa do presidente da Câmara ou por requerimento de qualquer deputado. Se resultar em despesa, deve ser aprovada pelo Plenário. " contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">comissão externa</span> criada na Câmara dos Deputados para acompanhar a agenda “Brasil Legal” e o combate à pirataria faz nesta terça-feira (10) sua primeira reunião, para apresentar o plano de trabalho e votar pedidos de informação e de audiências públicas.</p>
<p>Em entrevista à <em>Rádio Câmara</em>, o deputado Julio Lopes (PP-RJ), autor do pedido de criação do colegiado e coordenador do grupo, afirmou que a ideia é mobilizar estados e instituições para ampliar o combate à pirataria, ao contrabando, à sonegação e ao comércio ilegal de forma geral.</p>
<p>“Na área do petróleo, há algo em torno de R$ 62 bilhões sonegados por ano. Na área das bebidas, são mais de R$ 55 bilhões. Com cigarros, mais R$ 20 bilhões", contabilizou o deputado.</p>
<p>"São volumes extraordinários, quase R$ 500 bilhões [de prejuízo à economia] por ano. Apenas a recuperação de 20% poderia colocar as contas do Brasil no azul”, disse, ressaltando que o combate a essas práticas exige coordenação entre órgãos públicos e instituições do setor produtivo.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/radio/programas/painel-eletronico/1251783-deputado-julio-lopes-comissao-externa-vai-mobilizar-estados-contra-pirataria-e-economia-ilegal/">Ouça a íntegra da entrevista Julio Lopes à <em>Rádio Câmara</em></a></li>
</ul>
<p><strong>Parcerias</strong><br />
Segundo o deputado, a comissão pretende usar dados produzidos por entidades do setor produtivo, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).</p>
<p data-start="4621" data-end="4768">De acordo com Lopes, a ideia é identificar problemas específicos em cada região e direcionar ações de fiscalização e combate à economia ilegal.</p>
<p data-start="4770" data-end="4944">Ele citou como exemplo a operação Compliance Zero, realizada em São Paulo, que teria resultado na apreensão de cerca de R$ 50 bilhões na região da avenida Faria Lima.</p>
<p data-start="4946" data-end="5186">O deputado também mencionou ações no Rio de Janeiro, onde, segundo ele, investigações identificaram postos de combustíveis ligados ao Comando Vermelho, com base em informações compartilhadas com sindicatos e federações empresariais.</p>
<p><strong>Crime organizado</strong><br />
Julio Lopes também alertou que o crime organizado está ligado à economia ilegal e defendeu o bloqueio internacional de recursos dessas organizações.</p>
<p>Para o deputado, a cooperação internacional é importante para rastrear e congelar recursos dessas redes criminosas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão debate com ministro Luiz Marinho fim da escala 6x1 e redução da jornada de trabalho]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1251132-comissao-debate-com-ministro-luiz-marinho-fim-da-escala-6x1-e-reducao-da-jornada-de-trabalho/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1251132-comissao-debate-com-ministro-luiz-marinho-fim-da-escala-6x1-e-reducao-da-jornada-de-trabalho/</guid>
            <pubDate>Tue, 10 Mar 2026 11:25:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1251195" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1251195">
<div class="midia-creditos"><em>25Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20240425143050034-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Projeto de Lei Complementar 12/2024 - Relação de trabalho intermediado por empresas operadoras de aplicativos de transporte. Ministro do Trabalho do Brasil, Luiz Marinho." /></div>
<div class="midia-legenda">Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego</div>
</div>
<p data-start="68" data-end="323">A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados promove audiência pública nesta terça-feira (10), com a presença do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, para debater a <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/632530-pec-reduz-jornada-semanal-de-trabalho-de-44-para-36-horas">Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19</a>, que trata do fim da escala 6x1 e da redução da jornada de trabalho.</p>
<p data-start="325" data-end="376">O debate será realizado às 14 horas, no plenário 1.</p>
<p data-start="325" data-end="376"><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/81224">Veja mais informações</a></p>
<p data-start="418" data-end="660">A audiência atende a pedido do deputado Paulo Azi (União-BA), relator da PEC na CCJ. Segundo o deputado, a participação do ministério é importante para apresentar diagnósticos sobre a formalidade no emprego, as políticas de proteção ao trabalhador e os possíveis efeitos da redução da jornada no mercado de trabalho.</p>
<p data-start="1127" data-end="1330">“A pauta da redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 constituem temas históricos e de grande relevância para a população, refletindo as transformações observadas no ambiente laboral”, afirma.</p>
