CÂMARA DOS DEPUTADOS - DETAQ

Sessão: 40.2026 Hora: 20:16 Fase: BC
Orador: General Girão, PL-RN Data: 25/03/2026
Texto sem Redação Final

O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, muito obrigado por encerrar, por dois dias seguidos, as nossas sessões.

Gostaria, porém, de pedir que a nossa voz pudesse ser repercutida no programa A Voz do Brasil.

Os meus temas, inicialmente, serão dois — hilários, mas tristes. O primeiro deles é a sequência de "sincericídios" cometidos pelo Presidente que, recentemente, foi exaltado aqui na tribuna por um colega Deputado.

Lula admitiu, em eventos, que sempre combateu os costumes, a família e o patriotismo. Esse é o primeiro "sincericídio" dele. Preciso admitir que ele está falando a verdade; pela primeira vez, está falando a verdade.

O segundo tema é também a fala do Presidente ontem, ao sancionar a Lei Antifacção: “O Brasil será um dos países mais respeitados no mundo do crime organizado”. Mais uma vez, ele disse algo verdadeiro: estamos nos aproximando de países que apoiam o crime organizado e o terrorismo e nos afastando daqueles que defendem o lado do bem. Essa é a triste realidade do Brasil sob o comando de Lula da Silva.

O que me entristece é que pessoas subam à tribuna para defender alguém com essa estirpe de maldade. É, realmente, a personificação do capeta em formato de gente. Essa é a verdade que precisamos enfrentar.

Mas gostaria de terminar minha fala expressando meus sentimentos mais profundos a duas famílias no Rio Grande do Norte. Sr. Presidente, de ontem para hoje, tivemos duas mortes dentro de uma clínica de hemodiálise na cidade de Mossoró. Pessoas que já demandavam cuidados especiais, por conta de falência renal, e que frequentavam quase diariamente a clínica vieram a óbito. E não se sabe ainda qual foi o motivo.

Qual foi a última fiscalização ocorrida na clínica? Quando foi a última vez que foram feitos exames na água utilizada? O sistema de tratamento de água estava devidamente regular? Acreditamos que talvez não. Os protocolos da vigilância sanitária estavam sendo cumpridos? Onde ocorreu a falha maior?

Na verdade, duas pessoas perderam a vida. Não podemos aceitar isso calados. Quem precisava cuidar falhou. E lamentamos que o nosso Rio Grande do Norte, Sargento Fahur, esteja sendo conhecido como o “Rio Grande da Morte”.Repito, para concluir, Sr. Presidente: o Rio Grande do Norte está sendo conhecido como o “Rio Grande da Morte”. Por quê? Porque a incompetência está matando pessoas — incompetência na falta de fiscalização ou na má fiscalização; incompetência nos cuidados com crianças, jovens, adolescentes e idosos; e, agora, com pessoas que são pacientes de doenças crônicas.

É lamentável que faltem remédios; é lamentável que faltem medicamentos dentro das unidades hospitalares, porque a UNICAT, que deveria providenciar a medicação, não consegue atender.

Muito obrigado, Sr. Presidente. Que Deus nos proteja e salve o Rio Grande do Norte!