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        <title>Câmara notícias - Câmara dos Deputados</title>
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        <description>Câmara Notícias </description>
        <lastBuildDate>Sun, 31 May 2026 00:42:23 GMT</lastBuildDate>
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        <copyright>Copyright(C) Câmara dos Deputados</copyright>
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            <title><![CDATA[Comissão aprova projeto que proíbe crianças e adolescentes de divulgarem jogos de azar]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1277667-comissao-aprova-projeto-que-proibe-criancas-e-adolescentes-de-divulgarem-jogos-de-azar/</link>
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            <pubDate>Fri, 29 May 2026 13:27:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[ Para virar lei, o projeto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1277728" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1277728">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260429202040585-1-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Meire Serafim (UNIÃO - AC)" /></div>
<div class="midia-legenda">Meire Serafim é a relatora da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que proíbe a participação de menores de idade em publicidades de loterias, jogos de azar e de outros produtos cujo consumo é proibido por lei para essa faixa etária.</p>
<p>A proibição vale para qualquer meio de comunicação, seja físico ou digital, abrangendo as plataformas eletrônicas de compartilhamento de vídeos e outras aplicações de internet.</p>
<p>O colegiado aprovou o <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da relatora, deputada Meire Serafim (União-AC), ao Projeto de Lei 3724/24, do deputado Túlio Gadêlha (PSD-PE). A relatora explicou que leis como o <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1990/lei-8069-13-julho-1990-372211-norma-pl.html">Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)</a>, que é alterado pelo projeto, e a  <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2023/lei-14790-29-dezembro-2023-795206-norma-pl.html">Lei 14.790/23</a>  já impedem a participação de menores em apostas, mas deixam a publicidade de fora.</p>
<p>"Embora o consumo e a venda já sejam proibidos, não havia uma regra específica direcionada à publicidade. O projeto vem justamente para proibir essa divulgação em qualquer plataforma digital ou meio de comunicação, garantindo uma proteção mais forte", explicou a deputada.</p>
<p><strong>Infrações e multas<br />
</strong>O texto classifica o descumprimento da nova regra como infração administrativa, com multa que varia de R$ 3 mil a R$ 10 mil, e estabelece os seguintes agravantes:</p>
<ul>
<li>a multa será aplicada em dobro caso a infração se repita no período de 12 meses;</li>
<li>se a regra for descumprida pela pessoa responsável pelo agenciamento da criança ou do adolescente (como empresários de influenciadores mirins), a multa prevista será multiplicada por 10;</li>
<li>se a infração for praticada pela empresa de jogos de azar ou pela fornecedora do produto proibido, a multa prevista deverá ser multiplicada por 100.</li>
</ul>
<p><strong>Próximos passos<br />
</strong>O projeto tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova punição para quem tentar interditar idosos de forma abusiva ou fraudulenta]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1277450-comissao-aprova-punicao-para-quem-tentar-interditar-idosos-de-forma-abusiva-ou-fraudulenta/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1277450-comissao-aprova-punicao-para-quem-tentar-interditar-idosos-de-forma-abusiva-ou-fraudulenta/</guid>
            <pubDate>Thu, 28 May 2026 19:55:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta segue em análise na Câmara]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1277551" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1277551">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260429165115707-1-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Geraldo Resende (PSDB - MS)" /></div>
<div class="midia-legenda">Texto aprovado é a versão do relator, Geraldo Resende</div>
</div>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa aprovou projeto de lei que cria sanções civis e penais para quem tentar interditar idosos de forma abusiva ou fraudulenta.</p>
<p>O objetivo é impedir que familiares ou pessoas de confiança utilizem processos judiciais de interdição para assumir o controle de bens e rendimentos de idosos que ainda possuem plena capacidade.</p>