<p data-start="1332" data-end="1542">O parlamentar destaca ainda que a discussão envolve diferentes aspectos, como a sobrecarga de trabalho enfrentada por muitos trabalhadores e o aumento de doenças psicossociais associadas a jornadas prolongadas.</p>
<p data-start="1544" data-end="1753">Por outro lado, segundo ele, também é necessário avaliar os impactos econômicos da redução da jornada, como possíveis aumentos de custos para as empresas e efeitos sobre a informalidade no mercado de trabalho.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Cancelado debate sobre recuperação econômica do Rio Grande do Sul após enchentes]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1250633-cancelado-debate-sobre-recuperacao-economica-do-rio-grande-do-sul-apos-enchentes/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1250633-cancelado-debate-sobre-recuperacao-economica-do-rio-grande-do-sul-apos-enchentes/</guid>
            <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 16:16:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1251053" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1251053">
<div class="midia-creditos"><em>Marina Ramos / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260305115820579-768x473.jpg" alt="Reunião de Líderes. Dep. Marcel van Hattem (NOVO - RS)" /></div>
<div class="midia-legenda"> Marcel van Hattem propôs a realização do debate</div>
</div>
<p data-start="88" data-end="376">Foi cancelado o debate previsto para esta quarta-feira (11) para discutir a recuperação econômica do Rio Grande do Sul após enchentes.</p>
<p data-start="88" data-end="376">Uma comissão externa da Câmara dos Deputados acompanha os danos causados pelas enchentes de 2023 e 2024 no Rio Grande do Sul. Ainda não foi marcada nova data para o debate.</p>
<p data-start="1155" data-end="1385" data-is-last-node="" data-is-only-node="">
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova programa de estímulo ao empreendedorismo para pais e responsáveis de pessoas com deficiência]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1250829-comissao-aprova-programa-de-estimulo-ao-empreendedorismo-para-pais-e-responsaveis-de-pessoas-com-deficiencia/</link>
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            <pubDate>Thu, 05 Mar 2026 21:03:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta segue em análise na Câmara]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1250877" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1250877">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260304212453838-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Duarte Jr. (PSB - MA)" /></div>
<div class="midia-legenda">Duarte Jr. defendeu a ampliação do alcance da proposta inicial</div>
</div>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência aprovou a criação de um programa nacional de apoio ao empreendedorismo para pais e responsáveis por crianças e adolescentes com deficiência. O objetivo é ajudar essas famílias a gerar renda e ter mais autonomia econômica.</p>
<p>O Programa Nacional de Estímulo ao Empreendedorismo de Genitores e Responsáveis de Crianças e Adolescentes com Deficiência, Transtornos do Neurodesenvolvimento ou Doenças Crônicas (PRO-PcD) prevê ações de capacitação, acesso facilitado a crédito, simplificação de negócios e uma rede de apoio.</p>
<p>Podem participar do PRO-PcD microempreendedores individuais (MEI), microempresas e empresas de pequeno porte administradas por pais, mães ou outros responsáveis por crianças ou adolescentes com deficiência.</p>
<p data-start="906" data-end="966">Para entrar no programa, os responsáveis deverão apresentar:</p>
<ul>
<li data-start="969" data-end="1096">inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) ou comprovação de renda familiar compatível;</li>
<li data-start="1099" data-end="1156">laudo médico emitido pelo Sistema Único de Saúde (SUS); e</li>
<li data-start="1159" data-end="1211">um plano simplificado de desenvolvimento do negócio.</li>
</ul>
<p><strong>Mudanças no texto original<br />
</strong>O <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3066545&amp;filename=Parecer-CICS-2025-12-11">texto aprovado</a> é o <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator na Comissão de Indústria, Comércio e Serviços, deputado Beto Richa (PSDB-PR), que ampliou o alcance da proposta original – Projeto de Lei 4037/25, do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ). Entre as mudanças, o relator incluiu no programa não apenas mães, mas pais e quaisquer responsáveis legais, renomeando a iniciativa para PRO-PcD.</p>
<p>Richa também incluiu uma regra para que as linhas de crédito destinadas ao programa sigam as normas aplicadas às microempresas. Ao mesmo tempo, o texto mantém a autonomia dos bancos para decidir sobre a concessão dos empréstimos.</p>
