<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/">
    <channel>
        <title>Câmara notícias - Câmara dos Deputados</title>
        <link>https://www2.camara.leg.br/camaranoticias</link>
        <description>Câmara Notícias </description>
        <lastBuildDate>Sun, 31 May 2026 08:34:06 GMT</lastBuildDate>
        <docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>
        <generator>Câmara notícias</generator>
        <copyright>Copyright(C) Câmara dos Deputados</copyright>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova proibição de "cálculo por dentro" de tributos]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1275728-comissao-aprova-proibicao-de-calculo-por-dentro-de-tributos/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1275728-comissao-aprova-proibicao-de-calculo-por-dentro-de-tributos/</guid>
            <pubDate>Fri, 22 May 2026 21:22:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1275744" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1275744">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260521110416383-768x473.jpg" alt="Deliberação dos dispositivos 4, 5, 23 e 25 do Veto nº 51 de 2025 (PLDO 2026). Dep. Kim Kataguiri (MISSÃO - SP)" /></div>
<div class="midia-legenda">Kim Kataguiri: "Cálculo por dentro não é transparente"</div>
</div>
<p>A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou proposta que proíbe incluir tributo na base de cálculo do próprio tributo. A vedação vale para tributos federais, estaduais e municipais, em que há vedação expressa na Constituição.</p>
<p>Essa prática, chamada de cálculo por dentro, é uma metodologia contábil que permite que o valor de um tributo componha a sua própria base de cálculo. Na prática, isso significa que o consumidor paga um imposto maior do que a alíquota nominal prevista em lei.</p>
<p>Por exemplo, uma camiseta custa R$ 100 e a alíquota do imposto é de 20%. No cálculo por fora, o consumidor paga R$ 120 — exatamente o que a alíquota indica. No cálculo por dentro, o imposto entra na própria base de cálculo e o consumidor passa a pagar R$ 125, embora a alíquota nominal continue sendo 20%.</p>
<p>O <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3130744&amp;filename=Parecer-CFT-2026-05-15">texto aprovado</a> é um <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/223585-projeto-exclui-da-base-de-calculo-do-icms-o-proprio-imposto-devido">Projeto de Lei Complementar 23/11</a>, do ex-deputado Guilherme Campos (SP), e proposta anexa (<a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/385882-projeto-acaba-com-calculo-por-dentro-de-tributos-e-cancela-isencoes">PLP 163/12</a>). O projeto original excluía da base de cálculo do ICMS o valor do próprio tributo devido em cada operação.</p>
<p>"O cálculo por dentro não é transparente, pois o consumidor não sabe que o tributo é tratado como se fosse parte do bem ou do serviço adquirido. Essa forma de fixar a base de cálculo provoca o aumento da carga tributária, eleva a alíquota real ou efetiva e aumenta o preço do produto ao consumidor", disse o relator.</p>
<p>Kataguiri lembrou que a reforma tributária vai acabar com a possibilidade do cálculo por dentro, pois os tributos não poderão mais compor a base de cálculo deles mesmos nem a base de um outro tributo.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
A proposta ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de seguir para o Plenário.</p>
<p>Para virar lei, o texto precisa ser aprovado por Câmara e Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/606442-conheca-a-tramitacao-de-projetos-de-lei-complementar/">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei complementar</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão debate alta do preço do querosene de aviação; participe]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1273914-comissao-debate-alta-do-preco-do-querosene-de-aviacao-participe/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1273914-comissao-debate-alta-do-preco-do-querosene-de-aviacao-participe/</guid>
            <pubDate>Thu, 21 May 2026 11:34:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274250" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274250">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20250327171351171-768x473.jpg" alt="Possível extinção do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos -- Perse. Dep. Felipe Carreras (PSB - PE)" /></div>
<div class="midia-legenda">Felipe Carreras: guerra no Oriente Médio impactou preço de combustíveis</div>
</div>
<p data-start="55" data-end="263">A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados promove nesta quinta-feira (21) audiência pública para discutir a alta dos preços do querosene de aviação (QAV) e os impactos para os consumidores. O debate será interativo.</p>
