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        <title>Câmara notícias - Câmara dos Deputados</title>
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        <description>Câmara Notícias </description>
        <lastBuildDate>Tue, 02 Jun 2026 05:51:10 GMT</lastBuildDate>
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        <copyright>Copyright(C) Câmara dos Deputados</copyright>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova uso de parte da renda da loteria esportiva por fundo de calamidades]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1277863-comissao-aprova-uso-de-parte-da-renda-da-loteria-esportiva-por-fundo-de-calamidades/</link>
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            <pubDate>Fri, 29 May 2026 19:08:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1277897" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1277897">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260319110918919-1-768x473.jpeg" alt="Instalação e Eleição de Presidente e Vice-Presidentes. Dep. Paulo Guedes (PT - MG)" /></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Paulo Guedes, relator do projeto de lei</div>
</div>
<p>A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que permite ao Fundo Especial para Calamidades Públicas (Funcap) receber, uma vez por ano, a renda líquida de um concurso da modalidade das loterias de prognósticos numéricos, como Mega-Sena e Quina. A medida terá validade por cinco anos.</p>
<p>O texto aprovado é um <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> ao Projeto de Lei 580/19, do Senado. A proposta original pretendia destinar 1% de toda a arrecadação das loterias para o Funcap. O substitutivo mudou essa regra para garantir que o valor dos prêmios pagos aos apostadores de outros tipos de loteria, como a Mega-Sena e a Quina, não seja reduzido.</p>
<p>O relator, deputado Paulo Guedes (PT-MG), afirmou que reduzir os prêmios poderia tirar o interesse das pessoas pelas loterias federais. Ele optou por usar o modelo de concursos especiais, que já existe na lei para ajudar outras causas sociais. Segundo o relator, a nova fórmula corrige problemas de adequação financeira do projeto original.</p>
<p>A renda líquida para o fundo será o valor total arrecadado no concurso, descontadas as despesas de manutenção da loteria, o pagamento dos prêmios e os impostos.</p>
<p>O Funcap financia ações de defesa civil e socorro à população em situações de desastres.</p>
<p>Atualmente, a cada ano, as seguintes instituições recebem o equivalente a renda de um concurso da loteria esportiva:</p>
<ul>
<li>Federação Nacional das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Fenapaes);</li>
<li>Cruz Vermelha Brasileira; e</li>
<li>Federação Nacional das Associações Pestalozzi (Fenapestalozzi).</li>
</ul>
<p><strong>Próximas etapas<br />
</strong>A proposta será ainda analisada, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão debate denúncias de irregularidades no plano de saúde dos servidores do Distrito Federal]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1277679-comissao-debate-denuncias-de-irregularidades-no-plano-de-saude-dos-servidores-do-distrito-federal/</link>
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            <pubDate>Fri, 29 May 2026 14:32:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1277737" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1277737">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260519113649808-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Situação atual, os desafios e as perspectivas da Universidade do Distrito Federal – UnDF. Dep. Erika Kokay (PT-DF)." /></div>
<div class="midia-legenda">Erika Kokay propôs a realização da audiência</div>
</div>
<p data-start="97" data-end="287">A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados promove audiência pública nesta terça-feira (2) para discutir a situação do Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Distrito Federal (INAS).</p>
<p data-start="289" data-end="340">A reunião será realizada no plenário 8, às 10 horas.</p>
<ul>
<li data-start="342" data-end="418"><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82146">Veja a lista de convidados</a></li>
</ul>
<p data-start="420" data-end="652">O debate atende a pedido da deputada Erika Kokay (PT-DF). Segundo ela, o objetivo do encontro é analisar denúncias e indícios de irregularidades na gestão do plano de saúde dos servidores públicos do Distrito Federal.</p>
<p data-start="654" data-end="837">Erika Kokay afirma que reportagens apontam suspeitas de favorecimento indevido, mudanças administrativas controversas e descredenciamento em massa de prestadores de serviços de saúde.</p>
<p data-start="839" data-end="1006">A deputada acrescenta que a instauração de uma investigação pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal reforça a necessidade de acompanhamento institucional sobre o tema.</p>
