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        <title>Câmara notícias - Câmara dos Deputados</title>
        <link>https://www2.camara.leg.br/camaranoticias</link>
        <description>Câmara Notícias </description>
        <lastBuildDate>Wed, 22 Jul 2026 04:45:52 GMT</lastBuildDate>
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        <copyright>Copyright(C) Câmara dos Deputados</copyright>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto abre crédito no Orçamento para pagamento de benefícios sociais]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1293007-projeto-abre-credito-no-orcamento-para-pagamento-de-beneficios-sociais/</link>
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            <pubDate>Tue, 21 Jul 2026 20:39:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento e pelo Plenário do Congresso Nacional]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1293046" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1293046">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20230213094749844-768x512.jpg" alt="Congresso Nacional - Brasília - Câmara dos Deputados - Plenário" /></div>
<div class="midia-legenda">A aprovação do Congresso é necessária porque despesas superam limite da "regra de ouro"</div>
</div>
<p>O governo enviou ao Congresso Nacional projeto (PLN 23/26) que abre <span id="4510" class="termoGlossario" title="Reforço em despesa já prevista na lei orçamentária." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">crédito suplementar</span> de R$ 185,5 bilhões no Orçamento de 2026 para pagar benefícios sociais, como o Bolsa Família.</p>
<p>O valor elevado ocorre porque esses recursos já estavam no Orçamento, mas dependem de aprovação do Congresso por ultrapassarem o limite da chamada <span id="4540" class="termoGlossario" title="A regra de ouro proíbe que o governo se endivide para pagar despesas cotidianas, como folha salarial, programas sociais e manutenção de órgãos públicos. A regra só pode ser contornada com autorização do Congresso Nacional." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">regra de ouro</span>.</p>
<p>Essa regra, que é constitucional, determina que o governo não pode fazer dívidas em montante superior ao que gasta com investimentos e amortizações.</p>
<p>O total de despesas orçamentárias fora do limite da regra de ouro é de R$ 288 bilhões, porém, segundo a mensagem que acompanha o projeto, a diferença já foi autorizada por portarias da Secretaria de Orçamento Federal, em conformidade com a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2025/lei-15321-31-dezembro-2025-798617-norma-pl.html">Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026</a>.</p>
<p>Os recursos do projeto serão utilizados no pagamento de benefícios previdenciários, do <span id="4328" class="termoGlossario" title="Benefício no valor de um salário mínimo pago mensalmente a idosos com 65 anos ou mais e a pessoas com deficiência incapacitadas para a vida independente e para o trabalho. Em ambos os casos, o beneficiado deve pertencer a família com renda inferior a 1/4 do salário mínimo por pessoa." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Benefício de Prestação Continuada</span> (BPC) e da Renda Mensal Vitalícia, além do Bolsa Família.</p>
<p><strong>Passo a passo</strong><br />
O projeto será analisado pela <span id="4053" class="termoGlossario" title="Comissão de deputados e senadores responsável pela análise das propostas orçamentárias elaboradas pelo Executivo: Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), Lei Orçamentária Anual (LOA) e Plano Plurianual (PPA)." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Comissão Mista de Orçamento</span> (CMO). Em seguida, pelo Plenário do Congresso Nacional (sessão conjunta de Câmara dos Deputados e Senado Federal), onde terá de ser aprovado por maioria absoluta (no mínimo, 257 deputados e 41 senadores).</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/866636-conheca-o-ciclo-orcamentario-federal/">Conheça o ciclo orçamentário federal</a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova incentivo ao aleitamento materno em creches]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1292156-comissao-aprova-incentivo-ao-aleitamento-materno-em-creches/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1292156-comissao-aprova-incentivo-ao-aleitamento-materno-em-creches/</guid>
            <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 23:24:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta segue em análise na Câmara]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1292319" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1292319">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260623175720208-768x473.jpeg" alt="Audiência Pública - Participação social nas instituições do sistema de justiça, a partir da experiência das ouvidorias externas das Defensorias Públicas. Dep. Fernanda Melchionna (PSOL - RS)" /></div>