<p>A reunião será realizada no plenário 8, às 9 horas.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82135">Veja quem foi convidado e envie suas perguntas</a></li>
</ul>
<p data-start="394" data-end="686">O evento atende a pedido do deputado Felipe Carreras (PSB-PE). Segundo ele, o intuito é analisar as medidas adotadas pelo governo federal para reduzir os impactos do aumento do preço do querosene de aviação sobre as tarifas aéreas e evitar prejuízos ao consumidor final.</p>
<p data-start="939" data-end="1168">O parlamentar defende a necessidade de aprofundar o debate sobre a política de formação de preços do QAV, especialmente diante da produção nacional de petróleo e da autossuficiência brasileira na produção do combustível.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Debatedores divergem sobre medidas do governo para conter preços dos combustíveis]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274730-debatedores-divergem-sobre-medidas-do-governo-para-conter-precos-dos-combustiveis/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274730-debatedores-divergem-sobre-medidas-do-governo-para-conter-precos-dos-combustiveis/</guid>
            <pubDate>Thu, 21 May 2026 00:24:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Representantes das distribuidoras criticaram o imposto sobre a exportação de petróleo criado pelo Executivo]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274748" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274748">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520172128709-768x473.jpeg" alt="Audiência Pública - Eficiência econômica e fiscal, impactos sociais das subvenções e incentivos ao setor de combustíveis previstos nas Medidas Provisórias nº 1340, 1343 e 1349/2026 e decretos correlatos. Dep. Coronel Fernanda (PL - MT)" /></div>
<div class="midia-legenda">A Comissão de Minas e Energia debateu o assunto</div>
</div>
<p>Participantes de audiência pública da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados divergiram sobre as medidas adotadas pelo governo para reduzir o impacto da alta dos combustíveis no Brasil.</p>
<p>Durante o debate realizado nesta quarta-feira (20), representantes do setor criticaram o imposto sobre a exportação de petróleo criado pelo Executivo.</p>
<p>Segundo eles, a alta do petróleo no mercado internacional já elevaria a arrecadação federal a um patamar superior aos R$ 40 bilhões previstos para custear subsídios ao diesel e à gasolina.</p>
<p>Segundo cálculos do representante do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Claudio Fontes Nunes, caso o barril de petróleo permaneça em US$ 90 até o fim do ano, o governo arrecadará R$ 45 bilhões acima do previsto.</p>
<p>A estimativa considera receitas obtidas com royalties e participações especiais.</p>
<p>“O aumento da carga tributária para o setor é altamente injusto e desnecessário. Ele afasta novos investimentos”, afirmou Claudio Fontes Nunes.</p>
<p>Segundo ele, a medida reduz a previsibilidade do mercado brasileiro e prejudica a competitividade do país na disputa internacional por investimentos no setor petrolífero.</p>
<p>“Precisamos disputar esses investimentos com outras províncias petrolíferas mundiais e, para isso, precisamos ser um mercado previsível e confiável”, declarou.</p>
<p>O representante do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), André Pereira Tokarski, discordou das críticas feitas pelo setor.</p>
<p>Na avaliação dele, o imposto é necessário para regular a oferta de combustíveis no mercado interno.</p>
<p>“São medidas regulatórias, e não arrecadatórias. A Constituição prevê esse tipo de imposto diante de um cenário internacional adverso e imprevisível”, afirmou.</p>
<div id="image-container-1274739" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274739">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520172119881-768x473.jpeg" alt="Audiência Pública - Eficiência econômica e fiscal, impactos sociais das subvenções e incentivos ao setor de combustíveis previstos nas Medidas Provisórias nº 1340, 1343 e 1349/2026 e decretos correlatos. Diretor do Departamento de Combustíveis Derivados de Petróleo - Ministério de Minas e Energia (MME), Edie Andreeto Junior." /></div>
<div class="midia-legenda">Deyvid Bacelar ressaltou o papel da Petrobras na proteção do consumidor</div>
</div>
<p><strong>Proteção do mercado interno</strong><br />
Deyvid Bacelar, especialista em óleo, gás e energia, afirmou que a capacidade nacional de produção e refino, aliada ao papel estratégico da Petrobras, foi fundamental para reduzir os impactos da crise internacional dos combustíveis sobre a população brasileira.</p>
<p>Segundo os dados apresentados por Bacelar, enquanto países como Estados Unidos e Canadá registraram aumentos superiores a 30% nos preços da gasolina e do diesel, o Brasil teve impactos mais moderados, com alta de 6% na gasolina e 17,7% no diesel.</p>