<p>A comissão aprovou a <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3136489&amp;filename=Parecer-CIDOSO-2026-05-25">versão do relator</a>, deputado Geraldo Resende (União-MS), para o Projeto de Lei 464/26, do deputado Eriberto Medeiros (PSB-PE). O texto define a tentativa de curatela por má-fé como motivo para excluir o herdeiro da sucessão, resultando na perda do direito à herança.</p>
<p>Além da sanção civil, o projeto altera o Estatuto da Pessoa Idosa para aumentar a punição nos casos de apropriação ou desvio de bens. A pena para esse crime será aumentada de um terço até a metade se for praticado mediante a instauração de processo de curatela abusiva ou fundada em motivos falsos.</p>
<p>O <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> também atualiza termos legais e permite que o juiz reconheça o dolo (intenção de enganar) de forma mais ágil durante o processo, evitando que a lentidão da Justiça beneficie herdeiros de má-fé.</p>
<p>“Ao prever a interdição abusiva como causa de exclusão da sucessão, o legislador cria um poderoso desincentivo civil, punindo no bolso aquele que viola o dever de solidariedade familiar”, afirmou o relator.</p>
<p><strong>Próximas etapas<br />
</strong>A proposta será ainda analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e depois pelo Plenário.</p>
<p>Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova prioridade especial na Justiça para idosos com deficiência]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1277435-comissao-aprova-prioridade-especial-na-justica-para-idosos-com-deficiencia/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1277435-comissao-aprova-prioridade-especial-na-justica-para-idosos-com-deficiencia/</guid>
            <pubDate>Thu, 28 May 2026 18:53:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1277517" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1277517">
<div class="midia-creditos"><em>Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260204111544250-2-768x473.jpeg" alt="Reunião de Instalação e Eleição. Dep. Daniel Agrobom (PL - GO)" /></div>
<div class="midia-legenda">Texto aprovado é o substitutivo do relator, Daniel Agrobom</div>
</div>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa aprovou projeto de lei que garante prioridade especial na tramitação de processos judiciais e administrativos para idosos com deficiência.</p>
<p>O <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3129083&amp;filename=Parecer-CIDOSO-2026-05-13">texto aprovado</a> é um <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> ao Projeto de Lei 6368/25. O novo texto equipara esses cidadãos aos maiores de 80 anos, que já possuem o direito de serem atendidos preferencialmente em relação aos demais idosos.</p>
<p>A proposta original, do deputado Amom Mandel (Republicanos-AM), buscava estender o benefício a pessoas com doenças degenerativas ou limitações graves, mas previa regras de comprovação e sistemas eletrônicos considerados muito detalhados para uma lei geral.</p>
<p>O relator, deputado Daniel Agrobom (PSD-GO), decidiu simplificar o texto para evitar insegurança jurídica e dificuldades de aplicação prática, utilizando o termo "pessoa com deficiência", que já possui uma definição consolidada na lei.</p>
<p>Agrobom destacou que a medida corrige uma falha no sistema, que hoje não diferencia adequadamente idosos com condições que reduzem drasticamente sua autonomia.</p>
<p>"É razoável que se reconheça igual prioridade especial às pessoas idosas com deficiência, dada a cumulação de fatores de vulnerabilidade que podem dificultar o acesso efetivo e tempestivo à tutela administrativa e jurisdicional", afirmou o relator.</p>
<p><strong>Próximas etapas<br />
</strong>A proposta será ainda analisada, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Presidentes da Câmara e do STF discutem medidas para reduzir a judicialização no país]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1277491-presidentes-da-camara-e-do-stf-discutem-medidas-para-reduzir-a-judicializacao-no-pais/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1277491-presidentes-da-camara-e-do-stf-discutem-medidas-para-reduzir-a-judicializacao-no-pais/</guid>
            <pubDate>Thu, 28 May 2026 17:50:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Hugo Motta e Edson Fachin debateram medidas para fortalecer soluções consensuais de conflitos e modernizar o sistema de Justiça]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1277495" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1277495">
<div class="midia-creditos"><em>Marina Ramos / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/fachin-e-motta-768x512.jpg" /></div>
