CÂMARA DOS DEPUTADOS - DETAQ

Com redação final
Sessão: 146.2.52.O Hora: 15:20 Fase: BC
Orador: DIMAS RAMALHO Data: 06/07/2004




O
SR. DIMAS RAMALHO (PPS-SP. Pronuncia o seguinte discurso.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, registro com muita satisfação os 70 anos da Associação Comercial e Industrial de Araraquara, a ACIA, comemorado no último dia 30 de junho, com a realização de homenagens aos empresários desse importante setor da economia daquele Município paulista, reunião da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo, a FACESP, e palestra de seu presidente, Guilherme Afif Domingos.
Aproveito a oportunidade para cumprimentar o presidente da ACIA, Valter Merlos; o 1º vice-presidente, José Carlos Pascoal Cardoso; o 2º vice-presidente, Maria Teresa Smirne; o 1º secretário, Osvado Romio Zaniolo; o 2º secretário, Edson Carlos Alves Bezerra; o 3º secretário, Daphinis Pestana Fernandes; o 1º tesoureiro, Antônio Junquetti; o 2º tesoureiro, Mário Thuyoshi Hokama; o 3º tesoureiro, Marlene Porsani; e os diretores da área social Dorival Delbon Filho e Sérgio Bonini pelo magnífico projeto da diretoria em reestruturar a entidade, dando-lhe uma dinâmica de prestação de serviços à classe empresarial de Araraquara, por meio de programas básicosde atendimento, parcerias, e implementação de ações sociais para ampliar o relacionamento com a comunidade.
Os 70 anos da ACIA foi marcado pela sensibilidade da atual diretoria em reconhecer o trabalho realizado pelos antigos diretores, prestando-lhes homenagens e às empresas consideradas associadas mais antigas da entidade, como a Fábrica de Meias Lupo, Rádio Cultura Araraquara, Hotel Municipal de Araraquara, Escritório São Paulo de Contabilidade, Essências Crisci, José Maria Ferreira Toloi, Distribuidora Andrade de Publicações, Irmãos Ciomino, Nigro Alumínio e Palácio das Borrachas.
Sr. Presidente, esta iniciativa da ACIA em seus 70 anos valorizou o trabalho empresarial e mostrou o poder e o prestígio da categoria em Araraquara. As homenagens rendidas àqueles que em 1934 fundaram a ACIA é uma demonstração de que o trabalho rendeu frutos e que a entidade continua sendo mantida graças ao empenho dos que vieram depois, consolidando-a e adequando-a para os novos tempos.
Com aproximadamente 190 mil habitantes, Araraquara tem hoje cerca de 7 mil empresários e a ACIA, um quadro composto por 1 mil associados. Nesse sentido, a diretoria presidida pelo empresário Valter Merlos vem se empenhando em uma campanha para aumentar o número de associados, descentralizando sua administração e criando estratégias para atendimento aos empresários dos diversos corredores comerciais e setoriais da cidade. Esse projeto tem possibilitado que os empresários participem de reuniões em seus distritos, contribuindo com sugestões que serão transformadas em programa de trabalho.
Por este esforço em tornar a ACIA uma entidade cada vez mais representativa, moderna e atenta às necessidades do empresariado de Araraquara, parabenizo a atual diretoria pela grandiosa iniciativa em homenagear todos aqueles que lutaram durante os seus 70 anos de existência.
Para finalizar, Sr. Presidente, solicito que seja incorporado integralmente ao meu discurso artigo, de autoria do Sr. Dirceu de Carvalho, publicado pelo jornal O Imparcial, na edição de 4 de julho, em que écontextualizado com muito brilhantismo os 70 anos da ACIA, assim também as empresas homenageadas e os homenageados.
Muito obrigado.
MATÉRIAS A QUE SE REFERE O ORADOR


Eventos comemoram os 70 anos da ACIA


Jantar dançante, homenagens, reunião da FACESP e palestra de Afif Domingos marcaram os 70 anos da ACIA


