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        <title>Câmara notícias - Câmara dos Deputados</title>
        <link>https://www2.camara.leg.br/camaranoticias</link>
        <description>Câmara Notícias </description>
        <lastBuildDate>Mon, 09 Mar 2026 22:05:01 GMT</lastBuildDate>
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        <copyright>Copyright(C) Câmara dos Deputados</copyright>
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            <title><![CDATA[Projeto de lei estabelece regras para combater o ódio contra mulheres na internet]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1251486-projeto-de-lei-estabelece-regras-para-combater-o-odio-contra-mulheres-na-internet/</link>
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            <pubDate>Mon, 09 Mar 2026 17:06:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1251502" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1251502">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20250929183503013-768x473.jpg" alt="Deputada Ana Pimentel (PT-MG) fala no Plenário da Câmara dos Deputados" /></div>
<div class="midia-legenda">Ana Pimentel, autora da proposta</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital.</p>
<p>A proposição está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias.</p>
<p><strong>Punições e medidas protetivas</strong><br />
Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como:</p>
<ul>
<li>bloqueio imediato de contato;</li>
<li>remoção prioritária de conteúdos;</li>
<li>suspensão da monetização de contas agressoras; e</li>
<li>ocultação automática de comentários ofensivos.</li>
</ul>
<p>O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de <em>deepfakes</em> (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o <em>doxing</em> (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização.</p>
<p><strong>Deveres das plataformas</strong><br />
As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei.</p>
<p>Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma.</p>
<p><strong>Educação digital</strong><br />
O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Leis aprovadas pelo Congresso em 2025 ampliam direitos das mulheres e reforçam combate à violência]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1250699-leis-aprovadas-pelo-congresso-em-2025-ampliam-direitos-das-mulheres-e-reforcam-combate-a-violencia/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1250699-leis-aprovadas-pelo-congresso-em-2025-ampliam-direitos-das-mulheres-e-reforcam-combate-a-violencia/</guid>
            <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 11:51:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Parlamentares alertam que o principal desafio agora é garantir aplicação das normas e orçamento para políticas públicas]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1250126" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1250126">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260304105024505-768x473.jpg" alt="Homenagem ao Dia Internacional da Mulher." /></div>
<div class="midia-legenda">Plenário da Câmara dos Deputados durante sessão solene em homenagem às mulheres</div>
</div>
<p>Em 2025, 25 novas leis ampliaram direitos ou proteção às mulheres ou reconheceram a importância da atuação delas para a sociedade, na avaliação da <a href="https://www2.camara.leg.br/a-camara/estruturaadm/secretarias/secretaria-da-mulher">Secretaria da Mulher</a> da Câmara dos Deputados. Embora a produção legislativa tenha sido intensa, as parlamentares alertam para a necessidade de que as leis saiam do papel.</p>
<p>A Coordenadora do Observatório Nacional da Mulher na Política, deputada Iza Arruda (MDB-PE), observou que o marco legal brasileiro já é robusto, mas carece de aplicação prática. “Não é a falta de lei. Nós temos muitas leis. A gente precisa é chegar lá na ponta”, afirmou a parlamentar. Ela acredita que o problema central é o “orçamento que está pequeno para as mulheres”.</p>
<p>A coordenadora dos Direitos da Mulher na Câmara, deputada Jack Rocha (PT-ES), confirmou essa visão, defendendo que o foco agora deve estar na regulamentação. Segundo ela, projetos como o auxílio-aluguel para vítimas de violência e o protocolo “não é não” precisam de diretrizes claras “para que o efeito seja imediato, sem depender sempre de determinação judicial”.</p>
<p><strong>Combate à violência</strong><br />
Apesar das observações das deputadas, a legislação sancionada em 2025 apresenta avanços em diversas áreas, com destaque para o combate à violência contra a mulher, saúde pública e direitos digitais.</p>
<p>O combate à violência contra a mulher e a proteção dela estão entre os temas com maior número de atualizações. Entre as novas normas, a <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1153538-LEI-PERMITE-O-USO-DE-TORNOZELEIRA-EM-AGRESSORES-DE-MULHERES-QUE-ESTAO-SOB-MEDIDA-PROTETIVA-DE-URGENCIA">Lei 15.125/25 prevê o uso de tornozeleira eletrônica</a> no agressor durante a vigência de medidas protetivas de urgência, o que aumenta a segurança direta da vítima. A medida surgiu do Projeto de Lei 5427/23, do deputado Gutemberg Reis (MDB-RJ).</p>
<p>Já a <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1153179-SANCIONADA-LEI-QUE-AGRAVA-PENA-EM-CRIME-DE-VIOLENCIA-CONTRA-A-MULHER-COM-USO-DE-IA">Lei 15.123/25 aumenta a pena por violência psicológica</a> contra a mulher quando há o uso de inteligência artificial. A medida foi originalmente apresentada pela deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), por meio do <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1040389-proposta-aumenta-pena-de-crime-contra-mulher-feito-com-inteligencia-artificial">PL 370/24</a>.</p>
<p>Outra lei sancionada – <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1177121-NOVA-LEI-ACABA-COM-ATENUANTE-DE-IDADE-PARA-CRIMES-SEXUAIS-CONTRA-MULHERES">Lei 15.160/25 – proíbe a redução de pena e do prazo de prescrição em crimes de violência sexual contra a mulher</a> quando o criminoso tiver menos de 21 anos ou mais de 70 anos. A norma é resultado do <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/944340-projeto-proibe-aplicacao-de-circunstancia-atenuante-para-crimes-de-violencia-sexual-contra-mulher">PL 419/23</a>, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ).</p>
