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O SR. ISNALDO BULHÕES JR. (Bloco/MDB - AL. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, vou votar aqui porque eu relatei e ainda nem dei meu voto, mas está em tempo.
Sr. Presidente, espero não usar todo o tempo de Líder. Resumidamente, quero fazer um registro neste esforço concentrado do Congresso Nacional, Câmara dos Deputados e Senado Federal. Nós estamos, neste momento, votando um projeto de lei complementar que viabiliza programas fundamentais e, acima de tudo, de mais de uma esfera de benefício para o País e para a nossa população. Quando a gente lê um relatório, profere um voto, a gente termina lendo de forma mais técnica, e eu quero, nesses poucos minutos, traduzir de forma mais prática.
Faço um agradecimento, como sempre faço, a todos que compõem a Liderança do Movimento Democrático Brasileiro, do MDB, à consultoria da Câmara dos Deputados — que, acima de tudo, é reconhecida como um dos maiores quadros coletivos do serviço público brasileiro —, ao Aurélio, ao André e às pessoas que me aconselharam. Cada relatoria dessas é um novo ensinamento que a gente conquista, é uma nova experiência por que a gente passa.
Agradeço, mais uma vez, a V.Exa., Presidente Hugo Motta, e ao Presidente Davi Alcolumbre pela confiança de entregar nas minhas mãos, na busca do convencimento da maioria deste Plenário e do Congresso, uma matéria tão importante.
Sras. e Srs. Deputados, povo brasileiro que ora me assiste, minha família que, com certeza, está me assistindo também, porque eu discuti com as minhas filhas, Júlia, Letícia e Maria Helena, e com a minha esposa Váuma sobre a importância desse projeto de lei complementar para viabilizar programas que promovem mudança na vida daqueles que mais precisam social e economicamente no nosso País.
Sr. Presidente, esse projeto complementar viabiliza o Redata, que nos últimos tempos é o programa que mais vai atrair investimento nacional e internacional para o Brasil. Eu acompanhei este programa com o Ministro Haddad, com o Secretário Marcos Pinto, desde o seu nascedouro, quando o Ministro Haddad voltou do Vale do Silício entusiasmado ao escutar as vocações que o Brasil tem para armazenar, guardar dados de todo mundo que, direta ou indiretamente, estão lincados com as nossas vidas quando às vezes nem percebemos.
Nós equalizamos aqui uma correção histórica da competitividade do resseguro no Brasil com as empresas que oferecem resseguros que atuam no Brasil e são estrangeiras. Por exemplo, Sr. Presidente, minhas Deputadas, meus queridos amigos Deputados, houve no Rio Grande do Sul o problema de um desastre mais recente que nós presenciamos, e mesmo sem sermos gaúchos, no meu caso, sem ser gaúcho, fomos solidários e dividimos o sofrimento daquela população. Ali, se o resseguro brasileiro tivesse a competitividade que hoje nós estamos proporcionando às empresas de resseguros internacionais e estrangeiras que aqui atuam, com certeza seria muito mais rápida a recuperação, ou o financiamento da responsabilidade do resseguro aqui no Brasil naquele momento.
E, por fim, Sr. Presidente, o que há de mais importante, a gente preserva e dá condição da continuidade dos programas fundamentais para a população mais carente do Brasil, o Pronon e o Pronas/PCD. O que esses programas proporcionam? Proporcionam a irrigação, no bom sentido, irrigação para que esses programas não sejam interrompidos e estejam de forma plena a darem condições às instituições habilitadas, competentes, a oferecerem tratamento de combate ao câncer, de prevenção numa atividade geral, no que diz respeito à oncologia, na medicina e também preservando as pessoas que têm algum tipo de deficiência. São as duas frentes.
Vocês imaginem, e vou concluir, Sr. Presidente, o benefício que traz ao povo brasileiro, dentre várias instituições, a Rede Sarah e o Hospital de Amor, um especializado e dando lição ao mundo em reabilitação e o outro em combate, em tratamento, na verdade, em prevenção e tratamento ao câncer. Os dois exemplos mais claros para aqueles que me assistem, aqueles que aqui estão presentes, são essas duas instituições. Como essas, Presidente Hugo, minhas queridas e meus queridos amigos, há várias no Brasil. As duas maiores simbolizam o trabalho filantrópico ou público que oferecem à população brasileira, por meio do maior sistema de saúde do mundo, o SUS.
Portanto, Presidente, mais uma vez, muito obrigado pela confiança e, acima de tudo, por eu ter a oportunidade de inserir no meu currículo uma relatoria tão importante.