<p>“Os dados mostram que o Brasil só conseguiu amortecer os efeitos da crise internacional dos combustíveis porque ainda mantém capacidade de produção, refino e uma Petrobras estatal, atuando como instrumento de proteção do mercado interno. Onde houve maior dependência externa e ausência de controle público, os impactos foram muito mais severos para a população”, afirmou.</p>
<p>“É fundamental a reestatização das refinarias privatizadas, como a antiga RLAM, na Bahia, e a REAM, no Amazonas, além da BR Distribuidora e da Liquigás, para que a redução dos preços chegue de fato ao consumidor final. Isso impacta não apenas os combustíveis, mas toda a cadeia alimentícia e outros setores diretamente afetados pelo custo da energia”, afirmou Bacelar.</p>
<p><strong>Medidas</strong><br />
Com a alta do petróleo provocada pela guerra no Oriente Médio, o governo federal adotou medidas para reduzir o impacto dos reajustes ao consumidor.</p>
<p>Segundo o diretor do Ministério de Minas e Energia, Edie Andreeto Junior, entre as principais ações estão o subsídio de R$ 1,20 por litro de diesel e a redução a zero das alíquotas de PIS/Cofins sobre combustíveis.</p>
<p>Além disso, o governo subsidia o gás de cozinha e criou uma linha de crédito de R$ 1 bilhão para empresas aéreas.</p>
<p>Segundo Edie Andreeto Junior, os reajustes dos combustíveis no Brasil ficaram abaixo dos registrados em outros países afetados pela guerra.</p>
<p>De acordo com ele, o diesel acumulou alta de 17,7% desde o início do conflito, enquanto a gasolina subiu 5,9%.</p>
<p>Em outros países, segundo o representante do ministério, o diesel teria registrado alta de 48%, e a gasolina, de 44%.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto cria programa de crédito para a compra do primeiro carro de trabalho]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1271844-projeto-cria-programa-de-credito-para-a-compra-do-primeiro-carro-de-trabalho/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1271844-projeto-cria-programa-de-credito-para-a-compra-do-primeiro-carro-de-trabalho/</guid>
            <pubDate>Wed, 13 May 2026 14:15:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Texto prevê juros reduzidos para trabalhadores que precisam do veículo para atuar como autônomos, MEIs ou motoristas de aplicativo]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1271853" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1271853">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260428192503965-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Marcos Pollon (PL-MS)" /></div>
<div class="midia-legenda"><span style="font-weight: 400;">Marcos Pollon é o autor da proposta</span></div>
</div>
<p><span style="font-weight: 400;">O Projeto de Lei 592/26, do deputado Marcos Pollon (PL-MS), cria o Programa Nacional Meu Primeiro Carro, com o objetivo </span><span style="font-weight: 400;">de financiar a compra do primeiro veículo por pessoas</span> <span style="font-weight: 400;">que querem utilizá-lo como fonte de renda</span>. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O programa beneficia microempreendedores individuais (MEIs), trabalhadores autônomos, motoristas que fazem transporte individual remunerado de passageiros, inclusive por aplicativos, e prestadores de serviços que usam carro para trabalhar.</span></p>
<p><strong>Regras</strong><br />
O programa permite financiar automóveis de até R$ 90 mil, com taxa de juros reduzida, prazo de 72 meses e carência de seis meses. Caberá à <span style="font-weight: 400;">Caixa Econômica Federal operacionalizar o empréstimo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conforme a proposta, o veículo não poderá ser transferido nos primeiros 36 meses, salvo se quitado antecipadamente. O financiamento será concedido por meio de análise de cadastro, sem necessidade de comprovar renda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também caberá à Caixa Econômica garantir a contratação do seguro e a possibilidade de utilizar um fundo garantidor específico. Além disso, a propriedade do veículo permanece com a instituição financeira até a última parcela ser paga.</span></p>
<p><strong>Autonomia econômica</strong><br />
Para o autor do texto, uma parcela dos trabalhadores que depende diretamente do uso de automóveis não possui veículo próprio e recorre a contratos de locação, o que pode comprometer a renda.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A aquisição do primeiro automóvel representa redução de custos operacionais, aumento direto da renda líquida e fortalecimento da autonomia econômica do trabalhador”, afirma o deputado.</span></p>
<p><b>Próximos passos<br />
