Política

PEC estabelece obrigatoriedade de diploma de curso superior para cargo eletivo

50 Comentários Anteriores

  • Escrito por: ALAN MICHEL SANTIAGO NINA

    03/06/2016, 09h44

    Isso é um absurdo, puro elitismo. Sou a favor inclusive que pessoas analfabetas possam ser eleitas. Creio que a política se faz mais com vontade do que com formação (óbvio que a formação pode ajudar, mas não deveria ser uma condição absolutamente necessária).

  • Escrito por: Rafael

    03/06/2016, 12h52

    Para operar um paciente precisa de diploma de medicina, pra construir uma ponte precisa de diploma de engenheiro, pra dar ser juiz precisa de diploma de direito. Pra decidir sobre a vida de milhares de brasileiros basta ler e escrever o próprio nome? Que país queremos construir com políticos analfabetos ?

  • Escrito por: Luiz Gonzaga Lima de Morais

    04/06/2016, 07h19

    Na minha cidade, Patos na Paraíba, já tivemos analfabetos que foram excelentes vereadores e formados que foram um "zero à esquerda", incompetentes e subservientes. Para nós o importante é o eleitor ter consciência e escolher o que achar melhor, formado ou não.

  • Escrito por: FRANCISCO PEREIRA DE SOUSA

    04/06/2016, 08h22

    A meritocracia é válida em todos os segmentos da vida. Se os nossos governantes tivessem o conhecimento não faziam o que fizeram com o Brasil. Concordo com o projeto que já deveria ter sido incorporado na Constituição de 1988. Isto eu já cobrei no passado aos parlamentares.

  • Escrito por: Daniele Escarani

    04/06/2016, 12h07

    Apoiadissimo!!!! Administração pública é coisa para quem se capacitou, não é pra amadores com falsas ideologias

  • Escrito por: Robson Barbosa

    04/06/2016, 17h29

    Estava mais que na hora de alguém pensar nisso. É um absurdo colocar o Estado e a criação de suas leis nas mãos de pessoas sem um mínimo de qualificação para isso.

  • Escrito por: Jorge de Souza Mareco

    28/06/2016, 23h41

    a condição de curso superior não é sinônimo de honestidade, carater e idoneidade. Precisa que, alem do curso superior. Tenha o candidato, curdo de Formação Politica e Gestão Publica. Não basta somente curso superior.

  • Escrito por: Carlos Gonzaga Borges

    22/07/2016, 01h34

    Acho importante, sim, um grau superior de educação, mas muito mais importante, está a idoneidade do candidato. Importante acrescentar no Projeto de Lei, a exigência de atestado de bons antecedentes, a exemplo do que se exige dos candidatos a concurso público.

  • Escrito por: Tom Barros

    25/07/2016, 19h42

    APOIO!!! E obter um treinamento ou curso de Gestão. Precisa melhorar muito, me muitas outras coisas, mas é um começo!

  • Escrito por: Augusto Barretto

    26/09/2016, 07h53

    Parabéns pela iniciativa, faço votos que seja aprovada. Já é um grande passo.

  • Escrito por: JORGE MEDINA

    26/10/2016, 00h55

    DEPUTADO GOSTARIA QUE, O SR. EXPLICASSE O ARTIGO 3º DA PEC. NÃO ENTENDI. CASO OS JÁ ELEITOS EM CARGOS ELETIVOS SEM DIPLOMAS DE NÍVEL SUPERIOR PODERIAM SE CANDIDATAREM?

  • Escrito por: Leandro Velozo

    24/11/2016, 09h45

    Essa proposta é antidemocrática, transforma a representação política em um escrutínio censitário. Concordo com o Alan Michel, penso que todo cidadão tem direito ao voto e a ser votado. Não é um diploma superior que qualifica um político, senão a escolha do eleitorado. Uma proposta como essa aprofunda ainda mais o abismo entre a classe política e o povo.

  • Escrito por: Ivan

    24/11/2016, 10h23

    Ensino superior completo não garante caráter. Educação de base sólida sim.