<div id="image-container-1250946" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1250946">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260303173314009-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Jandira Feghali (PCDOB-RJ)" /></div>
<div class="midia-legenda">Jandira Feghali é autora de uma da propostas que virou lei</div>
</div>
<p><strong>Saúde</strong><br />
Na área da saúde, a <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1234982-SANCIONADA-LEI-QUE-GARANTE-MAMOGRAFIA-PELO-SUS-A-MULHERES-A-PARTIR-DE-40-ANOS">Lei 15.284/25 assegura exame de mamografia pelo Sistema Único de Saúde (SUS)</a> a todas as mulheres a partir dos 40 anos. A nova norma é originária de uma proposta do Senado (PL 499/25).</p>
<p>Outra norma originada do Senado foi a <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1182113-NOVA-LEI-AMPLIA-ACESSO-A-CIRURGIA-REPARADORA-DE-MAMA-E-APOIO-PSICOLOGICO-NO-SUS-E-EM-PLANOS-DE-SAUDE">Lei 15.171/25, que amplia o direito das mulheres à cirurgia plástica reparadora da mama</a> em casos de mutilação total ou parcial. O projeto original foi o PL 2291/23.</p>
<p>Já a <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1230696-LEI-CRIA-ESTRATEGIA-NO-SUS-PARA-ATENDER-MULHERES-COM-DEPENDENCIA-DE-ALCOOL">Lei 15.281/25 cria uma estratégia voltada às mulheres alcoolistas</a>. A norma é resultado do PL 2880/23, do deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM). O texto determina a criação de ações específicas para mulheres usuárias e dependentes de álcool no SUS, em especial gestantes e mulheres que acabaram de dar à luz.</p>
<p>Por sua vez, a <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1206025-LEI-AMPLIA-LICENCA-MATERNIDADE-APOS-INTERNACOES-PROLONGADAS">Lei 15.222/25 prorroga a licença-maternidade nos casos de internação</a> hospitalar prolongada da mãe ou do recém-nascido, garantindo o tempo de convivência após a alta. A norma tem origem no Projeto de Lei 386/23, da senadora Damares Alves (Republicanos-DF).</p>
<p><strong>Direitos da criança e do adolescente</strong><br />
Conhecida como <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1201525-NOVA-LEI-PROTEGE-CRIANCAS-CONTRA-ADULTIZACAO-NA-INTERNET">Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, a Lei 15.211/25</a> cria mecanismos específicos para proteger o público infantojuvenil no ambiente da internet. A origem da norma é o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1180595-projeto-preve-protecao-de-criancas-e-adolescentes-em-ambientes-digitais">PL 2628/22</a>, do Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://infograficos.camara.leg.br/eca-digital/">Confira página especial sobre o ECA Digital</a></li>
</ul>
<p>A Lei 15.234/25 (originada do <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1209097-NOVA-LEI-AUMENTA-PENA-PARA-QUEM-ENTREGA-DROGAS-OU-ALCOOL-A-CRIANCAS-OU-ADOLESCENTES">PL 942/24</a>, de Laura Carneiro) <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1209097-NOVA-LEI-AUMENTA-PENA-PARA-QUEM-ENTREGA-DROGAS-OU-ALCOOL-A-CRIANCAS-OU-ADOLESCENTES">aumenta a pena para quem fornece álcool ou drogas a menores de 18 anos</a>, e a <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1230846-NOVA-LEI-FORTALECE-COMBATE-A-CRIMES-SEXUAIS-CONTRA-VULNERAVEIS-E-AMPLIA-PROTECAO-A-VITIMAS">Lei 15.280/25 (originada do PL 2810/25, do Senado) agrava a punição para crimes sexuais contra vulneráveis</a>.</p>
<div id="image-container-1250947" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1250947">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20250716183803621-768x473.jpg" alt="Discussão e Votação de Propostas Legislativas. Dep. Tabata Amaral (PSB - SP)" /></div>
<div class="midia-legenda">Tabata Amaral apresentou proposta sobre reserva de vaga para mulheres</div>
</div>
<p><strong>Cotas em estatais</strong><br />
O Congresso aprovou ainda o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/983214-proposta-reserva-para-as-mulheres-30-das-vagas-nos-conselhos-de-administracao-de-grandes-empresas">PL 1246/21</a>, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), que deu origem à <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1183352-NOVA-LEI-ESTABELECE-COTA-PARA-MULHERES-EM-CONSELHOS-DE-ADMINISTRACAO-DE-ESTATAIS">Lei 15.177/25, que estabelece uma reserva mínima de 30% das vagas para mulheres</a> nos conselhos de administração de empresas estatais. Do total reservado, 30% deverão ser destinados a mulheres negras ou com deficiência.</p>
<p><strong>Saiba quais foram as leis de interesse da Bancada Feminina sancionadas em 2025</strong></p>
<ul>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15086-3-janeiro-2025-796852-norma-pl.html">Lei 15.086/25</a> - Inscreve o nome de Hipólita Jacinta Teixeira de Melo no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15116-2-abril-2025-797233-norma-pl.html">Lei 15.116/25</a> - Institui programa de reconstrução dentária para mulheres vítimas de violência doméstica no SUS</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15123-24-abril-2025-797342-norma-pl.html">Lei 15.123/25</a> - Aumenta pena para violência psicológica contra a mulher quando praticada com o uso de inteligência artificial</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15124-24-abril-2025-797343-norma-pl.html">Lei 15.124/25</a> - Veda discriminação contra estudantes e pesquisadoras em bolsas de estudo e pesquisa em razão de gestação ou maternidade</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15125-24-abril-2025-797344-norma-pl.html">Lei 15.125/25</a> - Prevê monitoração eletrônica do agressor durante aplicação de medida protetiva de urgência</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15127-28-abril-2025-797359-norma-pl.html">Lei 15.127/25</a> - Institui campanha