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        <title>Câmara notícias - Câmara dos Deputados</title>
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        <description>Câmara Notícias </description>
        <lastBuildDate>Tue, 02 Jun 2026 00:03:13 GMT</lastBuildDate>
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        <copyright>Copyright(C) Câmara dos Deputados</copyright>
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            <title><![CDATA[Motta quer votar regulamentação da inteligência artificial até o final de junho]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1277316-motta-quer-votar-regulamentacao-da-inteligencia-artificial-ate-o-final-de-junho/</link>
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            <pubDate>Thu, 28 May 2026 13:22:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Presidente da Câmara afirmou que proposta deve chegar ao Plenário até o fim de junho, durante evento sobre economia digital]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1277318" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1277318">
<div class="midia-creditos"><em>Reprodução YouTube</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/whatsapp-image-2026-05-28-at-10-07-34-768x527.jpeg" alt="Motta no evento Brasilia Tech Summit" /></div>
<div class="midia-legenda">Para Motta, é possível aliar liberdade econômica, política e de expressão</div>
</div>
<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que vai trabalhar para que a comissão especial que debate a regulamentação da inteligência artificial (IA) no país vote o texto até o dia 9 de junho e para que a proposta vá ao Plenário até o final do mês de junho. Motta deu a declaração no evento Brasília Tech Summit, que debateu os avanços e os desafios da economia digital.</p>
<p>Motta defendeu um marco regulatório que possa aliar liberdade econômica, política e de expressão com a responsabilidade de quem atua nesse meio. Segundo ele, não há mais espaço para distorcer a regulamentação digital e chamar essa responsabilização de censura.</p>
<p>“Havia uma dicotomia entre liberdade e responsabilidade, como se não pudessem andar juntas. Penso que hoje todos se conscientizam de que é possível aliar a liberdade econômica, política e de opinião a um tipo de responsabilização sobre quem está atuando nesse meio. Esse é o papel que temos que cumprir, andando em uma linha muito tênue para não desequilibrar para nenhum dos lados”, defendeu o presidente.</p>
<p>Motta destacou ainda que o mundo inteiro está buscando legislar sobre o tema da Inteligência Artificial e que não há um modelo a ser seguido.</p>
<p>“Todos estão buscando compreender as particularidades de seus países e de seus povos para construir uma convivência harmônica com as plataformas e com as autoridades, em que cada um possa cumprir o seu papel”, disse Motta.</p>
<p>Ele lembrou ainda a votação do ECA Digital, que já se tornou lei, e que cria instrumentos de proteção a crianças e adolescentes nas redes. Ele afirmou ainda que está em discussão o projeto encaminhado pelo Poder Executivo, que permite a criação de novos tipos de processo no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para proteger a concorrência em mercados digitais. Embora não haja data para ir a voto, Motta afirmou que a proposta está sendo construída e que em breve será encaminhada ao Plenário, já que a urgência do texto já foi aprovada pelos deputados.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Debatedores sugerem adequação de proposta sobre prontuário eletrônico à Lei Geral de Proteção de Dados]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1276517-debatedores-sugerem-adequacao-de-proposta-sobre-prontuario-eletronico-a-lei-geral-de-protecao-de-dados/</link>
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            <pubDate>Tue, 26 May 2026 21:21:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Comissão discutiu projeto de lei que trata do acesso a dados de saúde dos usuários do SUS em uma plataforma comum ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1276545" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1276545">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260526105630427-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Cartão de identificação do usuário do SUS (PL 5875/2013 e apensados)." /></div>
<div class="midia-legenda">Audiência na Comissão de Saúde debateu a implantação do prontuário eletrônico do SUS</div>
</div>
<p>O superintendente de Regulação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, Lucas de Carvalho, pediu à deputada Adriana Ventura (Novo-SP) uma melhor adequação do projeto que trata do cartão de identificação do usuário do SUS (<a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/425605-oferta-de-cartao-unico-do-sus-pode-estar-prevista-em-lei">PL 5875/13</a>) às diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).</p>
<p>A deputada é relatora do projeto na Comissão de Saúde. Na prática, o texto trata do acesso a dados de saúde dos cidadãos em uma plataforma comum a ser acessada por gestores e profissionais de saúde.</p>
<p>Em audiência na comissão, Lucas explicou que a proposta já dispõe sobre os direitos dos titulares dos dados, mas a LGPD seria mais ampla. Ele lembrou que o cidadão precisa autorizar o uso dos dados e, no caso de dados sensíveis, o consentimento deve ser dado para situações específicas.</p>
<p>Outros debatedores manifestaram preocupação com medidas de segurança contra vazamentos de dados e prevenção de fraudes.</p>
<p>Giovanni Cerri, presidente do Instituto Coalizão Saúde, explicou que o prontuário eletrônico que será criado a partir da lei vai abastecer a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), facilitando o atendimento de pacientes dos sistemas público e privado.</p>
<p>“Na prática, hoje, muitas vezes o paciente vira integrador de sistema. Ele carrega exame de um lado para outro, porque nós ainda não conseguimos fazer os sistemas conversarem adequadamente”, disse.</p>
<p><strong>Políticas públicas</strong><br />
A secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, lembrou que os dados também vão auxiliar a elaboração de políticas públicas.</p>
<p>“É garantir não apenas a continuidade do cuidado para que esses dados de saúde, dados clínicos, possam estar disponíveis em qualquer ponto da rede de serviços em todo o país e não apenas no local onde o paciente é atendido", disse.</p>
<p>Para ela, o prontuário eletrônico é uma evolução, mas a interoperabilidade dá um salto muito maior. "Isso traz continuidade, segurança e qualidade para esse atendimento. E disponibiliza também dados para gestão, para vigilância, para pesquisa”, observou.</p>
<p>Ana Estela disse que a RNDS tinha 892 milhões de dados em 2023 e hoje tem 4,6 bilhões, sendo 1 bilhão da saúde privada. Segundo a secretária, o cidadão que entrar no Meu SUS Digital vai poder saber quem teve acesso aos seus dados, além de pedir a correção de dados errados.</p>
<p>A deputada Adriana Ventura pediu aos interessados em sugerir mudanças no projeto que façam isso ainda este mês para que ela possa apresentar um novo relatório para votação na comissão.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Cancelado debate com ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação sobre planejamento da pasta]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1275228-cancelado-debate-com-ministra-de-ciencia-tecnologia-e-inovacao-sobre-planejamento-da-pasta/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1275228-cancelado-debate-com-ministra-de-ciencia-tecnologia-e-inovacao-sobre-planejamento-da-pasta/</guid>
            <pubDate>Mon, 25 May 2026 13:13:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1275874" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1275874">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20251105104849502-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Inteligência Artificial no campo e COP30: tecnologias brasileiras para a sustentabilidade e segurança alimentar. Ministra da Ciência, Tecnologia e Inovações, Luciana Santos." /></div>
<div class="midia-legenda">Luciana Santos é a ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação</div>
</div>
<p data-start="61" data-end="342">Foi cancelado debate que a Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara dos Deputados realizaria, na quarta-feira (27), com a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, sobre o planejamento das ações da pasta para 2026 e os resultados alcançados pelo ministério em 2025.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova proposta que dá à assinatura digital o valor de reconhecimento de firma]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1275434-comissao-aprova-proposta-que-da-a-assinatura-digital-o-valor-de-reconhecimento-de-firma/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1275434-comissao-aprova-proposta-que-da-a-assinatura-digital-o-valor-de-reconhecimento-de-firma/</guid>
            <pubDate>Fri, 22 May 2026 21:00:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1275712" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1275712">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260204104438322-768x473.jpeg" alt="Reunião de Instalação e Eleição. Dep. Vitor Lippi (PSDB-SP)" /></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Vitor Lippi, relator</div>
</div>
<p>A Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1565/25, pelo qual a assinatura eletrônica feita com o certificado digital oficial (o padrão ICP-Brasil) passa a ter o mesmo valor legal de um reconhecimento de firma feito no cartório.</p>
<p>O projeto altera as regras da medida provisória (MP 2200-2/01) que criou o sistema de chaves públicas no país.</p>
<p>O autor do projeto, deputado Rafael Prudente (MDB-DF), argumentou que não faz sentido o cidadão possuir uma assinatura eletrônica de alta segurança e, ainda assim, precisar ir a um cartório para comprovar a validade do documento em papel.</p>
<p><strong>Fim do retrabalho</strong><br />
Favorável ao texto, o relator, deputado Vitor Lippi (PSDB-SP), explicou que a proposta simplifica os processos, barateia as operações comerciais e deixa as relações de negócios muito mais ágeis.</p>
<p>"A eliminação de etapas redundantes, como a exigência do reconhecimento de firma em situações já amparadas por certificação digital qualificada, contribui para um ambiente de negócios mais competitivo. A proposta não elimina a função dos cartórios, mas apenas racionaliza a sua atuação", defendeu o relator.</p>
<p>Lippi reforçou que a mudança não traz riscos de fraudes. “A certificação digital do sistema ICP-Brasil já atende a elevados padrões tecnológicos e legais, amplamente reconhecidos no ordenamento jurídico", disse.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e segue para a análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova proposta que incentiva doação de equipamentos de informática usados]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1275573-comissao-aprova-proposta-que-incentiva-doacao-de-equipamentos-de-informatica-usados/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1275573-comissao-aprova-proposta-que-incentiva-doacao-de-equipamentos-de-informatica-usados/</guid>
            <pubDate>Fri, 22 May 2026 20:33:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1275700" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1275700">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260506164638192-1-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Redução do Imposto sobre Veículos Automotores. Dep. Kim Kataguiri (MISSÃO - SP)" /></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Kim Kataguiri, relator da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/894038-projeto-cria-medidas-para-incentivar-venda-de-computadores-usados">Projeto de Lei 1721/22,</a> que cria incentivos para empresas doarem ou venderem equipamentos de informática usados, como computadores e peças.</p>
<p>O texto estabelece que quem doa ou vende os equipamentos usados fica livre de responsabilidades como garantia, suporte técnico e descarte do bem, desde que avise ao comprador ou recebedor sobre o estado do material.</p>
