• Elmar Nascimento: “Não é um aumento de orçamento, mas que o novo governo tenha o mesmo orçamento que o atual governo teve para que ele possa tocar as políticas públicas.”
  • Tiago Mitraud: “Somente aumentar o tamanho do Estado gera inflação. Isso desestabiliza os indicadores econômicos do País, gerando desemprego. Isso leva a um aumento da maior parte da população que vive em situação de miserabilidade.”
  • Marcelo Ramos: “Nós estamos falando de um País com 21 milhões de brasileiros e brasileiras que vivem do Auxílio Brasil, o futuro Bolsa Família. É para esses brasileiros que nós estamos nos esforçando para aprovar a PEC.”
  • Hildo Rocha: “Alguns chamam de ‘PEC da gastança,’ mas eu prefiro chamar de ‘PEC da poupança futura’, porque ela vai ser usada na área social e daqui a 20 anos teremos uma sociedade mais igual e gastaremos menos.”
  • Bira do Pindaré: “Quem vota contra esta PEC está votando contra o Bolsa Família, está votando contra o reajuste do salário mínimo, contra o Programa Farmácia Popular, contra as universidades.”
  • Sâmia Bomfim: “Não é verdade que haja um exagero no estouro do teto de gastos: primeiro, porque o próprio Paulo Guedes furou por quatro vezes o teto de gastos; segundo, porque é uma regra fiscal que precisa ser revista.”
  • Joenia Wapichana: “Esta PEC é de interesse da população brasileira. É de interesse público do País para atender as pessoas em situação de vulnerabilidade.”
  • Darci de Matos: “O compromisso com as pessoas desnutridas, com as famílias que passam fome no Brasil, passa pela aprovação da PEC, sobretudo do Auxílio Brasil.”