<p>“Os fatos levantam preocupações quanto à transparência da gestão, à continuidade da assistência e ao possível risco de captura do plano de saúde por motivos alheios ao interesse público”, diz Erika Kokay.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova projeto que pune gestor que não pagar piso salarial de professores]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1277247-comissao-aprova-projeto-que-pune-gestor-que-nao-pagar-piso-salarial-de-professores/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1277247-comissao-aprova-projeto-que-pune-gestor-que-nao-pagar-piso-salarial-de-professores/</guid>
            <pubDate>Thu, 28 May 2026 13:47:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta continua em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1277305" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1277305">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260304191157040-768x473.jpg" alt="Deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP) fala no Plenário da Câmara dos Deputados" /></div>
<div class="midia-legenda">Sâmia Bomfim: medida oportuna</div>
</div>
<p>A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5209/25, que transforma em ato de <span id="4233" class="termoGlossario" title="Conduta considerada inadequada (por desonestidade, descaso ou outro comportamento impróprio) ao exercício da função pública. Classificam-se como improbidade administrativa os atos que importam em enriquecimento ilícito, prejuízo ao Erário e atentado contra os princípios da Administração Pública. As penas para tais atos incluem ressarcimento aos cofres públicos (se for o caso), perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, pagamento de multa civil e proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios e incentivos fiscais ou creditícios." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">improbidade administrativa</span> a atitude do gestor público que, de forma intencional (dolosa), deixa de pagar o piso salarial nacional aos professores da educação básica pública.</p>
<p>O texto altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1992/lei-8429-2-junho-1992-357452-norma-pl.html">Lei da Improbidade Administrativa</a>. Pela legislação atual, a condenação por esse tipo de ato de improbidade rende ao gestor o pagamento de multa de até 24 vezes o valor do seu salário. O gestor condenado também fica proibido de fechar contratos com o poder público por até quatro anos.</p>
<p>O colegiado aprovou o <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP), que mantém o conteúdo da versão original, de autoria do deputado Rogério Correia (PT-MG), fazendo apenas ajustes de técnica legislativa.</p>
<p>"Diante das inúmeras denúncias de descumprimento do piso salarial pelos gestores públicos, a proposição é oportuna", defendeu a relatora.</p>
<p>O deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) votou pela rejeição do texto.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova uso de nome religioso em órgãos públicos federais]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1277243-comissao-aprova-uso-de-nome-religioso-em-orgaos-publicos-federais/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1277243-comissao-aprova-uso-de-nome-religioso-em-orgaos-publicos-federais/</guid>
            <pubDate>Thu, 28 May 2026 13:42:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Projeto de lei continua em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1277274" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1277274">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260428181728820-1-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Consequências da aprovação do Projeto de Lei nº 10.720, de 2018, para as Organizações Sociais Federais de Ciência, Tecnologia e Inovação voltadas para o fomento. Dep. Alice Portugal (PCdoB - BA)" /></div>
<div class="midia-legenda">Alice Portugal: texto segue lógica de decreto que permite nome social</div>
</div>
<p>A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/900727-projeto-permite-uso-de-nome-religioso-em-documentos-oficiais">Projeto de Lei 2064/22</a>, do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), que garante ao cidadão o direito de usar seu nome religioso (adotado de acordo com a sua fé e crença) ao ser atendido em repartições da administração pública federal e em documentos oficiais.</p>
<p>Os parlamentares acolheram o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3101224&amp;filename=Parecer-CASP-2026-03-17">parecer da relatora</a>, deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), pela aprovação da proposta.</p>
<p>Alice Portugal explicou que o projeto se alinha com as práticas de inclusão e adota a mesma lógica de <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/2016/decreto-8727-28-abril-2016-782951-norma-pe.html">decreto</a> que já garante o uso do nome social (referente à identidade de gênero do cidadão) no governo federal.</p>