de incentivo à doação de cabelo a pessoas carentes em tratamento de câncer e vítimas de escalpelamento</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15139-23-maio-2025-797488-norma-pl.html">Lei 15.139/25</a> - Cria a Política Nacional de Humanização do Luto Materno e Parental</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15160-3-julho-2025-797687-norma-pl.html">Lei 15.160/25</a> - Proíbe a redução do prazo de prescrição em crimes de violência sexual contra a mulher</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15171-17-julho-2025-797754-norma-pl.html">Lei 15.171/25</a> - Amplia o direito das mulheres à cirurgia plástica reparadora da mama no SUS</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15174-22-julho-2025-797771-norma-pl.html">Lei 15.174/25</a> - Institui a Política Nacional de Enfrentamento da Infecção por Papilomavírus Humano (HPV)</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15176-23-julho-2025-797775-norma-pl.html">Lei 15.176/25</a> - Cria um programa nacional de proteção dos direitos da pessoa com síndrome de fibromialgia, que afeta predominantemente as mulheres</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15177-23-julho-2025-797776-norma-pl.html">Lei 15.177/25</a> - Torna obrigatória a reserva mínima de participação de mulheres em conselhos de administração de empresas estatais</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15211-17-setembro-2025-797997-norma-pl.html">Lei 15.211/25</a> - Conhecida como Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, protege crianças e adolescentes no ambiente digital</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15212-18-setembro-2025-797999-norma-pl.html">Lei 15.212/25</a> - Denomina oficialmente Lei Maria da Penha a Lei 11.340, de 2006</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15214-18-setembro-2025-798001-norma-pl.html">Lei 15.214/25</a> - Cria o Selo Cidade Mulher para municípios que se destacarem em políticas públicas para o bem-estar feminino</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15221-29-setembro-2025-798043-norma-pl.html">Lei 15.221/25</a> - Cria a Semana Nacional de Conscientização sobre os Cuidados com as Gestantes e as Mães</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15222-29-setembro-2025-798044-norma-pl.html">Lei 15.222/25</a> - Prorroga a licença-maternidade em caso de internação hospitalar prolongada da mãe ou do recém-nascido</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15223-30-setembro-2025-798047-norma-pl.html">Lei 15.223/25</a> - Consolida o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e o Plano Safra da agricultura familiar</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15234-7-outubro-2025-798104-norma-pl.html">Lei 15.234/25</a> - Aumenta a pena para quem fornecer drogas ou bebidas alcoólicas a crianças ou adolescentes</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15261-13-novembro-2025-798288-norma-pl.html">Lei 15.261/25</a> - Inclui o Dia Internacional da Mulher no calendário nacional e cria o Dia Nacional e o Dia Internacional das Meninas</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15263-14-novembro-2025-798293-norma-pl.html">Lei 15.263/25</a> - Determina o uso de linguagem simples em mensagens de órgãos públicos para cidadãos</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15280-5-dezembro-2025-798428-norma-pl.html">Lei 15.280/25</a> - Agrava a pena dos crimes sexuais contra vulneráveis</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15281-5-dezembro-2025-798429-norma-pl.html">Lei 15.281/25</a> - Cria estratégia de saúde direcionada às mulheres alcoolistas</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15284-18-dezembro-2025-798486-norma-pl.html">Lei 15.284/25</a> - Assegura a todas as mulheres a partir dos 40 anos o direito à mamografia</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15295-19-dezembro-2025-798507-norma-pl.html">Lei 15.295/25</a> - Amplia a coleta de DNA na identificação criminal</li>
</ul>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova política de inclusão digital para municípios com recursos do Fust]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1250735-comissao-aprova-politica-de-inclusao-digital-para-municipios-com-recursos-do-fust/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1250735-comissao-aprova-politica-de-inclusao-digital-para-municipios-com-recursos-do-fust/</guid>
            <pubDate>Thu, 05 Mar 2026 22:34:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta segue em análise na Câmara]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1250900" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1250900">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260304115439360-768x473.jpg" alt="Homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Dep. Maria Rosas (REPUBLICANOS - SP)" /></div>
<div class="midia-legenda">Maria Rosas: "Proposta corrige falhas históricas na gestão do Fust"</div>
</div>
<p>A Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados aprovou proposta que cria a Política de Inclusão Digital nos Municípios. A ideia é estabelecer parceria entre a União e as prefeituras para ampliar o acesso à internet, utilizando no mínimo 30% dos recursos não reembolsáveis do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (<span id="4175" class="termoGlossario" title="O Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações foi instituído pela Lei 9.998/00, com o objetivo de arrecadar recursos exclusivamente para a universalização de serviços de telefonia fixa. Existem projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional para que os recursos do fundo sejam também aplicados em programas de ampliação da cobertura do serviço móvel de telefonia e de universalização de acesso à internet nas escolas públicas." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Fust</span>).</p>