<p>Só poderão ser vendidos ou doados, no entanto, bens com mais de 24 meses de uso e desde que o beneficiado não atue na área de venda de bens dessa natureza.</p>
<p>A principal mudança aprovada pela comissão foi a retirada de um benefício fiscal que permitia às empresas descontar todo o valor do equipamento dos seus impostos no mesmo ano.</p>
<p>Segundo o relator, deputado Kim Kataguiri (MISSÃO-SP), o projeto original não apresentava o cálculo do impacto da renúncia de impostos estimada nas contas públicas. Ele destacou que a adequação feita no texto retira o risco fiscal, mas mantém o valor social da proposta.</p>
<p>"A possibilidade de doação com exoneração de responsabilidades civis contribui para a circulação de equipamentos e para a eficiência no uso de bens duráveis", afirmou o relator.</p>
<p>O objetivo central, segundo a autora, a ex-deputada Carla Zambelli, é incentivar o reaproveitamento de tecnologia e reduzir o lixo eletrônico.</p>
<p><strong>Próximas etapas<br />
</strong>A proposta será analisada, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova criação de programa de pesquisa em biotecnologia na Amazônia Legal]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274822-comissao-aprova-criacao-de-programa-de-pesquisa-em-biotecnologia-na-amazonia-legal/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274822-comissao-aprova-criacao-de-programa-de-pesquisa-em-biotecnologia-na-amazonia-legal/</guid>
            <pubDate>Thu, 21 May 2026 14:21:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274840" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274840">
<div class="midia-creditos"><em>Thiago Cristino / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20251023105055600-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Socorro Neri (PP - AC)" /></div>
<div class="midia-legenda">Socorro Neri: pesquisas terão de incluir os povos originários</div>
</div>
<p>A Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui o Programa Nacional de Fomento à Pesquisa em Biotecnologia na <span id="4337" class="termoGlossario" title="Área instituída pela Lei 1.806/53 para fins de planejamento econômico da região amazônica. Abrange a totalidade dos estados do Acre, do Amapá, do Amazonas, do Pará, de Rondônia, de Roraima e do Tocantins e parte dos estados do Maranhão e do Mato Grosso, perfazendo uma superfície de aproximadamente 5.217.423 km², o que corresponde a cerca de 61% do território brasileiro." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Amazônia Legal</span>.</p>
<p>A proposta tem entre seus objetivos:</p>
<ul>
<li>incentivar pesquisas com base na biodiversidade amazônica;</li>
<li>apoiar o desenvolvimento de medicamentos e outros produtos sustentáveis; e</li>
<li>ampliar a capacitação de recursos humanos locais.</li>
</ul>
<p>O texto aprovado é a versão da relatora, deputada Socorro Neri (PP-AC), para o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1146319-proposta-cria-programa-de-pesquisa-em-biotecnologia-na-amazonia-legal">Projeto de Lei 411/25</a>, do deputado Thiago Flores (União-RO). A relatora incluiu salvaguardas voltadas aos povos indígenas e às comunidades tradicionais.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3121965&amp;filename=SBT+1+CPOVOS+%3D%3E+PL+411/2025">Confira a íntegra do texto aprovado</a></li>
</ul>
<p>“Os ajustes neutralizam o risco de que pesquisas com base na biodiversidade amazônica sejam feitas sem a participação dos detentores originários dos saberes ancestrais”, disse a relatora.</p>
<p><strong>Mudanças</strong><br />
A proposta aprovada prevê a participação de povos indígenas e comunidades tradicionais em todas as etapas do programa, desde a pesquisa até a eventual comercialização de produtos, observada a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2015/lei-13123-20-maio-2015-780834-norma-pl.html">Lei da Biodiversidade</a>. Essa norma trata do acesso ao patrimônio genético, aos conhecimentos tradicionais associados e à repartição de benefícios.</p>
<p>O programa deverá ser articulado com o Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio) e com políticas de ciência, tecnologia e inovação. O texto prevê também parcerias com instituições, empresas e organismos internacionais.</p>
<p>Segundo Thiago Flores, autor da iniciativa original, o programa criará um ambiente propício à inovação, com benefícios para a população. “A biodiversidade é um potencial inexplorado, haja vista a insuficiência de investimentos”, afirmou.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto ainda será analisado, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Ciência, Tecnologia e Inovação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Plataformas relatam desafio técnico para cumprir regras eleitorais sobre IA e fake news]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274548-plataformas-relatam-desafio-tecnico-para-cumprir-regras-eleitorais-sobre-ia-e-fake-news/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274548-plataformas-relatam-desafio-tecnico-para-cumprir-regras-eleitorais-sobre-ia-e-fake-news/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 21:17:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Representante da Meta, TikTok, Kwai, Amazon e Discord participou de debate na Câmara]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274590" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274590">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520153724402-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Impacto das resoluções do TSE nas eleições de 2026." /></div>
<div class="midia-legenda">A Comissão de Comunicação da Câmara debateu o assunto</div>
</div>
<p>A diretora de Relações Institucionais do Conselho Digital, Roberta Jacarandá, relatou a deputados nesta quarta-feira (20) os desafios técnicos das plataformas de internet para cumprir as resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o uso de inteligência artificial (IA) e desinformação nas eleições deste ano (fake news).</p>