<p>"O nome religioso é apenas mais um dos aspectos sociais que podem compor a identidade da pessoa, de modo que deve ter o mesmo tratamento dado ao uso do nome social", disse a relatora. "O reconhecimento do nome não fere a neutralidade estatal, mas, sim, promove a inclusão."</p>
<p>O deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) votou pela rejeição do texto.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto prevê recursos para compensação entre regimes previdenciários públicos]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1276924-projeto-preve-recursos-para-compensacao-entre-regimes-previdenciarios-publicos/</link>
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            <pubDate>Wed, 27 May 2026 22:29:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1181361" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1181361">
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/07/img20220804101547902-768x512.jpg" alt="Economia - consumidor - aposentado - idoso - dívida - empréstimo - endividamento" /></div>
<div class="midia-legenda">Recurso será usado no sistema de compensação previdenciária</div>
</div>
<p>O Congresso Nacional analisa projeto que abre crédito especial de R$ 3 milhões no Orçamento de 2026 para despesas relacionadas ao Sistema Informatizado de Compensação Previdenciária-Comprev (PLN 14/26).</p>
<p>O sistema tem o objetivo de acertar as contas previdenciárias entre o regime de aposentadoria do servidor público federal e os regimes estaduais e municipais. Ou seja: cobrir despesas de um servidor que contribuiu para um regime, mas se aposentou por outro.</p>
<p>Os recursos virão da reserva de contingência do Orçamento e, por isso, não afetam a obtenção da meta de superávit primário.</p>
<p>O projeto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento e, em seguida, pelo Plenário do Congresso Nacional.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/866636-conheca-o-ciclo-orcamentario-federal/">Conheça o ciclo orçamentário federal</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Ministro anuncia recorde de cirurgias no SUS; deputado diz que falta transparência nas filas]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1276870-ministro-anuncia-recorde-de-cirurgias-no-sus-deputado-diz-que-falta-transparencia-nas-filas/</link>
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            <pubDate>Wed, 27 May 2026 17:42:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Alexandre Padilha esteve na Câmara dos Deputados para apresentar prioridades do Ministério da Saúde]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1276914" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1276914">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260527105347563-768x473.jpg" alt="Ministro da Saúde debate ações e prioridades do órgão para 2026. Ministro da Saúde, Alexandre Padilha." /></div>
<div class="midia-legenda">Padilha: nova tabela do SUS possibilitou aumento de cirurgias eletivas</div>
</div>
<p>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou nesta quarta-feira (27) que o governo bateu o recorde de cirurgias eletivas no Sistema Único de Saúde (SUS), com a marca de 14,9 milhões de procedimentos em 2025.</p>
<p>O balanço foi apresentado em audiência pública da Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados, que debateu as ações e prioridades da pasta para 2026.</p>
<p>Segundo Padilha, o avanço ocorreu porque o programa "Agora tem especialistas" alterou a forma de financiar as unidades de saúde. A nova tabela passou a remunerar os hospitais por um pacote completo de atendimento – pagando de forma conjunta a consulta, o diagnóstico e a operação.</p>
<p>"Atingimos o recorde histórico de cirurgias eletivas pelo SUS. Isso é resultado direto da nova tabela, que supera definitivamente a antiga tabela SUS com procedimentos que chegam a ter três vezes maior o valor", disse Padilha.</p>
<p><strong>Transparência nas filas</strong><br />
Por sua vez, o deputado Dr. Frederico (Patriota-MG) acusou o ministério de ocultar o tamanho atual da fila de cirurgias. Ele apontou que, no ano passado, o número de pacientes à espera de procedimentos chegou a 1,3 milhão.</p>
<div id="image-container-1276916" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1276916">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260319104549160-768x473.jpeg" alt="Audiência Pública - Programa Agora Tem Especialista (PATE). Dep. Dr. Frederico (PRD - MG)" /></div>
<div class="midia-legenda">Dr. Frederico: não há dados oficiais sobre o tamanho das filas de cirurgias</div>
</div>
<p>"A gente está no final de maio e não há nenhum dado, nenhuma referência. Esse dado está, para ser bem franco aqui, escondido", criticou o parlamentar.</p>