<p data-start="1884" data-end="2030">Segundo a proposta, o governo federal poderá criar linhas de crédito específicas para os participantes do PRO-PcD. Entre as possibilidades estão:</p>
<ul>
<li data-start="2033" data-end="2233">uso de programas como o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO) e o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), com garantia de até 80%;</li>
<li data-start="2236" data-end="2280">microcrédito com até 12 meses de carência;</li>
<li data-start="2283" data-end="2361">equalização de juros (quando o governo ajuda a reduzir o custo do empréstimo).</li>
</ul>
<p data-start="2363" data-end="2557">O texto também prevê benefícios como bonificação para quem pagar as parcelas em dia, possibilidade de transferir o empréstimo para outro banco e parcerias com fintechs e cooperativas de crédito.</p>
<p>O deputado Duarte Jr. (PSB-MA), que relatou o projeto na Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, defendeu a ampliação do público-alvo para evitar discriminações. Segundo ele, o projeto reconhece a diversidade dos arranjos familiares e a sobrecarga enfrentada por quem cuida de pessoas com deficiência.</p>
<p>"É essencial contemplar no programa não apenas as mães, mas também os pais biológicos, os pais e mães adotivos e outros responsáveis legais (como avós, tios ou tutores) pelas crianças e adolescentes com deficiência", afirmou Duarte Jr. no parecer.</p>
<p><strong>Rede de cuidado</strong><br />
A proposta prevê ainda a criação da rede de cuidado "Tempo para Empreender" (TPE), por meio da qual o governo federal oferecerá horas de cuidado para crianças e adolescentes com deficiência. Assim, os responsáveis poderão participar de cursos, feiras ou dedicar mais tempo à produção e à gestão do negócio.</p>
<p data-start="3567" data-end="3596">Além disso, o projeto cria a Vitrine Digital PRO-PcD, para divulgar produtos e serviços dos participantes, e as Salas do Empreendedor Inclusivas, que oferecerão orientação sobre tributação, gestão de negócios e exportação.</p>
<p data-start="3806" data-end="3895">A participação no programa será voluntária, e os custos serão pagos pelo governo federal.</p>
<p><strong>Próximas etapas<br />
</strong>A proposta será analisada, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Debate sobre microcrédito destaca importância da educação financeira]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1250771-debate-sobre-microcredito-destaca-importancia-da-educacao-financeira/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1250771-debate-sobre-microcredito-destaca-importancia-da-educacao-financeira/</guid>
            <pubDate>Thu, 05 Mar 2026 19:32:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1250837" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1250837">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260305110408873-768x473.jpeg" alt="Audiência Pública - Economia, empreendedorismo e inclusão financeira nas favelas. Dep. Helio Lopes (PL - RJ)" /></div>
<div class="midia-legenda">Audiência pública foi promovida pelo Centro de Estudos e Debates Estratégicos</div>
</div>
<p>Especialistas em microcrédito reunidos nesta quinta-feira (5) afirmam que é importante trabalhar na qualidade do crédito para evitar o superendividamento. A audiência pública sobre inclusão financeira e digital foi promovida pelo Centro de Estudos e Debates Estratégicos da Câmara dos Deputados.</p>
<p>Camila Costa, do <span id="4309" class="termoGlossario" title="Banco federal que disponibiliza linhas de financiamento de longo prazo para empresas, com taxas de juros especiais. É o principal agente financiador, entre os bancos, de projetos de infraestrutura." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">BNDES</span>, explicou que a instituição oferece crédito para pequenos negócios de forma orientada, por meio de parceiros que conhecem a realidade das comunidades. Ela disse que este tipo de crédito é importante porque o país tem 12 mil favelas, onde vivem 16 milhões de pessoas.</p>
<p>Segundo Camila, o acesso ao crédito só é possível com fundos que oferecem garantias, pois geralmente os negócios financiados são iniciados com economias pessoais.</p>
<p>O presidente da Agência de Fomento do Rio de Janeiro, Sérgio Gusman, disse que a educação financeira é essencial.</p>
<p>“Não adianta dar o crédito sem a educação financeira, porque a empresa está fadada a morrer. A mortalidade de empresas pequenas é muito alta. Não é no Rio de Janeiro, é no país inteiro, por conta disso”, afirmou.</p>
<p>A agência fluminense realizou 3.700 operações de crédito em 2025 no valor de R$ 47 milhões e juros de 3% ao ano. Gusman afirmou que a taxa de inadimplência já bateu 30% porque, nos últimos anos, as regras tiveram que ser flexibilizadas em função da pandemia e depois, por conta dos efeitos de enchentes.</p>
<p>O relator do estudo, deputado Helio Lopes (PL-RJ), acredita que o potencial do empreendedorismo nas comunidades é alto.</p>