<p>Segundo ela, termos subjetivos nas normas podem levar as plataformas digitais a apagar conteúdos legítimos, como sátiras, por medo de punições judiciais. A preocupação central é que a exigência de retirada imediata force os algoritmos a agirem com rigor excessivo.</p>
<p>Roberta Jacarandá destacou que conceitos como "conteúdos notoriamente inverídicos" são vagos e dificultam a análise tecnológica. Ela acrescentou que, ao impor responsabilidade conjunta às empresas pela permanência das postagens, a resolução cria um cenário de insegurança jurídica.</p>
<p>“Ao mesmo tempo que não se quer que haja uma intervenção no processo democrático, no debate público, você abre uma porta para que as plataformas atuem de forma proativa, sem depender de decisão judicial, e aplica a responsabilidade solidária. Ou seja, você coloca as plataformas entre dois riscos: se elas derrubam demais, elas são acusadas de censura. Se não derrubam, são responsabilizadas solidariamente”, afirmou a diretora, que representou empresas como Meta, TikTok, Kwai, Amazon e Discord no debate promovido pela Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados.</p>
<div id="image-container-1274591" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274591">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260520165010535-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Impacto das resoluções do TSE nas eleições de 2026. Procurador Nacional da União de Defesa da Democracia - Advocacia-Geral da União, Raphael Ramos Monteiro" /></div>
<div class="midia-legenda">Raphael Monteiro: avanço tecnológico impõe riscos graves à democracia</div>
</div>
<p><strong>Regras</strong><br />
Editada em março deste ano, a Resolução 23.755/26 do TSE adota medidas rigorosas para combater desinformação e abuso de tecnologia nas eleições.</p>
<p>A norma exige, por exemplo, que os candidatos indiquem claramente quando usarem conteúdo fabricado ou manipulado por inteligência artificial. Fica proibido também criar ou disseminar material gerado por IA no período entre 72 horas antes e 24 horas após a votação.</p>
<p>O descumprimento das medidas pode levar a investigações por uso indevido dos meios de comunicação e abuso de poder político, além de multas e outras sanções administrativas.</p>
<p><strong>Riscos</strong><br />
O superintendente de Regulação da Agência Nacional de Proteção de Dados, Lucas Carvalho, explicou que o uso de IA nas eleições não está proibido, mas precisa seguir regras claras para proteger a democracia e garantir a transparência do voto. Para ele, as normas do TSE apenas adaptam para a internet limites que já existiam nas campanhas tradicionais.</p>
<p>"O que se está fazendo é estabelecer regras que já valem, eu diria, para os pleitos analógicos, que eram regras de convivência básicas: você não pode manipular, não pode mentir", destacou.</p>
<p>Raphael Monteiro, da Advocacia-Geral da União, também defendeu a necessidade e a legitimidade das resoluções editadas pelo TSE. Para ele, o avanço tecnológico impõe riscos graves à democracia, como a propagação veloz de desinformação e o uso de vídeos ultrarrealistas (<em data-path-to-node="10" data-index-in-node="169">deepfakes</em>) que destroem a noção de realidade do eleitor. “A premissa básica da justiça eleitoral é garantir a paridade de armas”, disse.</p>
<p><strong>Fiscalização</strong><br />
A presidente da comissão, deputada Maria Rosas (Republicanos-SP), que propôs o debate, questionou se as redes sociais possuem equipes capazes de monitorar e retirar do ar conteúdos irregulares em tempo real.</p>
<p data-path-to-node="2">Em resposta, Jacarandá disse que o volume de postagens torna impossível uma fiscalização totalmente humana e reforçou o risco de remoção exagerada de publicações legítimas por causa de regras eleitorais subjetivas.</p>
<p>"As intenções [da resolução] são legítimas, são válidas, são necessárias, mas a forma de aplicar às vezes oferece efeitos colaterais não desejados, e isso precisa ser levado em consideração", afirmou Jacarandá.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Câmara aprova aumento de penas para crimes sexuais contra crianças e adolescentes]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274057-camara-aprova-aumento-de-penas-para-crimes-sexuais-contra-criancas-e-adolescentes/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274057-camara-aprova-aumento-de-penas-para-crimes-sexuais-contra-criancas-e-adolescentes/</guid>
            <pubDate>Tue, 19 May 2026 23:05:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Violência virtual cometida com uso da IA ganha nova definição; matéria será enviada ao Senado]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274129" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274129">
<div class="midia-creditos"><em>Thiago Cristino / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260519172135325-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas." /></div>
<div class="midia-legenda">Plenário aprovou mudanças no ECA, agravando crimes contra crianças</div>
</div>
<p class="x_MsoNormal">A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que aumenta as penas para vários crimes de natureza sexual previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), classificando-os como hediondos. A matéria será enviada ao Senado.</p>
<p class="x_MsoNormal">De autoria do deputado Osmar Terra (PL-RS), o Projeto de Lei 3066/25 foi aprovado na forma do <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), segundo o qual os crimes relacionados à pedofilia contarão com nova definição, passando a ser usado o termo “violência sexual contra criança ou adolescente”.</p>
<p class="x_MsoNormal">A relatora argumenta que o novo conceito incorpora recentes decisões das cortes superiores, cuja caracterização não depende do contato físico ou da nudez explícita.</p>
<p class="x_MsoNormal">Assim, além do aumento de pena de alguns crimes, é feita a atualização do texto do ECA para o novo termo, que considera esse tipo de violência como qualquer representação, por qualquer meio, que envolva criança ou adolescente, real ou fictícia.</p>