Várias atividades marcaram o aniversário de 70 anos de fundação da Associação Comercial e Industrial de Araraquara (ACIA) durante a semana. Na quarta-feira, a cidade foi sede da 12ª Reunião dos Conselhos Diretor e Gestor da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP), com palestra do presidente da entidade, Guilherme Afif Domingos. Na noite do dia 30, realizou-se um jantar dançante no Clube 22 de Agosto, com homenagens aos diretores de empresas consideradas como associadas mais antigas da ACIA (leia box).
O presidente da ACIA, Valter Merlos, disse que um dos objetivos da diretoria é valorizar o trabalho empresarial com as homenagens, além de mostrar o poder e o prestígio da classe. Merlos entende que o ideal de alguns em 1934, continua sendo mantido graças ao empenho dos que vieram depois, consolidando a entidade e adequando-a, cada um aos novos tempos. Eleito em 13 de março de 2004, o empresário Valter Merlos assumiu a presidência com um projeto que visa reestruturar a ACIA e dar a ela uma dinâmica em sua prestação de serviços à classe, através de programas básicos de atendimento, parcerias e implementação de ações sociais que possibilitam um relacionamento mais amplo entre a entidade e a comunidade. Nosso trabalho não deve estar atrelado apenas ao empresariado; a ACIA, através dos seus associados, tem que mostrar a força que possui para defender seus interesses e ter uma participação mais significativa no seu vínculo com a cidade, diz Merlos. Sempre enaltecendo o desempenho dos dirigentes que passaram pela associação, ele enfatiza que o sucesso de uma diretoria somente é alcançado em razão do trabalho dos seus antecessores e assim, sendo, presto a minha homenagem a todos que passaram por essa casa.
Araraquara possui hoje quase 200 mil habitantes e cerca de 7 mil empresários, sendo que a ACIA mantém em seu quadro mil associados aproximadamente. Um dos objetivos da atual diretoria é intensificar uma campanha para aumentar o número de associados, pois só assim demonstraremos a força da classe e teremos condições de cumprir nossos objetivos, diz Valter Merlos. Neste sentido, uma das primeiras iniciativas da atual diretoria da ACIA foi dividir a cidade em Distritos (núcleos setoriais), descentralizando sua administração e criando estratégias para atendimentos aos corredores comerciais e setores da cidade que estão vivendo seu ciclo emergente. De acordo com Merlos, a partir de agora, serão marcadas reuniões nestes distritos para que os empresários façam sugestões que serão transformadas em programa de trabalho para os próximos três anos.
Durante as homenagens aos empresários, Valter Merlos destacou que o sonho acalentado pelos fundadores e continua sendo uma realidade; a ACIA éa bandeira que desfralda em prol de uma comunidade; sempre presente em todas as atividades de Araraquara, está na vanguarda da proteção, com justiça, de seus associados e dos segmentos que representa.

Diretoria da ACIA
Triênio 2004/2007
Presidente: Valter Merlos
1º Vice Presidente: José Carlos Pascoal Cardozo
2º Vice Presidente: Maria Teresa Smirne
1º Secretário: Osvaldo Romio Zaniolo
2º Secretário: Edson Carlos Alves Bezerra
3º Secretário: Daphinis Pestana Fernandes
1º Tesoureiro: Antônio Junquetti
2º Tesoureiro: Mário Thuyoshi Hokama
3º Tesoureiro: Marlene Porsani
Diretor Social: Dorival Delbon Filho
Diretor Social: Sérgio Bonini

Empresas homenageadas

Lupo S/A
Rádio Cultura Araraquara Ltda.
Hotel Municipal de Araraquara Ltda.
Escritório São Paulo de Contabilidade S/C Ltda.
Essências Crisci Ltda.
José Maria Ferreira Toloi – ME
Distribuidora Andrade de Publicações Ltda.
Irmãos Ciomino Ltda.
Nigro Alumínio Ltda.
Palácio das Borrachas Ltda.