<div class="midia-legenda">Fernanda Melchionna, relatora da proposta na comissão</div>
</div>
<p>A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que pretende assegurar condições para a continuidade da amamentação de crianças de até 3 anos matriculadas em creches.</p>
<p>O texto aprovado altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1996/lei-9394-20-dezembro-1996-362578-norma-pl.html">Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB)</a> para prever que as creches permitam o livre acesso de mães para amamentar e possuam equipamentos adequados para armazenar o leite ordenhado com segurança e higiene.</p>
<p>A medida está prevista no Projeto de Lei 5105/25, da deputada Talíria Petrone (Psol-RJ). Segundo ela, a ideia é buscar a saúde e o bem-estar infantil seguindo recomendações da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Ministério da Saúde.</p>
<p>A relatora, deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS), afirmou que a iniciativa cria instrumentos de suporte efetivo às mães e aos seus filhos durante o dia escolar.</p>
<p><strong>Próximas etapas<br />
</strong>A proposta ainda será analisada, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova criação de sistema nacional de prevenção e combate ao feminicídio]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1291473-comissao-aprova-criacao-de-sistema-nacional-de-prevencao-e-combate-ao-feminicidio/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1291473-comissao-aprova-criacao-de-sistema-nacional-de-prevencao-e-combate-ao-feminicidio/</guid>
            <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 23:01:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta segue em análise na Câmara]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1291851" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1291851">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260519152148082-768x473.jpg" alt="Eleição de Presidente e Vice-Presidente. Dep. Delegada Ione (PL-MG)" /></div>
<div class="midia-legenda">Texto aprovado é o substitutivo da relatora, Delegada Ione</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3159034&amp;filename=Parecer-CSPCCO-2026-07-07">aprovou projeto</a> que cria o Sistema Nacional de Prevenção e Combate ao Feminicídio (SinaFem). A proposta busca integrar, em todo o país, as ações dos órgãos de segurança pública, Justiça, saúde e assistência social para prevenir a violência contra a mulher e fortalecer a proteção às vítimas.</p>
<p>O texto também institui o Alerta Imediato de Risco Feminicida. O sistema permite que a polícia seja acionada em até uma hora após o registro de denúncia que indique ameaça grave, risco iminente de feminicídio ou reincidência de violência doméstica. Caso o protocolo não seja cumprido, o agente público responsável poderá responder administrativamente.</p>
<p>O colegiado aprovou o <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da relatora, deputada Delegada Ione (PL-MG), ao Projeto de Lei 6072/25, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), e <span id="4069" class="termoGlossario" title="Projeto que tramita em conjunto com outro que trate de matéria semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, que deverão constar do seu parecer." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">apensados</span>.</p>
<p>O texto aprovado reúne medidas previstas em três propostas e faz ajustes para evitar sobreposição com mudanças recentes na <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2006/lei-11340-7-agosto-2006-545133-norma-pl.html">Lei Maria da Penha</a>. "A proposição é estratégica no combate da violência de gênero ao retirar a prevenção ao abuso contra as mulheres da esfera das intenções e colocá-la no campo das obrigações legais, com dotação orçamentária e protocolo operacional claro", afirmou a parlamentar.</p>
<p>O texto aprovado também prevê que estados, Distrito Federal e municípios destinem percentual mínimo de seus orçamentos a políticas de proteção às mulheres e determina que a União institua cofinanciamento para essas ações.</p>
<p><strong>Sistema nacional</strong><br />
Entre as ações previstas para o SinaFem estão:</p>
<ul>
<li>campanhas permanentes de conscientização sobre violência contra a mulher;</li>
<li>capacitação de agentes públicos;</li>
<li>fortalecimento da integração entre segurança pública, saúde, assistência social e educação;</li>
<li>divulgação de informações sobre sinais de risco e mecanismos de proteção; e</li>
<li>atendimento prioritário às famílias de vítimas de feminicídio, especialmente filhos menores de idade e dependentes econômicos.</li>
</ul>
<p><strong>Rede de acolhimento e apoio aos órfãos<br />
</strong>A proposta cria ainda a Rede Nacional de Acolhimento às Mulheres, para oferecer atendimento psicossocial e jurídico às vítimas de violência.</p>
