Enquete do PL 8085/2014

Resultado

Resultado parcial desde 19/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 554 59%
Concordo na maior parte 37 4%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 7 1%
Discordo totalmente 334 36%

O que foi dito

Pontos mais populares

O candidato a carteira de habilitação tem que aprender no transito e não em moto pista pois a prática não tem haver commotopista.

Edila Andrade 28/07/2019
27

Não vejo ponto negativo nenhum

Rafael Mortari 24/11/2020
32

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 97 encontrados.

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  • Ponto positivo: Concordo plenamente com o Projeto. As autoescolas não podem ter todo esse monopólio arrecadatorio, sendo que, a maioria delas quer lucro a qualquer custo, ludibriando alunos e instrutores, com a maioria dos dirigentes sem idoneidade/integridade. Falo com conhecimento de causa e experiência própria. Continuar com aulas obrigatórias vai de encontro a modernização do país e saneamento financeiro da população oprimida. Temos que nos livrar do monopólio das autoescolas sem ética urgentemente!!!!

    PAULO ROBERTO DE SOUZA 12/10/2025
    0
  • Ponto negativo: Já os pontos negativos são INUMEROS: Segurança dos pedrestres e próprios motoristas, o aumento de acidentes de trânsito, a CERTEZA de a corrupção para se obter a CNH SERÁ ENORME. Se capacitados, os condutores no Brasil SAEM ATROPELANDO PEDESTRES, NÃO ESPEITAM SINALIZAÇÃO, imagina sendo capacitados nas ruas cheias de gente transitanto, sem carro adaptado para evitar acidentes. PROPOSTA ESDRÚXULA ESTÁ! ISSO SIM. Sem mencionar os empregos dos funcionários das autos escolas.

    THAIS FERNANDES DOS SANTOS LIMA 27/08/2025
    0
  • Ponto positivo: Muitos parecem receosos em relação ao índice de acidentes, mas lembrem-se que facultativo será apenas realizar as aulas na auto escola! O candidato ainda poderá fazer aulas com instrutores credenciados e ainda serão submetidos a uma prova prática antes de conseguir sua abilitação. E como não será obrigatório, o valor da auto escola irá reduzir para atrair clientes e consequentemente as pessoas voltarão a fazer as aulas. O problema real é a obrigatoriedade, que dá poder aos donos das autoescolas.

    LUCAS MENDONCA DA SILVA FERREIRA 26/08/2025
    0
  • Ponto positivo: O único ponto positivo dessa proposta absurda é descentralizar o processo das autoescolas, que não passam por muita competitividade em decorrência da obrigatoriedade atual desse serviço. Acredito que profissionais independentes sejam uma ótima ideia, sim, assim como oferecer aulas gratuitas para os que não têm condição. Mas as aulas práticas são necessárias. Não se aprende no trânsito; se aprende nas aulas, porque pra aprender é necessário errar, e errar com um automóvel pode custar vidas.

    PEDRO AUGUSTO CAMARGO FONTES 26/08/2025
    0
  • Ponto negativo: Claro, o processo atual de habilitação é caro demais. O governo deveria, sim, se preocupar com a população que não tem condição financeira de passar por ele. Mas não assim! O processo atual já é frouxo como está, imagine sem a obrigatoriedade das aulas práticas? Precisamos lembrar que são máquinas de toneladas com alto potencial de DESTRUIÇÃO se usadas irresponsavelmente como estão. Por isso, o cidadão deve aprender NAS AULAS, NÃO NA ESTRADA. Só se aprende errando, mas esses erros custam vidas.

    PEDRO AUGUSTO CAMARGO FONTES 26/08/2025
    1
  • Ponto positivo: Pessoal citando número de acidentes sem nunca ter lido um relatório sobre os acidentes que temos. Auto escola ensina a dar a volta no quarteirão, não a dirigir na cidade. Tem que desburocratizar o CFC e reforçar a prova, desta forma garante que quem tirar habilitação sabe realmente dirigir. Apenas um fato curioso é que há muita letalidade associada a motocicletas (não precisa nem mencionar o motivo), alta velocidade e em rodovias, que são pontos que escapam do CFC.

    GABRIEL ALMILHATTI NORI 02/08/2025
    1
  • Ponto positivo: Só vejo melhoria e ponto positivo, aprovo pois agente paga um absurdo pra fazer uma carteira e maioria as vezes e reprovada por pirraça da auto escola forma de injetar mais dinheiro, vivemos no país que mau população consegue comer direito, quem dira pagar valor abusivo na auto escola e ainda pra ser reprovado

    VINICIUS HIGOR DE OLIVEIRA KLAINUBING 01/08/2025
    3
  • Ponto negativo: O único ponto negativo é para donos de CFC''s, que obviamente terão seu lucro reduzido, mas eles continuarão abertos, quem optar por aprender com aulas assistidas por eles poderá fazê-lo, em quantas aulas achar necessário.

    RENAN ANDRADE CARDOSO 29/07/2025
    2
  • Ponto positivo: Ponto positivo: habilitação no Brasil é carissíma, é um absurdo o que a gente paga de taxa para ter um pedacinho de papel. Mas tem que baixar esses impostos dos veículos, não adianta ter uma habilitação barata se o cidadão não tiver condicão financeira de comprar um veículo.

    LEONARDO JUNIO CARDOSO DE PAULA 14/10/2024
    6
  • Ponto positivo: O custo para tirar uma CNH aqui em minha cidade é de R$2070,00

    Bruno Nascimento 07/07/2024
    5
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  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).