ARTIGO
ACIA – 70 ANOS
Dirceu de Carvalho

Ao completar os seus 70 anos de uma existência voltada para o desenvolvimento das classes produtoras, em especial ao comércio, a indústria e aos prestadores de serviços, sem deixar de abrigar, com muita eloqüência, as entidades sociais, filantrópicas, as ONGS a ACIA impulsiona, através dos tempos, alicerçado na honradez de seus dirigentes e do seu corpo associativo, um ciclo em favor de uma cidade que é, sem dúvida alguma, marco do desenvolvimento da região central do Estado. A entidade que foi fundada no dia 30 de julho de 1934, embora, segundo as ATAS, o embrião nasceu muito antes e 30 de junho foi apenas o dia D, solene e festivo, desfruta hoje, mais do que ontem, de sua maturidade, ocupando o papel que lhe cabe na sociedade araraquarense, sendo ponto de referência para todos nós.
Dentro das comemorações dos 70 anos tivemos em nossa cidade a reunião da FACESP – Federação das Associações Comerciais de São Paulo com a presença recorde departicipantes, inclusive do Presidente Guilherme Afif Domingos que proferiu palestra A inclusão social econômica – o papel das Associações Comerciais. Em memorável jantar foram homenageados alguns empresários da nossa história, justa lembrança àqueles que foram os timoneiros do desenvolvimento do nosso comércio e da nossa indústria. É evidente que as homenagens foram às empresas que fundaram e que hoje, algumas, já estão dirigidas pela terceira e quarta gerações. Parabéns a atual diretoria pela iniciativa e a certeza de que quando dos 71 anos novas homenagens. Aliás, dentro deste raciocínio estas homenagens eram realizadas, talvez com outra conotação, mas sempre alguém ou alguma empresa era levada ao podium como incentivo aos jovens empresários ou para valorizar quem muito lutou, luta e lutarápara que tenhamos um comércio e uma indústria despontando no cenário brasileiro.
Tudo começou em 30 de junho de 1934 com a eleição de Benevenuto Colombo como o primeiro presidente da entidade. Hoje, tendo como presidente o empresário do ramo de prestação de serviço Valter Merlos a entidade caminha firme em direção dos ideais de seus fundadores, prestando inestimáveis serviços, inclusive cumprindo aquilo que o Presidente Afif disse em sua palestra – o papel das associações na inclusão social.
Tomando posse em 28 de abril próximo passado, Valter Merlos e sua diretoria traçaram, com muita competência e visão associativa, um plano de trabalho para os próximos três anos. Como inovação e dentro da melhor forma de administrar irá descentralizar as atividades da entidade, valorizando, também, os corredores comerciais e industriais que estão fora do grande centro. Assim, teremos representantes da entidade, além é claro dos diretores, na Alameda Paulista, Maurício Galli, Sete de Setembro, 36, etc., etc. As funções destes representantes é de reunir os empresários do setor, sentir das dificuldades e traze-las para discussão na entidade. Quando a idéia for em favor da cidade será levada às autoridades responsáveis para os estudos necessários. Valter tem uma folha de serviços prestados à comunidade, tendo sido Governador de Rotary, cargo que o credencia a fazer uma administração voltado para o relacionamento com as nossas autoridades e demais entidades que propugnam o mesmo perfil da ACIA – um credenciamento baseado em ações que visam melhores condições de vida de todos nós. Éevidente que o respeito a todos que construíram a ACIA nesses 70 anos deve ser a linha diretiva. Alguém ou alguma entidade não chega aos 70 anos com um patrimônio invejável, não sóem bens materiais, e sim em valores morais por acaso. O alicerce está fincado na idoneidade e no trabalho de todos que dirigiram a entidade e nos serviços prestados pelos funcionários. Respeitar o que ficou no passado é dever de todos, éprova de altruísmo, de humildade e de respeito à memória de todos que fizeram a entidade. Há razão de sobra para a euforia do Presidente Valter e de toda a sua Diretoria pelos cumprimentos recebidos pela passagem dos 70 anos. Éassim que construímos uma entidade. É assim que deixamos o nome indelevelmente marcado nos anais da casa. É o trabalho na procura do sucesso. Primeiro vamos trabalhar, vamos mostrar a nossa potencialidade e depois curtiro sucesso.
Valter Merlos é o 20º Presidente da entidade e sucedeu a SONIA MARIA CORREA BORGES, primeira mulher-empresária a assumir a presidência da entidade. Sonia esteve à frente da ACIA por três anos –abril/2001 a abril/2004. Mostrou a competência, o acendrado amor às causas que abraça, imprimiu uma linha de conduta na direção da entidade somente inerente a grandes personalidades. Jamais se curvou por interesses menos produtivos e de cunho pessoal. A proposta era a reformulação do auditório Benevenuto Colomboe isto foi cumprido pela diretoria anterior que no apagar das luzes do mandato entregou aos araraquarenses e, em especial, ao empresário, uma sala de reunião dotada de todo o conforto que a tecnologia oferece. Neste sentido, temos que ressaltar que a reforma do auditório foi idealizada pela diretoria presidida por Jorge Lorenzeti Neto. Faltou tempo e recursos financeiros para que esta meta fosse realizada, Jorge Lorenzeti Neto, que foi o 18ºpresidente da entidade, reformou toda a secretaria, desenvolveu campanhas promocionais. Em abril de 1998, para cumprir dois mandatos (reeleição) assumiu a presidência da entidade o Engenheiro PEDRO AUGUSTO LIA TEDDE. Trabalhou para que a entidade fosse reconhecida politicamente, entendendo, que não se pode administrar uma cidade do porte de Araraquara sem a presença em todos os setores de um representante da ACIA. Trouxe para a entidade a administração do sistema de estacionamento público ÁREA AZUL, Realizou campanhas memoráveis, inclusive com sorteios de carros aos consumidores e colaborou com a Polícia Militar. Foi em sua gestão que o Posto da Junta Comercial foi instalado em Araraquara e que inicialmente funcionou na própria sede da entidade. Editou o primeiro book mostrando o potencial de Araraquara, o sistema de águas, esgoto, sua qualidade de vida, o grau cultural da cidade, suas faculdades, etc., etc. em parceria com a Prefeitura Municipal. O lançamento deu-se no Teatro Municipal e depois em São Paulo para os empresários interessados em conhece a cidade. Hoje o Posto, que deverá ser elevado a Escritório daJunta, funciona junto ao Sindicato dos Contabilistas de Araraquara. As entidades do comércio de Araraquara tiveram uma outra dinâmica de trabalho com a ascensão do grupo liderado por JOEL ROBERTO ARANHA e IVO DALLACQUA JUNIOR na década de 80. Inicialmente com a eleição de Ivo para presidente do Sindicato do Comércio Varejista. Em abril de 1984 JOEL ROBERTO ARANHA foi eleito presidente da ACIA e em junho daquele ano a entidade comemorava seus 50 anos de uma existência colorida. Joel comandou a entidade até 1989 e o seu sucessor foi IVO DALLÁCQUA JUNIOR. Foi uma experiência de ver as duas entidades com o mesmo presidente. Ainda presidiram a entidade, cada um com uma linha de trabalho, com uma filosofia administrativa, mas sempre na procura de uma Araraquara melhor: Benevenuto Colombo, Índio Brasileiro Borba, Gentil L. Martins, Rômulo Lupo, Orlando Da Valle, Mario Barbugli, André Lia, Francisco Pedro Monteiro da Silva, Roberto José Fabiano, Clodoaldo Medina, Jovenil Rodrigues de Souza, Vicente Michetti, Aparecido Dahab e Péricles Medina. Rômulo Lupo e Clodoaldo Medina foram Prefeitos de Araraquara por dois mandatos.