<p>Também institui o Fundo Nacional de Amparo aos Órfãos do Feminicídio, destinado a garantir proteção financeira e educacional aos filhos e dependentes das vítimas.</p>
<p>Além disso, o agressor condenado perderá automaticamente o poder familiar e deverá pagar pensão mensal aos filhos da vítima até os 24 anos.</p>
<p><strong>Outras medidas<br />
</strong>O texto também estabelece:</p>
<ul>
<li>criação do Programa Nacional de Casas-Abrigo Permanentes, com cofinanciamento federal e estadual;</li>
<li>obrigatoriedade de Delegacias da Mulher funcionando 24 horas em municípios com mais de 100 mil habitantes, admitindo consórcios regionais para cidades menores;</li>
<li>criação da Patrulha Nacional Permanente de Proteção à Mulher;</li>
<li>instituição do Dossiê Nacional de Risco Feminicida, com classificação objetiva do risco e prioridade para mulheres em situação de maior vulnerabilidade;</li>
<li>criação do Programa Nacional de Prevenção Escolar ao Feminicídio, com ações educativas nas escolas; e</li>
<li>criação de um canal nacional para recebimento de denúncias qualificadas de risco de feminicídio.</li>
</ul>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
A proposta será analisada pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para votação pelo Plenário da Câmara. Para virar lei, precisará ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto inclui no ECA regra sobre atuação do Ministério Público em pedido de pensão alimentícia]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1290979-projeto-inclui-no-eca-regra-sobre-atuacao-do-ministerio-publico-em-pedido-de-pensao-alimenticia/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1290979-projeto-inclui-no-eca-regra-sobre-atuacao-do-ministerio-publico-em-pedido-de-pensao-alimenticia/</guid>
            <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 00:05:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1291265" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1291265">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260714163113727-1-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Santuário Cristo Redentor: turismo, patrimônio e segurança jurídica. Dep. Laura Carneiro (PSD - RJ)" /></div>
<div class="midia-legenda">Laura Carneiro, autora da proposta</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 354/26 inclui no <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1990/lei-8069-13-julho-1990-372211-norma-pl.html">Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)</a> regra que autoriza o Ministério Público a pedir judicialmente pensão alimentícia em favor de crianças e adolescentes. Pela proposta, isso poderá ocorrer mesmo que os pais continuem exercendo seus direitos e deveres legais em relação ao filho, que a criança ou o adolescente não esteja em situação de risco e que haja Defensoria Pública na comarca.</p>
<p>Segundo a autora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), a proposta confere "maior clareza normativa, estabilidade e segurança jurídica ao tratamento da matéria", ao transformar em lei entendimento já adotado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).</p>
<p><strong>Como é hoje</strong><br />
De acordo com o ECA, o Ministério Público pode promover ações de alimentos em favor de crianças e adolescentes. No entanto, a lei não explicita que essa atuação independe da situação familiar da criança ou adolescente, da existência de situação de risco ou da disponibilidade da Defensoria Pública. Essas condições foram afastadas pelo STJ ao editar a Súmula 594.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
A proposta será analisada, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisará ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto cria regras para doação de remédio e ração a animais de famílias carentes]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1290312-projeto-cria-regras-para-doacao-de-remedio-e-racao-a-animais-de-familias-carentes/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1290312-projeto-cria-regras-para-doacao-de-remedio-e-racao-a-animais-de-familias-carentes/</guid>
            <pubDate>Mon, 13 Jul 2026 20:32:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Doações também poderão contemplar protetores e ONGs; a Câmara dos Deputados analisa a proposta]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1290746" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1290746">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260609192135180-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Rodrigo Gambale (PODE - SP)" /></div>
<div class="midia-legenda">Rodrigo Gambale, autor do projeto de lei</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 770/26 cria o Programa Nacional de Solidariedade Veterinária, que prevê a coleta, o reaproveitamento e a distribuição gratuita de medicamentos, vacinas e rações para animais domésticos. A iniciativa tem como foco atender animais de famílias de baixa renda, protetores independentes e organizações não governamentais (ONGs).</p>