<div class="midia-legenda">Edson Fachin e Hugo Motta</div>
</div>
<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, reuniram-se nesta quinta-feira (28) para discutir medidas voltadas à redução da litigância excessiva, ao fortalecimento dos mecanismos consensuais de resolução de conflitos e à modernização do sistema de Justiça brasileiro. A reunião ocorreu na Residência Oficial da Presidência da Câmara.</p>
<p>Um dos pontos abortados foi o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/940342-projeto-muda-regra-sobre-remuneracao-de-mediadores-e-conciliadores-nao-concursos-em-tribunais">Projeto de Lei 223/23</a>, que disciplina a remuneração de conciliadores e mediadores judiciais. A iniciativa integra o esforço institucional de construção de uma Justiça menos litigiosa, mais eficiente e orientada pela cultura do diálogo. A proposta fortalece os agentes responsáveis pela consolidação dos meios consensuais de solução de conflitos, reconhecidos como instrumentos essenciais para reduzir a excessiva judicialização no país.</p>
<p>Para Motta e Fachin, o projeto de lei, além de regulamentar aspectos remuneratórios, reafirma a compreensão de que a pacificação social constitui valor central da atividade jurisdicional. Na avaliação deles, o incentivo à mediação e à conciliação contribui para a redução do volume de processos e favorece soluções mais estáveis, além de preservar relações sociais, ampliar a confiança da população no sistema de Justiça e fortalecer a segurança jurídica.</p>
<p>Os presidentes também reafirmaram o compromisso institucional com a modernização do Estado e com o aperfeiçoamento do Poder Judiciário, por meio da melhoria contínua dos mecanismos de acesso à Justiça e da construção de políticas públicas voltadas a uma prestação jurisdicional mais eficiente, acessível e adequada às necessidades da população brasileira.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Ministro defende atuação da Polícia Federal e cooperação com a Interpol; assista]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1277393-ministro-defende-atuacao-da-policia-federal-e-cooperacao-com-a-interpol-assista/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1277393-ministro-defende-atuacao-da-policia-federal-e-cooperacao-com-a-interpol-assista/</guid>
            <pubDate>Thu, 28 May 2026 15:20:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Wellington Lima e Silva esteve presente na Câmara dos Deputados na quarta-feira (27)]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="video-container-1277354" class="video-container youtube youtube-100" style="width: 100%; float: none; margin: 0px;" data-youtube-id="E3RE4S75qzU">
<div class="midia-creditos"></div>
<p class=""><iframe src="https://www.youtube.com/embed/E3RE4S75qzU" width="100%" frameborder="0" data-youtube-id="E3RE4S75qzU" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<div id="midia-legenda" class="midia-legenda"></div>
</div>
<p>O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Lima e Silva, defendeu a autonomia e o trabalho da Polícia Federal (PF). Ele compareceu, na quarta-feira (27), na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados.</p>
<p>“É natural que haja uma expectativa em relação a certos fatos, mas o tempo da legislação, o tempo do processo é diferente do tempo da política”, disse. “O devido processo legal deve ser observado com absoluto rigor”, afirmou o ministro.</p>
<p>O debate foi marcado por críticas de deputados da oposição à atuação da PF. Marcel Van Hattem (Novo-RS) citou o caso do ex-diretor da corporação e ex-deputado federal Delegado Ramagem (RJ).</p>
<p>“Ele está nos Estados Unidos em busca de asilo político. É um descumprimento de acordos internacionais a Polícia Federal fazer uma cooperação ilegal e informal com autoridades locais para extraditar uma pessoa com base na sua situação migratória”, disse Van Hattem.</p>
<p>Por sua vez, o deputado Jorge Sola (PT-BA) demonstrou apoio à PF e lembrou que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes pediu a extradição de Ramagem.</p>
<p>“É bom lembrar que o senhor Ramagem é um condenado que fugiu do país para não ser preso”, afirmou.</p>
<p>Em 2025, Alexandre Ramagem foi condenado, pelo STF, a 16 anos de prisão por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro de 2023. Nesta época, ele ocupava o cargo de diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Após a condenação, Ramagem fugiu do país de forma clandestina.</p>
<p><strong>Cooperação internacional<br />
</strong>Ex-diretor da Polícia Federal, Wellington Lima e Silva disse que o caso Ramagem é apenas um entre milhares decorrentes do trabalho da PF em cooperação com a Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal).</p>
<p>“Obviamente que um episódio ou outro chama atenção pela particularidade dos envolvidos, mas o ministério está pautado pelo rigor da observância dos tratados e dos acordos”, declarou.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Relator conclui leitura de parecer favorável à redução da maioridade penal; votação é adiada]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1276975-relator-conclui-leitura-de-parecer-favoravel-a-reducao-da-maioridade-penal-votacao-e-adiada/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1276975-relator-conclui-leitura-de-parecer-favoravel-a-reducao-da-maioridade-penal-votacao-e-adiada/</guid>
            <pubDate>Wed, 27 May 2026 20:00:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Três propostas de emenda à Constituição estão em análise na Comissão de Constituição e Justiça]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1277009" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1277009">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260527113622995-768x473.jpeg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Leur Lomanto Júnior (UNIÃO - BA) e Dep. Coronel Assis (PL - MT)" /></div>
<div class="midia-legenda">Reunião da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania</div>
</div>
<p>A votação das propostas de emenda à Constituição que reduzem a maioridade penal no Brasil de 18 para 16 anos (PEC 32/15 e <span id="4069" class="termoGlossario" title="Projeto que tramita em conjunto com outro que trate de matéria semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, que deverão constar do seu parecer." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">apensadas</span>) foi adiada por um <span id="4460" class="termoGlossario" title="Solicitação feita por integrante de comissão para exame mais detalhado do processo referente a determinada proposição. A concessão de vista adia a análise da proposta por duas sessões do Plenário da Câmara quando não se tratar de matéria em regime de urgência. Se mais de um deputado, simultaneamente, pedir vista, ela será conjunta e na própria comissão." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">pedido de vista</span> aos textos. O relator, deputado Coronel Assis (PL-MT), concluiu a leitura do seu relatório, favorável à mudança, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, que analisa a <span id="4373" class="termoGlossario" title="Exame preliminar feito pela Comissão de Constituição e Justiça, no prazo de cinco sessões do Plenário da Câmara, sobre aspectos de constitucionalidade, legalidade, regimentalidade e de técnica legislativa de uma proposta de emenda à Constituição (PEC). Se admitida, a PEC será encaminhada a uma comissão especial para análise do mérito da proposta. Em caso de inadmissibilidade, a PEC será arquivada se não houver recurso." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">admissibilidade</span> da proposta.</p>
<p>Os pedidos de vista pelos deputados adiam a votação pelo período de duas sessões do Plenário.</p>
<p>Os deputados que se opõem à mudança tentaram barrar o avanço por meio de requerimento de retirada de pauta, que foi rejeitado por 42 votos a 7.</p>
<p>A deputada Talíria Petrone (Psol-RJ) disse que os adolescentes que cumprem medidas socioeducativas representam menos de 2% do total de pessoas cumprindo penas. Ela chamou a atenção ainda para os índices de reincidência.</p>
<p>“Quando nós olhamos os indicadores de reincidência no socioeducativo, eles estão em torno de 13%. Quando nós olhamos para o sistema prisional, que o Supremo já disse que é um estado inconstitucional de coisas, nós vemos que há uma reincidência de quase 50%”, disse.</p>
<p>Já o deputado Cleber Verde (Republicanos-MA) defendeu a redução da idade. “Até diante de vários crimes praticados no nosso país por adolescentes, infelizmente, delinquentes, que precisam entender que, uma vez envolvidos em crime, eles vão pagar por isso. Eles não podem ficar impunes”, afirmou.</p>
<div id="image-container-1277005" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1277005">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260527113559106-768x473.jpeg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Talíria Petrone (PSOL - RJ)" /></div>
<div class="midia-legenda">Talíria Petrone alertou para índice de reincidência maior no sistema prisional</div>
</div>
<p><strong>Admissibilidade</strong><br />
O deputado Coronel Assis disse que as propostas sobre a redução da maioridade penal são admissíveis perante o regramento jurídico atual. Segundo ele, a Convenção da ONU dos Direitos da Criança veda apenas penas cruéis, degradantes, prisão perpétua ou morte para crimes cometidos por menores de 18 anos.</p>
<p>Mas ele retirou de uma das propostas dispositivos que concediam às pessoas maiores de 16 anos direitos como o de casar e celebrar contratos, além de tornar o voto obrigatório.</p>
<p>O relatório se alinha à proposta feita pelo deputado Capitão Alden (PL-BA), que fala em responsabilidade penal para pessoas entre 16 e 18 nas hipóteses de crimes hediondos e outros crimes graves. Mas exige uma avaliação individualizada sobre a compreensão do jovem em relação ao crime cometido e assegura a separação entre jovens e adultos durante a execução da pena.</p>
<p>Atualmente, jovens maiores de 16 anos que cometem infrações graves cumprem medidas socioeducativas de internação por, no máximo, três anos.</p>
<p>Caso as propostas sejam aprovadas na CCJ, elas terão o mérito analisado por uma <span id="4412" class="termoGlossario" title="Comissão temporária criada para analisar e votar proposta de emenda à Constituição (PEC), projeto de código e propostas que envolvam matéria de competência de mais de quatro comissões de mérito." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">comissão especial</span>.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573448-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-pecs/">Saiba mais sobre a tramitação de propostas de emenda à Constituição</a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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<div class="midia-creditos"></div>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ijTpRM06Xhc" width="100%" frameborder="0" data-youtube-id="ijTpRM06Xhc" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<div id="midia-legenda" class="midia-legenda"></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão de Constituição e Justiça pode votar hoje proposta que reduz maioridade penal para 16 anos]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1276767-comissao-de-constituicao-e-justica-pode-votar-hoje-proposta-que-reduz-maioridade-penal-para-16-anos/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1276767-comissao-de-constituicao-e-justica-pode-votar-hoje-proposta-que-reduz-maioridade-penal-para-16-anos/</guid>
            <pubDate>Wed, 27 May 2026 11:15:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1276769" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1276769">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260519172627988-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Leur Lomanto Júnior (UNIÃO-BA). Dep. Coronel Assis (PL - MT)." /></div>
<div class="midia-legenda">Coronel Assis leu seu parecer na semana passada</div>
</div>
<p data-start="62" data-end="369">A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados pode discutir e votar, nesta quarta-feira (27), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/15, que estabelece a maioridade civil e penal aos 16 anos de idade.</p>
<p data-start="371" data-end="436">A reunião deliberativa, que tem esta proposta como único item da pauta, será realizada às 10 horas, no plenário 1.</p>
<ul>
<li data-start="371" data-end="436"><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82281">Veja a pauta</a></li>
</ul>
<p data-start="438" data-end="565">A proposta é de autoria do ex-deputado Gonzaga Patriota (PE). O parecer apresentado pelo relator, deputado Coronel Assis (PL-MT), é favorável à <span id="4373" class="termoGlossario" title="" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top" data-original-title="Exame preliminar feito pela Comissão de Constituição e Justiça, no prazo de cinco sessões do Plenário da Câmara, sobre aspectos de constitucionalidade, legalidade, regimentalidade e de técnica legislativa de uma proposta de emenda à Constituição (PEC). Se admitida, a PEC será encaminhada a uma comissão especial para análise do mérito da proposta. Em caso de inadmissibilidade, a PEC será arquivada se não houver recurso.">admissibilidade</span> da PEC na CCJ, com <span id="4028" class="termoGlossario" title="" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top" data-original-title="Proposta para alterar, no todo ou em parte, o texto de um projeto de lei submetido à discussão ou votação.">emendas</span>.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3131929">Veja o relatório apresentado</a></li>
</ul>
<p data-start="438" data-end="565">Se acolhida, a medida ainda terá de ser discutida por uma <span id="4412" class="termoGlossario" title="" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top" data-original-title="Comissão temporária criada para analisar e votar proposta de emenda à Constituição (PEC), projeto de código e propostas que envolvam matéria de competência de mais de quatro comissões de mérito.">comissão especial</span>.</p>