HOMENAGEADOS

PALÁCIO DAS BORRACHAS
Armando Paschoal

O Palácio das Borrachas Ltda. teve origem no ano de 1951 quando o sócio principal, Armando Paschoal, instalou-se com um grupo de amigos em Araraquara, com o objetivo principal de tornar-se como de fato ocorreu, pioneiro no comércio de artigos de borracha em geral. Assim, a firma lançou-se no mercado e em pouco tempo ganhava a confiança dos consumidores.
Com o crescimento dos negócios mudou-se para um lugar mais amplo, tornando-se a mais completa loja do interior de São Paulo. O estímulo do mercado não parava aí, pois além do comércio local, com uma procura cada vez maior, expandiu-se no atacado cobrindo quase todo o interior paulista. Não restava, pois ao Palácio das Borrachas, outra alternativa se não crescer cada vez mais.
Foi assim que, ao impulso cada vez mais acentuado no mercado, aliado ao espírito empreendedor e progressista de Armando Paschoal, foi que no ano de 1976, adquiriu e transferiu para o local onde está ainda hoje, a rua 9 de julho nº 1418, numa área de 2300m2, espaço amplo, dadas as constantes expansões que o crescimento atingiu naquela época. A transferência para a nova sede permitiu que a expansão não se restringisse apenas ao "físico", mas também se estendeu para a linha de produtos.
Hoje o Palácio das Borrachas situa-se como a mais antiga e respeitada casa do ramo do interior de São Paulo, sob a direção do incansável Diretor Presidente Armando Paschoal, que dentro das suas atividades junto a nossa comunidade foi um dos fundadores do Clube Náutico e também presidente da 1ª FAIRA - Feira Agroindustrial da Região de Araraquara, em 1971, hoje a nossa Facira.

ESCRITÓRIO SÃO BENTO DE CONTABILIDADE
Lourival Letício
Fundado em 14/03/1943, por Achiles Adérico Bazone e Salvador Martins Bonilha, o Escritório São Paulo de Contabilidade, permanece até hoje com esse mesmo perfil tão tradicional em Araraquara. Ao longo do tempo prestou serviços para empresas importantes como "Construtora Boaventura Gravina", Nigro", "Smirne", "Graciano R. Affonso", e tantas outras.
Foi sempre pioneiro em tecnologia, equipamentos e serviços, sendo o primeiro escritório informatizado da cidade e região e com 61 anos de existência, tem na verdade uma história marcada pela passagem de mais de mil funcionários pela empresa, contribuindo não só para a formação profissional de cada um, mas também como pessoa, pois o escritório é tido com uma "escola".
Hoje conta com uma equipe de 60 funcionários, instalações amplas e modernas, com toda estrutura para o melhor atendimento, na Rua Padre Duarte, 1205, no centro.
Aqui representado pelo empresário contábil Lourival Letício, sócio do escritório desde 1953, que durante todo tempo desempenhou um papel importante no lado social, encaminhando e formando profissionais para diversas áreas de trabalho junto aos clientes e empresários, contribuindo para fazer de todos uma grande família.
Escritório São Paulo, 60 anos fazendo história e nessa história está presente Lourival Letício a quem homenageamos nesta noite.

OFICINA MECÂNICA TOLOI
José Toloy

A Oficina Mecânica Toloi, foi fundada em 1943 na Rua Aurora, 1868 por José Toloy, e la ficou estabelecida por 3 anos. José Toloy construiu seu próprio barracão, na Rua Expedicionários do Brasil, 1076, onde passou a prestar seus serviços para Empresa Cruz. Na época seu filho mais velho (José Maria Ferreira Toloi) começou a ajudá-lo.
Com o tempo, seu filho aprendeu e se especializou no mesmo ramo que seu pai, e isso ajudou-o nos estudos, não apenas nos seus estudos mas também na educação de seus três irmãos e irmãs. Trabalhando cursou a Escola de Comércio, sendo formado em Contabilidade. Mas não seguiu carreira pois em seu sangue estava, continuar aquilo que seu pai construíra com tanta luta.
Casou-se com Ivone Carmem Cardoso, tendo o casal três filhos - Silvia Helena, Carlos Alberto e Ana Maria. Sua vida profissional sempre esteve voltada para o conserto de veículos. Assim, em 1972 seu pai decidiu que já estava certo de que ninguém melhor que seu filho Zezinho (José Maria Ferreira Toloi) seria seu sucessor, passando então a Oficina de José Toloy para seu filho José Maria Ferreira Toloi. Seu pai José Toloi faleceu em 1974.
Zézinho, como é conhecido sempre dedicou-se com competência, honestidade, orgulho, respeito e satisfação. Tudo na verdade que seu pai, mestre, amigo e companheiro lhe ensinou. A arte de Mecânica Geral.

DISTRIBUIDORA ANDRADE DE REVISTAS
Abelardo Maria de Andrade

Nasceu em 1921 em Araraquara, filho de Frâncisco Maria de Andrade e Maria de Jesus Andrade, comerciantes nesta cidade desde a vinda de Portugal. Desde pequeno ajudava seus pais no armazém, indo cursar a faculdade de Ciências Contábeis na Fundação Álvares Penteado, em São Paulo.
Formado, depois de trabalhar durante três anos em São Paulo, Abelardo voltava para Araraquara, entrando como sócio em uma livraria com seu cunhado Walter Antonio Campana. Em 1950, játrabalhando com revistas e jornais em sua livraria, compra a parte do seu sócio, ficando único proprietário da Livraria São Bento.
Após alguns anos, vende a livraria, e fica com a distribuição de jornais e revistas, representando a Editora Abril em Araraquara. Foi em 1975, que o seu filho Ricardo, começou a trabalhar na empresa, tornando-se sócio da distribuidora.
Após ser premiado por diversos anos seguidos pela Editora Abril, como um dos melhores Distribuidores do país, passou a partir do ano 2000, a distribuir revistas também, para a cidade e região de Matão.
Reconhecendo a qualidade de seu trabalho, a Editora Abril passou, a partir deste ano de 2004, a distribuição de suas revistas na cidade e região de Catanduva para a Distribuidora Andrade, tornando-se uma distribuidora Regional.
Até os duas atuais, Abelardo continua participando ativamente da empresa, constituindo-se num empresário dos mais respeitados pelo seu pionerismo e enorme visão que consolida seus ideais e de todos os familiares e funcionários, considerando-o um eterno pai.

NIGRO ALUMÍNIO LTDA.
Francisco Nigro

Nigro, a família que deu origem a este grande empreendimento industrial tem seu nome associado a vários pioneiros espalhados pelo mundo, que começaram as suas atividades em um fundo de quintal.
A história do sucesso da Nigro iniciou-se na década de 40. Araraquara, naquela época, já impressionava aos que aqui passavam. Despontavam indústrias de porte. Muitos se impressionavam, mas poucos tinham a coragem de definitivamente se estabelecer.
Em 1941, Arcângelo Nigro veio para Araraquara com seus filhos, procedente de Itápolis, onde era estabelecido há alguns anos com Agência Ford, Oficina e Posto de Gasolina. Em 10 de agosto de 1943, estabelecia-se na Avenida Osório, com uma Oficina de Funilaria, mediante a compra de sucata da Prefeitura.
Sentindo as necessidades do período da 2ª Guerra Mundial, transformou sua Oficina em uma pequena Fábrica de Utensílios Domésticos. Em 1944, a Indústria Nigro transferiu-se para a Rua São Bento e começava projetar-se no ramo varejista.
Com a dificuldade na obtenção de ferro, folhas de flandres, e dada a escassez do mercado, dedicou-se exclusivamente à linha de artefatos de alumínio e lançar as panelas de alumínio fundido, grossas e de alta resistência e durabilidade que foram registradas com o nome de "Eterna", consagrando-se definitivamente no mercado. Surge o slogan - "Nigro Qualidade em alumínio"
As dificuldades pós-guerra ainda eram grandes, mas com a ajuda de seus filhos, Arcângelo Nigro, percebendo que o empreendimento necessitava de mais espaço para atender ao crescimento constante, passou para as instalações próprias, na Avenida Monteiro Lobato (atual Avenida Arcângelo Nigro).
Em 1956,. a firma transformou-se em limitada, tendo como sócios, seus filhos: Pedro, Francisco e Hugo. Nascia a "Arcângelo Nigro e Filhos Ltda.".
Iniciou-se então, uma nova era de Indústrias Nigro. Em 1974, com ele, as primeiras exportações e o reconhecimento internacional dos produtos fabricados pela Nigro.
Hoje a Nigro está instalada em área com mais de 18.000 metros quadrados e contando com um quadro de aproximadamente 250 funcionários. Vem a tecnologia sem perder o carinho artesanal de seus fundadores. A indústria hoje coloca no mercado quase 400 tipos de produtos.