</b>O projeto tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e será analisado pelas comissões de Viação e Transportes; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o projeto precisa ser aprovado por deputados e senadores.<b></b></p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI"><span style="font-weight: 400;">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</span></a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Medida provisória permite eliminar a “taxa das blusinhas”]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1271806-medida-provisoria-permite-eliminar-a-taxa-das-blusinhas/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1271806-medida-provisoria-permite-eliminar-a-taxa-das-blusinhas/</guid>
            <pubDate>Wed, 13 May 2026 13:02:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta autoriza redução a zero do Imposto de Importação para compras internacionais de até 50 dólares]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1271835" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1271835">
<div class="midia-creditos"><em>Divulgação/Agência de Notícias do Paraná</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20200409102837803-768x512.jpeg" alt="Armazém de produtos importados" /></div>
<div class="midia-legenda">Produtos importados de valor inferior a 50 dólares ficam livres de imposto</div>
</div>
<p>A Medida Provisória 1357/26 atualiza as regras de tributação simplificada das remessas postais internacionais e permite zerar o <span id="4491" class="termoGlossario" title="Imposto federal que incide sobre a importação de mercadorias estrangeiras e sobre produtos comprados por turistas que chegam do exterior." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Imposto de Importação</span> para compras de até US$ 50 – conhecido como “taxa das blusinhas”.</p>
<p>A MP altera o Decreto-Lei 1.804/80 e autoriza o Ministério da Fazenda a ajustar as alíquotas do Imposto de Importação aplicadas às compras internacionais realizadas por pessoas físicas.</p>
<p>A medida provisória foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) de terça-feira (12) e já está em vigor.</p>
<p>A MP permite que o Ministério da Fazenda reduza a alíquota do imposto, inclusive a zero, para remessas internacionais de até US$ 50, além de definir percentuais diferenciados conforme critérios de conformidade estabelecidos pela Receita Federal.</p>
<p>A MP mantém o limite de US$ 3 mil por remessa postal.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
Como toda medida provisória, a norma já está em vigor a partir da publicação, mas precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado em até 120 dias para virar lei.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573452-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-mps/">Saiba mais sobre a tramitação de medidas provisórias</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão debate regras para cobrança de diárias em hospedagens; participe]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1269862-comissao-debate-regras-para-cobranca-de-diarias-em-hospedagens-participe/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1269862-comissao-debate-regras-para-cobranca-de-diarias-em-hospedagens-participe/</guid>
            <pubDate>Tue, 12 May 2026 11:19:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1270416" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1270416">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20210621103858063-768x494.jpg" alt="Economia - consumidor - hotelaria - hospedagem - hotel - hóspedes" /></div>
<div class="midia-legenda">Comissão vai discutir proposta que flexibiliza horários diárias de hospedagem</div>
</div>
<p data-start="64" data-end="219">A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados promove audiência pública, nesta terça-feira (12), sobre as regras para a cobrança de diárias em hotéis, pousadas e outros meios de hospedagem.</p>
<p data-start="64" data-end="219">O debate foi solicitado pelo deputado Jorge Braz (Republicanos-RJ), relator do <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1270431-projeto-cria-tres-opcoes-de-horarios-para-diarias-para-hospedagem">Projeto de Lei (PL) 1639/25</a>, que trata do tema e está em análise na comissão.</p>
<p data-start="64" data-end="219">O PL 1639/25 cria três modalidades de diária, para dar ao hóspede mais opções na hora de entrada e saída: das 8h às 8h; das 12h às 12h; e das 18h às 18h. O projeto também permite cobrança por até seis horas extras. Na alta temporada, o hotel poderá antecipar a saída do hóspede em até duas horas.</p>
<p data-start="64" data-end="219">O debate será realizado às 14 horas, no plenário 10.</p>
<p data-start="64" data-end="219">Jorge Braz quer ouvir representantes do setor hoteleiro, de plataformas digitais de hospedagem e de órgãos de defesa do consumidor. O objetivo é discutir práticas comerciais do mercado de hospedagem e possíveis impactos do projeto.</p>
<p data-start="64" data-end="219">"Busca-se, assim, garantir que a atuação desta Comissão esteja alinhada à<br />
proteção dos direitos do consumidor, sem desconsiderar a dinâmica econômica<br />