<p>“Pequenos negócios informais, microempreendedores individuais e iniciativas comunitárias constituem a base de geração de renda local, movimentando cadeias produtivas próprias e criando oportunidades em contexto de restrição de crédito e formalização”, disse o deputado.</p>
<p>Lauro Gonzalez, professor da Fundação Getúlio Vargas, lembrou que o desenvolvimento dos bancos digitais e do Pix ajudou a impulsionar os pequenos negócios.</p>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Frente Parlamentar Mista vai acompanhar execução do acordo entre Mercosul e União Europeia]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1250382-frente-parlamentar-mista-vai-acompanhar-execucao-do-acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1250382-frente-parlamentar-mista-vai-acompanhar-execucao-do-acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia/</guid>
            <pubDate>Wed, 04 Mar 2026 21:52:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Grupo de deputados e senadores vai acompanhar aspectos técnicos, políticos e legislativos do acordo comercial]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1250405" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1250405">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260304171441610-768x473.jpg" alt="Evento de lançamento. Dep. Marangoni (UNIÃO-SP)" /></div>
<div class="midia-legenda">Marangoni (ao microfone) durante a instalação da Frente Parlamentar Mista</div>
</div>
<p>Foi instalada nesta quarta-feira (4) a Frente Parlamentar Mista em apoio à Integração União Europeia (UE)–Mercosul. O grupo de 210 deputados e senadores vai acompanhar de perto aspectos técnicos, políticos e legislativos do acordo comercial firmado entre os dois blocos. O documento prevê a redução gradual de impostos de importação para bens e serviços.</p>
<p>Após 27 anos de negociações, o governo federal projeta a ratificação dos termos do acordo em março, com início da vigência em maio. A Câmara dos Deputados aprovou a proposta – Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 41/26 – no fim de fevereiro; o Senado, nesta quarta-feira. Uruguai e Argentina já aprovaram a medida internamente, e Paraguai deve votá-la em breve.</p>
<p>Na prática, o acordo cria uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, envolvendo cerca de 718 milhões de pessoas e um PIB estimado em US$ 22 trilhões, em um contexto de tensões geopolíticas e incertezas no comércio global.</p>
<p>Entre os pontos centrais, destacam-se ganhos imediatos para a indústria, com impostos zerados para setores como máquinas, aeronaves e produtos químicos. Na agropecuária, haverá limites de importação para produtos sensíveis, como carnes e açúcar, além de salvaguardas que permitem a reintrodução temporária de tarifas em casos específicos.</p>
<p><strong>Acordo de Paris</strong><br />
O acordo também estabelece compromissos ambientais obrigatórios, ligando o comércio à proteção contra o desmatamento ilegal e ao cumprimento do Acordo de Paris. No setor de serviços, haverá redução de barreiras para investimentos estrangeiros, enquanto empresas do Mercosul passarão a ter o direito de disputar licitações públicas em solo europeu. O documento prevê ainda maior proteção à propriedade intelectual e medidas para incluir pequenas e médias empresas.</p>
<p>No evento de lançamento da frente parlamentar, no Salão Negro da Câmara dos Deputados, o deputado Marangoni (União-SP), que vai coordenar os trabalhos, frisou que o objetivo agora é viabilizar a fase de aplicação provisória do acordo. Ele lembrou o cenário internacional atual, com guerra na Ucrânia e tensões no Oriente Médio, e afirmou que o momento é de reorganização das cadeias mundiais de suprimento e energia.</p>
<p>“O comércio internacional tornou-se um instrumento de poder político. E é nesse contexto que a decisão da Comissão Europeia de avançar com a aplicação provisória do pilar comercial do acordo União Europeia-Mercosul altera o eixo do negócio. O acordo deixou de ser hipótese futura para se tornar realidade operacional”, pontuou.</p>
<p>A aplicação provisória do acordo UE‑Mercosul consiste em fazer vigorar, de forma parcial e temporária, algumas cláusulas comerciais – principalmente as relativas à redução de tarifas e facilitação de comércio – entre a União Europeia e países do Mercosul que já concluíram seus processos internos de ratificação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="video-container-1251408" class="video-container youtube youtube-100" style="width: 100%; float: none; margin: 0px;" data-youtube-id="Jo_yaJxVKVk">
<div class="midia-creditos"><em>YouTube</em></div>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Jo_yaJxVKVk" width="100%" frameborder="0" data-youtube-id="Jo_yaJxVKVk" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<div id="midia-legenda" class="midia-legenda"></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Batalha jurídica</strong><br />