ESSÊNCIAS CRISCI LTDA.
Marcos Henrique Crisci

Uma fábrica de aromas para balas, doces, refrigerantes e extratos para bebidas. Era isso mesmo que sonhava Henrique João Baptista Crisci, podendo tornar realidade essa sua vontade no dia 01 de janeiro de 1944. Henrique nasceu em 30 de junho de 1906 em São Paulo. Foi casado com Ruth Rodrigues Ramos Crisci e faleceu em 10 de dezembro de 1982, aos 76 anos de idade.
No dia 1º de julho de 1967 a empresa passou a ser dirigida por Marcos Henrique Crisci, seu filho nascido em 30 de novembro de 1944, que tornou-se um dos nomes mais respeitados entre os empresários da cidade. Marcos Crisci, casado com Dulce Simões Crisci, é formado em Química pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Araraquara - UNESP, com Título de Bacharel e Licenciando.
É pai de Marcos Henrique Crisci Filho, cirurgião plástico e Fernando Simões Crisci, cirurgião dentista, com especializaçào e mestrado em Endodontia.
A Essências Crisci está situada na Rua Gonçalves Dias, nº 682, no centro, em Araraquara, desde a sua fundação, sendo que em sua atividade foi acrescida a fabricação de Produtos Aromáticos e a linha completa para Fabricação de sorvetes, inclusive embalagens.
Está prevista para o início de 2005, a mudança de suas instalações para a unidade que vem sendo construída no 8º Distrito Industrial de Araraquara.

IRMÃOS CIOMINIO LTDA.
José Carlos Ciomino

José Carlos Ciomino, nasceu em 6 de abril de 1936, formado contabilista pela Escola Técnica de Comércio de Araraquara, casado com Maria Aparecida Cerne Ciomino, tem um passado de muito trabalho dentro da nossa comunidade.
Após o falecimento do seu pai, Miguel, José Carlos Ciomino assumiu a gerência da Indústria Irmãos Ciomino Ltda., onde vem trabalhando e produzindo os refrigerantes que são conhecidos pela sua impecável qualidade. A Mimosa do Ciomino escreveu seu nome na história.
Em janeiro de 99, os Irmãos Ciomino iniciaram o engarrafamento dos seus refrigerantes em embalagem Pet 2 litros, constituindo-se num passo importante para modernização da empresa. Para ele, um dos momentos de maior emoção foi poder contar com a participação das filhas Gina Márcia, que assumiu a gerência administrativa e Vanderléia, na função de gerente de produção e qualidade.
A história da família Ciomino na verdade tem início em 1901 quando Carlos Ciomino desembarcou no Brasil vindo da Itália, acompanhado da mulher Ana Delboni e mais 8 filhos, entre eles Miguel, om 5 anos de idade. Atéaos 34 anos de idade, Miguel morou na Usina Tamoio, casou-se com Angelina Onofre e com quem teve 8 filhos; em 27 mudou-se para Araraquara, adquiriu fórmulas para a fabricação de cerveja e refrigerantes, fundou a Cervejaria Progresso na avenida 7 de Setembro esquina da Padre Duarte, passando depois para a Rua São Bento, 1377; continuou na São Bento, montando a indústria na esquina da Barroso.
Em 1962, já com a indústria em nome dos filhos, foi construído o prédio da Barroso esquina da rua Expedicionários do Brasil onde encontra-se até hoje. Miguel Ciomino faleceu em 1964. Seu filho, José Carlos Ciomino aqui está- 68 anos de idade, recebendo essa homenagem da ACIA, como um dos empresários que ajudou a escrever a história da indústria em Araraquara.