<p>O texto aprovado é o <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação, de autoria do deputado Amaro Neto (Republicanos-ES) e acolhido pela relatora na Comissão de Comunicação, deputada Maria Rosas (Republicanos-SP). O projeto original (<a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/898898-projeto-destina-recursos-do-fust-a-inclusao-digital-em-cidades">PL 1938/22</a>) é de autoria do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP). O substitutivo incorporou medidas previstas em quatro propostas que tramitavam em conjunto.</p>
<p>Maria Rosas destacou que a proposta corrige falhas históricas na gestão dos recursos do Fust. "A proposta cria um marco legal que organiza as ações oficiais de promoção do acesso às tecnologias e as torna mais eficientes, fortalecendo as prefeituras como gestoras de uma política descentralizada", afirmou.</p>
<p><strong>Como vai funcionar<br />
</strong>O texto original do projeto previa a destinação de 50% dos recursos não reembolsáveis do Fust para a Política de Inclusão Digital nos Municípios, mas Amaro Neto reduziu o percentual para 30%. A justificativa foi não comprometer outros projetos estruturantes já financiados pelo fundo.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Segundo a proposta aprovada, a aplicação dos recursos será descentralizada. A União ficará responsável por definir as diretrizes, lançar os editais e selecionar os projetos, priorizando localidades com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (<span id="4176" class="termoGlossario" title="É uma medida resumida para aferir o avanço na qualidade de vida de uma população, levando em conta três dimensões básicas do desenvolvimento humano: saúde, educação e renda. O IDH é calculado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, órgão da ONU, e varia de 0 a 1 (quanto mais próximo de 1, maior a qualidade de vida no país). No Brasil, o governo e as administrações regionais acompanham a situação socioeconômica dos estados, do Distrito Federal e dos municípios por meio do IDH-Municipal, que pode ser consultado no banco de dados eletrônico chamado Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">IDH</span>).</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Já os municípios interessados deverão apresentar projetos para receber os recursos. Entre as contrapartidas exigidas estão o aporte de recursos próprios (de 10% a 30% do valor recebido da União, a depender do porte da cidade) e a criação do Conselho Municipal de Inclusão Digital, com participação da sociedade civil, setor empresarial e comunidade acadêmica.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Os projetos deverão prever a oferta de internet gratuita à população em pontos de acesso público, como escolas, bibliotecas, praças, terminais de transporte e postos de saúde. O texto também permite que os recursos do Fust sejam usados para contratar serviços de telecomunicações que sirvam de suporte a essas redes de acesso gratuito.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Câmara premia cinco obras audiovisuais contra a violência doméstica]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1249873-camara-premia-cinco-obras-audiovisuais-contra-a-violencia-domestica/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1249873-camara-premia-cinco-obras-audiovisuais-contra-a-violencia-domestica/</guid>
            <pubDate>Wed, 04 Mar 2026 01:02:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Vídeos vencedores do concurso Pelo Fim da Violência contra a Mulher serão exibidos na TV Câmara a partir de domingo]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1249883" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1249883">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260303181452949-768x473.jpg" alt="Premiação do Concurso de Vídeo - Pelo Fim da Violência contra mulher." /></div>
<div class="midia-legenda">Durante a premiação, participantes afirmaram que a violência contra a mulher é um problema cultural</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados premiou cinco obras audiovisuais, uma de cada região do país, no concurso Pelo Fim da Violência contra a Mulher. Os diretores receberam R$ 10 mil pelos direitos de exibição nos canais de comunicação da Câmara.</p>
<p>Na TV Câmara, os vídeos começam a ser exibidos no domingo (8), a partir das 8 horas.</p>
<p>Durante a premiação, participantes afirmaram que a violência contra a mulher é um problema cultural, relacionado à desvalorização das mulheres e às desigualdades de poder entre homens e mulheres.</p>
<p>Para o secretário de Comunicação Social da Câmara, deputado Marx Beltrão (PP-AL), o concurso amplia o debate sobre o tema. “É importante falar sobre o cuidado com as mulheres e o combate ao feminicídio. Hoje, cerca de quatro mulheres são assassinadas por dia no Brasil. Com a divulgação nas redes sociais, a informação chega mais rápido e ajuda a conscientizar a população. Esse também é um papel da Câmara.”</p>
<p>A diretora da Coordenação de Transmissão em Tempo Real da Câmara, Daniela Guerson, afirmou que a cultura é um espaço de mudança de mentalidade e pode contribuir para o enfrentamento da violência.</p>
<div id="image-container-1249881" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1249881">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260303195452098-768x473.jpg" alt="Premiação do Concurso de Vídeo - Pelo Fim da Violência contra mulher. Região Centro-Oeste – Diretora de “Até amanhã” (2025). Patricia Alves da Silva, Goiânia/GO e Dep. Marx Beltrão (PP - AL)" /></div>
<div class="midia-legenda">Patrícia Alves (Centro-Oeste) recebe o prêmio do deputado Marx Beltrão</div>
</div>
<p>A chefe de gabinete da Secretaria da Mulher, Ana Lustosa, também defendeu o papel do audiovisual. “O cinema e a televisão são linguagens democráticas, que chegam à casa das pessoas e permitem que o público se coloque no lugar das personagens. É uma forma de apresentar a violência de gênero em suas diferentes manifestações e aproximar a sociedade brasileira desse tema.”</p>
<p>O concurso é uma parceria entre a Secretaria de Comunicação Social, por meio da TV Câmara, e a Secretaria da Mulher.</p>