<p class="x_MsoNormal">Isso vale para fotografia, vídeo, imagem digital ou outro registro audiovisual, ainda que produzida, manipulada ou gerada por tecnologias digitais, inclusive inteligência artificial.</p>
<p class="x_MsoNormal">Essa representação deve:</p>
<ul>
<li class="x_MsoNormal">retratar atividade sexual explícita, real ou simulada;</li>
<li class="x_MsoNormal">conter nudez total ou parcial com finalidade sexual ou libidinosa; ou</li>
<li>representar situação, contexto, enquadramento ou pose que evidencie conotação sexual ou libidinosa, ainda que não haja exposição de órgãos genitais ou que estes estejam cobertos</li>
</ul>
<p class="x_MsoNormal">A verificação da natureza sexual ou libidinosa da representação deverá considerar o contexto da imagem, o modo de produção, o enquadramento, a finalidade e demais elementos relevantes no caso concreto.</p>
<p class="x_MsoNormal"><strong>Disseminar material<br />
</strong>Assim, por exemplo, o crime de adquirir ou possuir registros (fotografia, vídeo e outras formas) de sexo explícito ou pornografia envolvendo criança ou adolescente passa a ser registro de violência sexual contra criança ou adolescente. Sua pena, de <span id="4303" class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> de 1 a 4 anos, passa para 3 a 6 anos.</p>
<p class="x_MsoNormal">O enquadramento nesse crime ocorrerá ainda se a pessoa acessar ou visualizar esse material por meio de aplicações de internet, serviços de streaming com a finalidade de satisfazer a própria lascívia ou de outrem.</p>
<p class="x_MsoNormal">O projeto também altera a diminuição de pena possível se a quantidade de material apreendido for pequena. Atualmente, a redução da pena pode ser de 1/3 a 2/3. Com o novo texto, passa de 1/6 a 1/3 a menos. Uma redução menor, portanto.</p>
<p class="x_MsoNormal">Já a oferta, troca, transmissão, distribuição ou divulgação, por qualquer meio, de material com registros de violência sexual contra criança ou adolescente passa da pena de reclusão de 3 a 6 anos para 4 a 10 anos.</p>
<p class="x_MsoNormal">Nessa mesma tipificação será enquadrado o réu que criar, administrar, hospedar, moderar ou for responsável por site, chat ou fórum ou ambiente cibernético similar com o fim de armazenar, disponibilizar, compartilhar ou produzir material de violência sexual contra crianças ou adolescentes.</p>
<p class="x_MsoNormal">Novo agravante também é criado para aumentar a pena de 1/3 quando, em relação ao conteúdo, houver publicação ou compartilhamento em mais de uma plataforma digital, rede social, serviço de vídeo sob demanda ou aplicativo acessível ao público em geral.</p>
<div id="image-container-1274120" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274120">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260519192625279-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Rogéria Santos (REPUBLICANOS - BA)" /></div>
<div class="midia-legenda">Rogéria Santos: Proteção a crianças de abusos sexuais cometidos no ambiente digital</div>
</div>
<p class="x_MsoNormal"><strong>Perda de bens<br />
</strong>Para aquele que vender ou expor à venda o material, a pena de reclusão de 4 a 8 anos ficará em 4 a 10 anos. O projeto prevê ainda a perda de bens e valores recebidos com a prática criminosa.</p>
<p class="x_MsoNormal">Os recursos convertidos em dinheiro serão destinados ao Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente do estado em que for cometido o crime, ressalvado o direito de terceiro de boa-fé (quando alguém compra um bem que não sabia ter sido fruto de crime).</p>
<p class="x_MsoNormal">Ainda nesse crime, cria-se novo agravante, de aumento de 1/3 da pena caso a venda ou exposição à venda ocorra por meio de tecnologias da informação e comunicação, incluindo a internet e suas aplicações e redes sociais.</p>
<p class="x_MsoNormal"><strong>Simulação<br />
</strong>No crime de simular a participação de criança ou adolescente em conteúdo de violência sexual, o texto aumenta a pena de reclusão de 1 a 3 anos para reclusão de 3 a 5 anos.</p>
<p class="x_MsoNormal">A caracterização do crime também é atualizada para incluir novos termos, como alteração e manipulação da mídia utilizada (foto, vídeo e outras formas de representação visual), especificando que será crime o uso de inteligência artificial ou de qualquer outro recurso tecnológico que altere imagem ou voz da vítima.</p>
<p class="x_MsoNormal"><strong>Aliciamento<br />
</strong>Quanto ao crime de aliciar ou assediar criança a fim de praticar com ela ato libidinoso, o substitutivo aumenta a abrangência incluindo entre as vítimas os menores de 14 anos. Segundo o ECA, criança é aquela com até 12 anos incompletos, dessa forma o enquadramento nesse crime passa a englobar as vítimas com 12 e 13 anos antes de completar os 14. A pena de reclusão passa de 1 a 3 anos para 3 a 5 anos.</p>
<p class="x_MsoNormal">Um novo agravante é criado, prevendo aumento de 1/3 a 2/3 da pena quando, para cometer o crime, o agente:</p>
<ul>
<li class="x_MsoNormal">fizer uso de inteligência artificial, software para alterar rostos (deepfake), filtros ou qualquer outro recurso tecnológico para modificar sua imagem ou voz e se passar por criança, adolescente ou outra pessoa a fim de induzir a vítima a se exibir de forma lasciva ou sexualmente explícita ou fornecer fotografia ou vídeos sexuais ou sensuais;</li>
<li class="x_MsoNormal">utilizar identidade ou perfil falso ou recursos de anonimato, ocultando sua verdadeira idade ou qualquer outra forma de ocultação digital;</li>
<li class="x_MsoNormal">utilizar aplicativos de mensagens instantâneas, salas de bate-papo, redes sociais, jogos online ou qualquer outro meio digital;</li>
<li class="x_MsoNormal">prometer à vítima qualquer tipo de vantagem; ou</li>
<li class="x_MsoNormal">valer-se de relação de confiança, autoridade, cuidado, proteção, vigilância, educação, convivência familiar ou profissional.</li>
</ul>
<p class="x_MsoNormal"><strong>Situação de autoridade<br />
