Enquete do PL 114/2015

Resultado

Resultado parcial desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 7.276 43%
Concordo na maior parte 94 1%
Estou indeciso 14 0%
Discordo na maior parte 64 0%
Discordo totalmente 9.519 56%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado parcial desde 06/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 3 14
Discordo 18 86

O que foi dito

Pontos mais populares

Vai estar de acordo com as diretrizes internacionais de educação em Quiropraxia pela Organização Mundial da Saúde, 4 mil horas mínimas para se tornar um quiropraxista

Roberto Bleier Filho 04/12/2018
369

A Quiropraxia é uma especialidade da profissão Fisioterapia regulamentada desde 1969. Não pode se criar outra profissão em detrimento a outra que já existe. Não existem pontos positivos nesta proposta.

Giuliano Souza 04/12/2018
619

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 349 encontrados.

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  • Ponto negativo: Como citado em um comentário defendendo a PL: “…se o fisioterapeuta quer ser quiropraxista é só fazer o vestibular e completar o curso…” Digo o inverso, que os “quiropraxistas” que façam a graduação de fisioterapia e depois pós graduação em quiropraxia como dever ser.

    Matheus Fontele Fernandes 08/09/2023
    1
  • Ponto negativo: Coloca teu pescoço na mão de um curioso pra vc ver.. Quiropraxia somente com fisioterapeuta.

    Emilio Carlos L. Pedro 04/09/2023
    3
  • Ponto positivo: A Quiropraxia é uma especialidade da profissão Fisioterapia regulamentada desde 1969.

    Breno Tavares 04/09/2023
    6
  • Ponto negativo: A profissão fisioterapia tem na sua grade curricular cinesioterapia, cinesiologia biomecânica, anatomia funcional, e onde exerce essa prática há muitos anos e com excelência onde tem um conselho que regulamenta a profissão e fiscalizar, diga não a regulamentação, pois ela já é regulamentada no conselho de fisioterapia.

    Lucas Paiva 04/09/2023
    8
  • Ponto positivo: Não há pontos positivos

    Negrão 10/08/2023
    2
  • Ponto negativo: Nem de graça eu passo em quiropraxia . Prefiro mil vezes fisioterapia . E outra , esses vídeos estralando a coluna deveriam ser banidos das redes sociais. Isso só afasta a população da ideia de cogitar conhecer a quiropraxia . Sei que haverá resistência , mas é melhor incorporar na fisioterapia .

    Negrão 10/08/2023
    5
  • Ponto positivo: Fisioterapia é uma profissão que o profissional chama se fisioterapeuta Quiropraxia é uma profissão que o profissional chama se quiropraxista. Se você quer trabalhar com a profissão de Quiropraxia, faça a faculdade. Já existem 5 no Brasil, aproveite para fazer o certo! Incorporar a Quiropraxia como especialidade da Fisioterapia, é que não. Reduzir uma profissão em uma técnica, nem aqui nem na china.

    Dr.Bruno Alvarenga 09/06/2023
    4
  • Ponto positivo: Fisioterapia não é sinônimo de Quiropraxia e vice versa. Não é por acaso que as duas profissões na área da saúde tem nome diferentes. Se fossem a mesma coisa, teria um nome só.

    Ajuste Academy 09/06/2023
    1
  • Ponto negativo: O fisioterapeuta é o profissional que mais compreende terapia manual e biomecânica, justamente devido a sua formação e a quiropraxia, NO BRASIL, contexto no qual estamos inseridos, é uma especialidade da fisioterapia desde 2001. Não existe ser cirurgião sem a formação médica, justamente por ser uma especialidade médica. Projetos como esse reduzem a autonomia e atuação dos fisioterapeutas, mesmo depois de um período em que provamos ser tão importantes quanto as outras áreas da saúde.

    Laiza Diniz 23/05/2023
    17
  • Ponto positivo: Fui tratada por quiropraxista, e resolveu minhas dores. Entendi o meu problema. Sendo que pelo SUS estou até hoje aguardando consulta com ortopedista. É um diferencial sim. Fui muito bem orientada na questão da necessidade ou não de se ter acompanhamento com ortopedista. A fisioterapia não me ajudou, me encaminharam para o ortopedista, a quiropraxia me ajudou muito. Sou paciente e gostaria muito que esse projeto fosse aprovado é uma possibilidade a mais para os doentes.

    Rosa Maria Dos Santos 13/05/2023
    7
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei