• Capitão Alberto Neto (PL-AM): “Hoje estamos fazendo outro dever de casa, que é utilizar o recurso da Petrobras e da venda da Eletrobrás e voltar para quem mais precisa neste momento difícil de inflação, neste momento de guerra.”
  • Jandira Feghali (PCdoB-RJ): “A oposição deu voto favorável porque sempre defendeu o auxílio emergencial de R$ 600, mas nós não podemos aceitar esse cheque em branco, porque nós não sabemos o que o estado de emergência pode causar a este País.”
  • Kim Kataguiri (União-SP): “Esse aumento de 30%, 33% no auxílio não vai adiantar absolutamente nada. E não vai adiantar absolutamente nada por uma razão muito simples: a inflação.”
  • Darci de Matos (PSD-SC): “Nós do Parlamento trabalhamos por todos os brasileiros, mas o nosso foco, as nossas energias têm que ser dirigidas principalmente para quem tem menos, para o hipossuficiente, para os trabalhadores.”
  • Reginaldo Lopes (PT-MG): “Esta legislatura vai ficar marcada na história porque está dando um cheque em branco para um governo que nunca teve apreço pela democracia.”
  • Aline Sleutjes (Pros-PR): “Eu tenho certeza de que, a partir de agora, aquele povo que está em vulnerabilidade e com dificuldade passará a ter um alento com melhorias na renda.”
  • Pedro Paulo (PSD-RJ): “Tudo isso está sendo feito para justificar a quebra de regra fiscal, que abala o fim das expectativas dos agentes econômicos. Também pelo estado de emergência e por essa imprevisibilidade, criamos uma quebra da regra eleitoral. Isso é gravíssimo.”
  • Gustinho Ribeiro (Republicanos-SE): “Esta Casa tem feito um esforço concentrado para aprovar essa matéria, que vai garantir o auxílio de R$ 600 reais a milhões de brasileiros que estão precisando. Vamos garantir um apoio financeiro também aos caminhoneiros.”
  • Hildo Rocha (MDB-MA): “Há no Brasil inteiro 18,5 milhões de famílias aguardando a nossa decisão de aprovar essa PEC, que vai levar mais recursos para as pessoas que estão necessitando de apoio do governo federal neste momento de crise.”