• 1/7

    Deputado Rodrigo Maia, presidente da Câmara: “Com 100% na relação dívida-PIB, é claro que as reformas vão precisar ter outro tamanho, não apenas sobre economia, mas também sobre a qualidade dos gastos públicos.”

  • 2/7

    Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central: “Temos que gastar, sim, com a questão sanitária, com a questão humanitária e social, mas é preciso que esses gastos, que são bastante grandes, sejam temporários e que não surjam aí gastos permanentes.”

  • 3/7

    Nísia Trindade Lima, presidente da Fiocruz: “A saída – e não será a curto prazo – é o desenvolvimento de uma vacina, e a nossa instituição está participando tanto da pesquisa quanto dos debates dos painéis de possíveis vacinas candidatas.”

  • 4/7

    Marcia Castro, pesquisadora da Universidade Harvard (EUA): “O Brasil ainda tem a oportunidade única de mostrar como a estrutura da atenção básica que já existe no País pode fazer a diferença na resposta a essa pandemia.”

  • 5/7

    Paulo Chapchap, diretor geral do Hospital Sírio-Libanês: “Se conseguirmos proteger a vida de uma forma mais eficiente, o impacto na economia vai ser menor. Senão vamos ter um platô permanente com medo e comportamento instruído pelo medo.”

  • 6/7

    Deputado Dr. Luiz Antonio Teixeira Jr., coordenador da Comissão Externa de Ações contra o Coronavírus: “Temos um país com falta de informação. Até hoje o painel de leitos do Ministério da Saúde não tem efetividade. Nós precisamos de mais informação. Nós precisamos de trabalho e principalmente de união.”

  • 7/7

    Deputada Carmen Zanotto, relatora da Comissão Externa de Ações contra o Coronavírus: “Agora mais do que nunca, precisamos reconhecer saúde como investimento, mesmo sendo item de despesa, fortalecendo a rede prestadora de serviço, os hospitais filantrópicos, as Santas Casas.”