<p>O sistema funcionará por meio de doações de pessoas físicas, clínicas veterinárias e empresas do setor industrial e comercial. Somente serão aceitos produtos em boas condições de uso, com a embalagem preservada e dentro do prazo de validade. Para a retirada de remédios, o tutor ou responsável pelo animal deverá obrigatoriamente apresentar uma receita assinada por um médico veterinário.</p>
<p>A proposta também estabelece regras para o descarte seguro de produtos vencidos, visando evitar a contaminação do solo e da água.</p>
<p><strong>Abandono de animais</strong><br />
Além do benefício ambiental, o programa busca reduzir o abandono de animais causado por dificuldades financeiras dos donos e ajudar no controle de zoonoses (doenças transmitidas entre animais e humanos), promovendo a saúde pública.</p>
<p>O autor do projeto, deputado Rodrigo Gambale (Pode-SP), explica que a falta de dinheiro para tratamentos básicos é um dos principais motivos que levam as famílias a interromperem os cuidados ou abandonarem seus pets.</p>
<p>"Ao facilitar o acesso a medicamentos e insumos por meio de doações, o programa proposto aliviará a carga financeira sobre as famílias de baixa renda e protetores, evitando que animais adoentados fiquem sem tratamento", afirma o parlamentar.</p>
<p><strong>Ministérios</strong><br />
A coordenação do programa ficará sob responsabilidade do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em parceria com os ministérios da Saúde e do Meio Ambiente. Entre outras atribuições, caberá aos ministérios credenciar e supervisionar as entidades executoras e pontos de atendimento do programa, assegurando que cumpram os requisitos e as normas regulamentares.</p>
<p>Estados e municípios poderão aderir à iniciativa para organizar a coleta e a entrega dos produtos em suas localidades de forma descentralizada.</p>
<p><strong>Próximas etapas</strong><br />
A proposta será analisada, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto facilita Bolsa Família em caso de pessoa com deficiência que necessite de cuidador]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1290574-projeto-facilita-bolsa-familia-em-caso-de-pessoa-com-deficiencia-que-necessite-de-cuidador/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1290574-projeto-facilita-bolsa-familia-em-caso-de-pessoa-com-deficiencia-que-necessite-de-cuidador/</guid>
            <pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:42:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta exclui do cálculo da renda familiar o BPC recebido pela pessoa com deficiência; a Câmara analisa a proposta]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1290715" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1290715">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260701110220712-2-768x473.jpg" alt="Audiência Pública – Marco regulatório das stablecoins (PL 4308/24). Dep. Jadyel Alencar (REPUBLICANOS-PI)." /></div>
<div class="midia-legenda">Jadyel Alencar: o BPC, na prática, substitui a capacidade laboral do cuidador</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 393/26 exclui do cálculo da renda familiar do Bolsa Família o Benefício de Prestação Continuada (BPC) recebido por pessoa com deficiência que necessite da ajuda de terceiros para realizar atividades básicas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>O autor, deputado Jadyel Alencar (Republicanos-PI), ressaltou que nesses casos o BPC não representa renda extra, pois substitui a renda do cuidador, que deixa de trabalhar para prestar assistência.</p>
<p>"O benefício, na prática, substitui a capacidade laboral do cuidador, frequentemente a mãe, que se vê impossibilitada de exercer atividade remunerada em razão da dedicação integral aos cuidados da pessoa com deficiência", afirmou o deputado.</p>
<p>Além disso, a proposta reduz em R$ 200 o Benefício Complementar pago às famílias compostas por uma pessoa. A redução não se aplica às pessoas com deficiência ou àquelas com incapacidade permanente para o trabalho.</p>
<p>O autor explicou que a redução do auxílio torna a distribuição dos recursos mais equilibrada, pois permite incluir famílias atualmente excluídas do programa "sem ampliação do gasto público total".</p>
<p><strong>Regra atual</strong><br />
Atualmente, a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2023/lei-14601-19-junho-2023-794341-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei 14.601/23</a>, que institui o Bolsa Família, prevê que o BPC integra o cálculo da renda familiar per capita para fins de acesso ao programa. A legislação também garante um Benefício Complementar para assegurar que cada integrante da família receba, no mínimo, R$ 142 por mês, sem diferenciar famílias unipessoais das demais.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