</strong>Para o crime de produzir material com conteúdo de violência sexual contra criança ou adolescente, o projeto passa a pena de 4 a 8 anos para 4 a 10 anos de reclusão.</p>
<p class="x_MsoNormal">Na mesma pena será enquadrado aquele que financiar esse tipo de ação.</p>
<p class="x_MsoNormal">Quanto ao agravante já existente, relativo ao agente se valer de condição geralmente de proximidade ou autoridade sobre a vítima, o aumento de pena passa de 1/3 para 1/3 a 2/3.</p>
<p class="x_MsoNormal">Essas situações não mudam e o estatuto as define como:</p>
<ul>
<li class="x_MsoNormal">estar no exercício de cargo ou função pública ou a pretexto de exercê-la;</li>
<li class="x_MsoNormal">prevalecer-se de relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade;</li>
<li class="x_MsoNormal">prevalecer-se de relações de parentesco consanguíneo ou afim até o 3º grau, ou por adoção, se tutor, curador, preceptor, empregador da vítima ou de quem, a qualquer outro título, tenha autoridade sobre ela; ou</li>
<li class="x_MsoNormal">com o consentimento da vítima.</li>
</ul>
<p class="x_MsoNormal"><strong>Endereço do computador<br />
</strong>Para todos os crimes listados no estatuto, o projeto inclui um agravante de 1/3 a 2/3 da pena se o agente se utilizar de técnicas para ocultar o endereço exclusivo que identifica um dispositivo na internet (endereço IP).</p>
<p class="x_MsoNormal">Conhecido pelo termo em inglês <em>spoofing</em>, esse ocultamento ou falsificação do endereço dificulta a ação de agentes de segurança pública infiltrados que investigam a ação de criminosos ligados a redes de pedofilia e pornografia envolvendo crianças e adolescentes.</p>
<p class="x_MsoNormal">Entretanto, não será crime o uso legítimo de tecnologias de privacidade e segurança digital quando empregadas para fins lícitos, como a VPN ou servidor proxy, para proteção de dados pessoais ou comerciais, garantia da privacidade e segurança cibernética.</p>
<p class="x_MsoNormal">A VPN oculta o endereço IP do usuário e redireciona o tráfego para um servidor separado, aumentando a segurança on-line. Já o servidor proxy é um servidor intermediário pelo qual o tráfego de dados é direcionado, fazendo que outros usuários vejam apenas o endereço IP desse servidor e não o do usuário.</p>
<p class="x_MsoNormal"><strong>Extorsão<br />
</strong>Quanto a um dos crimes propostos no texto original, de praticar extorsão pela ameaça de divulgar fotos íntimas com o fim de obter vantagem sexual, a relatora excluiu o novo tipo penal por considerar que a descrição poderia beneficiar a defesa de réus por estupro de vulnerável.</p>
<p class="x_MsoNormal">“Pela aplicação do princípio da especialidade, a descrição específica do meio empregado de extorsão poderia prevalecer sobre a tipificação do estupro de vulnerável, que tem pena maior”, argumentou a relatora.</p>
<p class="x_MsoNormal">O novo crime teria pena de reclusão de 6 a 10 anos e o estupro de vulnerável é punível com 8 a 15 anos de reclusão.</p>
<p class="x_MsoNormal"><strong>Ronda virtual<br />
</strong>Novas regras incluídas no trecho do estatuto sobre infiltração de policiais na internet incluem a realização de “ronda virtual”, considerada lícita se utilizada estritamente para identificação e coleta de arquivos disponibilizados em ambientes digitais públicos e relacionados a crimes de violência sexual contra crianças ou adolescentes.</p>
<p class="x_MsoNormal">Por se tratar de coleta de arquivos disponibilizados em ambiente compartilhado e público, o substitutivo permite a realização da ronda virtual sem autorização judicial prévia.</p>
<p class="x_MsoNormal">A ordem judicial também será dispensada para a requisição, aos provedores de internet, de dados de conexão (terminal IP e dados do tempo de conexão) e de cadastro (nome e endereço de assinante, p. ex.) nos atos de flagrante, em situações identificadas durante a ronda virtual de risco à vida ou de risco à integridade física de crianças ou adolescentes.</p>
<p class="x_MsoNormal">No entanto, o órgão de persecução penal responsável pela ronda virtual deverá comunicar o fato ao juízo competente em até 48 horas para fins de controle judicial da legalidade do procedimento. Os dados obtidos com os provedores não poderão ser utilizados para outros fins diferentes daqueles que motivaram a investigação.</p>
<p class="x_MsoNormal">A ronda poderá ser feita em ambientes digitais públicos, mas também em redes ponto a ponto, que é um modelo descentralizado onde indivíduos interagem diretamente sem intermediários centrais, atuando tanto como clientes quanto como servidores.</p>
<p class="x_MsoNormal">Além disso, poderão ser fiscalizados fóruns, redes sociais ou outros ambientes cibernéticos correlatos, desde que acessíveis sem mecanismos especiais de ingresso, como autorização individual ou permissão prévia.</p>
<p class="x_MsoNormal"><strong>Ressarcimento ao SUS<br />
</strong>O PL 3066/25 determina o ressarcimento ao Sistema Único de Saúde (SUS) de custos com tratamento da vítima por quem causar lesão corporal ou, violência física, sexual ou psicológica a criança ou adolescente.</p>
<p class="x_MsoNormal">Os recursos deverão ser depositados no Fundo de Saúde do ente federado responsável pelas unidades de saúde que prestarem os serviços.</p>
<p class="x_MsoNormal">O texto reforça o direito de criança, adolescente ou testemunha de violência sexual a atendimento psicológico e psicossocial individual, especializado, contínuo e integrado nos serviços do SUS (rede própria ou conveniada). O atendimento deverá ser em local que garanta privacidade e deve abranger os impactos emocionais, cognitivos e sociais decorrentes da exposição indevida da vítima.</p>
<p class="x_MsoNormal"><strong>Organização criminosa<br />
</strong>Na lei sobre organização criminosa (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2013/lei-12850-2-agosto-2013-776714-norma-pl.html">Lei 12.850/13</a>), o projeto considera agravante da pena de 3 a 8 anos de reclusão por constituir ou financiar esse tipo de organização caso ela seja voltada a cometer crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente.</p>
