Enquete do PL 466/2015

Resultado

Resultado parcial desde 02/05/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.815 99%
Concordo na maior parte 15 1%
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Resultado parcial desde 02/05/2018

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Opção Participações Percentual
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O que foi dito

Pontos mais populares

Proteção a fauna, principalmente, as que estão inseridas em unidades de conservação mas estão sujeitas a atropelamento devido a proximidade de rodovias.

Jéssika Batista de Souza 11/02/2019
177

Isso com certeza será ou evoluirá para alguma forma de controle e arrecadação, a pauta ambiental é apenas o pretexto.

JOSUE MARCOS PEREIRA BRANDAO 24/04/2026
5

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 26 encontrados.

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  • Ponto negativo: Isso com certeza será ou evoluirá para alguma forma de controle e arrecadação, a pauta ambiental é apenas o pretexto.

    JOSUE MARCOS PEREIRA BRANDAO 24/04/2026
    5
  • Ponto positivo: O PL 466/2015, do deputado Izar, foi proposto há 11 anos, e até hoje a Câmara não “teve tempo” p pautar o projeto em sessão? Hoje, em 2026, os deputados não só têm o exemplo do Mato Grosso do Sul para mitigar os acidentes envolvendo a fauna, por meio da BR-262, até então conhecida como “estrada da morte”, como tb já é um exemplo de sucesso para a readequação de rodovias em todo o país. As cercas condutoras, monitoramento permanente e passagens subterrâneas compõem o sucesso das obras do DNIT.

    ANA CAROLINA GONZAGA SANTOS TORMIN 24/04/2026
    5
  • Ponto positivo: Eu concordo plenamente na proposta, pois diante de tantas notícias ruins sobre atropelamento de animais silvestres em estradas, onde não se tem proteção de fauna nas estradas(corredores ecológicos) que são uma ótima alternativa para o tráfego dos animais.

    GILLIANA QUETZ ZANCANELLE 23/04/2026
    4
  • Ponto positivo: O PL 466/2015 apresenta como ponto positivo a redução do atropelamento de animais silvestres por meio da criação de passagens de fauna, instalação de cercas e melhoria da sinalização nas rodovias. Essas medidas contribuem para a preservação da biodiversidade e para o equilíbrio dos ecossistemas, além de aumentar a segurança no trânsito, reduzindo acidentes envolvendo motoristas e animais, promovendo uma convivência mais segura e sustentável entre humanos e natureza.

    HELOA GABRIELY BALBINO 23/04/2026
    5
  • Ponto positivo: É de suma importância a preservação da fauna brasileira para valorizar as nossas riquezas. Para isso, é necessário a implementação da lei do PL 466/2015, a fim de proteger e assegurar os animais silvestres diante dos riscos de atropelamento, assim como aumentar a segurança no trânsito para a população.

    LAURA FILGUEIRAS BATALHA 23/04/2026
    4
  • Ponto positivo: A proteção da fauna nas estradas é essencial, pois são os animais que mais sofrem com o impacto direto dos atropelamentos. Muitos deles estão apenas seguindo seus instintos naturais, buscando alimento, água ou abrigo, e acabam tendo suas vidas interrompidas de forma cruel. Além disso, várias espécies já são vulneráveis ou estão em risco de extinção, o que torna essas perdas ainda mais graves.Cuidar da fauna é respeitar a vida em todas as suas formas

    JULIA DE SOUZA COSWOSCK 23/04/2026
    8
  • Ponto positivo: Toda vida importa e precisamos nos importar mais com a fauna brasileira que é tão importante!

    JULIA FERREIRA DOS REIS DA SILVA 23/04/2026
    8
  • Ponto positivo: O PL 466/2015 apresenta como ponto positivo a redução do atropelamento de animais silvestres por meio da criação de passagens de fauna, instalação de cercas e melhoria da sinalização nas rodovias. Essas medidas contribuem para a preservação da biodiversidade e para o equilíbrio dos ecossistemas, além de aumentar a segurança no trânsito, reduzindo acidentes envolvendo motoristas e animais, promovendo uma convivência mais segura e sustentável entre humanos e natureza.

    ANA CLARA SANTOS RODRIGUES 21/04/2026
    20
  • Ponto positivo: Essa pl é extremamente importante para a preservação da vida animal, da nossa fauna brasileira. O cercamento, não só da rodovia 262, mas de outras também se torna de extrema urgência e NECESSIDADE, mais de 12 mil carcaças já foram encontradas e registradas de 2017 a 2020. Votar se torna um ato de amor e de luta pelas vidas perdidas e as que restam. O mínimo que podemos fazer por esses animais depois de tirar o seu habitat construindo vias e estradas, é não retirar suas vidas e protegê-las. VOTE!

    REGINA LEITE SILVA 21/04/2026
    20
  • Ponto positivo: A pauta é de extrema urgência para a biodiversidade!!

    SUZANNE KAROLINE GOMES GARCIA 21/04/2026
    19
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  3. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PEC 383/2017

    O governo terá que aplicar anualmente pelo menos 1% da receita corrente líquida (RCL) da União, prevista para o ano, no financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). É o que determina a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/17, do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), em tramitação na Câmara dos Deputados. O Suas envolve um conjunto de programas do governo federal, realizado em parceria com estados e municípios, voltados para a proteção do indivíduo. Entre estes programas estão o de Atenção Integral à Família (Paif), o de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e de Inclusão de Jovens (Projovem). O sistema também financia os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Como a aplicação dos recursos se baseará na RCL prevista para o ano, a proposta do deputado Cabral determina que o governo fará os ajustes necessários (para cima ou para baixo) no ano seguinte com base na RCL efetivamente realizada. Por exemplo, se a receita realizada de um ano ficar 3% acima do esperado, no ano seguinte o valor equivalente a esse percentual será acrescido ao Suas. Além de definir os limites financeiros, a PEC 383/17 insere o Suas no texto constitucional – atualmente, o sistema está previsto apenas em lei (12.435/11). Cabral aproveita a mesma definição da norma, que estabelece que a gestão das ações de assistência social será feita pelo Suas, sob a forma de sistema descentralizado e participativo. Corte orçamentário O deputado destacou que o objetivo da proposta é garantir uma fonte constante de financiamento dos programas de assistência social do país, evitando o que aconteceu em 2017, quando a proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso Nacional reduziu os recursos da área. “O corte radical sobre as receitas previstas para o funcionamento da rede que compõe o Suas despertou preocupação sobre a fragilidade do sistema”, disse Cabral. “Nesse sentido, faz-se necessário prever a existência do Suas no texto constitucional, assim como estabelecer na Carta Magna o montante de receitas disponíveis para o efetivo funcionamento do sistema.” Tramitação A PEC 383/17 será votada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que analisará a admissibilidade do texto. Se ele for aprovado, será criada uma comissão especial para analisar o teor da proposta. A votação final ocorrerá no Plenário da Câmara.

  6. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.