Embora o bloco europeu busque aplicar o acordo provisoriamente para acelerar os benefícios comerciais, a ratificação completa segue paralisada por questões de proteção agrícola e ambiental. O texto enfrenta atualmente uma batalha jurídica na justiça europeia que pode durar até dois anos.</p>
<p>Marangoni, por fim, disse que o papel de deputados e senadores será acompanhar a aplicação definitiva do acordo.  “A frente parlamentar assume compromisso de acompanhar a implementação e exigir governança coordenada, de fortalecer instrumentos de defesa comercial, de estruturar apoio às pequenas e médias empresas e de assegurar uma transição inteligente para setores sensíveis. O acordo precisa ajudar o desenvolvimento concreto, não apenas as estatísticas positivas”, concluiu.</p>
<p>Em 2025, a UE se consolidou como o segundo maior parceiro comercial do Brasil, atrás apenas da China, movimentando 100 bilhões de dólares, com leve superávit para os europeus. Já o perfil das exportações brasileiras para a UE apresenta inclinação tecnológica e industrial, com a indústria de transformação liderando as vendas (47,4%) com aeronaves e produtos químicos, seguida pelos setores extrativo e agropecuário, com café, minérios e farelo de soja.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="infografico-container-1245910" style="width: 100%;"><iframe style="width: 100%px; height: px;" src="https://www.camara.leg.br/internet/agencia/infograficos-html5/principais-pontos-do-acordo-mercosul-uniao-europeia/index.html" frameborder="0" data-mce-fragment="1"></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Centro de Estudos da Câmara debate economia, empreendedorismo e inclusão financeira nas favelas]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1250367-centro-de-estudos-da-camara-debate-economia-empreendedorismo-e-inclusao-financeira-nas-favelas/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1250367-centro-de-estudos-da-camara-debate-economia-empreendedorismo-e-inclusao-financeira-nas-favelas/</guid>
            <pubDate>Wed, 04 Mar 2026 21:29:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1250398" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1250398">
<div class="midia-creditos"><em>Voz das Comunidades</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/comercio-comunidade-empreendedorismo-favela-768x512.jpeg" alt="Empreendedorismo no Complexo do Alemão" /></div>
<div class="midia-legenda">Empreendedorismo no Complexo do Alemão</div>
</div>
<p>O Centro de Estudos e Debates Estratégicos (Cedes) da Câmara dos Deputados realiza audiência pública nesta quinta-feira (5) sobre economia, empreendedorismo e inclusão financeira nas favelas.</p>
<p>O debate está marcado para as 10 horas, no plenário 4, e está relacionado com o estudo "Favelas e comunidades urbanas: conectividade e inclusão digital para o desenvolvimento socioeconômico do trabalhador 5.0".</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/81017">Confira a programação e envie suas perguntas</a></li>
</ul>
<p>De acordo com o estudo, a dinâmica econômica das favelas e comunidades urbanas brasileiras revela um ecossistema empreendedor marcado pela criatividade, resiliência e capacidade de adaptação dos moradores. Pequenos negócios informais, microempreendedores individuais e iniciativas comunitárias constituem a base da geração de renda local, movimentando cadeias produtivas próprias e criando oportunidades mesmo em contextos de restrição de crédito e de baixa formalização.</p>
<p>Nesse cenário, o empreendedorismo se apresenta não apenas como alternativa de sobrevivência, mas também como estratégia de mobilidade socioeconômica e de fortalecimento da economia territorial, evidenciando o potencial produtivo dessas regiões quando articuladas a políticas públicas e instrumentos adequados de desenvolvimento.</p>
<p>A audiência pública pretende promover o diálogo entre diferentes atores sociais para enfrentar desafios como a assimetria de informação, a limitação de garantias para obtenção de crédito e a baixa integração com sistemas formais de financiamento. A articulação entre economia local, empreendedorismo periférico e inclusão financeira digital é apontada como vetor estratégico para o desenvolvimento socioeconômico sustentável, com redução de desigualdades e fortalecimento da autonomia econômica das comunidades urbanas.</p>
<p><strong>O que é o Cedes</strong><br />
O Centro de Estudos e Debates Estratégicos é um órgão técnico-consultivo da Câmara dos Deputados dedicado à análise e à discussão de temas de caráter inovador ou com potencial de transformar as realidades econômica, política e social do Brasil.</p>
<p>Desde sua instalação, em 2003, já foram publicados 27 estudos, muitos dos quais transformados em lei ou incorporados pelos governantes.</p>
<p>O colegiado é composto por 23 parlamentares e é presidido, atualmente, pelo deputado Márcio Jerry (PCdoB-MA).</p>
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        </item>
    </channel>
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