do setor e a livre iniciativa", afirma o parlamentar.</p>
<p data-start="64" data-end="219"><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/81919">Veja quem foi convidado para o debate; e envie suas perguntas</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Nova lei fixa percentual mínimo de cacau em chocolates e derivados]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1270950-nova-lei-fixa-percentual-minimo-de-cacau-em-chocolates-e-derivados/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1270950-nova-lei-fixa-percentual-minimo-de-cacau-em-chocolates-e-derivados/</guid>
            <pubDate>Mon, 11 May 2026 19:03:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[A nova legislação obriga que os rótulos contenham a informação sobre a porcentagem de cacau nos produtos]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1271047" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1271047">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260505094408993-1-768x473.jpg" alt="Homenagem ao Dia Internacional do Trabalho. Dep. Daniel Almeida (PCDOB-BA)" /></div>
<div class="midia-legenda">Daniel Almeida foi relator da proposta na Câmara</div>
</div>
<p>O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a lei que estabelece regras para a produção e comercialização de chocolates e derivados de cacau no país. A norma fixa percentuais mínimos de cacau para diferentes produtos e obriga os rótulos a informar o teor de cacau na composição. As regras valem para produtos nacionais e importados comercializados no território brasileiro.</p>
<p>Publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (11), a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2026/lei-15404-8-maio-2026-799087-norma-pl.html">Lei 15.404/26</a>, define critérios para produtos como chocolate, chocolate ao leite, chocolate branco, chocolate em pó, achocolatados e coberturas sabor chocolate.</p>
<p>O texto determina, por exemplo, que o chocolate deverá conter, no mínimo, 35% de sólidos totais de cacau, dos quais pelo menos 18% deverão ser manteiga de cacau. Já o chocolate ao leite deverá conter, no mínimo, 25% de sólidos totais de cacau.</p>
<p>A nova legislação também obriga que os rótulos contenham a informação sobre a porcentagem de cacau nos produtos, com destaque na parte frontal da embalagem. O objetivo é facilitar a identificação pelo consumidor. Produtos que não atenderem às definições previstas na lei não poderão utilizar elementos que induzam o consumidor a erro quanto à identificação como chocolate.</p>
<p>As empresas que descumprirem as regras estarão sujeitas às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor e na legislação sanitária. A lei estabelece ainda prazo de 360 dias após a publicação oficial para entrada em vigor das novas exigências.</p>
<p><strong>Maior qualidade e produção local</strong><br />
O projeto que deu origem à lei foi aprovado pelo Plenário do Senado em abril. A proposta teve origem no PL 1769/19, do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), e voltou à análise dos senadores após alterações feitas pela Câmara dos Deputados.</p>
<p>O relator no Plenário da Câmara, <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1254741-CAMARA-APROVA-PROJETO-QUE-REGULAMENTA-PERCENTUAL-DE-CACAU-EM-CHOCOLATES">onde a última votação foi em 17 de março</a>, foi o deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA). Ele apresentou um <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> em que trouxe conceitos para definir os subprodutos da amêndoa do cacau usados na fabricação dos derivados de cacau.</p>
<p>Almeida avalia que o perfil do chocolate no Brasil tem mudado para produtos de maior qualidade e valorização de produtores locais, em especial aqueles com práticas sustentáveis de produção.</p>
<p>Porém, o deputado afirmou que as informações nos rótulos não são claras.</p>
<p>"Não são raros os casos de produtos com baixíssimo teor de cacau que se apresentam como 'chocolates de verdade', ou que, de modo ainda mais grave, tentam confundir o consumidor rotulando-se como sabor chocolate", disse.</p>
<p>Para Almeida, ao exigir que fabricantes e importadores indiquem, de forma ostensiva, o teor de cacau em seus produtos, busca-se equilibrar as relações de consumo, reduzir as diferenças de informação e assegurar que o consumidor exerça sua liberdade de escolha.</p>
<p>"O projeto permite ao consumidor comparar produtos de maneira informada e consciente", afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="video-container-1271335" class="video-container youtube youtube-100" style="width: 100%; float: none; margin: 0px;" data-youtube-id="0s6RvUjkwbY">