<ul>
<li data-start="438" data-end="565"><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573448-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-pecs/">Saiba mais sobre a tramitação de PECs</a></li>
</ul>
<p data-start="567" data-end="781" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A Constituição Federal estabelece atualmente que menores de 18 anos são penalmente inimputáveis, ficando sujeitos às normas da legislação especial.</p>
<p>Na semana passada, a CCJ chegou a se reunir para analisar a proposta, mas o presidente da comissão, deputado Leur Lomanto Júnior (União-BA), em razão do início da Ordem do Dia do Plenário, que impede outras votações na Casa.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Ministra da Igualdade Racial afirma que demarcação de terras quilombolas é prioridade de Estado]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1276334-ministra-da-igualdade-racial-afirma-que-demarcacao-de-terras-quilombolas-e-prioridade-de-estado/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1276334-ministra-da-igualdade-racial-afirma-que-demarcacao-de-terras-quilombolas-e-prioridade-de-estado/</guid>
            <pubDate>Tue, 26 May 2026 17:26:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Rachel Barros participou de sessão solene no Plenário da Câmara dos Deputados nesta terça (26)]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1276420" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1276420">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260526111636948-768x473.jpg" alt="Homenagem aos 30 anos da CONAQ. Ministra de Estado da Igualdade Racial, Rachel Barros." /></div>
<div class="midia-legenda">Rachel Barros ressaltou papel dos quilombos como espaços de resistência</div>
</div>
<p>A ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, afirmou nesta terça-feira (26) que a regularização de terras quilombolas é prioridade de Estado. A declaração foi dada durante sessão solene da Câmara dos Deputados em homenagem aos 30 anos da Coordenação Nacional de Articulação de Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conac).</p>
<p>No evento, a ministra destacou o papel histórico dos quilombos como espaços de resistência e de inclusão social, ressaltando a contribuição da população negra para o desenvolvimento do país.</p>
<p>"A Conac é a referência viva de que a história do Brasil foi construída com mãos negras e continua sendo construída todos os dias. Se existe a Conac, existe resistência, existe tecnologia social, existe inteligência", disse Rachel Barros.</p>
<p>"Os quilombos foram o primeiro espaço onde a sociedade foi construída, a tecnologia foi desenvolvida, a agricultura foi cultivada, onde uma comunidade sem racismo existiu", acrescentou a ministra.</p>
<p><strong>Recorde de decretos<br />
</strong>O secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Eric Moura, destacou o esforço federal para garantir a segurança jurídica dos territórios. "O governo já assinou 72 decretos de interesse social para a política quilombola, um recorde na nossa história", informou.</p>
<p>Segundo ele, o Executivo realizou mais de 60 Relatórios Técnicos de Identificação e Delimitação (RTs) e editou 92 portarias de reconhecimento para a população quilombola.</p>
<p>Os RTs consistem em estudos antropológicos e geográficos que mapeiam as fronteiras exatas das comunidades, enquanto as portarias são os atos oficiais que validam esses limites e destravam o caminho jurídico para a titulação definitiva da terra.</p>
<p><strong>Demarcação e segurança<br />
</strong>A coordenadora-executiva da Conac, Rejane Maria de Oliveira, alertou para o risco de vida nas áreas ainda não demarcadas. "Nós precisamos avançar na política, porque é uma reparação. É uma reparação que o povo quilombola almeja, porque há pessoas sendo ameaçadas, pessoas perdendo parte do seu território", comentou.</p>
<div id="image-container-1276421" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1276421">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260526100134507-768x473.jpg" alt="Homenagem aos 30 anos da CONAQ. Dep. Benedita da Silva (PT - RJ)" /></div>
<div class="midia-legenda">Benedita da Silva defendeu o fim da escala de trabalho 6x1</div>
</div>
<p>O secretário de políticas para quilombolas do Ministério da Igualdade Racial, Ronaldo Santos, explicou que a meta é acabar com a fila de demarcações. A Constituição garante a essas comunidades o direito de serem donas das terras onde vivem e obriga o Estado a entregar os documentos oficiais de posse.</p>