<p><strong>Obras premiadas</strong></p>
<ul>
<li><strong>Centro-Oeste</strong>: o curta-metragem de ficção Até Amanhã, da diretora goiana Patrícia Alves da Silva, aborda a violência psicológica.</li>
</ul>
<p>Segundo ela, o roteiro foi inspirado em experiências pessoais. “O roteiro foi baseado em vivências minhas. Usei o recurso do loop temporal para representar o ciclo da violência. A sensação era de viver sempre o mesmo dia.”</p>
<ul>
<li><strong>Norte</strong>: o documentário Marcas da Alma, do diretor tocantinense Hermes Filho Leal, apresenta depoimentos de mulheres vítimas de violência física.</li>
</ul>
<p>O filme também explica como funciona a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2006/lei-11340-7-agosto-2006-545133-norma-pl.html">Lei Maria da Penha</a> e mostra instrumentos de proteção, como as delegacias especializadas de atendimento à mulher.</p>
<ul>
<li><strong>Sudeste</strong>: o filme Escola de Homens, da diretora Sara Stopazzolli, do Rio de Janeiro, retrata encontros de um grupo que participa de curso no Juizado de Violência Doméstica e Familiar de Nova Iguaçu (RJ).</li>
</ul>
<p>Esses cursos são previstos na Lei Maria da Penha para homens autores de crimes de menor potencial ofensivo.</p>
<ul>
<li><strong>Nordeste: </strong>foi premiado o filme Quem eu sou?, da diretora Lisiane Fagundes Cohen.</li>
</ul>
<p>A produção foi rodada em Salvador (BA) e aborda as consequências psicológicas da violência sexual.</p>
<ul>
<li><strong>Sul:</strong> o documentário Atrás da Porta, que reúne atrizes que encenam relatos reais de mulheres que sofreram diferentes tipos de violência, como patrimonial, psicológica e física.</li>
</ul>
<p>A produção também mostra como elas superaram a situação e as consequências dos abusos em suas vidas.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Conselho de Comunicação Social vai debater combate à desinformação nas eleições de 2026]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1249208-conselho-de-comunicacao-social-vai-debater-combate-a-desinformacao-nas-eleicoes-de-2026/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1249208-conselho-de-comunicacao-social-vai-debater-combate-a-desinformacao-nas-eleicoes-de-2026/</guid>
            <pubDate>Mon, 02 Mar 2026 21:38:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Audiência pública em junho vai tratar de notícias falsas, inteligência artificial e regras do TSE]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1249234" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1249234">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260302103038266-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - ECA Digital e demais projetos de proteção à criança e adolescente no ambiente digital." /></div>
<div class="midia-legenda">Reunião do Conselho de Comunicação Social</div>
</div>
<p>O <span id="4220" class="termoGlossario" title="Órgão auxiliar do Congresso Nacional que realiza estudos e emite pareceres sobre liberdade de expressão; propaganda de cigarro e bebidas alcoólicas; programação das emissoras de rádio e TV; propriedade de empresa jornalística; outorga e renovação de concessão de serviços de radiodifusão. Integram o Conselho cinco representantes da sociedade civil, um engenheiro com notórios conhecimentos na área de comunicação social, além de um representante de cada uma das seguintes categorias: empresas de rádio, de televisão, da imprensa escrita, da categoria profissional dos jornalistas, dos radialistas, dos artistas e dos profissionais de cinema e vídeo." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Conselho de Comunicação Social</span> (CCS) do Congresso Nacional vai debater, em audiência pública, o combate à desinformação nas eleições de 2026. O foco será a circulação de notícias falsas e o uso de inteligência artificial, com base nas regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</p>
<p>A audiência está prevista para junho, em data ainda a ser definida.</p>
<p><strong>Agenda de debates</strong><br />
O Conselho de Comunicação Social agendou para 6 de abril, às 9h30, novo debate sobre o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), com participação de representantes da sociedade civil.</p>
<p>Em 4 de maio, o conselho realizará duas audiências públicas:</p>
<ul>
<li>pela manhã, os conselheiros vão analisar a regulamentação da atividade de profissional multimídia (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2026/lei-15325-6-janeiro-2026-798628-norma-pl.html">Lei 15.325/26</a>);</li>
<li>à tarde, haverá comemoração do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa.</li>
</ul>
<p>Também está previsto para junho um debate sobre mercados digitais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="infografico-container-1243746" style="width: 100%;"><iframe style="width: 100%px; height: px;" src="https://www.camara.leg.br/internet/agencia/infograficos-html5/conselho-comunicacao-social/index.html" frameborder="0" data-mce-fragment="1"></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Conselho de Comunicação Social do Congresso debate Estatuto Digital da Criança e do Adolescente; participe]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1248582-conselho-de-comunicacao-social-do-congresso-debate-estatuto-digital-da-crianca-e-do-adolescente-participe/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1248582-conselho-de-comunicacao-social-do-congresso-debate-estatuto-digital-da-crianca-e-do-adolescente-participe/</guid>
            <pubDate>Fri, 27 Feb 2026 13:28:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1248604" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1248604">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260209152642826-768x473.jpg" alt="Instalação da 7ª composição do Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional e eleição de Presidente e Vice-Presidente. Vice-Presidente do Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional, Angela Cignachi. Presidente do Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional, Patrícia Blanco." /></div>
