Enquete do PL 104/2015

Resultado

Resultado final desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 51 37%
Concordo na maior parte 9 7%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 17 12%
Discordo totalmente 60 44%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado final desde 06/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 0 0
Discordo 2 100

O que foi dito

Pontos mais populares

Sou totalmente contra. Os professores deveriam aprender formas de integrar os aparelhos eletronicos na forma como dão aula ao invés de simplesmente impossibilitar o seu uso por parte dos alunos. Essa é uma medida extremamente autoritária e extremamente reacionário.

BRUNO LEFEVRE CAIUBY 31/10/2024
18

O impacto do uso de celulares nas escolas devem ser abordadas de maneira responsável, as escolas precisam educar os pais, pois não sou favorável aquela medida, porém é preciso que os pais eduquem os filhos e ainda sim as escolas tenham mediadores tecnológicos, além disso deve ter restrições para evitar abusos, ouvindo os alunos e pais para tomar medidas corretas e individualizadas.

YURI YAMAMOTO 16/10/2024
9

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 16 encontrados.

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  • Ponto positivo: Devido ao recente fenômeno conhecido como doomscrolling e os diversos fenômenos observados pela academia quando vemos os impactos do celular na socialização de crianças e adolescentes e seu neurodesenvolvimento, creio que o mais prudente seja a proibição total do celular no ensino fundamental, tanto para a socialização quanto para o desenvolvimento do cérebro de jovens e pré adolescentes, por outro lado, sobre a capacitação de seu uso, creio que o ensino médio seja a etapa mais adequada à isso.

    RAMON SANTOS DE GUSMAO 07/01/2025
    2
  • Ponto negativo: Acabei de terminar o Ensino Médio e como recente aluno da educação Brasileira,digo que isso é uma escolha horrível. O governo deveria criar métodos de ensino realmente positivos com uma organização dos conteúdos e matérias. E não tentar fazer isso com a proibição do uso do celular,deveria ser ensinado nas escolas coisas realmente úteis sem precisar ter uma disciplina nova. Como estudante digo que não ter o uso do celular acaba estressando mais ainda principalmente para nós que trabalharmos.

    KAUE CARDIAS DOS SANTOS 12/12/2024
    7
  • Ponto positivo: O celular dentro desse espaço público nos trouxe noção de como a educação é bagunçada e desigual, novidade Brasil, principalmente por conta das más gestões e opiniões, se o celular fica como foco ao aluno, o qual sou, sei que não é por conta do celular, mas sim por um péssimo profissional contratado que senta a bunda na cadeira e olha estrelas imaginárias

    NATHAN DO NASCIMENTO TESCH 11/12/2024
    4
  • Ponto negativo: É um absurdo tentar impor isso aos alunos de ensino superior. Somos o que? Crianças? Nós somos adultos! Daqui a pouco só falta inventarem uma lei pra obrigar universitário a pedir pra ir ao banheiro, igual escolinha. Me poupe. Desde que não atrapalhe a aula, se o aluno do ensino superior mexe no telefone, problema dele. É UM ADULTO. Façam projetos de lei realmente importantes.

    AMANDA DIAS ROCHA 18/11/2024
    4
  • Ponto negativo: Proibir só vai deixar nossos filhos a mercê dos doutrinadores em sala de aula. O problema do mau uso dos celulares começa em casa. Seria muito mais eficaz um trabalho de reeducação e conscientização com pais, alunos e professores (que não foram mencionados mas que muitos estão prestando um péssimo serviço porque ficam navegando na internet em horário de aula), faria sentido se essa PL viesse também com uma lei aprovando um código de ética para os professores, por exemplo.

    CAROLINE TESCH LIQUER 12/11/2024
    4
  • Ponto negativo: É pra não poder filmar provas de abusos a intimidade na sala de aula alimentados por professores coniventes com a esquerda, "educando com o cx", e etc. Pais devem ensinar seus filhos a não serem coagidos, e a registrar com o celular estes abusos, independentemente de qualquer lei, visto que o direito de defesa é cláusula pétrea com eficácia plena, impossível de ser restringido pelo legislador.

    MAURICIO DE ALMEIDA CARRIJO 12/11/2024
    4
  • Ponto negativo: Continuando, o intervalo ter a utilização dos celulares agrava em quer o ensino? Ah, a socialização? A socialização onde muitas das vezes ocorre o bullying, brigas, ofensas, discriminações, racismo, misoginia, homofobia, e outros? A socialização escolar só serve para prejudicar alunos autodidatos e inteligente, obrigando eles a desfazer do seu ego, suas habilidades, fazendo-o carregar irresponsáveis nas costas. Quando fui uma boa aluna não foi graças a socialização, isto só teria me prejudicado.

    EVELLYN KATHLEEN PEREIRA DE MORAIS 10/11/2024
    4
  • Ponto negativo: Primeiro que não pensam como esse recurso é global do que os recursos escolares. Como estudante modelo da escola, muitas das vezes que tive uma nota boa foi graças ao meu estudo fora do ambiente escolar, vendo vídeos didáticos, apps e outros. Segundo, vi alguns citar a necessidade de colocar isso no ensino superior, sendo que são adultos, é autoritarismo e inútil colocar no ensino superior. Um recurso tão abrangente ser desperdiçado. No intervalo é mais autoritário, pois não atrapalha a aula.

    EVELLYN KATHLEEN PEREIRA DE MORAIS 10/11/2024
    1
  • Ponto positivo: Nosso maior desafio como docente é justamente a distração. Estudos apontam que a tecnologia não trouxe os avanços na aprendizagem como esperávamos. A imaturidade natural das crianças e adolescentes frente ao dinamismo tecnológico de informações(não pedagógicas) é absurda em comparação à prática docente em sala de aula. E mesmo por mais que os professores façam jamais, jamais poderemos comparar com um celular. Por isso que uma lei mais enérgica se faz necessária. Salvo exceções em pesquisas

    VALDEMIR JOSE DE MATOS 08/11/2024
    1
  • Ponto negativo: A orientação dos pais, deve ser colocada em observação, jogos, redes sociais, isso sim traz prejuizos em sala de aula, ums vez que os pais "colocam a culpa pra educar o seu fiho na escola, onde a educação começa em casa".

    WENDELL MARIA ALVES RODRIGUES 01/11/2024
    2

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PLP 439/2017

    Altera a Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, para disciplinar o processo de equacionamento de planos de previdência complementar deficitários, e dá outras providências.

  4. PL 3015/2025

    O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  6. PL 2332/2022

    Altera a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (Estatuto do Servidor Público Federal), para permitir que servidor público possa ser microempreendedor individual (MEI).