<p>Padilha negou a ocultação e argumentou que o Brasil nunca teve um painel unificado de filas. "O principal dado a ser acompanhado é o tempo de espera. Nós vamos passar a ter um painel nacional, um painel em cada estado e um painel municipal, o que vai permitir o acompanhamento do tempo de espera", declarou.</p>
<p><strong>Apoio às Santas Casas<br />
</strong>O deputado Rafael Simoes (União-MG) defendeu socorro estrutural às Santas Casas e aos hospitais filantrópicos. "Precisamos de ações que permitam que essas instituições continuem sobrevivendo. Não podemos chegar ao final do ano e ter que recorrer a empréstimo", comentou.</p>
<div id="image-container-1276917" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1276917">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260527115231291-768x473.jpg" alt="Ministro da Saúde debate ações e prioridades do órgão para 2026. Dep. Rafael Simões (UNIÃO - MG)" /></div>
<div class="midia-legenda">Rafael Simoes pediu ajuda às Santas Casas</div>
</div>
<p>Para atender ao setor, o ministro pediu o apoio do Congresso para aprovar o Projeto de Lei 2465/26, do deputado Paulo Pimenta (PT-RS), que viabiliza a continuidade do uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em operações de crédito destinadas a entidades hospitalares filantrópicas e de saúde suplementar.</p>
<p><strong>Contratos e fiscalização<br />
</strong>A deputada Rosangela Moro (União-SP) cobrou explicações sobre a compra, pelo governo, de insulina da farmacêutica Bioma, pois o fundo de investimento que passou a controlar a empresa em 2024, ligado ao Banco Master, é alvo de investigações por suspeitas de corrupção.</p>
<div id="image-container-1276918" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1276918">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260527115205335-768x473.jpg" alt="Ministro da Saúde debate ações e prioridades do órgão para 2026. Dep. Rosangela Moro (PL - SP)" /></div>
<div class="midia-legenda">Rosangela Moro cobrou explicações sobre compra de insulina da farmacêutica Bioma</div>
</div>
<p>Ela argumentou que, diante de contratos que somam centenas de milhões de reais, o ministério deveria ter sido mais rigoroso na análise de risco e de <em>compliance</em> da farmacêutica.</p>
<p>Padilha negou irregularidades, afirmando que a empresa atua no Brasil há décadas e tem capital aberto na Bolsa de Valores.</p>
<p>"A participação desse fundo foi na Bolsa, comprou uma parte das ações dentro do <em>compliance</em>. Não há qualquer irregularidade apontada pela CGU [Controladoria-Geral da União] nos contratos", rebateu o ministro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="video-container-1277355" class="video-container youtube youtube-100" style="width: 100%; float: none; margin: 0px;" data-youtube-id="d9ceEFibbNA">
<div class="midia-creditos"></div>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/d9ceEFibbNA" width="100%" frameborder="0" data-youtube-id="d9ceEFibbNA" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<div id="midia-legenda" class="midia-legenda"></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Câmara aprova projeto que permite pagar até 25% a mais por produtos da Política de Garantia de Preços Mínimos]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1276562-camara-aprova-projeto-que-permite-pagar-ate-25-a-mais-por-produtos-da-politica-de-garantia-de-precos-minimos/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1276562-camara-aprova-projeto-que-permite-pagar-ate-25-a-mais-por-produtos-da-politica-de-garantia-de-precos-minimos/</guid>
            <pubDate>Tue, 26 May 2026 21:39:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta permite venda direta de estoques públicos a pequenas empresas, cooperativas e associações. Texto segue para análise do Senado]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div>
<div id="image-container-1276706" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1276706">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260526182729941-768x473.jpg" alt="Discussão e Votação de propostas legislativas. Dep. Wilson Santiago (REPUBLICANOS - PB)" /></div>
<div class="midia-legenda">Wilson Santiago é o relator a proposta</div>
</div>
</div>
<div>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que autoriza a União a comprar produtos básicos da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) por preço até 25% acima do preço mínimo em vigor. A matéria será enviada ao Senado.</div>
<div>
<p>De autoria do ex-deputado Beto Faro (PA), o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/224169-projeto-obriga-existencia-de-estoques-minimos-de-alimentos-basicos">Projeto de Lei 1384/11</a> foi relatado em Plenário pelo deputado Wilson Santiago (Republicanos-PB), que incluiu <span id="4028" class="termoGlossario" title="Proposta para alterar, no todo ou em parte, o texto de um projeto de lei submetido à discussão ou votação." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">emenda</span> permitindo à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vender diretamente esses produtos básicos a micro e pequenas indústrias de alimentos, a micro e pequenas empresas dedicadas ao varejo alimentar e a cooperativas e associações.</p>
