Benedita da Silva (PT-RJ): “É importante sinalizar que nas discussões com movimentos sociais há a necessidade de se ter um fundo nacional único e exclusivo para as políticas de proteção às mulheres.”
Jandira Feghali (PCdoB-RJ): “É preciso que a gente faça uma grande campanha pelo 'cumpra-se' da Lei Maria da Penha. Essa discussão é cultural, ideológica e de relação de poder.”
Maria Rosas (Republicanos-SP): “O feminicídio é um tema que exige um olhar atento além do momento extremo; tratamos de uma realidade que se constrói ao longo do tempo em relações de agressões sucessivas.”
Ana Pimentel (PT-MG): “O ódio às mulheres não pode ser conteúdo; ele se tornou estruturante nas redes sociais, que permitem que essa humilhação seja monetizada e gere lucro.”
Delegada Katarina (PSD-SE): “Nós precisamos sair daqui com encaminhamentos. Essa causa não tem partido, é uma pauta de humanidade, segurança e responsabilidade do Estado.”
Carla Dickson (União-RN): “Precisamos quebrar o ciclo da violência pela empregabilidade. Ensinar essas mulheres a terem seu próprio recurso para saírem de perto do agressor.”
Delegada Ione (Avante-MG): “Eu vi mulheres com medida protetiva na mão, mas sem proteção na prática. O Estado precisa chegar antes da tragédia.”
Professora Marcivânia (PCdoB-AP): “Apresentei projeto que institui a Política Nacional Integrada, reconhecendo que o feminicídio não é apenas um problema penal, mas social e econômico.”
Flávia Moraes (PDT-GO): “Se a lei está boa, precisamos colocá-la para valer. Precisamos educar homens e mulheres nas escolas para conviverem respeitando as diferenças.”
Maria Arraes (Solidarieda-PE): “Qual é a polêmica em criminalizar o ódio contra as mulheres? O feminicídio é o reflexo desse ódio que precisamos combater desde a infância.”