<div class="midia-creditos"></div>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/0s6RvUjkwbY" width="100%" frameborder="0" data-youtube-id="0s6RvUjkwbY" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<div id="midia-legenda" class="midia-legenda"></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova direito a remarcação gratuita de voo para candidato a concurso que mudar de data]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1270481-comissao-aprova-direito-a-remarcacao-gratuita-de-voo-para-candidato-a-concurso-que-mudar-de-data/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1270481-comissao-aprova-direito-a-remarcacao-gratuita-de-voo-para-candidato-a-concurso-que-mudar-de-data/</guid>
            <pubDate>Fri, 08 May 2026 18:37:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[A proposta segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1270631" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1270631">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260506193328071-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Gilson Marques (NOVO - SC)" /></div>
<div class="midia-legenda">Gilson Marques: "Candidato não pode ser penalizado financeiramente"</div>
</div>
<p>A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou proposta que isenta candidatos de concursos públicos do pagamento de multas e taxas pela remarcação ou cancelamento de passagens aéreas quando a data da prova for alterada.</p>
<p>O colegiado aprovou o <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado Gilson Marques (Novo-SC), ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1049188-projeto-preve-remarcacao-de-voo-sem-taxa-a-candidato-de-concurso-com-data-de-prova-alterada">Projeto de Lei 5204/23</a>, do deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP). O novo texto evita que o custo da medida seja repassado para o preço geral das passagens. A companhia aérea é obrigada a conceder a isenção ao candidato, mas ganha o direito de cobrar esse prejuízo da banca organizadora que alterou o calendário da prova.</p>
<p>“O candidato não pode ser penalizado financeiramente por uma decisão a que não deu causa. Ao mesmo tempo, as empresas aéreas não devem arcar sozinhas com custos de falhas de planejamento das bancas”, explicou o relator.</p>
<p>Para garantir o direito, as bancas examinadoras deverão emitir automaticamente um documento oficial justificando a mudança da data. Com esse comprovante, o candidato solicita a isenção à companhia aérea ou à agência de viagens.</p>
<p>O projeto altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1980-1987/lei-7565-19-dezembro-1986-368177-norma-pl.html">Código Brasileiro de Aeronáutica</a> para incluir essa proteção.</p>
<p><strong>Próximos passos<br />
</strong>A proposta será agora analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Como recebeu pareceres divergentes das comissões responsáveis por analisar seu mérito, o texto deverá ser apreciado pelo Plenário.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova criação do Código Brasileiro de Defesa do Turista]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1270458-comissao-aprova-criacao-do-codigo-brasileiro-de-defesa-do-turista/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1270458-comissao-aprova-criacao-do-codigo-brasileiro-de-defesa-do-turista/</guid>
            <pubDate>Fri, 08 May 2026 17:40:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Projeto segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1270579" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1270579">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260407174416697-768x473.jpg" alt="Deputado Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR) fala no Plenário da Câmara dos Deputados" /></div>
<div class="midia-legenda">Hauly: reforçará imagem do Brasil como destino turístico comprometido com direitos do consumidor</div>
</div>
<p>A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1135354-projeto-cria-codigo-brasileiro-de-defesa-do-turista">Projeto de Lei 20/25</a>, que institui o Código Brasileiro de Defesa do Turista e a Política de Assistência ao Turista em Situações Emergenciais. A proposta estabelece direitos básicos para os viajantes e define normas que as empresas do setor deverão seguir para garantir um atendimento adequado e evitar abusos.</p>
<p>Entre os direitos está o acesso a informações precisas em português, inglês e espanhol, além da proibição de cobranças abusivas em situações de crise. Hotéis e agências, por exemplo, não poderão cobrar taxas de cancelamento se o turista for impedido de chegar ao local por causa de uma emergência.</p>
<p>O relator, deputado Luiz Carlos Hauly (Pode-PR), apresentou parecer favorável ao projeto na forma do <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1167146-COMISSAO-APROVA-CRIACAO-DO-CODIGO-BRASILEIRO-DE-DEFESA-DO-TURISTA">substitutivo que já havia sido aprovado pela Comissão de Turismo</a>, mas incluiu ajustes pontuais no texto. Hauly afirmou que o <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> fortalece a proteção ao turista-consumidor, amplia os mecanismos de assistência em situações emergenciais e moderniza o marco jurídico brasileiro, em consonância com padrões internacionais.</p>
