• Maria do Rosário (PT-RS): “Marielle Franco e Anderson tornaram-se símbolos na vida de todos aqueles e aquelas que buscam justiça no Brasil.”
  • Talíria Petrone (Psol-RJ): “É tarefa deste Parlamento ratificar a prisão de um deputado federal que tem nas costas a execução de uma mulher negra, da favela, eleita.”
  • Agatha Amaus (viúva de Anderson): “O estado mata e mente, e oculta, e acaba com a família. Até agora as respostas que foram dadas não foram suficientes.”
  • Benedita da Silva (PT-RJ): “A Marielle foi executada por ser uma mulher forte, compromissada com a cidade do Rio de Janeiro, compromissada com a favela, com a democracia.”
  • Gleisi Hoffmann (PT-PR): “Quiseram calar Marielle, quiseram calar Anderson, mas ao calar não sabiam que estavam dando voz mais forte àqueles que combatem a injustiça.”
  • Silvio Almeida, ministro dos Direitos Humanos: “Marielle Franco virou um símbolo nacional, virou uma prova da nossa capacidade de se organizar e resistir às barbáries que esse País nos perpetra.”
  • Lígia Batista, diretora-executiva do Instituto Marielle Franco: “É fundamental manter a mobilização para pedir a condenação dos responsáveis. Esse caso não se encerrou.”
  • Paula Coradi, presidente nacional do Psol: “Apesar de revelar os mentores intelectuais desse crime político e brutal, ainda nos deixam perguntas: por que seis anos de espera?”
  • Erika Hilton (SP), líder do Psol: “É brutal, é chocante, é assustador, é desolador, mas nós não abaixamos a cabeça. Nós somos semente da luta histórica que é Marielle.”
  • Jandira Feghali (PCdoB-RJ): “É sórdido ver o agente da polícia envolvido na trama e na obstrução da justiça. Já sabemos quem atirou. Já está claro quem mandou, mas o porquê ainda precisa ficar claro.”
  • Lídice da Mata (PSB-BA): “Aqueles que assassinaram Marielle tentaram torná-la invisível, calar a sua voz, mas para espanto deles a voz de Marielle se transformou na voz de milhares de pessoas.”
  • Reginete Bispo (PT-RS): “A morte de Marielle foi uma tentativa de silenciar as vozes que historicamente vêm se levantando contra a violência brutal presente na estrutura do estado.”