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        <title>Câmara notícias - Câmara dos Deputados</title>
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        <description>Câmara Notícias </description>
        <lastBuildDate>Wed, 15 Jul 2026 22:39:03 GMT</lastBuildDate>
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        <copyright>Copyright(C) Câmara dos Deputados</copyright>
        <item>
            <title><![CDATA[CCJ aprova admissibilidade de proposta que torna imprescritíveis crimes sexuais contra crianças]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1291530-ccj-aprova-admissibilidade-de-proposta-que-torna-imprescritiveis-crimes-sexuais-contra-criancas/</link>
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            <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 19:45:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[PEC será analisada agora por uma comissão especial, antes de seguir para o Plenário]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1265747" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1265747">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260408112314526-768x473.jpeg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Julia Zanatta (PL - SC)" /></div>
<div class="midia-legenda">Deputada <span style="font-weight: 400;">Julia Zanatta, relatora </span></div>
</div>
<p><span style="font-weight: 400;">A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (15), a <span id="4373" class="termoGlossario" title="Exame preliminar feito pela Comissão de Constituição e Justiça, no prazo de cinco sessões do Plenário da Câmara, sobre aspectos de constitucionalidade, legalidade, regimentalidade e de técnica legislativa de uma proposta de emenda à Constituição (PEC). Se admitida, a PEC será encaminhada a uma comissão especial para análise do mérito da proposta. Em caso de inadmissibilidade, a PEC será arquivada se não houver recurso." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">admissibilidade</span> da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 21/25, de autoria da deputada Soraya Santos (PL-RJ), que torna imprescritíveis os crimes sexuais cometidos contra menores de 12 anos de idade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A proposta acrescenta inciso ao artigo 5º da Constituição, que trata dos direitos e deveres individuais e coletivos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, por exemplo, o crime de estupro de vulnerável prescreve em 20 anos, e a contagem para a prescrição começa a partir dos 18 anos da vítima, exceto se a ação penal tiver já iniciado em data anterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A relatora na comissão, deputada Julia Zanatta (PL-SC), apresentou parecer favorável à medida. </span><span style="font-weight: 400;">“A proposta não suprime nem enfraquece qualquer direito fundamental; ao contrário, amplia a tutela de bem jurídico da mais alta hierarquia, a dignidade e a integridade sexual da criança”, avaliou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a reunião da CCJ, a deputada também citou um caso recente para defender a importância da proposta. “Tivemos uma notícia muito triste vinda do Ceará, onde uma bebê de 10 meses morreu porque foi estuprada por dois homens, e me surpreende que o estupro contra vulneráveis não seja ainda imprescritível”, criticou a deputada.</span></p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
<span style="font-weight: 400;">A proposta ainda será analisada por uma <span id="4412" class="termoGlossario" title="Comissão temporária criada para analisar e votar proposta de emenda à Constituição (PEC), projeto de código e propostas que envolvam matéria de competência de mais de quatro comissões de mérito." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">comissão especial</span> que será criada para esse fim, e depois segue para apreciação do Plenário, onde deverá ser votada em dois turnos. A PEC precisa ser votada pela Câmara e pelo Senado.</span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573448-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-pecs/">Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Câmara aprova uso de trajes tradicionais em fotos de documentos oficiais]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1291566-camara-aprova-uso-de-trajes-tradicionais-em-fotos-de-documentos-oficiais/</link>
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            <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 16:21:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Projeto garante direito a povos indígenas e tradicionais; texto segue para o Senado

]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1291826" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1291826">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260715142220693-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Sônia Guajajara (PSOL-SP)" /></div>
<div class="midia-legenda">Deputada Sônia Guajajara, relatora do projeto de lei</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (15) projeto de lei que assegura aos povos indígenas e tradicionais o direito de usar fotografias com elementos de indumentária tradicional em documentos oficiais de identificação. A proposta segue agora para análise do Senado.</p>
<p>O texto aprovado é a versão da relatora, deputada Sônia Guajajara (Psol-SP), para o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1099671-proposta-autoriza-uso-de-fotografia-com-cocar-ou-turbante-em-documentos-de-identificacao">Projeto de Lei 3839/23</a>, da deputada Célia Xakriabá (Psol-MG). “As alterações têm potencial para encerrar casos de discriminação na identificação para documentos oficiais”, afirmou Sônia Guajajara.</p>
<p>A medida valerá para documentos como as carteiras de identidade, de motorista e de trabalho e Previdência Social, além do passaporte.</p>
<p>De acordo com o <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> aprovado, o uso de elementos tradicionais ou religiosos, como cocares e turbantes, será permitido, desde que não impeça o reconhecimento da fisionomia da pessoa.</p>
<p class="x_MsoNormal">A ideia é viabilizar que a identidade cultural seja incorporada à foto para expressar pertencimento a uma comunidade ou tradição cultural.</p>
<p class="x_MsoNormal">O direito deverá ser regulamentado segundo as obrigações internacionais assumidas pelo Brasil.</p>
<p><strong>Debates<br />
</strong>Sônia Guajajara afirmou que é necessário haver uma previsão em lei para adequar as fotos em documentos oficiais à previsão constitucional de diversidade cultural. "É emblemático o caso da estilista preta e seguidora do Candomblé, que, ao tirar foto para a segunda via da sua carteira de habilitação, no Rio de Janeiro, foi constrangida a ter que remover o turbante", disse.</p>
<p>Segundo Sônia, essas indumentárias compõem identidades, são expressões visuais de culturas e tradições, como o cocar indígena, que representa a relação com a natureza e com os animais, o vínculo espiritual com a terra e os antepassados.</p>
<p>"Assegurar aos povos indígenas, aos afro-brasileiros e demais povos tradicionais o uso em documentos oficiais de símbolos de sua comunidade é assegurar a dignidade humana e o direito de viver e existir conforme suas crenças, reafirmando o direito à liberdade religiosa", defendeu a relatora.</p>
<p>Para o deputado Hildo Rocha (MDB-MA), a proposta promove a cultura brasileira. "Isso é respeito à cultura indígena, é respeito aos povos originários."</p>
<p><strong>Identificação efetiva</strong><br />
Porém, o deputado Lafayette de Andrada (MG), vice-líder do PL, afirmou que a medida pode prejudicar a efetividade da identificação civil. "Se eu colocar um turbante, você não vê a cor do cabelo da pessoa. Embora respeitemos e achemos que devamos cultuar as nossas origens, é importante que a identificação civil seja sem adornos, sem óculos, sem tiara, sem turbante", argumentou.</p>
<p>O deputado Sargento Gonçalves (PL-RN) questionou se a identificação civil com indumentária indígena seria permitida em um passaporte.</p>
<p>A coordenadora da bancada negra, deputada Benedita da Silva (PT-RJ), disse que a proposta é importante e o Brasil está atrasado no tema. "Nós deveríamos ter várias formas de identificação, porque, hoje, pelo olhar, eu posso abrir o meu celular, o meu laptop. Aí, eu posso usar tiara, eu posso usar turbante, eu vou poder usar o que eu achar importante usar", afirmou.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Presidente de comissão especial defende debate amplo sobre redução da maioridade penal]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1291466-presidente-de-comissao-especial-defende-debate-amplo-sobre-reducao-da-maioridade-penal/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1291466-presidente-de-comissao-especial-defende-debate-amplo-sobre-reducao-da-maioridade-penal/</guid>
            <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 14:56:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Aluisio Mendes é favorável à redução para 16 anos, mas garante isenção na condução dos trabalhos; ouça a entrevista]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1291495" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1291495">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260701155737301-1-768x473.jpg" alt="Deputado Aluisio Mendes fala ao microfone" /></div>
<div class="midia-legenda">Aluisio Mendes: "Minha posição pessoal jamais irá influenciar na condução dos trabalhos"</div>
</div>
<p>O presidente da <span id="4412" class="termoGlossario" title="Comissão temporária criada para analisar e votar proposta de emenda à Constituição (PEC), projeto de código e propostas que envolvam matéria de competência de mais de quatro comissões de mérito." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">comissão especial</span> da Câmara sobre redução da maioridade penal, deputado Aluisio Mendes (Republicanos-MA), reforçou que o colegiado deve ouvir vários setores da sociedade. O deputado afirmou ser favorável à redução da maioridade de 18 para 16 anos, mas enfatizou que conduzirá os trabalhos com isenção.</p>
