• 1/7

    Renata Gil de Alcantara Videira, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros: “Temos nos preocupado muito com o processo democrático no Brasil. Vamos defender a democracia brasileira e seus pilares -- o Poder judiciário, o Poder legislativo.”

  • 2/7

    Noêmia Garcia Porto, presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho: “Trabalhadores de plataformas virtuais não têm as condições mínimas previstas de remuneração e de salubridade para o desenvolvimento da atividade e de proteção, inclusive daqueles que usam o serviço.”

  • 3/7

    Rodrigo Nogueira, juiz assessor da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo: “A pandemia está deixando para a sociedade e o Poder Público lições que temos que aproveitar e evoluir, e uma das delas são as audiências telepresenciais. A gente está vendo que é possível.”

  • 4/7

    Fabio Porto, juiz auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro: “Nos últimos 60 dias, o Judiciário passou pela maior revolução digital dos últimos dez anos. O trabalho de home office, que era exceção, virou regra. O Judiciário não parou.”

  • 5/7

    Cláudio Eduardo Régis de Figueiredo e Silva, juiz auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça de Santa Catarina: “O retorno às atividades presenciais deverá ser paulatino, inicialmente com 30% do trabalho. A possibilidade de audiências com videoconferência, permitida pelo CNJ, continuará.”

  • 6/7

    Rogério Pinheiro, juiz auxiliar da Presidência do Conselho Superior da Justiça do Trabalho: : “Em abril de 2019, R$ 2,1 bilhões foram liberados aos trabalhadores reclamantes, e em abril de 2020 R$ 2,08 bilhões. Conseguimos manter o mesmo nível de liberação de recursos com a pandemia.”

  • 7/7

    Humberto Martins, corregedor nacional de Justiça: “Juntos sairemos desta crise e dela sairemos mais fortes, para construir Brasil mais justo, mais rico, mais solidário. Magistratura forte, cidadania respeitada.”