<div class="midia-legenda">O Conselho de Comunicação Social é presidido por Patricia Blando (D)</div>
</div>
<p data-start="84" data-end="363">O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional reúne-se na segunda-feira (2) para debater o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), instituído pela <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15211-17-setembro-2025-797997-norma-pl.html">Lei 15.211/25</a>.</p>
<p data-start="84" data-end="363">O encontro ocorrerá no plenário 7 da Ala Alexandre Costa, no Senado, às 9h30.</p>
<ul>
<li><a href="https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoaudiencia?id=37707">Veja quem foi convidado e envie suas perguntas</a></li>
</ul>
<p data-start="365" data-end="699">A audiência pública tem como objetivo discutir a proteção de crianças e jovens na internet, com foco na segurança de dados e na prevenção de riscos virtuais.</p>
<ul>
<li><a href="https://infograficos.camara.leg.br/eca-digital/">Confira página especial sobre o ECA Digital</a></li>
</ul>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1243960-nova-composicao-do-conselho-de-comunicacao-e-instalada-e-elege-presidencia/">A nova composição do Conselho de Comunicação Social tomou posse no início de fevereiro</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="infografico-container-1243746" class="" style="width: 100%;"><iframe style="width: 100%px; height: px;" src="https://www.camara.leg.br/internet/agencia/infograficos-html5/conselho-comunicacao-social/index.html" frameborder="0" data-mce-fragment="1"></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Conselho de Comunicação da Câmara debate TV 3.0, rádios públicas e estratégia digital]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1248570-conselho-de-comunicacao-da-camara-debate-tv-3-0-radios-publicas-e-estrategia-digital/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1248570-conselho-de-comunicacao-da-camara-debate-tv-3-0-radios-publicas-e-estrategia-digital/</guid>
            <pubDate>Fri, 27 Feb 2026 13:27:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Colegiado discute modernização da comunicação institucional e preparação para os 200 anos da Câmara]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="video-container-1248590" class="video-container youtube youtube-100" style="width: 100%; float: none; margin: 0px;" data-youtube-id="116J5LdwKXY">
<div class="midia-creditos"><em>YouTube</em></div>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/116J5LdwKXY" width="100%" frameborder="0" data-youtube-id="116J5LdwKXY" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<div id="midia-legenda" class="midia-legenda"></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Conselho de Comunicação Social da Câmara dos Deputados debateu estratégias para modernizar a comunicação institucional com a sociedade. Entre os temas discutidos estão a implantação da TV 3.0, a proteção das emissoras universitárias e o fortalecimento das rádios públicas no ambiente digital.</p>
<p><span class="ng-star-inserted" data-start-index="1189">A </span>TV 3.0<span class="ng-star-inserted" data-start-index="1197"> é a próxima geração da TV digital. O modelo foca na integração entre TV aberta e internet, oferecendo resoluções em </span>4K e 8K e recursos de interatividade em tempo real.</p>
<p><span class="ng-star-inserted" data-start-index="990">A diretora da TV Câmara, </span>Daniela André,<span class="ng-star-inserted" data-start-index="1041"> informou que o início das transmissões no novo padrão </span><span class="ng-star-inserted" data-start-index="1090">está previsto para </span>junho de 2026<span class="ng-star-inserted" data-start-index="1123">, dentro das comemorações dos </span>200 anos da Câmara dos Deputados.</p>
<p><strong>Rádios públicas</strong><br />
Outro ponto tratado foi a inserção das rádios públicas no sistema híbrido de radiodifusão, que combina sinal tradicional e internet.</p>
<p>A diretora da Rádio Câmara, Verônica Lima, <span class="ng-star-inserted" data-start-index="1464">afirmou que emissoras públicas precisam se posicionar diante das grandes empresas de tecnologias (b</span>ig techs) e das montadoras<span class="ng-star-inserted" data-start-index="1565">, que disputam a exclusividade nas centrais multimídia de veículos. Segundo ela, o objetivo é evitar que as rádios públicas fiquem “escondidas” nesses sistemas.</span></p>
<p>O conselho também destacou o papel da Câmara em capacitar órgãos municipais de comunicação para expandir a transparência em todo o país.</p>
<p><strong>Redes sociais</strong><br />
Os participantes discutiram ainda novas estratégias para redes sociais, com foco na agilidade, e o uso de impulsionamento para ampliar o alcance das informações institucionais.</p>
<p><span class="ng-star-inserted" data-start-index="1686">O diretor-executivo de Comunicação e Mídias Digitais da Câmara, </span>Cláudio Araújo,<span class="ng-star-inserted" data-start-index="1710"> afirmou que, embora rádio e TV continuem importantes, a gestão atual foca no protagonismo das </span>redes sociais<span class="ng-star-inserted" data-start-index="1815">, onde grande parte da população busca informação.</span></p>
<p>A diretora de Redes Sociais da Câmara, Ginny Morais, citou como exemplo a divulgação imediata da aprovação do projeto que combate facções criminosas.  Segundo ela, a <span class="ng-star-inserted" data-start-index="1976">publicação rápida permitiu que a Câmara participasse do debate digital no momento em que o tema estava em destaque.</span></p>
<p><span class="ng-star-inserted" data-start-index="2321"><strong>Impulsionamento</strong><br />
O secretário de Comunicação Social da Câmara, deputado Marx Beltrão (PP-AL)</span>,<span class="ng-star-inserted" data-start-index="2365"> destacou a importância do impulsionamento para ampliar o alcance das publicações dos veículos de comunicação da Casa.</span></p>
