Política

Relator da reforma da Previdência afirma que governo está disposto a fazer concessões

9 Comentários Anteriores

  • Escrito por: Carlos Soares

    08/11/2017, 20h23

    Deputado, não esqueça que os pobres servidores do executivo já foram duramente atingido por reformas anteriores. Não fruste nossa expectativa de diretos, já muitos estamos já em uma regra de transição.

  • Escrito por: Divalda Carmem Caleffi Benais

    09/11/2017, 08h11

    Pois é, mais uma vez os brasileiros sendo prejudicados por esta corja. Não venham me dizer que estão fazendo pelo funcionalismo público, desviando a conversa. Vocês só querem nos atingir. Aos nobres politicos, a estes sim, viagens, assessores, casas, Compra com Medidas Provisórias e outras mais. Bem, se vcs acham que nós somos idiotas, assim que devem nos chamar, não tem problema, o ano que vem vocês devem ter vergonha de vir nos pedir votos, que terão a verdadeira resposta.

  • Escrito por: Cláudia Teixeira

    09/11/2017, 08h13

    Verdade! Já estamos numa Regra de Transição, esperando "pagar esse pedágio" para aposentar. Agora vão nos impor outra regra? Regra em cima de regra? Como funciona isso? Quando vai parar?...

  • Escrito por: Kátia

    09/11/2017, 09h15

    Quem acredita em Rapunzel, papai noel e princesa Isabel? Quem acredita que a preocupação do governo e de sua base aliada é fazer reforma com intuito de igualar o setor público com o privado? Quem acredita que a economia que farão com a reforma da previdência será para investir na educação e na saúde? Se a preocupação fosse esta não teriam votado e aprovado uma reforma trabalhista que retira direitos dos trabalhadores conquistados a tempos, não teriam aprovado a PEC 241/2016, que prevê congelamento de recursos para educação e a saúde em 20 anos.

  • Escrito por: Cícero

    09/11/2017, 11h39

    Querem Reforma? então incluam TODAS as áreas: pública, judiciária, militar, política confirmando queda dos juros e inflação, (bom pra todos) e atrair mais investidores nacionais e estrangeiros desenvolvendo a economia e GERANDO EMPREGOS. Aumentem tributos sobre multinacionais, BANCOS (verdadeiros sugadores legalizados sempre com seus bilhões de lucros!), grandes fortunas, jogos, loterias, futebol, festas nacionais regionais, entretenimentos, bebidas, cigarros, supérfluos. Cobrem dos devedores contumazes, tipo prefeituras, clubes de futebol etc. Acabem com absurdos tipo "auxílio reclusão".

  • Escrito por: FERNANDO ANTONIO ARAUJO OLIVEIRA

    10/11/2017, 08h12

    A Reforma Previdenciária precisa acontecer. No entanto,deveria acontecer com a progressão de algumas regras. Por exemplo,a idade mínima de 65 anos. Por diversas vezes manifestei aos senhores políticos através do Canal Fale Conosco a minha preocupação com a imposição imediata da idade mínima de 65 anos.No Brasil quem tem mais de 40 anos tem muita dificuldade em encontrar emprego. Ademais,não estou convencido do déficit da Previdência.Se passar essa regra da idade mínima poderemos dizer que a aposentadoria por tempo de contribuição acabara para a grande maioria.O momento exige responsabilidade.

  • Escrito por: Paulo Roberto Sessa

    16/11/2017, 18h11

    Penaliza quem começa a trabalhar mais cedo. Sou servidor público, comecei a trabalhar com 15 anos. A proposta do relator foi muito dura com o servidor e exige que trabalhe durante 50 anos. Não há regra de transição.

  • Escrito por: Domingos Antonio Mantovani

    05/02/2018, 18h27

    Bem... O governo federal é o tutor dos dois regimes previdenciários federais, o RGPS-INSS, que vincula tudo quanto é funcionário, empregado e servidor eletivo, como a exemplo dos mais de 3.300 municípios do Brasil que não possuem RPPS, e o RPPS-IPREV que vincula os servidores públicos federais. Não deveria ter incluído o RGPS-INSS nessa reforma, pois o maior déficit está no IPREV-RPPS, pois logo de início o poder executivo do governo federal deixou de contribuir com 22% desde o início de 2015, e passou para 16,65%. E vai continuar a validar direitos para servidor ingressados até 31/12/2003.

  • Escrito por: Nilton Azevedo

    14/05/2018, 18h25

    Sr. Deputado para não sacrificar esta geração de trabalhadores que já foi tão explorada ao longo dos anos voces não aliviam para eles. Como sugestão para aliviar o rombo é quem se aposentar antes dos 65 anos continua a pagar a previdência até completar os 65 anos, mesmo que já tenha adquirido o direito, até as aposentadorias especiais. grato