A proposta tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Ativistas criticam deportações em massa dos EUA e pedem medidas de acolhimento de migrantes no Brasil]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1289458-ativistas-criticam-deportacoes-em-massa-dos-eua-e-pedem-medidas-de-acolhimento-de-migrantes-no-brasil/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1289458-ativistas-criticam-deportacoes-em-massa-dos-eua-e-pedem-medidas-de-acolhimento-de-migrantes-no-brasil/</guid>
            <pubDate>Thu, 09 Jul 2026 02:19:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Tema foi debatido em audiência na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1289500" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1289500">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260708165349009-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Direito de Migrar." /></div>
<div class="midia-legenda">Audiência pública na Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial</div>
</div>
<p>As deportações em massa dos Estados Unidos e as falhas no acolhimento de migrantes no Brasil dominaram o debate entre ativistas de causas humanitárias em audiência pública na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.</p>
<p>A audiência realizada nesta quarta-feira (8) resultou da mobilização internacional de parlamentares e sociedade civil que participaram, em março, da Jornada Continental pelo Direito à Migração e Defesa da Soberania.</p>
<p>Integrante do comitê da jornada em São Paulo, Bárbara Corrales lembrou que o movimento se intensificou a partir da truculência do ICE, o Serviço de Imigração e Controle Alfandegário dos Estados Unidos. “Na semana passada, os agentes do ICE prenderam 10 mil pessoas em cinco dias. Isso não deixa dúvida do que o imperialismo quer: a guerra pode ser com bombas, mas a guerra também pode ser com opressão social.”</p>
<p>Bárbara Corrales afirmou que, mesmo diante de intensa manifestação popular nos Estados Unidos (com o lema “<em>No kings, no ICE, no war</em>”), o governo Donald Trump manteve as deportações em massa e reforçou o orçamento do ICE com 70 bilhões de dólares.</p>
<p>De janeiro de 2025 até junho deste ano, foram cerca de 600 mil deportados, dos quais 4,6 mil brasileiros. Também houve 60 mil detidos de várias nacionalidades, a maioria (70%) sem antecedentes criminais.</p>
<div id="image-container-1289502" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1289502">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260708165328302-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Direito de Migrar. Brasileira Vivendo nos EUA, Heloisa Galvão." /></div>
<div class="midia-legenda">Por videoconferência, Heloísa Galvão relatou situação de "catástrofe" de brasileiros nos EUA</div>
</div>
<p><strong>Brasileiros nos EUA</strong><br />
Falando diretamente de Boston, em Massachusetts, a organizadora do Grupo Mulher Brasileira, Heloísa Galvão, deu detalhes do cotidiano de tentativa de ajuda aos migrantes brasileiros. “A situação aqui é uma catástrofe. É um governo que coloca em risco a vida das pessoas, coloca uns contra os outros e alimenta o ódio. O que a gente vê na nossa comunidade é um medo, é um pavor. Todos os dias a gente recebe ligação de brasileiros presos.”</p>
<p>Os ativistas calculam que há 17 mil brasileiros enfrentando detenções prolongadas e dificuldades de defesa nos Estados Unidos.</p>
<p>A diplomata Carlota Ramos, que trabalha na Divisão de Assuntos Humanitários do Ministério de Relações Exteriores, afirmou que o Brasil enfrenta a situação com base nos princípios de não criminalização da migração, proteção dos direitos de migrantes e refugiados e integração socioeconômica.</p>
<p>“Vivemos [no mundo] um momento de recrudescimento de discursos anti-imigração, endurecimento de políticas migratórias e crescente erosão de mecanismos internacionais de proteção. Nesse contexto, o Brasil tem atuado para ser uma voz dissonante, que defende soluções baseadas em direitos humanos, cooperação internacional e não discriminação”, afirmou.</p>
<p>Carlota Ramos citou ações em curso, como a Operação Acolhida, voltada aos venezuelanos, e o primeiro Plano Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia (I PlaNaMigra), assinado em junho deste ano.</p>
<div id="image-container-1289501" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1289501">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260708165330492-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Direito de Migrar. Dep. Rui Falcão (PT-SP)" /></div>
<div class="midia-legenda">Rui Falcão pediu mais recursos para reintegração de brasileiros repatriados à força</div>
</div>
<p><strong>Ações em andamento</strong><br />
Um dos organizadores da audiência, o deputado Rui Falcão (PT-SP) pediu o fortalecimento do Programa Aqui é Brasil, lançado no ano passado para a reintegração de brasileiros repatriados à força.</p>