<p>"O principal papel desse movimento é fazer cumprir o ato das disposições constitucionais transitórias. E a transitoriedade nos remete a uma ideia de tempo. A gente precisa superar a demanda por titulação quilombola", ressaltou o secretário.</p>
<p><strong>Fim da escala 6x1</strong><br />
Autora do requerimento para a sessão solene, a deputada Benedita da Silva (PT-RJ) conectou o histórico de exploração da população negra às pautas trabalhistas que mobilizam o Congresso.</p>
<p>Ela defendeu o fim da escala de trabalho 6x1, comparando a sobrecarga diária e o longo tempo de deslocamento não remunerado nos transportes a uma continuidade histórica.</p>
<p>"O povo negro quilombola, que veio do processo escravocrata, sem carteira assinada, não pode aceitar que o trabalhador trabalhe muito mais do que o seu próprio salário lhe paga", declarou Benedita, ressaltando o direito do trabalhador ao descanso e ao convívio com os filhos.</p>
<p><strong>Homenagem a Mãe Bernadete<br />
</strong>A deputada Erika Kokay (PT-DF) homenageou lideranças assassinadas na luta pela terra e reafirmou o apoio do Parlamento à causa, destacando o caso de Mãe Bernadete.</p>
<p>Importante liderança religiosa e ex-coordenadora da própria Conac, Maria Bernadete Pacífico foi assassinada a tiros no Quilombo Pitanga dos Palmares (BA), em agosto de 2023.</p>
<p>"Vai completar três anos que tentaram eliminar a luta por meio da morte da Mãe Bernadete. É com o lema que ali [no Encontro das Mulheres Quilombolas] era cantado que eu encerro a minha fala: quando a quilombola tomba, o quilombo inteiro se levanta", disse a parlamentar.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão debate criação do Estatuto dos Povos Ciganos; participe]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274966-comissao-debate-criacao-do-estatuto-dos-povos-ciganos-participe/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274966-comissao-debate-criacao-do-estatuto-dos-povos-ciganos-participe/</guid>
            <pubDate>Tue, 26 May 2026 12:02:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Audiência será interativa; envie suas perguntas]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1275039" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1275039">
<div class="midia-creditos"><em>Elza Fiúza / Agência Brasil</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20220718140344396-768x509.jpg" alt="cigano - ciganos - povos tradicionais - etnia - discriminação - preconceito - grupo étnico" /></div>
<div class="midia-legenda">Povos ciganos ainda têm dificuldade de acesso a direitos fundamentais</div>
</div>
<p data-start="44" data-end="257">A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados promove nesta terça-feira (26) audiência pública para discutir o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/890777-proposta-do-senado-cria-o-estatuto-dos-povos-ciganos/">Projeto de Lei 1387/22</a>, do Senado, que cria o Estatuto dos Povos Ciganos.</p>
<p data-start="44" data-end="257">A reunião será realizada às 17 horas, no plenário 3 e será interativo.</p>
<ul>
<li data-start="339" data-end="415"><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82198">Veja quem foi convidado e envie suas perguntas</a></li>
</ul>
<p data-start="417" data-end="635">O debate atende a pedido do deputado Luiz Couto (PT-PB). Segundo ele, o projeto reconhece, valoriza e protege direitos dos povos ciganos no Brasil.</p>
<p data-start="637" data-end="931">"Apesar da presença histórica no país, essa população ainda enfrenta invisibilidade institucional, discriminação, preconceito e dificuldade de acesso a direitos fundamentais, como educação, saúde, moradia, trabalho e participação em políticas públicas", afirma.</p>
<p data-start="933" data-end="1169">O parlamentar acrescenta que a criação do Estatuto dos Povos Ciganos é uma medida necessária para enfrentar desigualdades históricas e fortalecer a proteção legal dessas comunidades, respeitando suas especificidades culturais e modos de vida.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova gratuidade em serviços de cartório para pessoas com deficiência de baixa renda]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1275864-comissao-aprova-gratuidade-em-servicos-de-cartorio-para-pessoas-com-deficiencia-de-baixa-renda/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1275864-comissao-aprova-gratuidade-em-servicos-de-cartorio-para-pessoas-com-deficiencia-de-baixa-renda/</guid>
