Enquete do PL 7975/2014

Resultado

Resultado parcial desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 84 91%
Concordo na maior parte 3 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 2%
Discordo totalmente 4 4%

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Resultado parcial desde 06/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 12 100
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O que foi dito

Pontos mais populares

Essa é proposta é justa em questão de valorizar e reconhecimento da responsabilidade do trabalho dos funcionários de cartório extrajudicial, pois somos sobrecarregados de responsabilidades, muitas pressões, e não somos reconhecidos em questão de salário pelos titulares

Maria 06/01/2019
14

Uma pena que pode demorar uma década para ser aprovada.

Ronaldo Coutinho 22/04/2021
7

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

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  • Ponto positivo: Excelente proposta. Os profissionais precisam desse apoio.

    Aline S.S 03/04/2023
    0
  • Ponto positivo: Excelente proposta, concordo e acredito ser importantíssimo os pontos que foram colocados em evidência, pois nós funcionários cumprimos funções de indiscutível relevância e altíssima responsabilidade, sendo indispensável a regulamentação dos nossos direitos que visem valorizar ainda mais a nossa profissão, dando mais importância econômica e social as nossas atividades desenvolvidas.

    FABIO CRUZ SAMPAIO 14/09/2022
    2
  • Ponto positivo: Os prepostos não são valorizados como deveriam e os salários não são compatíveis com a responsabilidade do exercício das funções, para manterem seus empregos precisam estudar exaustivamente, não há reconhecimento dos titulares muito menos do Estado. São pessoas que carregam nas costas o fluxo imobiliário do qual depende consideravelmente o desenvolvimento do país. Aprove já!!! Danilo Silva

    Danilo Dias Mendes da Silva 14/09/2022
    2
  • Ponto positivo: pelo piso salarial e plano de carreira !!!

    lucas ramos 13/07/2022
    3
  • Ponto positivo: Proposta muito justa

    Paulo Melo 24/10/2021
    4
  • Ponto negativo: Uma pena que pode demorar uma década para ser aprovada.

    Ronaldo Coutinho 22/04/2021
    7
  • Ponto positivo: Excelente proposta, já estava na hora de alguém olhar por nós, funcionários dos Cartórios Extrajudiciais, uma vez que precisamos de muito conhecimento para o exercício da função, a responssabilidade também é alta, e não temos reconhecimento financeiro por parte dos titulares de serventias. Parabéns pela proposta!

    Marcos Mauer 11/02/2021
    5
  • Ponto positivo: Nada melhor que um piso salarial condizente com a responsabilidade da profissão.

    GUILHERME AUGUSTO NASCIMENTO 03/06/2020
    7
  • Ponto positivo: Essa proposta e excelente, pois irá acabar com desigualdade salarial dando mais segurança no trabalho. Uma vez que não somos recompensados pelos titulares na proporção da responsabilidade.

    Leonardo Silva 10/10/2019
    11
  • Ponto positivo: Reconhecimento da profissão de cartorário, pois um tabelião ou registrador não trabalha sozinho.

    jefferson alonso farina 09/07/2019
    9
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.