• 1/10

    Deputado Dr. Luiz Antonio Teixeira Jr., coordenador da Comissão de Ações contra o Coronavírus: “O que não pode acontecer é não chegar medicamento na ponta, porque os gestores têm medo de comprar medicamento fora do preço, com razão. Estamos falando de itens específicos. Esses itens precisam ser solucionados.”

  • 2/10

    Deputada Carmen Zanotto, relatora da Comissão de Ações contra o Coronavírus: “Os gestores não estão adquirindo [medicamentos] não é por falta de recurso. Não estão adquirindo porque eles poderão responder, em um futuro próximo, aos órgãos de controle externo.”

  • 3/10

    Leonisa Obrusnik, em nome da Associação Nacional de Hospitais Privados: “Dentro dos medicamentos de sedação, três drogas estão em falta. 82% dos hospitais referiram que elas não estão sendo localizadas para compra. Esses produtos estão com aumento próximo a 200%.”

  • 4/10

    Heber Dobis Bernarde, consultor do Conass: “Pelo menos 11 medicamentos estão em falta em mais da metade das secretarias. Isso é muito grave. A falta de medicamentos para sedação, anestesia e medicamento para relaxamento muscular podem inviabilizar o processo da sedação para ventilação mecânica.”

  • 5/10

    Renato Alves, presidente da Hipolabor Farmacêutica: “Hoje não tenho conhecimento do número de pacientes intubados no Brasil, quantos necessitam dessa medicação, até para a gente fazer projeção de demanda. É um dado que não temos.”

  • 6/10

    Walban Souza, presidente da Abiis: “Não estamos identificando falta de produtos e nenhum tipo de aumento que seja além daquilo que seria o razoável, considerando a variação cambial, as dificuldades de transporte e o custo de frete.”

  • 7/10

    Nelson Mussolini, presidente executivo do Sindusfarma: “Na indústria, esse tipo de abuso não ocorre. O que pode estar ocorrendo é que os descontos tenham diminuído com o aumento da demanda, mas não acredito que houvesse desconto de 200%.”

  • 8/10

    Geanluca Lorenzon , secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Economia: “O Ministério da Economia já está se dispondo a incluir os medicamentos dentro do nosso controle de produtos críticos.”

  • 9/10

    Fernando de Moraes Rego, secretário-executivo substituto da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed): “A Cmed tem consciência de que existe a necessidade de evoluir nos seus marcos legais. Essas discussões já vêm sendo tratadas.”

  • 10/10

    Andrey Vilas Boas de Freitas, coordenador-geral de Estudos e Monitoramento de Mercado do Ministério da Justiça: “A gente tem que se debruçar sobre esse caso para pensar sobre um tipo de legislação que permita adotar medidas emergenciais. Verificar se o preço da Cmed não atende aos custos que são colocados.”