            <pubDate>Mon, 25 May 2026 17:20:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[A proposta segue agora para a análise da Comissão de Constituição e Justiça]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1276010" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1276010">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260428125708851-768x473.jpg" alt="Deputado Hildo Rocha (MDB-MA) fala no Plenário da Câmara dos Deputados" /></div>
<div class="midia-legenda">Hildo Rocha: não há implicação financeira ou orçamentária nas contas da União</div>
</div>
<p>A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que garante a gratuidade em diversos serviços de cartório para pessoas com deficiência de baixa renda.</p>
<p>A medida vale para os seguintes serviços:</p>
<ul>
<li>reconhecimento de paternidade;</li>
<li>todos os atos do registro civil das pessoas naturais;</li>
<li>procurações públicas;</li>
<li>acordos pré-nupciais;</li>
<li>escrituras de divórcio, declaração de união estável e extinção de união estável (desde que consensuais).</li>
</ul>
<p>Qualquer outro serviço de cartório que não envolva ganhos financeiros ou conteúdo econômico também será de graça.</p>
<p><strong>Regras para o benefício</strong><br />
A isenção será garantida ao cidadão que possuir inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (<span id="4330" class="termoGlossario" title="Instrumento de coleta de dados que identifica e caracteriza famílias com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa. Os dados obtidos por meio do CadÚnico são consolidados e utilizados, obrigatoriamente, na seleção de beneficiários dos programas sociais do Governo Federal. Governos estaduais e municipais também podem usar os dados do cadastro para analisar o perfil socioeconômico da população e, desse modo, implantar políticas direcionadas às necessidades locais." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">CadÚnico</span>), receber o Benefício de Prestação Continuada (<span id="4328" class="termoGlossario" title="Benefício no valor de um salário mínimo pago mensalmente a idosos com 65 anos ou mais e a pessoas com deficiência incapacitadas para a vida independente e para o trabalho. Em ambos os casos, o beneficiado deve pertencer a família com renda inferior a 1/4 do salário mínimo por pessoa." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">BPC</span>) ou comprovar renda de até três salários-mínimos. Caso não possua os documentos, a pessoa poderá assinar uma declaração de pobreza.</p>
<p>O texto aprovado proíbe o cartório de inserir no documento oficial qualquer expressão ou carimbo que indique a condição de pobreza do requerente.</p>
<p><strong>Ajuste</strong><br />
Por recomendação do relator, deputado Hildo Rocha (MDB-MA), o colegiado aprovou o <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> adotado anteriormente <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/897422-COMISSAO-APROVA-GRATUIDADE-EM-SERVICOS-NOTARIAIS-PARA-PESSOAS-COM-DEFICIENCIA-CARENTES">pela Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência</a> ao Projeto de Lei 4259/21, do deputado Coronel Armando (PL-SC).</p>
<p>O relator fez ajuste para inserir a medida na <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1994/lei-8935-18-novembro-1994-349616-norma-pl.html">Lei dos Cartórios</a>, em vez de incluí-la no <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2015/lei-13146-6-julho-2015-781174-norma-pl.html">Estatuto das Pessoas com Deficiência</a>.</p>
<p>Hildo Rocha ressaltou que a matéria não tem impactos no orçamento federal. "Como os serviços notariais são custeados por emolumentos, que são taxas de competência de cada um dos estados, não há implicação financeira ou orçamentária nas contas da União", explicou o relator no parecer.</p>
<p><strong>Como é hoje</strong><br />
Atualmente, não existe uma regra federal unificada sobre o tema. Para conseguir o documento de graça, o cidadão de baixa renda depende de leis estaduais específicas ou precisa recorrer à Justiça por meio da <span id="4200" class="termoGlossario" title="Órgão encarregado de prestar assistência jurídica gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos. São funções da Defensoria, entre outras, promover a conciliação entre as partes em conflito; patrocinar ação civil, ação penal privada e a subsidiária da pública; patrocinar defesa em ação penal; exercer a defesa da criança e do adolescente; defender os direitos e interesses do consumidor lesado." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Defensoria Pública</span>.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e segue agora para a análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
    </channel>
</rss>