  • Escrito por: SIMPLICIO SANTOS

    24/11/2016, 10h25

    Sou PLENAMENTE a favor. O país precisa de gestores públicos de qualidade em todos os níveis. Gerenciar município, Estado, União e suas Camaras Legislativas exige voto, conhecimento, competência e honestidade.

  • Escrito por: Alexandre Andrade

    24/11/2016, 10h33

    Chega de representantes analfabetos e sem instrução para fazer projetos de leis sem utilidade alguma. Precisamos de Leis concisas para o benefício do bem comum e não de projetos de leis como "Dia do Zé Mané".

  • Escrito por: Aline

    24/11/2016, 10h54

    Discordo, pois o curso superior não garante que um governante seja honesto e que tenha conduta transparente. Por isso, acredito que deve-se exigir curso formador a posteriori, após a eleição. Além disso, em um país, onde a minoria frequenta uma universidade que presta, estaríamos elitizando um processo democrático, o que é totalmente descabido.

  • Escrito por: Victor Mejia

    24/11/2016, 11h12

    CONCORDO PLENAMENTE

  • Escrito por: Paulo Henrique Figueiredo de Oliveira

    24/11/2016, 11h22

    JÁ DIGO ISSO HÁ DOIS ANOS, desde 2014! Sou o Paulo Henrique, Advogado pela OAB/MS, inscrição 20610. Estou lutando para conseguir a execução de um Projeto Suprapartidário chamado Escola de Formação de Políticos (EFP) para criar um curso gratuito de extensão, por meio de uma Proposta de Emenda Constitucional, nas Universidades de todo o Brasil, com o fim de formar cidadãos e políticos melhores para a Sociedade Brasileira a partir de uma formação apartidária, à luz da Língua Portuguesa, da Constituição Federal, da Gestão Públixa Pública e da Érica.

  • Escrito por: Regina Regina Monte

    24/11/2016, 11h23

    Não concordo. A Câmara dos Deputados é um retrato do povo brasileiro. O mais importante é ser HONESTO com Ficha Limpa do que ter um diploma.

  • Escrito por: Paulo Henrique Figueiredo de Oliveira

    24/11/2016, 11h42

    Na matéria, o Deputado tem como parâmetro o Poder Judiciário.. Agora vejam o que escrevi no Artigo Científico do Projeto EFP: "Como é de notório saber, a política é dividida em três poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. O último é o ÚNICO Poder que pode-se dizer “qualificado”, pois os protagonistas chamados de Magistrados passam, compulsoriamente, por cinco anos de provas.."

  • Escrito por: Elias Gomes

    24/11/2016, 11h44

    Discordo, acho que deveria ser exigido o diploma de ensino superior para presidente, governador, senadores, deputados federias e estaduais e para prefeitos e vereadores o ensino médio.

  • Escrito por: otto cabral mendes filho

    24/11/2016, 12h15

    não! ter curso superior não é sinal de competencia, inteligencia ou honestidade! ridículo essa pesquisa! uma lei feita para restringir o acesso das pessoas a cargos eletivos! estamos voltando para a ditadura, pior para o Império!

  • Escrito por: Roseni Mello Felipe

    24/11/2016, 12h47

    Concordo plenamente na obrigatoriedade de diploma de curso superior para cargo eletivo. O meu voto é sim!

  • Escrito por: Antonio Francisco

    24/11/2016, 12h54

    Curso superior não é sinal de honestidade e nem de competência. O argumento é fraco, ao comparar com o Judiciário onde existe concurso público e plano de carreira. O curso exigido é específico para a área: Direito. Estamos falando de eleições e não de concurso público. Nas eleições se busca representantes do povo, não apenas gestores.

  • Escrito por: Paulo RDF:.

    24/11/2016, 13h20

    Concordo somente se tiverem formação Superior em Gestão Pública e somente para aqueles com maiores notas !!! A Ficha Limpa e o Compromisso de não usar o Caixa 2 é muito mais importante.