</div>
<div>
<p>A maior parte do texto aprovado seguiu o <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> elaborado pelo deputado Zé Neto (PT-BA) e anteriormente aprovado pela Comissão de Finanças e Tributação.</p>
<p>O texto original aumentava a quantidade de produtos que o governo poderia comprar para formar o estoque estratégico de alimentos básicos. O limite passaria de 1/12 para 3/12 do consumo anual estimado.</p>
<p>Já o texto aprovado mexe apenas com o valor adicional que o governo poderá pagar aos produtores na compra de produtos do estoque, como arroz, feijão e outras culturas estocáveis. Ultimamente, a média dos preços tem se mantido acima do preço mínimo.</p>
<p>O texto especifica que as compras, a serem realizadas por meio de leilão público, serão definidas, em ato do Poder Executivo, quanto aos tipos de produtos, volume, preço máximo e locais de aquisição.</p>
<p>A ideia de Zé Neto é que o leilão pode compensar gastos maiores com as compras do estoque regulatório (25% a mais do preço mínimo) por causa da competição de lances no sentido contrário (oferta do menor preço por tonelada vendida ao governo).</p>
<p><strong>Venda<br />
</strong>Atualmente, a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1991/lei-8171-17-janeiro-1991-365106-norma-pl.html">Lei 8.171/91</a> prevê que as vendas dos estoques públicos serão realizadas por meio de leilões em bolsas de mercadorias ou por licitação pública.</p>
<p>O texto apresentado pelo deputado Wilson Santiago e aprovado pelo Plenário estabelece que a Conab poderá, ainda, praticar a venda direta dos estoques comprados a preço maior para atender programas e ações de abastecimento e de segurança alimentar.</p>
<p>Um ato conjunto dos três ministérios envolvidos (Agricultura, Desenvolvimento Agrário e Fazenda) definirá, a partir de subsídios técnicos fornecidos pela Conab, os critérios de adesão e credenciamento dos beneficiários e a metodologia de preços da venda direta, a qual terá como referência os preços de mercado.</p>
<p><strong>Ração animal<br />
</strong>O PL 1384/11 também altera a lei sobre o programa de venda em balcão (ProVB) de milho para incluir outros produtos destinados à ração animal. Assim, conforme portaria interministerial dos Ministérios da Agricultura; do Desenvolvimento Agrário; e da Fazenda, poderão ser contemplados sorgo, caroço de algodão, farelo de soja, farelo de milho e outros.</p>
<p>O ProVB é uma espécie de estoque regulador voltado à venda de milho destinado à ração animal para aquicultores e pequenos criadores com Cadastro da Agricultura Familiar (CAF).</p>
<p>O substitutivo aprovado inclui, como beneficiários do programa, as cooperativas de produção agropecuária e as associações, ambas compostas por agricultores familiares e com CAF ativo.</p>
<p>Enquanto o limite legal de compra pelo produtor familiar permanece inalterado (27 toneladas mensais), o limite para as cooperativas e associações será de 80 toneladas mensais.</p>
<p>Os três ministérios também deverão, em ato conjunto, estabelecer as condições para a venda dos produtos às cooperativas e associações de agricultores familiares, definindo limites específicos para sua participação e comprovação do repasse dos produtos a seus cooperados.</p>
<p>Esses órgãos terão ainda de aprovar a proposta de utilização dos estoques públicos comprados pelo governo federal e de uso do contrato de opção de venda.</p>
<p>O contrato de opção de venda funciona como uma espécie de “seguro de preços” para o produtor rural, que paga um prêmio para adquirir o direito (opção) de vender sua produção ao governo em data futura e a um preço previamente fixado.</p>
<p>Se na época da colheita o preço de mercado estiver muito baixo, o produtor exerce a opção e vende para Conab pelo valor garantido no contrato. Caso o preço de mercado esteja em alta, ele simplesmente não exerce a opção e vende no mercado comum.</p>
<p><strong>2026<br />
</strong>Para 2026, os ministérios envolvidos estimaram a compra de 50 mil toneladas de milho no ProVB, com custo projetado de R$ 60 milhões a R$ 65 milhões. O preço de venda também poderá ser subsidiado ao pequeno criador por meio de equalização de preços para a qual estão reservados R$ 80 milhões.</p>
<p><strong>Estabilidade de preços<br />
</strong>O relator entendeu que a proposta é oportuna e conveniente por buscar fortalecer a política de estoques públicos de alimentos, instrumento essencial para assegurar a estabilidade de preços e prevenir situações de desabastecimento.</p>
