Enquete do PL 524/2015

Resultado

Resultado parcial desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 32 36%
Concordo na maior parte 9 10%
Estou indeciso 2 2%
Discordo na maior parte 17 19%
Discordo totalmente 29 33%

O que foi dito

Pontos mais populares

não há pontos positivos, o projeto penaliza somente uma classe religiosa. onde esta o estado laico ?

Davi Albuquerque 12/07/2019
11

o projeto penaliza somente uma classe religiosa. onde esta o estado laico ? por que não incluir bares, padarias, casas noturnas etc...

Davi Albuquerque 12/07/2019
7

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 30 encontrados.

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  • Ponto negativo: Mas, acho que não é um problema apenas dos templos religiosos. Existem muitas festividades públicas que ultrapassam muito o som dos templos. Muitas vezes prejudicam a população. Portanto deveria ser para todo tipo de manifestação pública deve presevar a população, o coletivo. Para não perturbar a paz de ninguém. Portanto, deve se estender para todos. Esta situação é, de certa forma, discriminatória.

    Marylene B 13/06/2023
    1
  • Ponto positivo: Acho que deve ser normatizado o volume sim, das 22hs às 6:00hs, para que as pessoas que moram próximas possam ter descanso tranquilo.

    Marylene B 13/06/2023
    2
  • Ponto negativo: A questão de limites em termos APENAS da potência sonora ignora que todo som tem um ESPECTRO. Mesmo em potência baixas, os SONS MAIS GRAVES têm grande penetração nos materiais, como das paredes, e são justamente os que mais estão relacionados às perturbações psicológicas amplamente conhecidas. A perturbação do sossego deve ser o único instrumento para avaliação. Uma vez que alguém se sinta lesado, deve ser ouvido e respeitado. O som alto é uma covardia, pois não há como se defender dele.

    Douglas Novaes 27/02/2023
    1
  • Ponto positivo: Vergonhosamente a Câmara Municipal de Fortaleza simplesmente excluiu os templos religiosos dos limites de ruído. É mais que necessário e legítimo obrigar qualquer organização privada ou pública a reduzir as emissões diurnas e noturnas ou a fazer tratamento acústico adequado. Espero que o Senado não sente em cima da PL 524/2015, um bom trabalho da Câmara dos Deputados!

    Tomas Woodall Silva de Assis 26/09/2022
    2
  • Ponto positivo: a situação das igrejas evangélicas hoje beira a total falta de civilidade , e os municípios são coniventes com os absurdos como , falta de alvará , em Belo Horizonte não é necessário , plano contra incêndio, saída de emergência, tenho ao redor da minha residência 3 igrejas , uma pior que a outra , falta de educação completa , o barulho nem se fala , fora estacionar em garagens . Absurdo o uso de Deus assim , onde o estado não intervém vira a lei de talião , olho por olho pois e como tortura isso

    Rogério Gomes 11/09/2022
    1
  • Ponto positivo: Na minha opinião em primeiro lugar é a falta do verdadeiro conhecimento das escrituras sagradas, o ponto fundamental aplicado pelo Senhor JESUS CRISTO é o amor ao próximo e esses cidadãos estão lixando por isso. Segundo ponto, fator ignorância; em alguns casos não há necessidade de microfone, mas como alguém que nunca comeu Melado, fazem questão de seu brinquedo. Terceiro ponto, entender que CRISTO JESUS, não ordenou a ninguém perturbar as famílias, principalmente onde há idosos ou recém nascido

    LUCIANO ALVES SILVA 26/06/2022
    1
  • Ponto negativo: Continuação...Minha construção é anterior a da igreja e quando estavam construindo fizeram promessas de respeito, mas mesmo depois de 6 anos não tem nenhuma estrutura acústica. Eles podem tudo, ignoram a todos, veem de outras regiões fazem o culto como se Deus fosse surdo

    EDUARDO TEIXEIRA 21/03/2022
    0
  • Ponto negativo: moro ao lado de uma igreja e o mínimo que eu espero de um lugar religioso que fala de igualdade, perdão e como encontrar Jesus é o respeito ao próximo!!. Tenho tido crises de nervoso, não sei mais o que fazer...conversas e pedidos ao o pastor foram todos ignorados, a polícia não atende aos pedidos de intervenção. Vender minha casa foi impossível, ninguém fez nenhuma proposta depois de ver que ao lado tem uma igreja. Continua...

    EDUARDO TEIXEIRA 21/03/2022
    0
  • Ponto negativo: continuação... dormir cedo durante a semana é impossível cultos gritados multiplicados pelos equipamento de sons super potentes não deixam, assistir TV é impossivel. Li alguns criticando quanto as casas de shows, bailes funks e etc... com o argumento que eles também fazem muito barulho, sim concordo que fazem, mas NÃO moro ao lado de casas de show, Continua...

    EDUARDO TEIXEIRA 21/03/2022
    1
  • Ponto negativo: Tem que abaixar o limite de decibéis, no máximo 20, 25 e proibir o uso de equipamentos de som de alta potência, só quem tem uma igreja como vizinha de muro sabe o sofrimento que é, ser acordado as 6 hs da manhã de um domingo onde eu e minha esposa só queríamos descaçar depois de uma semana inteira de trabalho, chegar em casa depois do trabalho e ter que escutar todos os dias da semana ensaios repetitivos onde nem o som da sua casa não consegue ajudar, Continua..

    EDUARDO TEIXEIRA 21/03/2022
    1
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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