<p>“A proposta contribuirá para reforçar a imagem do Brasil como destino turístico seguro e comprometido com os direitos do consumidor”, disse ainda o relator. “A medida deverá aumentar a competitividade do setor turístico nacional, alinhando-se às melhores práticas globais”, concluiu.</p>
<p><strong>Alterações</strong><br />
As modificações feitas pela Comissão de Finanças buscaram dar mais clareza e flexibilidade à norma. Uma das alterações substituiu o termo “desenvolvimento e adoção massiva” por “promoção da adoção massiva” de seguros de viagem. O objetivo foi deixar claro que o Estado não assumirá as coberturas financeiras típicas dos seguros privados, focando apenas no estímulo ao seu uso.</p>
<p>Outro ajuste retirou a palavra “financeiros” da descrição dos mecanismos de apoio aos provedores de serviços turísticos em casos de emergência, permitindo que a política de assistência abranja um conjunto mais variado de ferramentas de suporte.</p>
<p>Além disso, o texto trocou a palavra “aplicativo” por “solução” para o rastreamento de turistas estrangeiros e envio de alertas, conferindo maior flexibilidade técnica para o desenvolvimento do instrumento.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
A proposta ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e pelo Plenário da Câmara.</p>
<p>Para virar lei, o texto também precisa ser aprovado pelo Senado Federal e, depois, ser sancionado pela presidência da República.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto cria três opções de horário para diárias em hotéis e pousadas]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1270431-projeto-cria-tres-opcoes-de-horario-para-diarias-em-hoteis-e-pousadas/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1270431-projeto-cria-tres-opcoes-de-horario-para-diarias-em-hoteis-e-pousadas/</guid>
            <pubDate>Fri, 08 May 2026 14:09:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta em análise na Câmara permite que hóspede escolha horários de entrada e saída, com duração de 24 horas]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1270438" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1270438">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260430153357003-768x473.jpg" alt="Destinada à deliberação do Veto nº 3 de 2026 (Dosimetria de Penas). Dep. Marcelo Crivella (REPUBLICANOS - RJ)" /></div>
<div class="midia-legenda">Marcelo Crivella é o autor da proposta</div>
</div>
<p data-start="75" data-end="332">O Projeto de Lei 1639/25, do deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), estabelece regras para a cobrança de diárias em hotéis, pousadas e outros meios de hospedagem. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p data-start="75" data-end="332">Pelo texto, a diária seria oferecida em três opções de horário de entrada e saída:</p>
<ul>
<li data-start="75" data-end="332">diária-dia, das 8h às 8h;</li>
<li data-start="75" data-end="332">diária-meio-dia, das 12h às 12h; e</li>
<li data-start="75" data-end="332">diária-noite, das 18h às 18h.</li>
</ul>
<p data-start="75" data-end="332">O projeto também permite a cobrança por até seis horas extras. Após esse período, a permanência seria tratada como nova diária.</p>
<p data-start="786" data-end="1053">Na alta temporada, o meio de hospedagem poderá antecipar a saída do hóspede em até duas horas. Para isso, a regra deve estar no contrato, ser comunicada com pelo menos duas horas de antecedência e gerar redução proporcional no preço da diária.</p>
<p data-start="786" data-end="1053">"O projeto não afeta as receitas dos meios de hospitalaria, pelo contrário, abre novas opções de hospedagem. Os clientes terão mais liberdade de escolha, podendo programar melhor suas viagens sem a preocupação com o horário de chegada aos locais para onde estejam se deslocando, com decorrente conforto e economicidade", afirma Marcelo Crivella.</p>
<p data-start="786" data-end="1053">A proposta altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2008/lei-11771-17-setembro-2008-580751-norma-pl.html">Lei Geral do Turismo</a> e define como diária o preço de hospedagem cobrado pela utilização da unidade habitacional no período de 24 horas, conforme os horários fixados para entrada e saída de hóspedes.</p>
<p data-start="786" data-end="1053"><strong>Próximos passos</strong><br />
A proposta, que tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, deve ser analisada pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Turismo; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado por deputados e senadores.</p>
<ul>
<li data-start="786" data-end="1053"><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
    </channel>
</rss>