<p>“Apesar de toda a boa vontade, tem baixo orçamento. Mais de 5 mil famílias foram deportadas com violência e precisam de acolhimento, direito à moradia, quem sabe acesso a benefícios sociais e também possibilidade de reinserção no mercado de trabalho. Nós não queremos muros, queremos horizontes”, disse o deputado.</p>
<p>Rui Falcão ainda defendeu a formalização de uma delegação multipartidária de parlamentares para verificar a situação dos brasileiros presos nos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Migrantes no Brasil</strong><br />
Durante a audiência, migrantes radicados no Brasil também relataram os desafios por aqui, como racismo, xenofobia, trabalho precário, separação da família e medo de deportação e de violência institucional.</p>
<p>Integrante do Conselho Municipal do Migrante de São Paulo, a nigeriana Constance Salawe afirmou que a legislação migratória brasileira é uma das mais avançadas do mundo, mas precisa ser plenamente implementada.</p>
<p>“Nós, imigrantes, não somos um problema a ser resolvido. Somos parte da solução: trabalhamos, empreendemos, produzimos conhecimento, cuidamos das pessoas, enriquecemos a cultura brasileira e ajudamos a construir um Brasil mais diverso, mais forte e mais humano”, declarou.</p>
<p>Segundo Constance Salawe, “migrar não é apenas mudar de território, é reconstruir uma vida”.</p>
<div id="image-container-1289503" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1289503">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260708181908808-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Direito de Migrar. Representante Do Conselho Municipal De Imigrantes (Cmi), Constance Salawe" /></div>
<div class="midia-legenda">Constance Salawe: a legislação migratória brasileira precisa ser plenamente implementada</div>
</div>
<p>Outro organizador do debate, o deputado Reimont (PT-RJ) afirmou que “fronteiras administrativas não podem impedir o livre deslocamento das pessoas”.</p>
<p>Já a deputada Erika Kokay (PT-DF) sugeriu a criação de um observatório para monitorar a situação dos migrantes e uma moção de repúdio da comissão à política anti-imigratória de Trump.</p>
<p>Também na audiência, a palestina Muna Muhammad Obdeh citou a Declaração Universal dos Direitos Humanos como fundamento para a reconstrução da sua vida no Brasil. “Eu, como palestina, resido aqui no Brasil desde 1992, faço pesquisa, estudo e oriento estudantes nessa temática, que transcorre a partir de direitos humanos e de dignidade humana”, disse.</p>
<p>Muna Muhammad Obdeh é professora de saúde coletiva na Universidade de Brasília (UnB) e representou o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) no debate.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Câmara aprova MP que destina R$ 1,3 bilhão para municípios atingidos por fortes chuvas]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1289297-camara-aprova-mp-que-destina-r-13-bilhao-para-municipios-atingidos-por-fortes-chuvas/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1289297-camara-aprova-mp-que-destina-r-13-bilhao-para-municipios-atingidos-por-fortes-chuvas/</guid>
            <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 19:50:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Medida provisória será votada ainda pelo Senado]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1289291" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1289291">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260708162048027-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas." /></div>
<div class="midia-legenda">Sessão do Plenário desta quarta-feira</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória 1342/26, que abre <span id="4532" class="termoGlossario" title="Crédito orçamentário destinado a atender despesas urgentes e imprevisíveis, como as decorrentes de calamidade pública. É encaminhado ao Congresso Nacional pelo presidente da República por meio de medida provisória" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">crédito extraordinário</span> de R$ 1,3 bilhão no Orçamento de 2026 para ações emergenciais em áreas atingidas por fortes chuvas, principalmente em municípios de Minas Gerais. O texto será enviado ao Senado.</p>
<p>Aprovada sem alterações, a MP destina os recursos aos ministérios do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome; e das Cidades, além de operações financeiras do Ministério da Fazenda.</p>
<p>Editada em março deste ano, a medida pretendeu garantir assistência imediata às famílias, a recuperação da infraestrutura e o apoio à retomada econômica nas regiões impactadas no estado mineiro e em outras regiões do país.</p>
<p>As chuvas nos fins de fevereiro e início de março atingiram diversas cidades da Zona da Mata mineira.</p>
<p><strong>Destinação dos recursos</strong><br />
Segundo o governo, as ações contempladas incluem:</p>
<ul>
<li>assistência social: R$ 5 milhões para o fortalecimento da rede do Sistema Único de Assistência Social (Suas) em Minas Gerais;</li>