  • Escrito por: Jullyson

    24/11/2016, 13h38

    Concordo com a exigência, porém não concordo com a abertura para qualquer especialidade. Assim como num concurso público, deve ser exigido um curso superior compatível com o cargo.

  • Escrito por: Richard_peterson

    24/11/2016, 14h17

    Concordo plenamente

  • Escrito por: Heron dos Santos Ribeiro

    24/11/2016, 14h21

    Concordo. É impossível progredir em uma país onde maior parte dos cabeça de estado não possuem escolaridade adequada aos cargos que ocupam. E eu ainda acredito que os ministros deveriam ter curso naquilo que eles atuam, pois não adianta ser formado em ED. Física e virar Ministro da Fazenda, ou em Medicina e ser Ministro da Casa Civil.

  • Escrito por: Vitor Mendes

    24/11/2016, 14h52

    Não concordo, há pessoas boas e competentes sem diploma, porém apoio que todos os políticos devem passar por um curso de habilitação para cargos políticos, um curso de formação e preparatório, tal como é exigido dos condutores de veículos.

  • Escrito por: NV CONSULTORIA

    24/11/2016, 14h55

    APOIADÍSSIMO. FORMAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA (GRADUAÇÃO OU PÓS-GRADUAÇÃO), COM PERÍODO PARA IMPLEMENTAÇÃO DAQUI TRÊS ANOS QUE DARÁ TEMPO PARA OS QUE NÃO TIVEREM FAZEREM A ESPECIALIZAÇÃO, MAS TEM QUE SER FISCALIZADO, CASO CONTRÁRIO HAVERÁ MUITA VENDA DE CERTIFICADO. INFELIZMENTE.

  • Escrito por: Rafael Rossi Silveira

    24/11/2016, 15h31

    Não... extremamente anti democrático Eu acho que as pessoas deveriam sim considerar o curriculo do candidato, mas há uma grande diferença entre isso e forçar o voto em determinada qualificação. É dizer, por exemplo, que um médico formado tem mais legitimidade e conhecimento (em gestão publica ou sobre as demandas da sociedade) para representá-la, do que um lider comunitário, talvez marginalizado e que não teve a oportunidade do estudo superior.

  • Escrito por: Renato Amaral

    24/11/2016, 16h35

    Plenamente e que seja no mínimo Bacharel em Direito!

  • Escrito por: Joao da Silva Ferreira Neto

    24/11/2016, 16h43

    Apoiado!

  • Escrito por: Elisangela Ramos

    24/11/2016, 17h28

    Eu sou totalmente a favor da peça, porque não exigir nível superior para cargos de tão escalão? Pessoas normais pra si ter um bom emprego tem que estudar muitos anos e se qualificar para merecer tal função. Então penso ser mais que certo cobrar nível superior caríssimos Deputados.

  • Escrito por: claudia marques de oliveira

    24/11/2016, 18h16

    Concordo porque so saberá administra quem tem conhecimento o resto ai só sabe e roubar e ser roubado sem compromisso com o povo só vou vota em gente capacitada a contrario anulo meu voto

  • Escrito por: Luciano Egidio

    24/11/2016, 18h49

    TODOS OS POLÍTICOS DEVERIAM SIM POSSUIR NÍVEL SUPERIOR! Até porque, são eles que "NOS REPRESENTAM". Infelizmente, já vi casos de POLÍTICOS praticamente "SEMI-ANALFABETOS" vencerem uma eleição. Todavia, imagine um REPRESENTANTE SEM FORMAÇÃO ACADÊMICA PROPONDO LEIS e PROJETOS? Não estou aqui menosprezando ninguém, pelo contrário, só acho que PELA IMPORTÂNCIA DO CARGO QUE IRÃO OCUPAR, possuir NÍVEL SUPERIOR deveria ser apenas um dos muitos REQUISITOS BÁSICOS para se tornar um REPRESENTANTE DO POVO, seja no Poder Executivo ou no Legislativo.

