• Levar um "santinho" ou uma "cola" para a urna, com o nome e o número dos candidatos.
    • Realizar manifestação individual e silenciosa da preferência política, desde que não haja aglomeração. Vale usar camisetas, bonés, fitas ou broches, por exemplo, com o nome do candidato escolhido.
    • Realizar pesquisa de intenção de voto. Os resultados dessas pesquisas, porém, só podem ser divulgados a partir das 17h.

    Os eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida podem contar com a companhia de uma pessoa de sua confiança nas urnas, ainda que não o tenham requerido com antecedência ao juiz eleitoral. Os eleitores com deficiência visual poderão votar sem auxílio, já que as urnas possuem teclado com sistema braile.

    • Usar alto-falante e amplificador de som.
    • Realizar comício ou carreata.
    • Distribuir material de propaganda política, como panfletos ou santinhos, fora da sede do partido ou comitê político. Boca de urna é crime eleitoral.
    • Fornecer transporte gratuito a eleitores. Somente a Justiça Eleitoral pode requisitar veículos necessários para o transporte gratuito de eleitores de zonas rurais.
    • Prender qualquer pessoa, salvo os casos de flagrante delito ou de sentença criminal condenatória por crime inafiançável e desrespeito a salvo-conduto. A proibição vale até o dia 9 de outubro.
    • Levar telefone celular, máquina fotográfica ou filmadora para a cabine de votação. O eleitor que tiver qualquer um desses aparelhos deverá entregá-lo à mesa de cada seção, que o devolverá após o voto.

    Funcionários da Justiça Eleitoral e mesários não podem usar qualquer elemento de propaganda eleitoral, como bonés, camiseta ou broches com nomes de candidatos. Os fiscais podem usar apenas a sigla ou o nome do partido na roupa. A restrição à venda de bebidas alcoólicas no dia das eleições fica a cargo de cada estado. Procure saber se no seu município haverá a chamada “lei seca”.