<li>habitação: R$ 500 milhões para a integralização de cotas no Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) a fim de viabilizar a contratação de cerca de 2,5 mil unidades habitacionais;</li>
<li>crédito: R$ 300 milhões para o Fundo Garantidor de Operações (FGO) com o objetivo de facilitar o acesso ao crédito para pessoas físicas e jurídicas afetadas por eventos climáticos; e</li>
<li>mitigação: R$ 500 milhões para pagar auxílio financeiro de R$ 7,3 mil a cada família atingida pelos desastres, segundo previsão da Medida Provisória 1338/26.</li>
</ul>
<p><strong>Debate em Plenário</strong><br />
Deputados de diferentes partidos defenderam a liberação dos recursos para reconstruir estruturas destruídas nos municípios mineiros.</p>
<p>A deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) ressaltou que o governo federal não tem deixado as populações atingidas por impactos ambientais abandonadas.</p>
<p>O deputado Lafayette de Andrada (PL-MG) também defendeu a aprovação da MP. "Quero agradecer aos deputados que votaram favoravelmente, porque estão fazendo um ato de extrema justiça ao povo de Minas Gerais", declarou.</p>
<p>O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) elogiou a aprovação da medida, mas cobrou mais investimentos para o Rio Grande do Sul, em vista das enchentes de final de abril e início de maio de 2024 que atingiram o estado. "Espero que os cidadãos de Minas Gerais tenham melhor sorte com o governo federal do que os gaúchos", afirmou.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573452-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-mps/">Saiba mais sobre a tramitação de medidas provisórias</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Câmara aprova projeto que autoriza recursos do FGTS para hospitais filantrópicos]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1288825-camara-aprova-projeto-que-autoriza-recursos-do-fgts-para-hospitais-filantropicos/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1288825-camara-aprova-projeto-que-autoriza-recursos-do-fgts-para-hospitais-filantropicos/</guid>
            <pubDate>Tue, 07 Jul 2026 22:29:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta segue para o Senado]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1288842" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1288842">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260707191344305-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Antonio Brito (PSD - BA)" /></div>
<div class="midia-legenda">Antonio Brito: o projeto não compromete a sustentabilidade financeira do FGTS</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que reabre o prazo até 2030 para aplicações com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em operações de crédito destinadas às entidades hospitalares filantrópicas. A proposta será enviada ao Senado.</p>
<p>De autoria do deputado Paulo Pimenta (PT-RS), o Projeto de Lei 2465/26 foi aprovado na forma do <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado Antonio Brito (PSD-BA), que incluiu regra sobre interpretação de possíveis débitos tributários dessas entidades.</p>
<p>Pimenta é líder do governo na Câmara e apresentou o projeto porque a iniciativa já tinha sido tomada pelo Poder Executivo por meio da <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1243618-MEDIDA-PROVISORIA-REDUZ-JUROS-DO-FGTS-PARA-ENTIDADES-FILANTROPICAS-DE-SAUDE">Medida Provisória 1336/26</a>, cuja vigência acabou.</p>
<p>A lei do fundo permitia esse tipo de operação com juros menores até 2022 a partir de uma medida provisória de 2018 (MP 859/18), convertida na <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2019/lei-13832-4-junho-2019-788242-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei 13.832/19</a>.</p>
<p>Segundo o governo, no período de vigência desse tipo de aplicação (2019 a 2022), o fundo bancou empréstimos de cerca de R$ 3 bilhões para 140 entidades hospitalares filantrópicas por meio de 134 operações de crédito sem destinação específica e de 122 operações de crédito para reestruturação financeira.</p>
<p>O financiamento também permitirá a reestruturação de dívidas das entidades com diminuição dos encargos financeiros de 18% ao ano para cerca de 12% ao ano.</p>
<p>Para serem consideradas entidades filantrópicas, as entidades hospitalares beneficentes devem comprovar, anualmente, a prestação de seus serviços ao Sistema Único de Saúde (SUS) no percentual mínimo de 60% com base nas internações e nos atendimentos ambulatoriais realizados.</p>
<div id="image-container-1288836" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1288836">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260512190935282-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Paulo Pimenta (PT-RS)" /></div>
<div class="midia-legenda">Paulo Pimenta, líder do governo na Câmara</div>