<p>"Se a gente fizer impulsionamento para determinados lugares, para as cidades mais distantes, a gente consegue direcionar a informação através da rede social. Só que isso ainda é uma discussão interna", disse o secretário.</p>
<div data-start-index="2123"><strong>Balanço positivo</strong><br />
<span class="ng-star-inserted" data-start-index="2495">O presidente do Conselho Consultivo de Comunicação Social, deputado Cleber Verde (MDB-MA)</span><span class="ng-star-inserted" data-start-index="2551">, fez um balanço positivo da reunião. Ele destacou a preparação para a </span>TV 3.0 e o rádio híbrido, além d<span class="ng-star-inserted" data-start-index="2644">o anúncio de um </span>congresso de comunicação pública<span class="ng-star-inserted" data-start-index="2695"> em Brasília como parte das ações do bicentenário da Casa.</span></div>
<div data-start-index="2123"></div>
<div data-start-index="2123">"Temos muito ainda para desenvolver. Essa primeira reunião de 2026 certamente trouxe alguns elementos muito positivos e dados importantes para seguirmos ampliando a comunicação pública", resumiu o presidente.</div>
<div data-start-index="2123"></div>
<div data-start-index="2123"><strong>O conselho</strong><br />
O Conselho Consultivo de Comunicação Social da Câmara dos Deputados foi criado em 2019 para propor como a Casa deve se comunicar com a sociedade.</div>
<div data-start-index="2123"></div>
<div data-start-index="2123">Composto por 5 deputados, um servidor e 4 representantes da sociedade civil, o conselho realizou a segunda reunião desde que os novos representantes da sociedade civil tomaram posse no colegiado, no final do ano passado.</div>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Câmara aprova divulgação, em meios de comunicação, de serviço para denúncias de violência contra a mulher]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1248028-camara-aprova-divulgacao-em-meios-de-comunicacao-de-servico-para-denuncias-de-violencia-contra-a-mulher/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1248028-camara-aprova-divulgacao-em-meios-de-comunicacao-de-servico-para-denuncias-de-violencia-contra-a-mulher/</guid>
            <pubDate>Thu, 26 Feb 2026 16:27:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[O texto aprovado segue para análise do Senado]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1248470" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1248470">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20260226133138133-768x473.jpg" alt="Sessão para a votação de propostas legislativas. Dep. Camila Jara (PT - MS)" /></div>
<div class="midia-legenda">Camila Jara, relatora do projeto de lei</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (26) projeto de lei que torna obrigatória a divulgação de serviço telefônico destinado a atender denúncias de violência contra a mulher em notícias e informações relativas à violência contra a mulher difundidas em qualquer meio de comunicação.</p>
<p>A regra valerá para rádio, televisão, jornais impressos, portais digitais e redes sociais. O descumprimento da medida será considerado infração administrativa, passível de sanções que ainda serão regulamentadas pelo Poder Executivo.</p>
<p>O texto aprovado segue para análise do Senado. É a versão da relatora, deputada Camila Jara (PT-MS), para o Projeto de Lei 6140/25, da deputada Talíria Petrone (Psol-RJ). Camila Jara elaborou nova redação, mantendo os objetivos originais.</p>
<p>“O <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> promove organização e clareza em relação às obrigações impostas aos meios de comunicação, com diretrizes claras e detalhadas para a fiscalização do cumprimento da norma e eventual aplicação de sanções”, explicou a relatora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="video-container-1248616" class="video-container youtube youtube-100" style="width: 100%; float: none; margin: 0px;" data-youtube-id="zyIlJHRoDIo">
<div class="midia-creditos"><em>YouTube</em></div>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/zyIlJHRoDIo" width="100%" frameborder="0" data-youtube-id="zyIlJHRoDIo" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<div id="midia-legenda" class="midia-legenda"></div>
</div>
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<p><strong>Baixo custo</strong><br />
O texto aprovado altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2003/lei-10714-13-agosto-2003-492023-norma-pl.html">Lei 10.714/03</a>, que autoriza o governo a oferecer um número telefônico destinado a atender denúncias de violência contra a mulher. A norma serviu de base para o Ligue 180, atual Central de Atendimento à Mulher.</p>
<p>“Trata-se de medida de baixíssimo custo e alto potencial preventivo, alinhada aos princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e da proteção dos direitos das mulheres”, disse Talíria Petrone, autora da proposta original.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="infografico-container-1218792" style="width: 100%;"><iframe style="width: 100%px; height: px;" src="https://www.camara.leg.br/internet/agencia/infograficos-html5/violencia-contra-a-mulher-no-brasil-em-2024/index.html" frameborder="0" data-mce-fragment="1"></iframe></div>
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]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Livro mostra importância da Agência Câmara para a cobertura política no país]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1246532-livro-mostra-importancia-da-agencia-camara-para-a-cobertura-politica-no-pais/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1246532-livro-mostra-importancia-da-agencia-camara-para-a-cobertura-politica-no-pais/</guid>
            <pubDate>Mon, 23 Feb 2026 12:53:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Estudo publicado pelas Edições Câmara analisa o papel da agência na imprensa nacional e regional]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1237595" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1237595">