  • Escrito por: Marceleza

    24/11/2016, 21h43

    Acredito que o melhor caminho seria criar um curso específico voltado à gestão pública e com validade para 10 anos... E esse seria obrigatório para candidatura

  • Escrito por: Fábio Otero Gonçalves

    24/11/2016, 23h10

    Até acho louvável. Agora, haverá comprovação da qualificação através de testes, ou vão continuar apresentando "Diplomas da Galeria Pajé"??? Porque aí perde a finalidade, vira letra morta. Se todo o mundo quando concorre a um cargo numa grande empresa tem que mostrar conhecimentos e passar por psychometrics, por que não nesse caso? #FicaADica

  • Escrito por: Ana Maria Molinari

    24/11/2016, 23h27

    concordo demais! p me representar c honestidade!

  • Escrito por: Nei Inacio da Silveira

    24/11/2016, 23h38

    Não concordo. Seria mais adequado que, uma vez eleito, todo parlamentar obrigatoriamente teria que participar de um curso sobre administração pública. E o mesmo deveria se aplicar aos cargos de chefias superiores do executivo.

  • Escrito por: André Luiz Perciano Faneli

    25/11/2016, 08h45

    Sempre defendi esse requisito é outros. Assim como, regras administrativas, enquadramento carreiras. Assim sendo, teríamos menos corrupção e mais eficiência do exercício das atividades parlamentares. É inconcebível, que o jovem tem que prestar, ENEM, Vestibular, concursos. E o o Parlamentar, só é exigido, popularidade. E mesmo assim, questionasse mto a forma e meios ilícitos de se obtenção da mesma.

  • Escrito por: Jadson Satiro

    25/11/2016, 09h52

    Muito boa a ideia.

  • Escrito por: Humberto Michael M Rodrigues

    25/11/2016, 18h33

    Concordo com a ideia. Inclusive o luminoso projeto deve abranger mais ainda. A formação acadêmica deve se estender para secretários de governo, comissionados, entre outros. Parabéns!

  • Escrito por: Virgilio

    26/11/2016, 01h41

    Primeiro deveria exigir a intrgridade de CARATER, isso sim

  • Escrito por: Andre Milone

    26/11/2016, 10h25

    Não concordo. Vai elitizar o congresso e deixar de ter representantes diretos de todas as camadas da sociedade brasileira, especialmente as mais humildes e populares.

  • Escrito por: Altemar

    26/11/2016, 23h00

    Não concordo. Já vi tantos com nível superior fazer tanta asneira. Vejam o exemplo do que estamos vivendo agora no Brasil. Oa responsáveis por tantas roubalheiras, na sua grande maioria possuem diploma.

  • Escrito por: Vinicius Cruz

    01/03/2017, 14h47

    Nao concordo. Isso seria privar a democracia para a minoria, e não é esta a imagem democrática, democracia tem que ter a participação de todos desde analfabetos a doutores, pois o Brasil é de todos!

  • Escrito por: Daniel Consorte

    11/07/2017, 21h31

    EXTREMAMENTE NECESSÁRIO! Chega de toda eleição ter milhares de candidatos que apenas sabem ler e escrever e que logo quando eleitos se vendem para aqueles que sabem mais! Aos que não concordam, justificando que não será democrático, a pergunta é: PORQUE NÃO ESTUDAM?? PREGUIÇA?? Educação tem pra todos independente de classe social! Queremos ser representados por quem sabe o que etá fazendo, não por alguém que a única coisa que tem em seu currículo é simpatia e lábia pra persuadir os mais ignorantes!

  • Escrito por: Guilherme

    12/04/2018, 21h55

    Muito necessário. Também pode ser justo se instituir cotas para formados em escolas e universidades públicas, assim as minorias não deixariam de ter voz.

  • Escrito por: Jonathan Oliveira

    29/05/2018, 23h01

    Ótima PEC! O Enéas sempre batia nesta tecla: se pra ser medico, juíz, etc., precisam-se anos de estudos, por que para ser político não? Os políticos preferem criar leis de cotas para tudo ao invés de focar no mérito da pessoa, se ela é capaz ou não de exercer tal função.