</div>
<p><strong>Pessoas com deficiência</strong><br />
Os empréstimos com recursos do FGTS beneficiam ainda instituições sem fins lucrativos que atuam no campo para auxiliar pessoas com deficiência e que participem de forma complementar do SUS.</p>
<p><strong>Débitos suspensos</strong><br />
Em seu substitutivo, Brito concede a casos pendentes de julgamento final sobre a certificação, anteriores a 16 de dezembro de 2021, a suspensão dos tributos envolvidos na imunidade tributária enquanto não for decidida administrativamente a prática de irregularidade que provoque a perda da certificação de entidade filantrópica e, consequentemente, dessa imunidade.</p>
<p>Essa data é a de publicação da <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/leicom/2021/leicomplementar-187-16-dezembro-2021-792101-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei Complementar 187/21</a>, que reformulou as regras de certificação das entidades beneficentes atuantes nas áreas de saúde, educação e assistência social.</p>
<p>Antonio Brito afirmou que o projeto preserva a coerência do FGTS como instrumento de desenvolvimento e proteção social. "A destinação de parcela de seus recursos a operações de crédito voltadas à rede hospitalar filantrópica dá-se sem descaracterizar a natureza do fundo nem comprometer sua sustentabilidade financeira", disse.</p>
<p>O deputado Hildo Rocha (MDB-MA) destacou que as Santas Casas precisam desses recursos para ampliar prédios, comprar novos equipamentos e fazer centros cirúrgicos mais modernos. "Esse recurso já poderia ser usado pelas Santas Casas anteriormente. O que o projeto está fazendo é dando continuidade para isso acontecer."</p>
<p>O deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS) também defendeu a retomada do uso do FGTS por essas entidades. Segundo ele, as Santas Casas já reconheceram dívidas de R$ 10 bilhões. "Esse dinheiro vai poder ser usado para desafogar, desapertar as Santas Casas, que são essenciais para o sistema de saúde do Brasil", disse.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova passagem aérea gratuita para aposentados do INSS em tratamento de saúde]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1288136-comissao-aprova-passagem-aerea-gratuita-para-aposentados-do-inss-em-tratamento-de-saude/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1288136-comissao-aprova-passagem-aerea-gratuita-para-aposentados-do-inss-em-tratamento-de-saude/</guid>
            <pubDate>Mon, 06 Jul 2026 18:12:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta segue em análise na Câmara]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1288286" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1288286">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260526163018603-768x473.jpg" alt="Discussão e Votação de propostas legislativas. Dep. Bebeto (PP-RJ)" /></div>
<div class="midia-legenda">Bebeto, relator da proposta na comissão</div>
</div>
<p>A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou proposta que garante gratuidade no transporte aéreo a aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que precisem viajar para realizar cirurgias, exames, consultas ou outros procedimentos médicos indispensáveis que não estejam disponíveis no município de residência.</p>
<p>As passagens serão custeadas pelo governo federal e pagas diretamente às companhias aéreas credenciadas, até o limite de R$ 200 por trecho. As taxas de embarque também serão cobertas pelo programa.</p>
<p>O texto prevê até duas passagens aéreas de ida e volta por ano para viagens dentro do território nacional. Em situações excepcionais, esse limite poderá ser ampliado.</p>
<p>Para solicitar o benefício, o aposentado deverá apresentar documento oficial de identificação, comprovante de aposentadoria pelo INSS, laudo médico atualizado e comprovante de agendamento do atendimento na cidade de destino.</p>
<p>Pela proposta, o benefício será concedido a aposentados que apresentarem laudo emitido por profissional credenciado no Sistema Único de Saúde (SUS), comprovando a necessidade do tratamento em outra cidade.</p>
<p>Foi aprovado o Projeto de Lei 1439/25, do deputado Neto Carletto (Avante-BA), com parecer favorável do relator, deputado Bebeto (PP-RJ). Segundo o relator, o transporte aéreo é, em muitas regiões do país, a única alternativa para garantir o acesso a serviços médicos especializados. "O modal aéreo, nesses casos, torna-se não apenas uma alternativa, mas a única via viável para garantir a efetividade de políticas públicas de saúde", ressaltou o deputado.</p>
<p>A proposta também estende a gratuidade a um acompanhante quando o paciente tiver mais de 70 anos, for pessoa com deficiência ou apresentar limitações que exijam assistência permanente durante a viagem.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e será analisado pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
    </channel>
</rss>