<p>"A manutenção de estoques estratégicos bem estruturados reafirma esse compromisso histórico, garantindo que alimentos essenciais permaneçam acessíveis à população mais vulnerável e consolidando o direito humano à alimentação adequada como prioridade permanente do Estado brasileiro", disse.</p>
<p>O deputado Airton Faleiro (PT-PA) afirmou que o texto permitirá que a Conab compre produtos para ajudar a regular o mercado com valor até 25% acima do preço mínimo. "Isso não era permitido e dificultava a compra de produtos", declarou.</p>
</div>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova projeto que impede bloqueio de despesas voltadas à redução de desigualdades]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1276300-comissao-aprova-projeto-que-impede-bloqueio-de-despesas-voltadas-a-reducao-de-desigualdades/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1276300-comissao-aprova-projeto-que-impede-bloqueio-de-despesas-voltadas-a-reducao-de-desigualdades/</guid>
            <pubDate>Tue, 26 May 2026 18:57:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[A proposta continua em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1276416" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1276416">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260506140942619-4-768x473.jpeg" alt="Deputada Erika Hilton (Psol-SP) fala em comissão da Câmara dos Deputados" /></div>
<div class="midia-legenda">Erika Hilton recomendou a aprovação do texto</div>
</div>
<p>A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados aprovou o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1276298-proposta-impede-o-bloqueio-de-despesas-orcamentarias-voltadas-a-reducao-de-desigualdades" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Projeto de Lei Complementar (PLP) 156/23</a>, que classifica despesas orçamentárias com base no impacto na redução das desigualdades sociais de raça e gênero. Além disso, impede o eventual bloqueio (contingenciamento).</p>
<p>A relatora, deputada Erika Hilton (Psol-SP), recomendou a aprovação do texto. “As políticas públicas para a superação das desigualdades de gênero e de raça só ganham plena materialidade quando recursos públicos são destinados, com a devida prioridade, à sua implementação”, afirmou a relatora no parecer.</p>
<p>“É imprescindível avançar na diminuição das iniquidades sociais”, disse a autora da proposta, deputada Reginete Bispo (PT-RS). Segundo ela, é preciso deixar claro, nos orçamentos públicos, o papel do Estado na redução das desigualdades.</p>
<p>“Esta iniciativa é oriunda da <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/832913-COMISSAO-DE-JURISTAS-APRESENTA-RELATORIO-COM-PROPOSTAS-PARA-ALTERAR-LEIS-DO-PAIS-E-CRIAR-UMA-NACAO-ANTIRRACISTA">comissão de juristas</a> instituída pela Câmara em 2020 com a tarefa de avaliar e propor estratégias para o aperfeiçoamento da legislação de combate ao racismo estrutural e institucional”, afirmou ainda Reginete Bispo.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/832913-COMISSAO-DE-JURISTAS-APRESENTA-RELATORIO-COM-PROPOSTAS-PARA-ALTERAR-LEIS-DO-PAIS-E-CRIAR-UMA-NACAO-ANTIRRACISTA">Comissão de juristas apresenta relatório com propostas para alterar leis do País e criar uma nação antirracista</a></li>
</ul>
<p>O texto aprovado altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1960-1969/lei-4320-17-marco-1964-376590-norma-pl.html">Lei 4.320/64</a>, que trata do orçamento público, e a<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/leicom/2000/leicomplementar-101-4-maio-2000-351480-norma-pl.html"> Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)</a>. Também prevê metodologia de classificação, acompanhamento e avaliação de tais despesas.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
A proposta ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário.</p>
<p>Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/606442-conheca-a-tramitacao-de-projetos-de-lei-complementar/">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei complementar</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão debate custeio do piso salarial e da jornada de 36 horas na enfermagem pública]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274938-comissao-debate-custeio-do-piso-salarial-e-da-jornada-de-36-horas-na-enfermagem-publica/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274938-comissao-debate-custeio-do-piso-salarial-e-da-jornada-de-36-horas-na-enfermagem-publica/</guid>
            <pubDate>Tue, 26 May 2026 11:50:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Reunião discutirá impactos financeiros da PEC 19/24 para estados, municípios e hospitais filantrópicos

]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1275764" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1275764">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Cecim/Agência Pará</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20210326110213309-768x512.jpg" alt="Saúde - coronavírus - enfermeiro - enfermagem - internação - hospital" /></div>