<p>“A minha posição pessoal jamais irá influenciar na condução dos trabalhos”, disse Aluisio Mendes em entrevista à <em>Rádio Câmara</em>, nesta quarta-feira (15).</p>
<p><strong>Agenda de trabalho</strong><br />
O parlamentar explicou que, por conta do calendário eleitoral, a comissão vai iniciar os trabalhos na segunda semana de agosto e, depois, volta a se reunir na primeira semana de setembro.</p>
<p>Nesse período, deve ser organizado o plano de trabalho do colegiado e o cronograma de audiências públicas.</p>
<p>Aluisio Mendes pretende apresentar o resultado da comissão ainda neste ano ao plenário da Câmara. "Há um compromisso nosso – meu, do deputado Mendonça Filho (PL-PE) e do presidente Hugo Motta – de se votar ainda neste ano no Plenário a questão da redução da maioridade penal.”</p>
<p>Mendonça Filho é o relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/15 e <span id="4069" class="termoGlossario" title="" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top" data-original-title="Projeto que tramita em conjunto com outro que trate de matéria semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, que deverão constar do seu parecer.">apensadas</span>). Ele e Aluisio Mendes ocuparam as mesmas funções em colegiado que debateu a PEC da Segurança Pública no ano passado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1280551-comissao-de-constituicao-e-justica-aprova-pec-que-reduz-maioridade-penal/">Comissão de Constituição e Justiça aprova PEC que reduz maioridade penal</a></li>
</ul>
<p><strong>Pesquisas</strong><br />
Aluisio Mendes destacou pesquisas segundo as quais a maioria da população brasileira defende a redução da maioridade penal. Ele citou crimes cometidos por adolescentes e refutou o argumento de que a responsabilização penal a partir dos 16 anos possa facilitar a cooptação dos jovens pelo crime organizado que domina as penitenciárias.</p>
<p>“Hoje os jovens de 16 até 17 anos são cooptados pelo crime organizado para cometerem esses crimes, justamente por não responderem por esse crime", afirmou Mendes. "Então, a partir do momento que você refluir a penalização a partir dos 16 anos, muitos jovens vão pensar muitas vezes antes de ingressarem no mundo do crime,” avaliou.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/midias-fs/audio/2026/07/20260715-painel-eletronico-dep-alusio-mendes.mp3">Ouça a íntegra da entrevista de Aluisio Mendes à <em>Rádio Câmara</em></a></li>
</ul>
<p><strong>Áreas isoladas</strong><br />
O deputado concordou com a necessidade de mais investimentos no sistema prisional e defendeu que, entre 16 e 18 anos, os adolescentes cumpram pena em alas isoladas nas penitenciárias, sem contato com os adultos.</p>
<p><strong>Referendo</strong><br />
O deputado relembrou que, durante o debate da PEC da Segurança Pública, o relator, Mendonça Filho, chegou a sugerir uma consulta popular sobre a redução da maioridade penal. À época, no entanto, entendeu-se que, pela polêmica do tema, seria melhor tratá-lo de forma separada.</p>
<p>Na avaliação de Aluisio Mendes, durante o debate da redução da maioridade penal, o referendo pode ser incluído no texto.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova criação de sistema nacional para prevenir violência contra jovens]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1291376-comissao-aprova-criacao-de-sistema-nacional-para-prevenir-violencia-contra-jovens/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1291376-comissao-aprova-criacao-de-sistema-nacional-para-prevenir-violencia-contra-jovens/</guid>
            <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 14:46:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1291482" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1291482">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260527161540404-2-768x473.jpg" alt="Discussão e Votação de propostas legislativas. Dep. André Fernandes (PL - CE)" /></div>
<div class="midia-legenda">André Fernandes defendeu a aprovação da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1290580-projeto-cria-sistema-nacional-para-prevenir-violencia-contra-jovens">Projeto de Lei 462/26</a>, que institui o Sistema Nacional de Prevenção à Violência Juvenil.</p>
<p>O objetivo é reduzir a violência letal e não letal contra jovens de 12 a 29 anos em territórios de alta vulnerabilidade social.</p>
<p>A proposta aprovada estabelece que o sistema será uma política pública permanente. As ações serão desenvolvidas em regime de cooperação entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios.</p>
<p>Conforme o texto, essas ações serão integradas entre as áreas de educação, saúde, assistência social, cultura, esporte e segurança pública. O foco principal será nos territórios que registram os maiores índices de violência letal juvenil.</p>
