Na área econômica
- corte de 10%, em relação a 2018, das despesas de custeio administrativo (como gastos com material de escritório, telefone e combustíveis)
- proibição de compra ou reforma das residências oficiais e de aquisição de automóveis para autoridades, exceto para as que trabalham em área de fronteira
- proibição de pagamentos a agentes públicos, remuneratórios ou indenizatórios, com efeitos retroativos
- proibição de reajustes salariais, do auxílio-alimentação, auxílio-moradia e assistência pré-escolar, e de criação de cargos nos órgãos públicos,
- nomeação de novos servidores civis ou militares restrita a quatro situações: reposição de vagas nas áreas de educação, saúde, segurança pública e defesa; para as instituições federais de ensino recentemente criadas; para os concursos vencendo em 2019; e para os cargos custeados pelo Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF)
- aumento de despesa obrigatória somente com corte equivalente em outra despesa obrigatória
- proibição de criação ou ampliação de novos incentivos fiscais. Prorrogação dos incentivos atuais apenas por até 5 anos, com redução anual do valor do benefício
- envio ao Congresso um plano de revisão de despesas e receitas, prevendo a redução dos benefícios tributários pela metade em 10 anos
- criação ou a alteração de imposto vinculado a algum tipo de gasto somente com justificativa que demonstre ganhos para o contribuinte