MEIAS LUPO
Liliana Aufiero

A história da Lupo confunde-se não apenas com a da cidade de Araraquara, onde nasceu e que é a sua sede até hoje, mas com a própria história da industrialização no Brasil. A empresa, atualmente a maior fabricante de meias do país, é uma indústria totalmente brasileira, e possui um forte componente de tradição, associado à imagem de qualidade e credibilidade.
Tudo começou quando o italiano Henrique Lupo, desembarcou no Brasil com a família em 1888 e estabeleceu-se em Araraquara. Como todo imigrante seu sonho era ter um negócio próprio. De início, abriu uma relojoaria que funcionou por vários anos. Mas em 1921, a família Lupo resolveu mudar de ramo: passou a fabricar, quase artesalmente, meias masculinas de algodão.
Nesse começo de atividades as instalações constavam de apenas duas máquinas na própria sala de visitas da casa, onde, a princípio trabalhavam membros da família Lupo. O negócio prosperou e o empreendimento foi ganhando proporções.
83 anos depois, os atuais dirigentes atribuem o crescimento da Lupo a um binômio básico, que sempre norteou a companhia - qualidade e pioneirismo, conceitos que são mantidos até os dias atuais em que está a frente da empresa a engenheira civil Liliana Aufiero, neta do fundador Henrique Lupo, que foi escolhida para ser ser a diretora superintendente em 1993, assumindo a presidência da Lupo S/A em 1999.
Hoje com 2.000 mil funcionários é líder nacional em meias, tem 90 franquias nos melhores shoppings do Brasil, exporta para América do Sul e Central, Estados Unidos, México, Inglaterra, França e Portugal, produzindo 60 milhões de pares e um faturamento em 2003 de 156 milhões de reais.
Liliana Aufiero, é a nossa convidada para o recebimento desta homenagem: engenheira civil, mestrado em engenharia civil, pós graduação na Fundação Getúlio Vargas.
HOTEL MUNICIPAL
Joaquim Palomino Rodrigues

É emocionante falar do Hotel Municipal de Araraquara e há nisso tudo uma grande dose de saudade, pois dentro da sua prestação de serviços o Hotel Municipal transformou-se num marco histórico em função não apenas da qualidade no atendimento, mas principalmente pelos personagens que por ele passaram ao longo do tempo e são nada mais nada menos que 70 anos aproximadamente.
E quando se fala do Hotel Municipal, logo se imagina Joaquim Palomino pois os dois - estão inseridos num contexto só, de qualidade e também de respeito a nossa cidade. Não há como diferenciar, distanciar os dois - Palomino do hotel e vice versa, pois os dois se conhecem desde o dia primeiro de maio de 1951, quando Palomino começou a trabalhar com dona Maria Rodrigues, então proprietária do hotel. Nos anos 70, Palomino assumiu definitivamente o Municipal e onde permanece até hoje.
Natural de Taquaritinga, Palomino aqui viveu quase toda sua existência; construiu sua vida profissional, casou-se com Mirna Campos, quatro filhos - Joaquim, Douglas, Geórgia e Emanuela. Merecidamente tornou-se cidadão araraquarense, um dos fundadores do Clube Náutico, onde vários anos ocupou o cargo de diretor social.
Nesta noite, Palomino não pôde estar presente sendo representado pelo seu filho Joaquim.

RÁDIO CULTURA ARARAQUARA
Roberto Montoro

Roberto Montoro nasceu em Araraquara, no dia 12 de abril de 1929, avenida 07 de setembro, filho caçula de Rafael e Amália Montoro.
Talvez, quem sabe, Roberto Montoro, ao nascer, recebeu a benção de Seheiah, o anjo da comunicação, que já pairava por Araraquara, porque nesta época eram feitos os primeiros testes de transmissão radiofônica, que em 1932 acabariam por originar a Rádio Cultura AM.
1934: Getúlio Vargas é eleito presidente da República; na capital paulista a USP é fundada; e nasce a Associação Comercial e Industrial de Araraquara.
Neste ano, Roberto Montoro estava completando 05 anos de idade e curiosamente, soubemos pelos registros do historiador Rodolpho Telarolli, que na data de seu aniversário, 12 de abril, os então proprietários da Rádio Cultura recebiam, na Europa, cartas de seus familiares dizendo:
"Todos gostam da rádio e é freqüentemente visitada",
"A PRD-4 continua irradiando e já tem diversos anúncios, a orquestra já tocou lá. Ela está progredindo, vai muita gente tocar, e algumas pessoas também cantam",
Sua paixão pelo rádio, era nítida já aos seus 10 anos. Uma das fotos da época mostra Montoro, feliz e com seus olhos brilhantes, exibindo o rádio da família, sintonizado nos 1373 Khz da Rádio Cultura AM, ouvindo o rádio teatro. E neste mesmo ano, 1939, a PRD-4 filia-se a ACIA.
As dificuldades que abalaram o Brasil, no período da 2ª Guerra Mundial, fizeram com que muitos araraquarenses, inclusive a família Montoro, se obrigassem a mudar para a Capital, em busca de melhores oportunidades. E foi, em São Paulo, que Roberto Montoro pôde transformar seu amor pelo rádio em trabalho, e isto foi uma constante na sua vida!
As agências de propaganda, não apenas criavam peças publicitárias, como atualmente se faz, elas eram também, por exemplo, responsáveis pela produção, direção, e comercialização das novelas radiofônicas.
Em 1952, através da Agencia Standard Propaganda, Roberto Montoro entrou para a comunicação, usando sua criatividade, inteligência e tino comercial, que fizeram com que rapidamente seu nome estivesse associado aos mais felizes momentos artísticos e publicitários desta atividade no Brasil.
Em 1955, dois acontecimentos marcam a vida de Roberto Montoro.O primeiro, de aspecto pessoal: seu casamento com Maria Ignêz, a esposa amorosa que sempre soube apóia-lo por toda vida, com quem teve 03 filhos, Maria Amália, Roberto e Maria Agnes.
O segundo, um convite profissional, o fez sair da Standard Propaganda, para a Agência Reclan, que o projetou, definitivamente, no setor publicitário nacional.
Mesmo não aceitando mudar-se de São Paulo para o Rio de Janeiro, em 1958, foi trabalhar como Diretor Comercial da TV RIO, canal 13, emissora que era co-irmã da TV Record de São Paulo.
Nos revolucionários anos 60, embalados aos sons do Rock n Roll, Jovem Guarda, Bossa Nova e Tropicália, obteve repercussão nos meios publicitários e artísticos a contratação em 1963 pelas TVs Globo e Paulista de dois renomados profissionais: Walter Clark e Roberto Montoro. Enquanto Clark assumiu a direção executiva da emissora carioca, Montoro acumulou as funções de Diretor Geral e Comercial das TVs Globo, além da direção das Rádios Nacional e Excelsior em São Paulo. E nos 5 anos que esteve no comando da Organização Globo de Rádio e TV, edificou os alicerces para torná-la líder de mercado e que fez dela uma das melhores emissoras de televisão do mundo.
1968, Roberto Montoro pede demissão do cargo, explicando ao seu amigo e patrão Roberto Marinho, que a TV Globo já estava estruturada e aquele era o momento dele montar seu próprio negócio.
1969, o ano da ousadia...O homem chegava à lua, as ondas tropicais, da rádio Cultura, alcançavam a Finlândia e a Suécia, e Roberto Montoro comprava sua primeira emissora de rádio em São Paulo e a sua segunda em Araraquara, respectivamente Rádio Santo Amaro AM e Rádio a Voz da Araraquarense AM.
Mas em 1970 mudariam de nome: aqui em Araraquara a Rádio Voz passou a chamar Rádio Morada do Sol, e em São Paulo, usando mais uma vez sua criatividade, inteligência e experiência, Roberto Montoro criou a Rádio Mulher... Voltada para a mulher, feita por mulheres, uma novidade, condizente com a época, da emancipação da mulher, mas com muito charme, que até uma equipe esportiva que narrava futebol, tinha.
E foi neste momento que seu único irmão Antonio Bruno Montoro, passou a ser seu sócio e administrar, de forma impecável, e que muito contribui para os negócios que estavam por vir.
Apesar de ter seus pais e parentes morando aqui, comprar a Rádio Voz significava seu retorno a Araraquara.
Em 1976 a Rádio Cultura transforma a freqüência modulada, que já estava no ar desde 1949, na primeira emissora de FM estério do interior do Brasil, mas Roberto Montoro já possuía a concessão para a implantação da primeira emissora de televisão geradora do interior do Brasil, com programação própria, inaugurada em 1979, como Canal 9, juntamente com a Rádio Morada do Sol FM.
Nos anos 80, amplia seus empreendimentos, adquirindo uma emissora em São Sebastião, litoral norte paulista, que também passa a chamar Rádio Morada do Sol FM. A TV Morada cresce sua área de cobertura implantando repetidoras nas principais cidades do interior de São Paulo. E a ACIA comemora jubileu de ouro... 50 anos dedicados a industria e ao comércio em 1984!
Nos anos 90 a Rádio Cultura muda suas instalações do tradicional edifício da Avenida Espanha, para a Avenida Feijó 583, deixando para trás, por exemplo, seu auditório que ecoou durante quase meio século histórias da glória do rádio brasileiro, que tanto fascinaram os araraquarenses como Roberto Montoro.
Nestes mesmos anos 90, cai o muro de Berlim e sobem para o satélite, as imagens da Rede Mulher de Televisão, transmitidas para todo o Brasil. A TV Morada do Sol mudara de nome, mudara de roupa, mas continuava araraquarense, falando mais alto e vista por todos.
Fins do século 20, início do 21, há o que mudar...
Montoro vende um sonho, sua emissora de TV aberta. Só que o idealista não pára, moderniza-se, consegue então, a concessão para instalar a partir de Araraquara, e mais 42 municípios do interior paulista, a SuperTV, uma emissora para assinantes, com alta tecnologia digital. E nos primeiros meses do novo século, Roberto realiza seu sonho de criança: adquiri a Rádio Cultura AM, FM e OT...
Hoje, na Avenida Bento de Abreu, em Araraquara suas 3 empresas, Rádio Morada do Sol, Rádio Cultura e SuperTV oferecem a sua terra natal entretenimento, informação, prestação de serviço e geração de empregos.
Associação Comercial e Industrial de Araraquara, 70 anos.
Rádio Cultura Araraquara Ltda, 72 anos.
Roberto Montoro, Araraquarense, 75 anos.
Três histórias em uma só!