<div class="midia-legenda">A PEC da jornada de 36 horas para enfermeiros aguarda votação no Senado</div>
</div>
<p>A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados debate, nesta terça-feira (26), os desafios de custeio do piso salarial e da jornada de 36 horas na enfermagem pública. A <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/163673">Proposta de Emenda à Constituição 19/24</a>, do Senado Federal, prevê as duas medidas.</p>
<p>O debate será realizado às 16 horas, no plenário 8. Entre os convidados estão os ministros Bruno Moretti, do Planejamento e Orçamento; e Luiz Marinho, do Trabalho e Emprego.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82127">Veja quem foi convidado para o debate</a></li>
</ul>
<p>O debate atende a pedido do deputado Bruno Farias (Republicanos-MG). Segundo o parlamentar, o tema tem relevância social, econômica e estrutural para o sistema de saúde brasileiro.</p>
<p>Bruno Farias afirma que a enfermagem responde pela maior parte do cuidado direto aos pacientes e que a definição de uma jornada de 36 horas semanais está diretamente relacionada à qualidade do atendimento, à segurança do paciente e à saúde física e mental dos profissionais.</p>
<p>O deputado acrescenta que a implementação do piso da enfermagem representou um avanço na valorização profissional, mas também trouxe desafios quanto ao financiamento e à sustentabilidade, sobretudo para estados, municípios e instituições filantrópicas.</p>
<p>“Debater os mecanismos de financiamento é essencial para compreender como assegurar o cumprimento do piso salarial sem comprometer a oferta de serviços de saúde”, afirma.</p>
<p>Segundo Farias, a discussão pode contribuir para conciliar direitos trabalhistas, qualidade assistencial e responsabilidade fiscal, com foco na construção de soluções sustentáveis para os profissionais de enfermagem e para a sociedade.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto impede o bloqueio de despesas orçamentárias voltadas à redução de desigualdades]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1276298-projeto-impede-o-bloqueio-de-despesas-orcamentarias-voltadas-a-reducao-de-desigualdades/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1276298-projeto-impede-o-bloqueio-de-despesas-orcamentarias-voltadas-a-reducao-de-desigualdades/</guid>
            <pubDate>Mon, 25 May 2026 16:47:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1276395" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1276395">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20241129094127593-768x473.jpg" alt="Deputada Reginete Bispo (PT-ES) fala no Plenário da Câmara dos Deputados" /></div>
<div class="midia-legenda">Reginete Bispo: é imprescindível avançar na diminuição das iniquidades sociais</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei Complementar (PLP) 156/23 prevê a classificação das despesas orçamentárias com base no impacto na redução das desigualdades sociais de raça e gênero. Além disso, impede o eventual bloqueio (contingenciamento) delas.</p>
<p>“É imprescindível avançar na diminuição das iniquidades sociais”, disse a autora da proposta, deputada Reginete Bispo (PT-RS). Segundo ela, é preciso deixar claro, nos orçamentos públicos, o papel do Estado na redução das desigualdades.</p>
<p>“Esta iniciativa é oriunda da comissão de juristas instituída pela Câmara em 2020 com a tarefa de avaliar e propor estratégias para o aperfeiçoamento da legislação de combate ao racismo estrutural e institucional”, afirmou ainda Reginete Bispo.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/832913-COMISSAO-DE-JURISTAS-APRESENTA-RELATORIO-COM-PROPOSTAS-PARA-ALTERAR-LEIS-DO-PAIS-E-CRIAR-UMA-NACAO-ANTIRRACISTA">Comissão de juristas apresenta relatório com propostas para alterar leis do País e criar uma nação antirracista</a></li>
</ul>
<p>O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1960-1969/lei-4320-17-marco-1964-376590-norma-pl.html">Lei 4.320/64</a>, que trata do orçamento público, e a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/leicom/2000/leicomplementar-101-4-maio-2000-351480-norma-pl.html">Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)</a>. Também prevê metodologia de classificação, acompanhamento e avaliação de tais despesas.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
A proposta será analisada pelas comissões de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário.</p>
<p>Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/606442-conheca-a-tramitacao-de-projetos-de-lei-complementar/">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei complementar</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
    </channel>
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