<p>Os parlamentares acolheram o parecer do relator, deputado André Fernandes (PL-CE), pela aprovação da proposta, de autoria do deputado Duarte Jr. (Avante-MA). “A segurança pública exige duas frentes simultâneas: a repressão eficiente ao crime e a prevenção estruturada”, disse o relator.</p>
<p><strong>Financiamento e metas</strong><br />
O projeto prevê que a União criará um programa nacional de financiamento com transferências de recursos fundo a fundo. Os repasses serão condicionados à adesão formal do ente federativo e à apresentação de plano local de prevenção.</p>
<p>Municípios e estados também deverão cumprir metas anuais de redução de indicadores de violência para receber as verbas. Toda a execução financeira deverá ser registrada em sistema eletrônico de transparência pública.</p>
<p>A proposta determina ainda um monitoramento nacional para acompanhamento de indicadores padronizados. Serão avaliados os índices de homicídios juvenis, evasão escolar, reincidência infracional e inserção produtiva dos jovens.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto ainda será analisado, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-projetos-de-lei">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão especial cancela reunião para votar parecer sobre política nacional para pessoas com autismo]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1290871-comissao-especial-cancela-reuniao-para-votar-parecer-sobre-politica-nacional-para-pessoas-com-autismo/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1290871-comissao-especial-cancela-reuniao-para-votar-parecer-sobre-politica-nacional-para-pessoas-com-autismo/</guid>
            <pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:02:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1268045" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1268045">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/depositphotos-349491574-xl-768x513.jpg" alt="Peças de quebra cabeça colorido, símbolo do Transtorno do Espectro Autista (TEA)" /></div>
<div class="midia-legenda">Mais de 2 milhões de brasileiros têm autismo</div>
</div>
<p>A <span id="4412" class="termoGlossario" title="Comissão temporária criada para analisar e votar proposta de emenda à Constituição (PEC), projeto de código e propostas que envolvam matéria de competência de mais de quatro comissões de mérito." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">comissão especial</span> da Câmara dos Deputados que analisa o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1247110-projeto-cria-politica-nacional-dos-direitos-da-pessoa-com-autismo">Projeto de Lei 3080/20</a> cancelou a reunião que realizaria nesta quarta-feira (15) para discutir e votar o parecer do relator, deputado Marangoni (Pode-SP).</p>
<p>Ainda não foi marcada nova data.</p>
<p data-start="467" data-end="682"><strong>Política nacional</strong><br />
O PL 3080/20, de autoria do ex-deputado Alexandre Frota (SP), cria a Política Nacional dos Direitos das Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).</p>
<p data-start="684" data-end="942">O projeto prevê ações nas áreas de saúde, educação, assistência social e inclusão, assegurando direitos como diagnóstico precoce, atendimento multiprofissional e acesso a políticas públicas.</p>
<p data-start="684" data-end="942">Mais de 100 propostas tramitam <span id="4069" class="termoGlossario" title="" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top" data-original-title="Projeto que tramita em conjunto com outro que trate de matéria semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, que deverão constar do seu parecer.">apensadas</span> ao projeto.</p>
<ul>
<li data-start="684" data-end="942"><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<div id="infografico-container-1191178" style="width: 100%;"><iframe style="width: 100%px; height: px;" src="https://www.camara.leg.br/internet/agencia/infograficos-html5/autismo-no-brasil/index.html" frameborder="0" data-mce-fragment="1"></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto obriga bancos a oferecerem a clientes idosos validação de transações por pessoa de confiança]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1290892-projeto-obriga-bancos-a-oferecerem-a-clientes-idosos-validacao-de-transacoes-por-pessoa-de-confianca/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1290892-projeto-obriga-bancos-a-oferecerem-a-clientes-idosos-validacao-de-transacoes-por-pessoa-de-confianca/</guid>
            <pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:54:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[A medida será facultativa, e a pessoa de confiança não terá acesso à movimentação financeira do idoso]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1257543" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1257543">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260318224310126-768x473.jpg" alt="Deputado Lucas Abrahao fala ao microfone" /></div>