<p class="x_MsoNormal"><strong>Prisão preventiva<br />
</strong>Em relação ao Código de Processo Penal, o projeto inclui trecho para permitir a prisão preventiva se o agente for suspeito de cometer os crimes contra a dignidade sexual tipificados no ECA contra criança ou adolescente.</p>
<p class="x_MsoNormal"><strong>Crimes hediondos<br />
</strong>Atualmente, a lei de crimes hediondos (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1990/lei-8072-25-julho-1990-372192-norma-pl.html">Lei 8.072/90</a>) considera assim dois crimes do ECA: agenciamento de criança ou adolescente para participar de cenas de pornografia ou transmissão por qualquer meio dessas cenas; e adquirir ou possuir essas cenas.</p>
<p class="x_MsoNormal">Com o substitutivo, são acrescentados os crimes relativos à exploração sexual desse grupo:</p>
<ul>
<li class="x_MsoNormal">produção de conteúdo de violência sexual contra criança ou adolescente;</li>
<li class="x_MsoNormal">vender esse material;</li>
<li class="x_MsoNormal">transmitir ou trocar esse tipo de material;</li>
<li class="x_MsoNormal">possuir ou adquirir esse material;</li>
<li class="x_MsoNormal">aliciar menor de 14 anos com o fim de praticar ato libidinoso;</li>
<li class="x_MsoNormal">submeter criança ou adolescente à prostituição ou à exploração sexual.</li>
</ul>
<p class="x_MsoNormal"><strong>Efeitos da condenação<br />
</strong>Todos esses crimes que serão considerados hediondos passam também a implicar efeitos imediatos para o condenado previstos no Código Penal:</p>
<ul>
<li class="x_MsoNormal">proibição de exercer qualquer cargo, função pública ou mandato eletivo entre o trânsito em julgado da condenação e o efetivo cumprimento da pena;</li>
<li class="x_MsoNormal">perda de cargo, função pública ou mandato eletivo se a pena for privativa de liberdade e por tempo superior a quatro anos; e</li>
<li class="x_MsoNormal">perda da capacidade para o exercício do poder familiar, da tutela ou da curatela se condenado por crime doloso sujeito à pena de reclusão cometido contra pessoa igualmente titular do mesmo poder familiar, contra filho, filha ou outro descendente, tutelado ou curatelado.</li>
</ul>
<div id="image-container-1274134" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274134">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260428190855849-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Osmar Terra (PL - RS)" /></div>
<div class="midia-legenda">Terra: projeto fecha portas que estavam abertas em relação à violência sexual</div>
</div>
<p><strong>Debates</strong><br />
Para a relatora, deputada Rogéria Santos, a proposta aprimora a legislação sobre enfrentamento e repressão à violência sexual e completa diversas lacunas legislativas que acabam gerando impunidade aos criminosos sexuais. "É imperativo que a legislação brasileira seja alterada para proteger crianças e adolescentes dos abusos sexuais cometidos no ambiente digital", disse.</p>
<p>Segundo Rogéria Santos, o texto é um marco legislativo que coloca o Brasil entre os países mais avançados do mundo no combate à violência sexual contra a infância e adolescência no ambiente digital. "Que este Plenário, ao aprovar, transmita à sociedade brasileira a mensagem que a inocência das nossas crianças é causa que nos une acima de qualquer divergência", afirmou.</p>
<p>O projeto trata de uma violência brutal cometida em escalada gigantesca e cada dia maior, segundo o autor da proposta, deputado Osmar Terra. "Esse projeto fecha portas que estavam abertas em relação a violência sexual contra criança na internet", afirmou. Terra acredita que a legislação pode mudar o rumo do crescimento brutal da violência sexual nesses casos.</p>
<p>Para a deputada Célia Xakriabá (Psol-MG), as redes sociais não devem ser consideradas como "terra de ninguém" pois as imagens são falsas, mas as consequências são reais.</p>
<p>"Acompanhamos caso de meninas que famílias mudam de estado, mas mesmo assim não conseguem conviver no ambiente escolar. Sabemos que isso tem consequências de adoecimento mental e suicídios", disse, ao citar caso de audiências da Comissão da Mulher em 2025, quando Xakriabá esteve à frente do colegiado.</p>
<p>O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) elogiou que houve, ao longo da análise da proposta, oito audiências públicas em que mais de 60 especialistas foram ouvidos para melhorar o texto. "Também no mundo digital tem muita baixeza. Todos nós, enquanto não vem uma regulação saudável e democrática, temos o dever de combater essas atrocidades e o projeto vai nessa direção", disse.</p>
<p><strong>Dados</strong><br />
Segundo a Safernet Brasil, organização não governamental dedicar à segurança digital, foram registradas mais de 49 mil denúncias anônimas de abuso e exploração sexual infantil entre janeiro e julho de 2025, aumento de 18,9% em relação ao mesmo período de 2024.</p>
<p>Em 2025, a Polícia Federal realizou 1.132 operações policiais contra crimes cibernéticos relacionados a abuso sexual de crianças e adolescentes. Isso equivale a 3 operações por dia, em média. Os casos envolvem produção, armazenamento e compartilhamento de material ilegal na internet com menores de idade. As operações de 2025 resultaram no resgate de 123 vítimas.</p>
<p>Denúncias de imagens de conteúdo de violência sexual infantil feitas com IA cresceram mais de 26.000% em 2025, de acordo com a Internet Watch Foundation (IWF), que analisa e reporta conteúdo de abuso infantil a partir de denúncias do público e análise manual. Foram identificadas 8 mil imagens e vídeos alterados. Um dos tipos de conteúdo mais relatados são ferramentas de "nudificação".</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82155">Assista à sessão ao vivo</a></p>
<p><strong>Mais informações a seguir</strong></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova o uso de novas assinaturas digitais]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1272466-comissao-aprova-o-uso-de-novas-assinaturas-digitais/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1272466-comissao-aprova-o-uso-de-novas-assinaturas-digitais/</guid>