<div class="midia-creditos"><em>Antônio Cruz/Agência Brasil</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/01/img20230523102312132-768x576.jpg" alt="Brasília - monumentos e prédios públicos - Brasília - 22.05.2023 - Foto da Fachada do Congresso Nacional, em Brasília." /></div>
<div class="midia-legenda">Livro sobre a <em>Agência Câmara</em> está disponível <span style="box-sizing: border-box; margin: 0px; padding: 0px;">para download gratuito</span></div>
</div>
<p>A <em>Agência Câmara</em> dos Deputados se consolidou como fonte primária de informação para a cobertura do Congresso Nacional, segundo pesquisa do jornalista Tiago Miranda.</p>
<p data-start="3180" data-end="3427">O estudo resultou na dissertação de mestrado do repórter, que atua há mais de dez anos na <em>Agência Câmara</em>. A pesquisa foi publicada pelas Edições Câmara com o título <em>"No centro da notícia: a Agência Câmara como fonte para a cobertura política"</em>.</p>
<p data-start="3429" data-end="3737">Em entrevista à <em>Rádio Câmara</em>, na sexta-feira (20), Miranda afirmou que a <em>Agência Câmara</em> foi criada em 2000 para servir como fonte primária para veículos que cobrem o Congresso. Ao longo de mais de 25 anos, o papel da <em>Agência</em> se ampliou e passou a alcançar diretamente os cidadãos.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/radio/programas/painel-eletronico/1246211-livro-mostra-importancia-da-agencia-camara-para-a-cobertura-politica-no-pais/">Ouça a íntegra da entrevista com Tiago Miranda</a></li>
</ul>
<p><strong>Uso pelas redações<br />
</strong>Uma das conclusões da pesquisa é que a <em>Agência Câmara</em> deixou de ser apenas um veículo oficial intermediário. “É também uma fonte primária de informação para grandes e pequenos veículos e para a sociedade em geral”, afirmou Miranda.</p>
<p data-start="4212" data-end="4294">Segundo o pesquisador, há dois usos principais do conteúdo produzido pela <em>Agência</em>:</p>
<ul>
<li data-start="4212" data-end="4294">grandes veículos com repórteres em Brasília utilizam a <em>Agência Câmara</em> para acompanhar temas fora do plenário, como debates nas comissões;</li>
<li data-start="4212" data-end="4294">veículos regionais, muitas vezes sem estrutura na capital federal, reproduzem as matérias e, em alguns casos, acrescentam informações locais.</li>
</ul>
<p><strong>Credibilidade<br />
</strong>Os jornalistas entrevistados na pesquisa avaliam a <em>Agência Câmara</em> como uma fonte confiável e completa.</p>
<p>Miranda destacou que esse reconhecimento é relevante diante do cenário de desinformação nas redes sociais. Segundo ele, um dos entrevistados classificou a notícia na <em>Agência</em> como "crua e completa", sem puxar para um lado ou para o outro.</p>
<p>“Isso eu achei bem relevante, porque hoje em dia a gente pega essa questão das redes sociais, com muita desinformação, cada um querendo falar para sua própria bolha”, detalhou Miranda.</p>
<p><strong>Perfil dos assinantes<br />
</strong>A pesquisa constatou que os boletins eletrônicos da <em>Agência Câmara</em> são assinados majoritariamente por cidadãos comuns e por entidades da sociedade civil. Apenas cerca de 5% dos assinantes são veículos de imprensa.</p>
<p><span style="box-sizing: border-box; margin: 0px; padding: 0px;">O livro <em>"No centro da notícia: a Agência Câmara como fonte para a cobertura política",</em> de Tiago Miranda, está disponível para download gratuito na página das <a href="https://bd.camara.leg.br/bd/items/0ba8fe6b-5889-4da4-b991-93031dee3c53" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Edições Câmara</a>.</span></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto obriga emissoras de rádio e TV a exibirem campanhas contra bullying e cyberbullying]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1245669-projeto-obriga-emissoras-de-radio-e-tv-a-exibirem-campanhas-contra-bullying-e-cyberbullying/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1245669-projeto-obriga-emissoras-de-radio-e-tv-a-exibirem-campanhas-contra-bullying-e-cyberbullying/</guid>
            <pubDate>Thu, 19 Feb 2026 16:52:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[O texto altera o Código Brasileiro de Telecomunicações para garantir a veiculação gratuita de conteúdos educativos e canais de denúncia]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1245902" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1245902">
<div class="midia-creditos"><em>Mario Agra / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/02/img20240409162424033-768x473.jpg" alt="Deputado Duda Ramos (MDB-RR) fala no Plenário da Câmara dos Deputados" /></div>
<div class="midia-legenda">Duda Ramos, autor da proposta</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 6768/25 altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1960-1969/lei-4117-27-agosto-1962-353835-norma-pl.html">Código Brasileiro de Telecomunicações</a> para obrigar emissoras de rádio e televisão a exibirem campanhas educativas permanentes de combate ao bullying e ao cyberbullying. A Câmara dos Deputados analisa a proposta.</p>
<p>O texto prevê que as campanhas serão coordenadas pelo governo federal com o objetivo de promover o respeito e a cultura de paz e de divulgar canais para as vítimas apresentarem denúncias.</p>
<p><strong>Impactos sociais</strong><br />
Na justificativa do projeto, o autor, deputado Duda Ramos (MDB-RR), destaca que o bullying e o cyberbullying vêm afetando a saúde física e mental de adolescentes no Brasil. Citando dados de 2025 do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Ramos afirma que esse tipo de ocorrência aumentou 245,6% naquele ano.</p>
<p>“Estudos relacionam bullying e cyberbullying ao aumento da evasão escolar e à queda no desempenho acadêmico, com efeitos sobre a trajetória educacional e profissional dos jovens”, argumentou o autor.</p>
<p><strong>Próximas etapas</strong><br />
A proposta será analisada, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Comunicação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
    </channel>
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