<div class="midia-legenda">Lucas Abrahao, o autor do projeto</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 1453/26 obriga as instituições financeiras a disponibilizarem, de forma gratuita, um mecanismo de autenticação em dois fatores assistida para clientes com idade igual ou superior a 60 anos.</p>
<p>O texto em análise na Câmara dos Deputados explica que o mecanismo consistirá na exigência de confirmação adicional por uma pessoa de confiança, indicada pelo idoso, para autorizar operações financeiras.</p>
<p>A medida será facultativa, e o cliente poderá personalizar regras para o sistema. Além disso, a pessoa de confiança não terá acesso à movimentação financeira do idoso, limitando-se exclusivamente a validar ou rejeitar as transações solicitadas.</p>
<p>“O ambiente digital ampliou a exposição a fraudes, golpes e práticas abusivas, fenômeno que atinge com especial gravidade a pessoa idosa”, disse o autor do projeto, Lucas Abrahao (Rede-AP), atualmente na suplência.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto será analisado em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> pelas comissões de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<div id="infografico-container-1214222" style="width: 100%;"><iframe style="width: 100%px; height: px;" src="https://www.camara.leg.br/internet/agencia/infograficos-html5/percentual-idosos-no-brasil/index.html" frameborder="0" data-mce-fragment="1"></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto proíbe acesso a armas de fogo para quem responde por medida protetiva de urgência]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1290873-projeto-proibe-acesso-a-armas-de-fogo-para-quem-responde-por-medida-protetiva-de-urgencia/</link>
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            <pubDate>Tue, 14 Jul 2026 13:13:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Texto está em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1290884" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1290884">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260701164418866-1-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Sâmia Bomfim (PSOL - SP)" /></div>
<div class="midia-legenda">Sâmia Bomfim: ideia é reforçar proteção a mulheres vítimas de violência doméstica</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 269/26 proíbe o registro, a posse e a comercialização de armas de fogo para pessoas que respondem por medidas protetivas de urgência. O objetivo é reforçar a proteção de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.</p>
<p>O texto, em análise na Câmara dos Deputados, exige a apresentação de certidão que ateste a inexistência de medidas protetivas de urgência. Também determina que a pessoa interessada comprove que não responde a inquérito policial ou processo criminal.</p>
<p>Pela proposta, esses documentos poderão ser apresentados por meio eletrônico.</p>
<p>As regras serão incluídas no <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2003/lei-10826-22-dezembro-2003-490580-norma-pl.html">Estatuto do Desarmamento</a> e no <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/2023/decreto-11615-21-julho-2023-794460-norma-pe.html">Decreto 11.615/23</a>, que regulamenta o controle de armas.</p>
<p>Segundo a autora da proposta, deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP), “as medidas buscam evitar que indivíduos com histórico de violência doméstica, ainda que sem condenação definitiva, tenham acesso legal a armas, prevenindo desfechos letais”.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto será analisado, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-projetos-de-lei">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei </a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto facilita Bolsa Família em caso de pessoa com deficiência que necessite de cuidador]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1290574-projeto-facilita-bolsa-familia-em-caso-de-pessoa-com-deficiencia-que-necessite-de-cuidador/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1290574-projeto-facilita-bolsa-familia-em-caso-de-pessoa-com-deficiencia-que-necessite-de-cuidador/</guid>
            <pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:42:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta exclui do cálculo da renda familiar o BPC recebido pela pessoa com deficiência; a Câmara analisa a proposta]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1290715" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1290715">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260701110220712-2-768x473.jpg" alt="Audiência Pública – Marco regulatório das stablecoins (PL 4308/24). Dep. Jadyel Alencar (REPUBLICANOS-PI)." /></div>