            <pubDate>Thu, 14 May 2026 22:10:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta segue em análise na Câmara]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1272232" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1272232">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260513180413459-768x473.jpeg" alt="Audiência Pública - Regras para contratos de produtos industrializados. Dep. Rodrigo da Zaeli (PL-MT)" /></div>
<div class="midia-legenda">Rodrigo da Zaeli, relator da proposta na comissão</div>
</div>
<p>A Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara dos Deputados <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3112083&amp;filename=Parecer-CCTI-2026-04-13">aprovou projeto de lei</a> que permite o uso de novas assinaturas eletrônicas para comprovar a autoria de documentos digitais.</p>
<p>Pelo texto, serão aceitas todas as ferramentas para atestar autoria que constem na Lei das Assinaturas Eletrônicas (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2020/lei-14063-23-setembro-2020-790659-norma-pl.html">Lei 14.063/20</a>), inclusive tecnologias que não usem os certificados oficiais do governo (sistema ICP-Brasil).</p>
<p>O colegiado aprovou o <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado Rodrigo da Zaeli (PL-MT), ao PL 1195/25, do deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM). O parecer ampliou o alcance do projeto original que se limitava a incluir o uso do blockchain como meio de assinatura oficial. "O projeto permite maior alcance a essa e outras tecnologias, presentes e futuras", reforçou Zaeli.</p>
<p>Para que o documento tenha validade legal, basta que as duas partes envolvidas concordem com o formato escolhido.</p>
<p>A proposta altera a medida provisória <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/medpro/2001/medidaprovisoria-2200-2-24-agosto-2001-391394-publicacaooriginal-1-pe.html">2200-2/01</a> que regula as assinaturas digitais no Brasil e cria a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).</p>
<p>Esse sistema garante que um documento assinado no computador tenha o mesmo valor legal que um documento assinado no papel. Atualmente, a regra foca em um modelo fechado. Nele, o governo fiscaliza as empresas que vendem certificados digitais para a população.</p>
<p>O texto aprovado permite que sistemas independentes (descentralizados) também sirvam para validar documentos. Com isso, tecnologias modernas como o blockchain passam a ter validade jurídica para assinar arquivos eletrônicos.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
A proposta que tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> será agora analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada perla Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto abre crédito no Orçamento de 2026 para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1271289-projeto-abre-credito-no-orcamento-de-2026-para-o-ministerio-da-ciencia-tecnologia-e-inovacao/</link>
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            <pubDate>Tue, 12 May 2026 14:29:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento e pelo Plenário do Congresso Nacional]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-img20220801121915265.jpg" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="{&quot;url&quot;:&quot;https://www.camara.leg.br/internet/bancoimagem/banco/2022/08/img20220801121915265.jpg&quot;,&quot;titulo&quot;:&quot;Brasília - Esplanada - Fachada do bloco E, na Esplanada dos Ministérios, o qual fazem parte o Ministério do Desenvolvimento Regional e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.&quot;,&quot;data&quot;:&quot;01/08/2022&quot;,&quot;thumbnail&quot;:&quot;https://www.camara.leg.br/internet/bancoimagem/banco/2022/08/img20220801121915265PEQ.jpg&quot;,&quot;album&quot;:null,&quot;autor&quot;:&quot;Jefferson Rudy/Agência Senado&quot;}">
<div class="midia-creditos"><em>Jefferson Rudy/Agência Senado</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" title="Brasília - Esplanada - Fachada do bloco E, na Esplanada dos Ministérios, o qual fazem parte o Ministério do Desenvolvimento Regional e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações." src="https://www.camara.leg.br/internet/bancoimagem/banco/2022/08/img20220801121915265.jpg" alt="Brasília - Esplanada - Fachada do bloco E, na Esplanada dos Ministérios, o qual fazem parte o Ministério do Desenvolvimento Regional e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações." /></div>
<div class="midia-legenda">Edifício-sede do Ministério da Ciência e Tecnologia</div>
</div>
<p>O Congresso Nacional analisa projeto de lei que abre <span id="4510" class="termoGlossario" title="Reforço em despesa já prevista na lei orçamentária." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">crédito suplementar</span> no Orçamento de 2026, no valor de R$ 13,2 milhões, para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (PLN 3/26).</p>
<p>O objetivo é assegurar políticas de fomento nas áreas de ciências biotecnológicas, agrárias e da saúde.</p>
<p>Na mensagem que acompanha o projeto, o governo afirma que serão anuladas outras despesas para compensar a suplementação. Conforme as regras orçamentárias, a anulação não afetará mais que 20% do valor original das dotações.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto será analisado pela <span id="4053" class="termoGlossario" title="Comissão de deputados e senadores responsável pela análise das propostas orçamentárias elaboradas pelo Executivo: Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), Lei Orçamentária Anual (LOA) e Plano Plurianual (PPA)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Comissão Mista de Orçamento</span> e, em seguida, pelo Plenário do Congresso (sessão conjunta da Câmara dos Deputados e do Senado Federal).</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/866636-conheca-o-ciclo-orcamentario-federal/">Conheça o ciclo orçamentário federal </a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
    </channel>
</rss>