Enquete do PL 8085/2014

Resultado

Resultado parcial desde 19/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 567 59%
Concordo na maior parte 37 4%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 9 1%
Discordo totalmente 346 36%

O que foi dito

Pontos mais populares

O candidato a carteira de habilitação tem que aprender no transito e não em moto pista pois a prática não tem haver commotopista.

Edila Andrade 28/07/2019
28

Não vejo ponto negativo nenhum

Rafael Mortari 24/11/2020
32

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 100 encontrados.

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  • Ponto negativo: A instrução precisa de fiscalizada. Foi o caminho escolhido há anos e é este caminho que segurou o número de mortes. Fala-se em número global, mas não em número relativo. A taxa de habilitados e de veículos cresceu ao ponto que o número de mortes estabilizou e - antes da febre do App - o numero vinha em declínio. Paises que experimentam baixa regulamentação com baixo índice de acidentes optaram por um modelo com poucas aulas obrigatórias, mas com nível do exame elevado. Aqui estão dando a CNH

    ERICK WESLEY MACIEL TOMAS 25/03/2026
    0
  • Ponto negativo: Baixar e idade limite para se obter a CNH será um grande erro! O que mais vemos, ultimamente, são adolescentes insubordinados, que não respeitam leis. E por falar em leis, para se mudar a idade mínima para a CNH, o CÓDIGO PENAL também precisa ser revisto, pois estes menores cometerão crimes ao volante e nada acontecerá, pois são inimputáveis!!!

    CARLOS MAURICIO CLEMENTE 12/03/2026
    2
  • Ponto negativo: Não acredito em uma melhora real, as únicas coisas que vai funcionar bem é usar a tecnologia tipo os Drones para multar cada vez mais. Primeiro deveria melhorar as RUAS, AVENIDAS E RODOVIAS, quando essa parte estiver pronta ai sim pode instalar tecnologia para fiscalizar. Em áreas de risco como fica passar em baixa velocidade e ser assaltado. Lembremos que criminosos jogam pedra nas rodovias para assaltar qdo a velocidade é diminuída.

    ADALBERTO APARECIDO DE LIMA 06/03/2026
    0
  • Ponto positivo: Concordo plenamente com o Projeto. As autoescolas não podem ter todo esse monopólio arrecadatorio, sendo que, a maioria delas quer lucro a qualquer custo, ludibriando alunos e instrutores, com a maioria dos dirigentes sem idoneidade/integridade. Falo com conhecimento de causa e experiência própria. Continuar com aulas obrigatórias vai de encontro a modernização do país e saneamento financeiro da população oprimida. Temos que nos livrar do monopólio das autoescolas sem ética urgentemente!!!!

    PAULO ROBERTO DE SOUZA 12/10/2025
    1
  • Ponto negativo: Já os pontos negativos são INUMEROS: Segurança dos pedrestres e próprios motoristas, o aumento de acidentes de trânsito, a CERTEZA de a corrupção para se obter a CNH SERÁ ENORME. Se capacitados, os condutores no Brasil SAEM ATROPELANDO PEDESTRES, NÃO ESPEITAM SINALIZAÇÃO, imagina sendo capacitados nas ruas cheias de gente transitanto, sem carro adaptado para evitar acidentes. PROPOSTA ESDRÚXULA ESTÁ! ISSO SIM. Sem mencionar os empregos dos funcionários das autos escolas.

    THAIS FERNANDES DOS SANTOS LIMA 27/08/2025
    0
  • Ponto positivo: Muitos parecem receosos em relação ao índice de acidentes, mas lembrem-se que facultativo será apenas realizar as aulas na auto escola! O candidato ainda poderá fazer aulas com instrutores credenciados e ainda serão submetidos a uma prova prática antes de conseguir sua abilitação. E como não será obrigatório, o valor da auto escola irá reduzir para atrair clientes e consequentemente as pessoas voltarão a fazer as aulas. O problema real é a obrigatoriedade, que dá poder aos donos das autoescolas.

    LUCAS MENDONCA DA SILVA FERREIRA 26/08/2025
    0
  • Ponto positivo: O único ponto positivo dessa proposta absurda é descentralizar o processo das autoescolas, que não passam por muita competitividade em decorrência da obrigatoriedade atual desse serviço. Acredito que profissionais independentes sejam uma ótima ideia, sim, assim como oferecer aulas gratuitas para os que não têm condição. Mas as aulas práticas são necessárias. Não se aprende no trânsito; se aprende nas aulas, porque pra aprender é necessário errar, e errar com um automóvel pode custar vidas.

    PEDRO AUGUSTO CAMARGO FONTES 26/08/2025
    0
  • Ponto negativo: Claro, o processo atual de habilitação é caro demais. O governo deveria, sim, se preocupar com a população que não tem condição financeira de passar por ele. Mas não assim! O processo atual já é frouxo como está, imagine sem a obrigatoriedade das aulas práticas? Precisamos lembrar que são máquinas de toneladas com alto potencial de DESTRUIÇÃO se usadas irresponsavelmente como estão. Por isso, o cidadão deve aprender NAS AULAS, NÃO NA ESTRADA. Só se aprende errando, mas esses erros custam vidas.

    PEDRO AUGUSTO CAMARGO FONTES 26/08/2025
    1
  • Ponto positivo: Pessoal citando número de acidentes sem nunca ter lido um relatório sobre os acidentes que temos. Auto escola ensina a dar a volta no quarteirão, não a dirigir na cidade. Tem que desburocratizar o CFC e reforçar a prova, desta forma garante que quem tirar habilitação sabe realmente dirigir. Apenas um fato curioso é que há muita letalidade associada a motocicletas (não precisa nem mencionar o motivo), alta velocidade e em rodovias, que são pontos que escapam do CFC.

    GABRIEL ALMILHATTI NORI 02/08/2025
    1
  • Ponto positivo: Só vejo melhoria e ponto positivo, aprovo pois agente paga um absurdo pra fazer uma carteira e maioria as vezes e reprovada por pirraça da auto escola forma de injetar mais dinheiro, vivemos no país que mau população consegue comer direito, quem dira pagar valor abusivo na auto escola e ainda pra ser reprovado

    VINICIUS HIGOR DE OLIVEIRA KLAINUBING 01/08/2025
    3
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  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  3. PL 5558/2019

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  4. PL 849/2025

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  5. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.

  6. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.