<div class="midia-legenda">Jadyel Alencar: o BPC, na prática, substitui a capacidade laboral do cuidador</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 393/26 exclui do cálculo da renda familiar do Bolsa Família o Benefício de Prestação Continuada (BPC) recebido por pessoa com deficiência que necessite da ajuda de terceiros para realizar atividades básicas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>O autor, deputado Jadyel Alencar (Republicanos-PI), ressaltou que nesses casos o BPC não representa renda extra, pois substitui a renda do cuidador, que deixa de trabalhar para prestar assistência.</p>
<p>"O benefício, na prática, substitui a capacidade laboral do cuidador, frequentemente a mãe, que se vê impossibilitada de exercer atividade remunerada em razão da dedicação integral aos cuidados da pessoa com deficiência", afirmou o deputado.</p>
<p>Além disso, a proposta reduz em R$ 200 o Benefício Complementar pago às famílias compostas por uma pessoa. A redução não se aplica às pessoas com deficiência ou àquelas com incapacidade permanente para o trabalho.</p>
<p>O autor explicou que a redução do auxílio torna a distribuição dos recursos mais equilibrada, pois permite incluir famílias atualmente excluídas do programa "sem ampliação do gasto público total".</p>
<p><strong>Regra atual</strong><br />
Atualmente, a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2023/lei-14601-19-junho-2023-794341-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei 14.601/23</a>, que institui o Bolsa Família, prevê que o BPC integra o cálculo da renda familiar per capita para fins de acesso ao programa. A legislação também garante um Benefício Complementar para assegurar que cada integrante da família receba, no mínimo, R$ 142 por mês, sem diferenciar famílias unipessoais das demais.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
A proposta tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto cria sistema nacional para prevenir violência contra jovens]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1290580-projeto-cria-sistema-nacional-para-prevenir-violencia-contra-jovens/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1290580-projeto-cria-sistema-nacional-para-prevenir-violencia-contra-jovens/</guid>
            <pubDate>Mon, 13 Jul 2026 18:58:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta prevê ações integradas e repasses da União a estados e municípios para reduzir índices de violência]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1290677" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1290677">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260317214344398-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Duarte Jr. (PSB - MA)" /></div>
<div class="midia-legenda">Duarte Jr.: Estratégias baseadas exclusivamente na repressão penal são insuficientes</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 462/26 institui o Sistema Nacional de Prevenção à Violência Juvenil. O objetivo é reduzir a violência letal e não letal contra jovens de 12 a 29 anos em territórios de alta vulnerabilidade social.</p>
<p>A proposta, em análise na Câmara dos Deputados, estabelece que o sistema será uma política pública permanente. As ações serão desenvolvidas em regime de cooperação entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios.</p>
<p>Conforme o texto, essas ações serão integradas entre as áreas de educação, saúde, assistência social, cultura, esporte e segurança pública. O foco principal será nos territórios que registram os maiores índices de violência letal juvenil.</p>
<p>“Estratégias baseadas exclusivamente na repressão penal são insuficientes para enfrentar a violência juvenil, além de apresentarem elevado custo social e financeiro”, afirmou o autor da proposta, deputado Duarte Jr. (Avante-MA).</p>
<p><strong>Financiamento e metas</strong><br />
O projeto prevê que a União criará um programa nacional de financiamento com transferências de recursos fundo a fundo. Os repasses serão condicionados à adesão formal do ente federativo e à apresentação de um plano local de prevenção.</p>
<p>Municípios e estados também deverão cumprir metas anuais de redução de indicadores de violência para receber as verbas. Toda a execução financeira deverá ser registrada em sistema eletrônico de transparência pública.</p>
<p>A proposta determina ainda um monitoramento nacional para acompanhamento de indicadores padronizados. Serão avaliados os índices de homicídios juvenis, evasão escolar, reincidência infracional e inserção produtiva dos jovens.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto será analisado em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto cria sistema para monitorar medidas protetivas e suspender porte de arma de agressor]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1290588-projeto-cria-sistema-para-monitorar-medidas-protetivas-e-suspender-porte-de-arma-de-agressor/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1290588-projeto-cria-sistema-para-monitorar-medidas-protetivas-e-suspender-porte-de-arma-de-agressor/</guid>
            <pubDate>Mon, 13 Jul 2026 17:50:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[A Câmara dos Deputados analisa a proposta]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1290646" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1290646">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260617111145019-768x473.jpg" alt="Discussão e Votação do Parecer da Relatora. Dep. Amanda Gentil (PP-MA)" /></div>
<div class="midia-legenda">Amanda Gentil: propomos o aperfeiçoamento do mecanismo cautelar previsto em lei</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 885/26 cria o Sistema Nacional de Monitoramento de Medidas Protetivas de Urgência e estabelece a suspensão imediata da posse e do porte de armas de fogo para agressores de mulheres.</p>
<p>A proposta, de autoria da deputada Amanda Gentil (PP-MA), altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2006/lei-11340-7-agosto-2006-545133-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei Maria da Penha</a> e o <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2003/lei-10826-22-dezembro-2003-490580-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Estatuto do Desarmamento</a>.</p>
<p>O objetivo do novo sistema é integrar os dados entre o Poder Judiciário, o Ministério Público, a Defensoria Pública e os órgãos de segurança pública. Com isso, busca-se padronizar nacionalmente a avaliação de risco da vítima e fortalecer a fiscalização do cumprimento das medidas protetivas.</p>
<p><strong>Avaliação de risco</strong><br />
O atendimento à mulher em situação de violência deverá contar com uma avaliação preliminar de risco, seguindo diretrizes de um protocolo nacional.</p>
<p>Casos classificados como de risco alto ou extremo terão prioridade na análise judicial e no acompanhamento pelas autoridades competentes.</p>
<p><strong>Arma Zero</strong><br />
O projeto introduz o mecanismo denominado "Arma Zero para Agressor". A medida determina que, ao conceder uma medida protetiva de urgência, especialmente em casos de ameaça ou violência com arma de fogo, o juiz suspenda imediatamente o registro, a posse e o porte de arma do agressor.</p>
<p>A decisão judicial deverá ser comunicada eletronicamente de forma imediata aos órgãos responsáveis pelo controle de armas.</p>
<p>Essa regra também se aplicará aos registros de colecionadores, atiradores desportivos e caçadores.</p>
<p>No caso de agressores que integram órgãos de segurança pública, o juiz poderá suspender, total ou parcialmente, o porte de arma fora de serviço.</p>
<p><strong>Como é hoje</strong><br />
Hoje, a Lei Maria da Penha lista, entre as medidas protetivas, a suspensão da posse ou restrição do porte de armas do agressor, sem maiores detalhes. A proposta de Amanda Gentil revoga esse item.</p>
<p>“Embora a legislação vigente já permita ao juiz determinar a suspensão do porte ou da posse de arma, a ausência de comunicação automática e integrada entre o Poder Judiciário e os órgãos responsáveis pelo controle de armas compromete a efetividade da decisão judicial”, explica a autora do projeto.</p>
<p>“O que se propõe é o aperfeiçoamento do mecanismo cautelar já previsto em lei, conferindo-lhe execução imediata e integrada”, resume.</p>
<p><strong>Legalidade</strong><br />
Amanda Gentil acrescenta que a medida proposta respeita o processo legal, já que:</p>
<ul>
<li>depende de decisão judicial;</li>
<li>possui natureza cautelar;</li>
<li>admite revisão judicial; e</li>
<li>não implica perda definitiva de direito ao registro, posse ou porte de armas, apenas suspensão temporária vinculada ao grau de avaliação de risco.</li>
</ul>
<p>“Trata-se de medida preventiva, voltada a evitar que conflitos domésticos potencializados pelo acesso a armas de fogo resultem em mortes anunciadas.”</p>
<p><strong>Tramitação</strong><br />
O projeto tramita em <span id="4227" class="termoGlossario" title="Regime de tramitação que dispensa exigências, interstícios e formalidades regimentais (salvo a publicação, o quórum e os pareceres) para que uma proposição seja apreciada pela Câmara de forma mais célere. Pode-se dizer que as proposições são urgentes em razão da natureza da matéria; em razão de serem de iniciativa do Poder Executivo, com solicitação de urgência do presidente da República; ou em virtude de terem sido reconhecidas, por deliberação do Plenário, com esse caráter. Alguns projetos já tramitam automaticamente em regime de urgência, como os que tratam de acordos internacionais." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">regime de urgência</span> e está pronto para a pauta do Plenário da Câmara. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<div id="infografico-container-1218792" style="width: 100%;"><iframe style="width: 100%px; height: px;" src="https://www.camara.leg.br/internet/agencia/infograficos-html5/violencia-contra-a-mulher-no-brasil-em-2024/index.html" frameborder="0" data-mce-fragment="1"></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
        </item>
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