Enquete do PL 639/2015

Resultado

Resultado parcial desde 12/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 18 22%
Concordo na maior parte 2 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 4%
Discordo totalmente 55 71%

O que foi dito

Pontos mais populares

Irá aquecer a discussão do reaproveitamento de rejeitos para produção de matéria prima ou energia, que é o foco desse PL

André 17/05/2019
5

Irá acabar com o mercado emergente de reciclagem, compostagem e a Economia Circular como um todo. Precisamos dos resíduos orgânicos para regenerar o solo e os recicláveis para substituir matéria prima extraído do meio ambiente, que são recursos naturais limitados. A Economia Circular está nascendo no Brasil neste momento e evoluindo de forma muito rápida. É só ver os projetos Lixo Zero como a do Instituto Ecozinha em Brasília. Ir por este caminho, não terá mais volta, um erro histórico...

Ian McKee 17/06/2020
2

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 25 encontrados.

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  • Ponto negativo: O Brasil vem falhando historicamente em controlar fontes fixas de poluição do ar. A cidade de São Paulo conviveu de 1960 a 2004 com incineradores de resíduos extremamente poluentes e nunca foi capaz de fiscalizá-los corretamente. O mesmo acontece com o controle de incineradores industriais. Nossa legislação de qualidade do ar está drasticamente defasada em relação ao proposto pela OMS. Queimar resíduos é a forma mais suja de se gerar energia e a que mais emite gases de efeito estufa.

    Vital Ribeiro 06/07/2022
    0
  • Ponto negativo: Presenciei o relato de um estudo que garante que para haver combustão no processo de incineração será necessário que seja incinerado uma quantidade suficiente de materiais que poderiam ser destinados à reciclagem. As Prefeituras não se empenharam para atingir a meta em seus planos de gestão de resíduos, a incineração deveria ser a última opção. Os Catadores de Materiais Recicláveis serão os maiores prejudicados, suas únicas rendas. Grata pelo espaço.

    Elaine Santos 28/06/2020
    0
  • Ponto negativo: Essa proposta afeta todo os aspectos da cadeia de gerenciamento dos RSU. No aspecto social, ela desestimula a reciclagem, coleta seletiva e consumo consciente, além de prejudicar cooperativas e catadores. No aspecto ambiental, ela impossibilita o fechamento de ciclo, impedindo o reaproveitamento da matéria orgânica e nutrientes, além de demandar tratamento específico para os gases e cinzas gerados. Economicamente, a própria necessidade de subsídio já demonstra sua insustentabilidade.

    Tiago Borges 24/06/2020
    0
  • Ponto negativo: Emissão de gases tóxicos no meio ambiente; Favorecimento de empresários; Falta de clareza nas consequências da proposta

    Jaqueline Oliveira 19/06/2020
    0
  • Ponto negativo: Eletricidade mais cara que a de fontes hidrelétricas, por isso precisa de incentivos tributarios.

    Maria Luisa 18/06/2020
    0
  • Ponto positivo: Gerar eletricidade próxima aos centros de consumo.

    Maria Luisa 18/06/2020
    0
  • Ponto negativo: Pode aumentar a emissão de poluentes além de deixar muitas cooperativas de catadores e seus cooperados sem recursos. A queima "genérica" não é eficiente.

    Rosaria Furia 17/06/2020
    0
  • Ponto negativo: Irá acabar com o mercado emergente de reciclagem, compostagem e a Economia Circular como um todo. Precisamos dos resíduos orgânicos para regenerar o solo e os recicláveis para substituir matéria prima extraído do meio ambiente, que são recursos naturais limitados. A Economia Circular está nascendo no Brasil neste momento e evoluindo de forma muito rápida. É só ver os projetos Lixo Zero como a do Instituto Ecozinha em Brasília. Ir por este caminho, não terá mais volta, um erro histórico...

    Ian McKee 17/06/2020
    2
  • Ponto negativo: Vai contra os catadores e contra o meio ambiente. Está à serviço de grandes empresas.

    Ieda Andrade 17/06/2020
    0
  • Ponto negativo: Muitas pessoas ficarão sem emprego e o impacto sobre o meio ambiente será maior!

    Sergio Pinto 17/06/2020
    0
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei